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Marina Gasolina no Super Bock em Stock
Nov 11th
Foi hoje anunciado uma alteração em relação ao cartaz do Super Bock em Stock, a realizar nos dias 3 e 4 de Dezembro.

Devido a "imprevistos incontornáveis", o grupo belga cancelou a sua actuação no festival Super Bock em Stock (e confirmou, segundo o myspace da banda, uma actuação no Porto) sendo o nome escolhido para substituir os Goose é Marina Gasolina (ex-Bonde do Rolê) e poderá apresentar musicas do seu futuro album, com saida prevista para 2011.
No dia 3 de Dezembro temos: Junip, B Fachada com Sergio Godinho, Lars and The Hands of Light, The Shoes, Owen Pallett, Kele, Adam Kesher, Pinto Ferreira, Wavves, The Hundred in the Hands, Hollywood Mon Amour, Tiago Bettencourt, Adrianna, Spokes e Jorge Palma
O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira na bilheteira do Festival no Cinema São Jorge. O preço mantém-se o mesmo das duas primeiras edições – 40€ para duas noites com três dezenas de concertos.
Super Bock em Stock – Cartaz Completo
Oct 26th
Foi hoje anunciado o cartaz completo para o festival Super Bock em Stock, a realizar nos dias 3 e 4 de Dezembro.

No dia 3 de Dezembro temos: Junip, B Fachada com Sergio Godinho, Lars and The Hands of Light, The Shoes, Owen Pallett, Kele, Adam Kesher, Pinto Ferreira, Wavves, The Hundred in the Hands, Hollywood Mon Amour, Tiago Bettencourt, Adrianna, Spokes e Jorge Palma
O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira na bilheteira do Festival no Cinema São Jorge. O preço mantém-se o mesmo das duas primeiras edições – 40€ para duas noites com três dezenas de concertos.
Reportagem SBSR 2010 – 17 de Julho
Jul 18th
Continua a música e o bom tempo no segundo dia da 16ª edição do Super Bock Super Rock, festival alojado no Meco que continua a prometer ‘sol e rock’n’roll’ aos que o frequentam. Neste segundo dia, actuaram alguns dos nomes mais esperados, como Vampire Weekend, Hot Chip ou mesmo Patrick Watson, numa edição que compensa alguns dos pontos negativos de organização com o bom cartaz.
Começamos novamente com os segundos vencedores do Super Bock Super Rock Preload, o concurso da marca para escolher as bandas portuguesas mais promissoras e levá-las ao palco do festival. Os Malcontent são do Porto e iniciaram o dia 17 com um concerto morno no palco EDP. Seguiram-se-lhes os Sweet Billy Pilgrim, músicos ingleses que misturavam sonoridades tão diferentes como o country e o rock com toques de progressivo de forma bizarra, porém, inócua. A banda de 4 membros tentou atrair as pessoas para a frente no palco secundário, no entanto, devido a uma das maiores falhas desta edição, não o conseguiram, pois o palco era destapado por trás e, logo, tocavam contra o sol que inundava a maior parte da zona da plateia, obrigando as pessoas a dispersarem pelas sombras.
Nome conhecido por terras lusas, Tiago Bettencourt, conjuntamente com Mantha, tocou o seu set num palco principal muito mais composto, como era de esperar. Este passou por algum dos temas mais conhecidos desta colaboração, que já conta com dois álbuns, como "Jardim", e até alguns temas dos Toranja, antiga banda do cantor, como "Laços". Um concerto simpático, com menos substância, que soube entreter os que esperavam pelo vocalista da banda nova-iorquina muito conhecida que se seguia.
Entretanto, Holly Miranda espantava com a força e timbre da sua voz do outro lado do recinto. Num concerto intimista e poderoso, a cantora, acompanhada pela sua contida banda, tocou alguns dos seus temas do recém-editado The Magician’s Private Library. Uma mistura de influências de Otis Redding e Nina Simone a Jeff Buckley e Radiohead que, apesar de eficaz, padeceu por ser um pouco repetitiva.
