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Cartaz Completo – Rock In Rio
Mar 26th

O cartaz do Festival Rock In Rio Lisboa 2010 encontra-se encerrado. Hoje a organização confirmou a presença de Amy Macdonald, após esta ter colocado informação no seu myspace, para o dia 29 e Soulfly para o dia 30 de Maio.
Fica assim o cartaz fechado para este festival. No dia 29 de Maio vais contar com Miley Cyrus, Amy Macdonald, McFly e Dzrt. Dia 30 de Maio é a vez de Rammstein, Megadeth, Motorhead e Soulfly no Palco Mundo. Consulta o cartaz para ficares a saber tudo sobre este festival.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010. O bilhete diário custa 58 euros.
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Passatempo Spring Break Festival
Mar 24th
A 3ª Edição do Spring Break Festival irá decorrer na Praia de Mira de 5 a 10 de Abril e nós temos 5 bilhetes para te oferecer para as noites do festival.
As bandas já confirmadas para concertos são Makongo, Banda Red, Decibel Zero e Plaggio. Vão também passar por lá os Djs Diego Miranda, Carlos Manaça, Kika Lewis, Overule ft Virgul (Da Weasel) e Wilson Honrodo.
Durante o dia vais ter inúmeras actividades e workshops entre eles: surf, canoagem, vela, paintball, fitness, slide, rappel, escalada, e muitos outros.
O preço do bilhete é de 85€ para todos os dias do festival com acesso às actividades e concertos.
Participa aqui.
Manic Street Preachers no Optimus Alive
Mar 23rd
Os Manic Street Preachers vão passar pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 9 de Julho.Na bagagem trazem o mais recente disco de originais, "Journal For Plague Lovers", foi editado no ano passado e conta com letras escritas pelo controverso guitarrista Richey Edwards, semanas antes de ter desaparecido, há mais de 15 anos.
Para este festival encontram-se já confirmados Heaven & Hell, Alice In Chains, Faith No More, Kasabian e Phoenix (8 Julho), Skunk Anansie (9 de Julho), Pearl Jam, Gogol Bordello e LCD Soundsystem (10 Julho) no palco principal.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
Procura alojamento perto deste festival aqui.
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Cartaz e Informações Optimus Alive!10
Calvin Harris e Burns no Optimus Alive!10
Mar 10th
Mais dois nomes foram revelados para o Palco Super Bock do Festival Optimus Alive!10 para o dia 8 de Julho: Calvin Harris e Burns.Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
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Cartaz e Informações Optimus Alive!10
Skunk Anansie no Optimus Alive 2010
Mar 9th
Os Skunk Anansie vão passar pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 9 de Julho, confirmou agora a promotora do festival depois de a banda ter anunciado via facebook que estaria em Portugal este Verão.O Passeio Marítimo de Algés vai receber os Skunk Anansie com o seu novo álbum, editado em 2009, "Smashes and Trashes", que contem os seus grandes êxitos.
Para este festival encontram-se já confirmados Alice In Chains, Faith No More, Kasabian e Phoenix (8 Julho), Pearl Jam, Gogol Bordello e LCD Soundsystem (10 Julho) no palco principal. No Palco Super Bock já estão confirmados The XX e La Roux dia 8, The Gossip, Bloody Beetroots, Steve Aoki dia 9 e Simian Mobile Disco dia 10.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
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Cartaz e Informações Optimus Alive!10
Reportagem The Fiery Furnaces
Feb 27th
De todas as duplas musicais contemporâneas, os músicos que actuaram ontem no Santiago Alquimista serão, certamente, uma das mais interessantes. Os The Fiery Furnaces estrearam-se na sala lisboeta mais que lotada e ofereceram um espectáculo agradável, porém algo longo, aos curiosos espectadores.
A banda composta pelos irmãos Matthew e Eleanor Friedberger já desde o ano 2000 que se dá a conhecer, tendo editado oito álbuns até ao presente ano. Os americanos apresentaram, na sua maioria, temas do recente "I’m Going Away" (2009), um registo art pop imprevisível, ao vivo demostrando-se tão punk como rockeiro. Foi através das modificações dos temas, tornando-os praticamente irreconhecíveis, que se pôde verificar a versatilidade dos irmãos. Matthew dedilhava a guitarra sem esforço em devaneios inspirados, Eleanor entoava os lirismos estranhos de forma despreocupada e, assim, passaram por alguns dos momentos altos da sua carreira, acompanhados por uma banda de suporte.
