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Posts tagged Volta A Portugal
James Morrison ao vivo em Portugal
Oct 10th

James Morrison volta a Portugal para dois concertos nos Coliseus: 27 de Março (Lisboa) e 28 de Março (Porto). O cantor vem apresentar o seu mais recente trabalho "The Awakening", editado este ano.
O concerto terá inicio pelas 21h00 (abertura de portas pelas 20h00) no Coliseu de Lisboa e no Coliseu do Porto. Os bilhetes estarão à venda amanhã, 11 de Outubro, às 10h00.
| Preços | Locais de Venda |
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Lisboa Plateia em Pé - 30€ Camarote 1ª (Frente) - 35€ Camarote 1ª (Lado) - 33€ Camarote 2ª (Frente) - 33€ Camarote 2ª (Lado) - 30€ Porto Plateia em Pé - 30€ Tribuna - 35€ Frizas - 35€ Galeria - 26€ Geral - 23€ Balcão Popular - 30€ Camarote 1ª - 35€ Camarote 2ª - 23€ |
Locais Habituais |
Reportagem The National – Campo Pequeno
May 26th
De volta a Portugal, os The National foram desta vez recebidos por um Campo Pequeno a abarrotar. Após a última vez em Portugal, no Super Bock Super Rock, não havia ninguém por se render aos encantos da banda norte-americana. Assim sendo, não foi de admirar que o concerto esgotasse e que as expectativas fossem elevadas para um dos concertos mais aguardados do ano.
A abrir, estiveram em palco os Dark Dark Dark, banda oriunda de Minneapolis cujo som fez as delícias do público ansioso. Foram temas como “Something for Myself”, “Make Time” e “Trouble No More” que mostraram porque é que os próprios The National são seus fãs. Os instrumentos eram rodados pelos membros da banda, tanto como a voz principal das músicas. Para fechar 40 minutos de música com influências maioritariamente folk, “Daydreaming” revelou-se deliciosa para o efeito.
Entretanto, já o recinto ia encolhendo e as pessoas lá se chegavam cada vez mais perto. Vinte minutos passavam das 22h quando por fim as luzes se apagaram e tudo naquela sala se centrou no palco. Escusado será mencionar os gritos, as palmas, as mãos no ar. De copo de vinho na mão, Matt Berninger, centro do palco, microfone a postos. Aqui vamos nós.
E fomos. Primeiro embalados por uma melódica “Start a War” e logo de seguida com “Anyone’s Ghost”, já menina para arrancar um par de gritos ao vocalista. E apesar de “High Violet” ser considerado a consagração plena da banda, não escapa a ninguém que é “Alligator” que recebe mais pedidos de músicas para serem tocadas. Avistava-se um cartaz em particular com duas palavras apenas: “Lit Up”. Apesar desse desejo não ter sido concedido, “Secret Meeting” veio agitar os fãs, que entoavam a letra a plenos pulmões.
No ecrã de fundo, passavam imagens em directo da banda sobrepostas umas nas outras, provocando efeitos fantasmagóricos. Mas nada causa mais arrepios que ouvir um recinto a gritar “I'm on a bloodbuzz, yes I am, I'm on a blood buzz” em sintonia. A multidão jubilava com os instrumentais a que temos sido habituados pela banda. Baterias disciplinadas até ao osso, trompetes que enchiam a sala e guitarras com uma energia admirável.
Após tamanha demonstração de afeição por parte do público, Matt não resistiu a avançar no palco e olhar para a sala em jeito de retribuição. Um olhar sincero de quem nunca deixa de ser surpreendido pelo carinho dos fãs portugueses. Logo de seguida entra em cena “Slow Show”, antes de “Squalor Victoria” e “Afraid of Everyone”. Durante a última, o ecrã encheu-se de olhos gigantes, uma imagem intimidadora que complementa uma letra recheada de medo e desconfiança.
Mas os momentos altos da noite estariam guardados para temas mais antigos como “Abel” – provavelmente o momento mais alto (e por alto, refiro-me a barulho) da noite – ou “All the Wine”. Aaron Dessner, claramente assoberbado, perdeu-se em agradecimentos ao público e fascínio com o recinto escolhido. A cúpula aberta do Campo Pequeno enriqueceu o ambiente e tornou o concerto num autêntico espectáculo sob as estrelas.
Houve várias surpresas no concerto e uma delas foi a banda tocar “Lucky You”, retirada do álbum “Sad Songs for Dirty Lovers”. Não, não é uma canção esperançosa, é «provavelmente o tema mais triste que temos», garantiu Matt Berninger. Antes do encore, ouviu-se uma soberba “Fake Empire”. E se “Terrible Love” era vista como a equivalente deste tema para “High Violet”, o resultado não é, de todo, semelhante. Um instrumental de encher ouvidos – e alma – ficou no ar enquanto a banda abandonava o palco para o primeiro encore.
De volta, uma surpresa para os fãs portugueses: “Friend of Mine”, tocada ao vivo pela segunda vez na vida da banda (tendo a primeira sido há cerca de sete anos). «Não chegámos bem lá, faltou um bocadinho», brincaram, no final. Mas ficou clara a emoção que tocar aquele tema para o público lisboeta lhes trouxe. A anunciar “Mr November”, Aaron garantiu que essa sabiam como tocar. A multidão delirava, braços no ar e a letra entoada aos gritos.
No seguimento da energia que os dois temas haviam trazido, eis que chega “Terrible Love”. Matt desceu ao público, entrou pela plateia adentro, enquanto alguns fãs seguravam o fio do microfone e outros corriam para se aproximar do cantor. A custo, conseguiu voltar ao palco, de onde saiu em seguida, seguido por todos menos pelo baterista Bryan Devendorf. Outro encore?
Sim, outro encore. Depois do Super Bock Super Rock, talvez fossem mais a pensar que não do que os que pensavam que sim, que talvez eles voltassem a cantar a “About Today”. E voltaram. Se no festival de Verão foi a cereja em cima de um bolo delicioso, no Campo Pequeno foi um revivalismo dessa mesma noite mágica. Para o final, microfones desligados. Os músicos à beira do palco, de instrumentos em riste. Pediram ajuda para cantar a última música do concerto. E tiveram-na. Pulmões cheios e vozes mais ou menos afinadas foram ingredientes para uma “Vanderlyle Crybaby Geeks” crua e nua como só esta banda conseguiria arrancar a uma audiência.
Como já vem a ser hábito, outro concerto grandioso dos The National terminara.
Emoções ao rubro, melodias comoventes e letras sinceras – os ingredientes perfeitos para este amor terrível.
Raphael Saadiq e Marina Gasolina no Sudoeste TMN
Apr 13th
Foram hoje anunciados mais dois nomes para o festival alentejano: Raphael Saadiq e Marina Gasolina.