Seguiu-se a desilusão deste segundo dia, por diversas razões, algumas que escapam a nossa compreensão. Julian Casablancas, também vocalista dos nova-iorquinos The Strokes, encurtou a sua apresentação a solo em Portugal por uns bons 20 minutos, apresentando apenas uma mão cheia de temas de Phrazes for the Young e três dos esforços Strokeanos, como "Hard to Explain" e "Automatic Stop". Porém, os temas que realmente interpretou perderam a dinâmica ao vivo, talvez um pouco pela existência de problemas de som e pelo desempenho algo trapalhão de Casablancas. Não se ficou a perceber a razão da sua saída precipitada e os seus fãs ficaram a pedir mais.
Outro nome da cena alternativa portuguesa, Rita Redshoes, actuou por volta das 21:40 no palco EDP. Sem os seus sapatos vermelhos, a intérprete portuguesa ofereceu um concerto que pretendia, acima de tudo, entreter. Dançando ao longo da música, a cantora balançava o seu charme e graça natural com uma sensualidade crescente na apresentação dos novos temas de Lights & Darks, que se aproximam mais da estética de Paulo Furtado do que a de David Fonseca, o seu quase ‘mentor’ musical. A nova "Captain of My Soul" foi muito apreciada, no entanto, "Choose Love" e "Dream on Girl", temas de Golden Era, foram as mais aplaudidas do set de Rita Pereira.
A electrónica volta a marcar passo com os Hot Chip que, na opinião geral, foram uma das surpresas da noite. À primeira vista, ninguém diria que este conjunto de músicos produz pop electrónico que poderia perfeitamente ser tocado na pista de dança, no entanto, apesar da aparência séria dos artistas, estes parecem fazer bater o pé como ninguém. A banda americana apresentou no Meco vários temas do seu álbum One Life Stand e entusiasmou as hostes de tal maneira que estas se apresentavam excessivamente entusiastas, saltando, de braços no ar, aproveitando cada momento. "Over and Over", "I Feel Better" e "Ready For the Floor" foram alguns dos destaques de um concerto extremamente coeso e tecnicamente quase perfeito, que levou ao êxtase musical de muitos fãs e que até converteu quem não estaria muito impressionado, de início, com os artistas.
Os que preferiam algo mais calmo à quase histeria electrónica da banda supramencionada tinham a oportunidade de ver o intérprete canadiano Patrick Watson, na sua terceira estadia em terras lusas. Apesar de ter consideravelmente menos audiência do que Hot Chip, o artista, acompanhado pelos Wooden Arms, ofereceu um belo e único concerto aos que acompanhavam as estranhas melodias intercaladas com o moderado caos musical dos performers. De facto, é de destacar o talento e a versatilidade deste artista, que torna cada actuação numa experiência única e envolvente, deslizando pelos temas de Close to Paradise e Wooden Arms sem dificuldade e de pulmões cheios — "Fireweed" soou assombrosa e arrepiante com o fundo ardente das chamas do vídeo que passava por trás, já "Drifters" apresentou-se tocante e sentimental e "Man Like You" impressionou, enfatizada pela voz característica do artista. Watson, sempre bem-disposto, nunca deixou de agradecer aos seus fãs que o receberam sempre com tanto apreço e, em jeito de retribuição, tocou até "To Build a Home", tema que partilha com os The Cinematic Orchestra e que constitui um dos seus pedidos mais frequentes nas suas actuações.
Cabeças de cartaz algo improváveis, pode-se dizer que os Vampire Weekend excederam as expectativas gerais de uma plateia de quase 24 mil espectadores. A despreocupada banda nova-iorquina soube trazer o travo de pop afrobeat ao indie rock de marca Pitchfork, mais suavizado e maturo no seu segundo esforço, Contra, da melhor maneira, envolvendo os inúmeros espectadores com jovialidade. Os meninos bem do indie mostraram que são capazes de entusiasmar e entreter tanto com os diversos temas do primeiro lançamento homónimo, tanto com os temas do álbum que lhe seguiu. Os festivaleiros acabaram por se render a "Cape Cod Kwassa Kwassa", "A-Punk" e "Horchata", tal como a "Cousins" e a "Giving Up The Gun", esta última que conta com inúmeras celebridades no seu videoclip, como os Jonas Brothers e Jake Gyllenhaal. No entanto, o foco do set dos nova-iorquinos estava mesmo na plateia: Ezra Koenig, vocalista e líder dos artistas, demonstrou várias vezes o seu espanto pela recepção dos portugueses (“Não me quero ir embora!”), que se entretinham a mover os seus corpos aos ritmos e melodias alegres. É assim que se prova a eficácia dos Vampire Weekend, que renderam as hostes à aprimorada e simples estética musical dos artistas.