Com uma entrada de rompante, “Rub-Alcohol Blues” tomou as rédeas e a atenção do público, passando por “Charmaine Champagne”, “The End is Near” e “Keep Me in the Dark” do mais recente trabalho. Com a habilidade de nos tirar o tapete dos pés cada vez que achamos que estamos a entrar em território familiar, os Fiery Furnaces vão para além da influência clássica do rock dos anos 70 e assumem a sua vertente experimental e até progressiva, nas suas mudanças de tempo frenéticas e letras pouco convencionais. Assim, Eleanor, parecendo uma Patti Smith e calçada com as famosas botas que deram o nome a uma canção dos Franz Ferdinand, pede desculpa por ter perdido a voz e cativa os fãs no ambiente intimista do Alquimista, apesar de poucas terem sido as pausas no rodopio instrumental do set dos músicos.
Este deu ainda para dois encores, incitados pelo entusiasmo do público, marcados por “Tropical Ice-Land” e “I’m In No Mood”, certamente os pontos altos de um concerto coerente. Destaque para Bob D’Amico, o baterista talentoso que marcava o passo de forma exímia.
Reportagem Panda Bear
Feb 14th
Na noite de ontem, e pela segunda vez consecutiva de casa cheia, o recém-lisboeta Noah Lennox veio apresentar expectativas para o seu quarto e mais recente álbum, "Tomboy", que promete estrear em Setembro deste ano.
Panda Bear aparece num registo um pouco mais agressivo, “noisy” e ligado à guitarra. O reverb na voz não deixa de fazer lembrar Brian Wilson e os Beach Boys e é de notar que este álbum tem uma ligação mais intrínseca com o último trabalho de Animal Collective, porém, menos jovial e mais ultrajante.
Numa construção musical mais intricada, densa e texturada, é de apontar o uso recorrente e repetitivo de loops e distorção.
Quase sem tempo para pausas e palmas, e apesar das já esperadas saudades de Person Pitch, o público pareceu saudar de forma atenta este novo trabalho e a presença ímpar e recatada de Lennox
. O trabalho de vídeo de Danny Perez que acompanhava o artista ajudava à experiência envolvente, que parece ter corrido de forma mais fluida e com um melhor sonoridade do que o dia anterior.
Reportagem Fu Manchu
Feb 6th
Passados que estão quase 4 anos, desde a vinda dos Fu Manchu ao então mítico Paradise Garage, numa altura em que os Valient Thorr ainda não eram meninos para virem sozinhos e com um We Must Obey acabado de sair do forno, os californianos voltam desta vez ao Santiago Alquimista.
Os nortenhos tiveram mais uma vez de descer à capital para ouvir uma das melhores setlists que podiam ter escolhido, uma vez que a apresentação de Signs of Infinite Power já vem tardia.
A primeira parte ficou a cabo dos Miss Lava que brindaram o público com uma cover de Kyuss pelo meio da amostra de Blues for the Dangerous Miles.
Hell on Wheels iniciou uma noite que se previa épica, seguida de Open Your Eyes. A presença do último álbum ficou marcada por Bionical Astronauts. A mestria dos stoners era evidente, mesmo com os enérgicos headbangs em palco de Scott Hill. As guitarras afinadas em grave inundavam o Alquimista.
California Crossing e uma viagem a 1995 com Sleestak fizeram maravilhas. No entanto a colaboração do público só viria a atingir o seu pico uns momentos mais à frente, transporta que estava a barreira com The Falcon Has Landed, El Busta e Superbird. Em King of the Road do álbum homónimo, imergiu o mosh que faltou em quase 40 minutos de concerto. Signs of Infinite Power e Hung out to Try fecharam a primeira parte.
De regresso ao pequeno palco, agora meio invadido por lisboetas, nortenhos e por outras partes de Portugal, ainda que a sala não estivesse completamente cheia, ouviu-se Boogie Van e Godzilla. Apesar dos pedidos, não se fugiu ao que dizia o papel no chão. Ficou a faltar, por exemplo, Written in Stone e We Must Obey.
