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Passatempo Sharon Jones and The Dap Kings
Jun 28th

O Festivais de Verão em associação com a Casa da Música tem 4 convites duplos para te oferecer para Sharon Jones and the Dap-Kings . A actuação está agendada para dia 3 de Julho pelas 22 horas na Sala Suggia da Casa da Música.
Nos últimos anos, o revivalismo soul e funk tem crescido e atraído entusiastas por todo o mundo. Sharon Jones & The Dap-Kings estão no centro deste movimento, tendo editado já quatro álbuns com sucesso em que procuram recuperar o espírito da música negra de finais dos anos 60 até meados dos 70.
Uma noite a não perder na Casa da Música no já habitual Verão na Casa.
Clica Aqui para conhecer toda a programação da edição deste ano do Verão na Casa.
Paramore no Optimus Alive 2011
Apr 1st

Os Paramore estreiam-se em Portugal no Optimus Alive 2011 no dia 9 de Julho no Palco Optimus.
Liderados pela explosiva Hayley Williams, os Paramore juntaram-se em 2004 e passado apenas um ano editaram o disco de estreia, All We Know is Falling. O sucesso foi imediato e levou-os numa extensa digressão pelos Estados Unidos. Dois anos volvidos e estavam de volta aos discos com Riot! - o álbum que consolidou o sucesso dos Paramore e onde estava incluído o single Misery Business. Em 2009 foi editado Brand New Eyes, o terceiro longa-duração da banda e o responsável por transformar os Paramore numa das mais importantes bandas da actualidade, tendo chegado ao segundo lugar do top norte-americano e ao primeiro do top inglês.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
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Novos confirmados no Super Bock Super Rock 2011
Mar 28th
Foram hoje anunciados mais quatro nomes para o festival Super Bock Super Rock:

Os portugueses The Gift vêm ao festival, no dia 15 de Julho, apresentar o seu mais recente álbum, Explode, que tem obtido criticas bastante positivas no nosso país. A actuação está marcada para o Palco principal (Palco Super Bock)
Para o palco secundário, Palco EDP, no dia 16 de Julho, está confirmada a presença de Junip, a banda de Jose Gonzalez, que regressa assim a Portugal, depois de ter passado no Super Bock em Stock.
Também no mesmo palco actuam mais duas bandas: The Vaccines, também a 16 de Julho, grupo já anunciado anteriormente, tendo sido agora confirmado pela promotora e Chromeo, a 15 de Julho, o duo canadiano de sonoridades electrofunk.
O Festival Super Bock Super Rock 2011 realiza-se nos dias 14, 15 e 16 de Julho de 2011 no Meco, na Herdade do Cabeço da Flauta. O preço dos bilhetes é 45 Euros para o bilhete diário e 80 Euros (inclui campismo e transporte para a praia do Meco). Os bilhetes já se encontram à venda.
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Dizzee Rascal no Optimus Alive 2011
Mar 21st
Dizzee Rascal é o mais recente confirmado para o Optimus Alive!11
O inglês tem actuação marcada para o dia 9 de Julho, no Palco Super Bock. Tendo iniciado a carreira em 2003, o artista desde cedo mostrou ter créditos e vem desta vez a Portugal mostrar musicas como Bonkers, Dance Wiv Me ou Dirtee Disco.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
Anna Calvi no Optimus Alive!11
Feb 22nd
A cantora britânica Anna Calvi é a mais recente confirmação para o Optimus Alive!11. 
Detentora de uma voz portentosa, Anna Calvi vem pela primeira vez a Portugal apresentar o seu album de estreia, homónimo, no dia 6 de Julho no Palco Super Bock.
O album foi produzido pelo colaborador de PJ Harvey, tendo sido bastante bem recebido pela critica nacional e internacional. Anna Calvi junta-se assim aos Mona no Palco Super Bock, e aos Coldplay e Blondie.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros e 99 Euros, Bilhete Diário e Passe para os 2 dias, respectivamente.
Dum Dum Girls em Paredes de Coura
Jun 24th