Por fim, o duo electrónico Leftfield encerrou este dia de festival, oferecendo aos resistentes um set coeso de temas dançáveis. Para os menos duros, o último dia de festival espera-os, com a actuação do lendário Prince.
Foto: Ana Limas
NEOPOP – Cartaz Fechado
May 31st
Depois do enorme sucesso que teve, o NEOPOP volta em 2010 em grande força para mais um espectáculo único.
O primeiro dia, 12 de Agosto, arranca com Vitalic e o seu live act "V-Mirror Live", um espectáculo de luz, espelhos e ritmos. Segue-se a alemã Ellen Allien que irá apresentar o seu mais recente trabalho de nome Dust. Para encerrar o primeiro dia, a ultima actuação fica a cargo do holandês 2000 and One e onde os seus sons techno com texturas minimalistas serão ouvidos certamente. A aquecer as hostes para estes três cabeças de cartaz estão os Stereo Addiction e Miguel Rendeiro.
No dia 13 de Agosto, o dia continua em grande: o trio Cobblestone Jazz, composto por Mathew Jonson, Tyler Dhula e Daniel Tale, seguido do conhecido dj e patrão da Bedrock John Digweed e terminando com Ben Klock. A aquecer o público para estes três grandes nomes estarão os conhecidos djs nacionais Rui Estêvão, José Belo e Magazino acompanhados pela dupla de djs da zona norte Freshkitos.
Para terminar esta edição do NEOPOP do ano de 2010, no dia 14 de Agosto o evento é aquecido por Tiago Magalhães, Manu, Nuno di Rosso e Expander. De seguida entram em cena dois artistas nórdicos e uma alemã. Pär Grindvik e o seu techno estarão certamente prontos para dar música a este evento que promete arrebatar tudo e todos. Do mesmo país surge o sueco Adam Beyer, o patrão da Drumcode. Para encerrar o NEOPOP entra em cena a alemã Anja Schneider, conhecida produtora de hits como " I Thought", "Chest in the Attic" ou "La Roulette"
De relembrar que o NEOPOP vai ser no Forte Santiago da Barra, em Viana do Castelo, nos dias 12, 13 e 14 de Agosto.
O preço dos bilhetes é em Pré-Venda de 20 Euros diários ou 40 Euros para os três dias. No próprio dia os bilhetes diários ficam por 25 Euros e o passe para os três dias a 50 Euros.
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NEOPOP – Cartaz Fechado
May 31st
Depois do enorme sucesso que teve, o NEOPOP volta em 2010 em grande força para mais um espectáculo único.
O primeiro dia, 12 de Agosto, arranca com Vitalic e o seu live act "V-Mirror Live", um espectáculo de luz, espelhos e ritmos. Segue-se a alemã Ellen Allien que irá apresentar o seu mais recente trabalho de nome Dust. Para encerrar o primeiro dia, a ultima actuação fica a cargo do holandês 2000 and One e onde os seus sons techno com texturas minimalistas serão ouvidos certamente. A aquecer as hostes para estes três cabeças de cartaz estão os Stereo Addiction e Miguel Rendeiro.
No dia 13 de Agosto, o dia continua em grande: o trio Cobblestone Jazz, composto por Mathew Jonson, Tyler Dhula e Daniel Tale, seguido do conhecido dj e patrão da Bedrock John Digweed e terminando com Ben Klock. A aquecer o público para estes três grandes nomes estarão os conhecidos djs nacionais Rui Estêvão, José Belo e Magazino acompanhados pela dupla de djs da zona norte Freshkitos.
Para terminar esta edição do NEOPOP do ano de 2010, no dia 14 de Agosto o evento é aquecido por Tiago Magalhães, Manu, Nuno di Rosso e Expander. De seguida entram em cena dois artistas nórdicos e uma alemã. Pär Grindvik e o seu techno estarão certamente prontos para dar música a este evento que promete arrebatar tudo e todos. Do mesmo país surge o sueco Adam Beyer, o patrão da Drumcode. Para encerrar o NEOPOP entra em cena a alemã Anja Schneider, conhecida produtora de hits como " I Thought", "Chest in the Attic" ou "La Roulette"
De relembrar que o NEOPOP vai decorrer no Forte Santiago da Barra, em Viana do Castelo, nos dias 12, 13 e 14 de Agosto.