Reportagem The Prodigy @ Pavilhão Atlântico
Dec 8th
Depois da sua passagem pelo Optimus Alive os The Prodigy marcaram o seu regresso para dia 7 de Dezembro no Pavilhão Atlântico.
Antes da actuação dos miticos senhores do rave-punk e mesmo antes da banda que iria abrir o concerto destes (Enter Shikari) o público do Pavilhão Atlântico foi brindado com o som do Dj Loel com diversas misturas que animaram o público que se ia aglomerando para assistir ao concerto.
Às 21 horas em ponto subiram ao palco os Enter Shikari, banda do Reino Unido de post-hardcore com elementos de electrónica, formada em 2003 considerada pela imprensa especializada os novos “meninos bonitos” do Reino Unido. Pela primeira vez em Portugal apresentaram maioritariamente músicas do seu último e segundo álbum lançado em Junho de 2009 Common Dreads. Foi uma actuação que animou o público, ainda a meio gás, durante 45 minutos prometendo uma noite em cheio para todos os fãs tanto desta banda como dos The Prodigy, dizendo também que voltariam a terras lusas no Verão.
Mesmo antes de começar a actuação de The Prodigy já o público se encontrava ao rubro na longa espera para a actuação desta banda. Os The Prodigy que só se haviam apresentado em Portugal em festivais e nunca em nome próprio, abrem o concerto com “World’s on Fire” do seu último álbum Invaders Must Die seguida de “Breathe” do legendário álbum The Fat of The Land protagonizando um dos muitos momentos da noite.
Ao longo da noite a banda britânica foi demonstrado o porquê de ter levado tantas pessoas ao Pavilhão Atlântico com uma energia avassaladora de toda a banda mas especialmente de Keith Flint e Maxim Reality. Estes tiveram uma grande interação com o público contagiando-os com a sua energia, transformando a sala de espectáculos numa discoteca gigante. Até as pessoas que se encontravam nos balcões não resistiram a dançar ao som de todas as músicas apresentadas, especialmente a clássicos como “Firerstarter”, “Out Of Space”, “Voodoo People” ou mesmo pelas músicas mais recentes como “Invaders Must Die” ou “Omen”. Sempre com um grande ritmo os The Prodigy repetiram a “coreografia” do festival Optimus Alive de “Smack my Bitch Up”.
O encore composto por quatro músicas começou com “Take Me To The Hospital” dando a todas as pessoas mais uns minutos de dança culminando na “Their Law”.
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Espectáculo de 15 músicas que pôs todo o Pavilhão Atlântico a dançar ao ritmo dos The Prodigy.
Reportagem Super Bock Em Stock – Dia 5
Dec 6th
O desfecho da segunda edição do festival Super Bock em Stock prometia grandes concertos nas seis salas de espectáculos da Avenida da Liberdade. Beach House, Little Joy, Patrick Watson e Kap Bambino eram os nomes mais aguardados da noite por parte dos milhares de fãs (e caras conhecidas) que percorreram ontem o passeio lisboeta, apesar da ameaça da chuva e do tempo apertado. Aliado, então, a boas condições climatéricas, o Stock convenceu e desafiou consecutivamente os amantes da música leve a comprovarem a qualidade das diversas bandas actuantes, dando muitas vezes azo a surpresas.
Coube a João Só e Abandonados cortar as fitas e a uma distância de poucos metros, é Mocky, Dominic Salole e banda que embalam os (bastantes) espectadores com versões jazz e electrónicas de canções conhecidas por todos nós no Cabaret Maxime, mostrando um grande entusiasmo especialmente na escolha do guarda-roupa.
Já na sala principal do São Jorge, Os Golpes aquecem a noite que se adivinhava atribulada por tamanhas trocas de passeio da Avenida. Lançados pela Amor Fúria, a sua estética musical faz lembrar tanto os trejeitos nacionais de Heróis do Mar, como o instrumental aguçado dos The Strokes, e os artistas vão agradando a um público paciente com temas de Cruz Vermelha sobre Fundo Branco, disco de estreia. Como afirmavam numa das suas músicas, “Não sou uma ausência / sou um corpo inteiro” – os Golpes mostraram ter estilo e substância.