O norte-americano Charles Ray Wiggins, conhecido por Raphael Saadiq, actua no Palco TMN no dia 4 de Agosto. O cantor vem assim apresentar o seu ultimo album "Stone Rollin", que saiu em Março deste ano.
Já Marina Gasolina volta a Portugal, depois de ter passado pelo Super Bock em Stock. A ex-Bonde do Rolê actua no dia 6 de Agosto, no Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste.
O Festival Sudoeste TMN 2011 realiza-se nos dias 3, 4, 5,6 e 7 de Agosto de 2011 na Zambujeira do Mar, na Herdade da Casa Branca. Os bilhetes já se encontram à venda.
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The Prodigy no Festival Paredes de Coura
May 25th

Foi hoje anunciado pela organização um grande nome do panorama musical internacional: The Prodigy
Depois de um excelente concerto no festival Optimus Alive o ano passado, o grupo britanico volta a Portugal e chega a Paredes de Coura para um concerto que certamente não deixará ninguém indiferente!
O grupo de Liam Howlett, Keith Flint e Maxim irá actuar no dia 31 de Julho. No mesmo dia actuam The Specials e The Dandy WarholsO passe de 4 dias com campismo comprado até 17 de Maio fica por 60 Euros e a partir de 18 de Maio por 70 Euros.
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Alicia Keys no Pavilhão Atlântico
Feb 4th
Alicia Keys está de volta a Portugal, mais propriamente ao Pavilhão Atlântico, a 29 de Abril.
Depois de esgotar a mesma sala em 2008 vem agorar apresentar o novo álbum, "The Elements of Freedom", editado no final do ano passado.
Com apenas 28 anos, a cantora já conquistou 12 Grammys e vendeu mais de 30 milhões de álbuns.
O concerto inicia-se às 20 horas.
| Preços | Locais de Venda |
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Ticketline, CTT, Lojas Fnac, Lojas Worten, Agências Abreu, Megarede, ABEP, Agência Alvalade, C.C. Dolce Vita (Coimbra, Ovar, Vila Real e Porto), El Corte Inglés, Casino de Lisboa |