O preço dos bilhetes é em Pré-Venda de 20 Euros diários ou 40 Euros para os três dias. No próprio dia os bilhetes diários ficam por 25 Euros e o passe para os três dias a 50 Euros.
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Mais Confirmações para o SBSR
Apr 15th

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer com mais quatro novas confirmações: Jamie Lidell, Tiago Bettencourt & Mantha, Saint Vincent e Wild Beasts.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para dia 16 tens Pet Shop Boys, Keane, Cut Copy, Jamie Lidell, Palma's Gang, Beach House, The Temper Trap e M-NUS Showcase (Richie Hawtin, Marco Carola e Magda). No dia 17 conta com Vampire Weekend, Hot Chip, Leftfield, Tiago Bettencourt & Mantha, Patrick Watson, Rita Redshoes, Ricardo Villalobos & Zip. No último dia de festival, dia 18, Empire of the Sun, The National, John Butler Trio, Wild Beasts e Laurent Garnier.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
Se não quiseres acampar, procura alojamento perto deste festival aqui.
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Reportagem Youthless e Lululemon
Apr 3rd
No passado dia 2 de Abril o Plano B serviu de palco para uma noite dedicada a música realizada a dois. Um par de duos apresentou-se em palco, suportando sonoridades distintas, mas ambas bastante enérgicas.
O começo da noite ficou a cabo dos Lululemon, uma banda oriunda de Vale de Cambra.
Pedro Ledo e Tiago Sales lançaram-se, por volta da meia noite, a quase 40 minutos de riffs e fills recheados de um espírito blues e surf bem orelhudos, com alguns laivos mais electrónicos a apimentar as coisas, assim como uma participação vocal inesperada por um membro exterior à banda. No entanto, foi notória alguma falta de qualidade na mistura a sair do P.A, algo exterior ao controlo da banda, muito provavelmente. Contudo, apesar do som poder ter estado um pouco mais bem tratado pelo espaço, o concerto foi agradável e é de louvar a actuação em causa perante uma banda ainda com poucos passos dados. É aguardar por futuros concertos e pelo EP de estreia a sair no decorrer deste mês de Abril.
Em seguida foi a vez dos Youthless tomarem as rédeas da noite. Munidos de bateria, baixo, teclado e voz, este duo fez lembrar uns Death From Above 1979, mas com menos rock e mais dança à mistura. Com o seu Telemachy EP como desculpa, Alex Klimovitsky e Sebastiano Ferranti conseguiram, aos poucos, incendiar um Plano B que se mostrou apreensivo inicialmente.
Desde invasão de palco, a crowdsurf por parte do Alex e até a uma pequena participação de Tiago Sales na bateria, os Youthless revelaram uma boa interação com o público, não sendo de admirar já estarem à espera de subir a um grande palco como o Coliseu dos Recreios. Um concerto bem conseguido, sem grandes dúvidas.
Palco Sunset Completo – Rock In Rio Lisboa
Feb 9th

O Rock In Rio anunciou hoje (9 de Fevereiro) os nomes para o Palco Sunset.
21 de Maio
- 17h30 - Azeitonas e António Zambujo
- 18h35 - OqueStrada e Segredos de Portugal
- 19h50 - Boss AC e Yuri da Cunha
22 de Maio
- 17h30 - Soulbizness e Zoey Jones
- 18h35 - Tiago Bettencourt & os Mantha e Tiê
- 19h50 - Rui Veloso e Maria Rita e Tony Garrido
27 de Maio
- 17h30 - NuSoulFamily - projecto de Virgul com Julie McKnight
- 18h35 - Expensive Soul, Blue Incognito e Omar
- 19h50 - Jorge Palma e Zeca Baleiro
28 de Maio
- 17h30 - Lúcia Moniz e Mister Lizard
- 18h35 - Tim e Mariza
- 19h50 - Luís Represas e Martinho da Vila
29 de Maio
- 17h30 - Fingertips e Convidado
- 18h35 - More Than a Thousand e Convidado
- 19h50 - Ramp e Hail
O Palco Sunset Rock in Rio é um espaço dedicado à experimentação, a encontros inesperados e a concertos únicos, e regressa este ano à Cidade do Rock ainda com mais novidades na fusão dos diversos estilos musicais, do hip-hop ao fado, do reggae ao pop, do rock à soul e a vários outros estilos.
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