É pouco depois que se dá a entrada dos Beach House no palco do Tivoli. A dupla formada por Victoria Legrand e Alex Scally já tinha passado por terras lusas no ano passado e marcaram presença no festival de inverno para apresentar os novos temas de Teen Dream, que será lançado em 2010. Os americanos envolvem os expectantes espectadores num lo-fi sonhador, que resulta bem no ambiente intimista do Tivoli, porém, se a nível técnico pouco temos a apontar, a performance dos Beach House pareceu estar um pouco aquém do esperado, talvez por cansaço dos artistas que só mais para o final aqueceram e pouco comunicaram. A voz grave de Victoria e as ternas melodias dedilhadas não deixam de ser cativantes e deixaram as hostes satisfeitas, já prontas para seguir em frente.
De seguida, uma pequena pausa para decidir novas direcções. Os que deram um salto ao São Jorge para ver o rock pintado de new wave e electrónica dos The Invisible, não saíram com as expectativas defraudadas, no entanto, se a espera pelo próximo nome de algum relevo era mal suportável, as cadeiras do Tivoli ofereciam descanso aos que preferiram os Little Joy. Curiosamente, a banda constituída por Rodrigo Amarante, dos brasileiros Los Hermanos, Fabrizio Moretti, dos largamente aclamados The Strokes e a multi-instrumentista Binki Shapiro, volta ao local de origem, uma vez que os dois músicos cruzaram caminhos em Lisboa no ano de 2006, e assim, trocaram ideias que resultariam na génese dos “pequena alegria”. A simpatia dos Little Joy é contagiante e é impossível não se deixar levar pelos sons acalorados de “The Next Time Around” e “Unattainable”, onde se destaca a tímida Shapiro, que valeram várias rondas de aplausos. Nota para os gracejos com o público e os elogios a Beach House, num jeito completamente envolvente e fascinante.
“Românticos, inovadores e audaciosos”, os britânicos Piano Magic criaram uma pequena bolha post-rock/indie/electrónica na sala 2 do São Jorge, onde os fãs abanavam a cabeça e os curiosos olhavam atentamente.
“Não vos vou mentir”, comentava Patrick Watson, algo entre o espantado e o divertido, “este foi um dos concertos mais estranhos que já demos.” Não é por menos: não se registam quatro falhas de som e uma ida cómica e proclamada aos lavabos em qualquer evento musical. De facto, o concerto do Canadiano pouco teve de vulgar, pois a sua entrega e improviso despreocupado face às peripécias já mencionadas ajudaram à materialização de um concerto único e impressionante, no conforto familiar do cinema lisboeta. De início, Watson começa por encantar as massas com as melodias suaves tocadas em piano e os falsettos estrondosos que arrepiam a espinha (fazendo lembrar um Jeff Buckley e até um Andrew Bird na teatralidade carismática), apoiado pelos Wooden Arms em devaneios caóticos instrumentais que integram este indie folk de autor mais do que competente. Assim, passam por alguns dos temas do recentemente editado Wooden Arms, como “Fireweed” e “Big Bird in a Small Cage”, e é no tema homónimo que Watson, ao perder o som, toca em acústico e canta por megafone – o público esforça-se por não fazer barulho, tanto é o encanto. Fenómeno repete-se na rendição irrepreensível de “Man Under The Sea”, mergulhado no calor da multidão. Os que presenciaram a tamanha grandeza do prodigioso músico não se inibem na demonstração de afecto, obrigando-o a voltar para dois encores, num dos quais arrisca uma cómica performance soul de “Shame” em jeito de retribuição. Os convertidos e os conversores agradecem.
Preparados para motim electrónico roçando a histeria? São os Kap Bambino que lhe dão vida no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal, num concerto frenético e a rebentar pelas costuras, cheio de sons distorcidos com laivos de 8-bit. Embora logo de início se apresentasse bem composto, à medida que a noite prosseguiu, foi notável o caos liderado por Caroline Martial que se instalou no espaço reduzido. “Dead Lazers”, “Save”, “Hey!” e “Neutral” foram alguns dos êxitos dos franceses que foram celebrados por um público fiel e devoto em puro êxtase.
Ainda no Marquês de Pombal, Dr. Ramos e Zé Pedro DJ dão o remate ao festival de Inverno, brindando os inabaláveis com a música electrónica até as altas horas da noite.
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