O grupo norte-americano (cujo nome deriva de uma musica de Iggy Pop "Dum Dum Boys") irá marcar presença no dia 31 de Julho, no festival Paredes de Coura.
Iniciado como um projecto a solo por Kirsten Gundred, o grupo aumentou para quatro, sendo que existe um dado curioso: a baterista do grupo, Frankie Rose, pertencia a um grupo que também vai actuar no festival de Paredes de Coura, as Vivian Girls.
O album de estreia, I Will Be, chegou em 2010, tendo recebido bastantes criticas positivas, entre elas um 8.2 / 10 pela Pitchfork.
No entanto, esta informação não foi ainda confirmada por parte da promotora do evento.
O preço do passe de 4 dias é de 70 Euros.
Reportagem Super Bock em Stock – Dia 4
Dec 5th
A 2ª edição do festival Super Bock em Stock teve início esta noite, final de semana encurtada pelo feriado. Registando a adição de vários locais de espectáculo, como o La Caffé e Parque de Estacionamento do Marquês de Pombal, o evento repete a fórmula do ano passado, convidando os lisboetas a passearem pela Avenida da Liberdade, saltando de casa em casa. Voxtrot, Wild Beasts, Ebony Bones e Wave Machine eram os nomes mais esperados deste primeiro dia, tendo como The Legendary Tigerman, Samuel Úria e Blacklist, entre outros, as alternativas aos curiosos.
Os Bass-Off deram início ao festival, actuando na sala 2 do cinema São Jorge. Vencedores do Festival Termómetro, os caldenses apresentaram alguns temas do seu primeiro álbum Ohmónimo, envolvendo os poucos aventurados no seu rock experimental. No Maxime, é Anaquim que toca folk que revisita alguns êxitos portugueses, apresentando também o seu ep de estreia Prólogo. Prova que a organização do festival aposta fortemente em novos projectos.
Os aguardados Wild Beasts tomaram lugar no São Jorge, recebidos de sala cheia. Os ingleses deram um dos melhores concertos da noite, dando a conhecer algumas das músicas do recém-lançado Two Dancers, como "We Still Got The Taste Dancing On Our Tongues" e "Hooting & Howling". Inicialmente recebidos de forma pouco entusiasta pelos adeptos do SBES, a banda fascinou com os seus falsettos teatrais e o instrumental etéreo, mostrando que são uma das bandas do momento mais interessantes.
No entanto, no Tivoli, a espera por Ebony Bones, a artista, produtora e actriz irreverente, já totalizava os 30 minutos, mas os fãs ansiosos dão luta. Ao entrar o furacão de cor, ritmo e música da banda de suporte e da própria, estão todos de pé, prontos a aplaudir este fenómeno, considerado pelo festival South by Southwest uma das melhores contribuições de 2009. A África psicadélica é o tema: com o seu electrónico tribal, com cheirinho a funk e pós-punk, entre muitos outros, Ebony Thomas, de nascença, não fica indiferente a ninguém e não pára até estar tudo a mexer. Quase sem pausas, quase sem fôlego, Ebony apresenta alguns temas do Bone of My Bones (2009) de estreia, com tempo ainda de convidar uma rapariga ao palco para substituir uma das suas cantoras, impossibilitada de visitar o país devido a problemas com o seu visto. Versão extravagante de Another Brick in The Wall, de Pink Floyd, também não falta. Ao mesmo tempo, são os Wave Machines que, segundo relatos, surpreendem os admiradores com o electrónico minimalista no Cabaret Maxime - faz falta uma máquina do tempo!
No São Jorge, Mikkel Solnado e Gabriel Flies vêm da Dinamarca para acolher o público tímido com a característica forma intimista. Em gestos e sorrisos "tu cá, tu lá", o produtor/cantor/compositor português Mikkel (para os curiosos, filho do actor Raul Solnado) brinca e encanta ao som de um bonito e melodioso pop-rock, em temas como "We Fell".
Outro dos nomes mais aguardados da primeira etapa do Stock são os Voxtrot. Banda de Austin, Texas e liderada por Ramesh Srivastava, já totaliza 3 eps e um álbum de estreia, apresentado em 2007, ora, de certa forma não podem ser considerados iniciantes. De entrada pouco efusiva, quase despreocupada, os artistas mergulharam logo no indie pop dançável , contagiante e de bom humor - brinca-se com a falta do português e o encanto pelo país lusitano. Tanto com "Mothers, Sisters, Daughters and Wives" como com "Firecracker", os Voxtrot ganham a simpatia da plateia do São Jorge, quer com a sua sinceridade deprimente, quer pelo ar de quem não faz mal a uma mosca. No entanto, se, aos que desconheciam os laivos twee e ternos da banda da guarda Pitchfork, apenas provocavam simpatia, o set dos texanos parecia quase unicamente dirigido aos fãs, poucos mas interessados, marcando presença. Srivastava não deixa de saltar pelo palco com o entusiasmo de quem recebeu uma guitarra pela primeira vez. A novidade dá lugar ao cansaço e o formato dos Voxtrot acaba por cansar pela repetição, porém, marca para "Steven", onde se trocam as guitarras pelas teclas e para os pedidos de casamento do líder da banda, aceitando qualquer habitante luso.
É precisamente um nome português que faz furor do outro lado da Avenida - Paulo Furtado, mais conhecido como The Legendary Tigerman, espalha os blues num Tivoli lotado. One-man band exigente, mostra primo e rigor na exibição dos novos temas de Femina, acompanhados por videoclipes que o festivaleiro podia visionar em dois ecrãs no palco. Femina dedica-se ao homem que adora as mulheres e que se aproxima delas através da música, ora, Furtado é acompanhado de várias convidadas especiais. Precisamente, Rita Redshoes, Phoebe Killdeer (repetente no Stock) e Claudia Efe foram sedutoras na partilha do foco de luz com o membro integrante dos Wraygunn e animam as massas na falta de Maria de Medeiros, que também entra no último esforço do artista. Os êxitos anteriores não são esquecidos e o público é presenteado com "Honey, You're Too Much", na voz de um Paulo Furtado carismático, mas também imprevisível. O Homem tigre toca sozinho, como já dito, na tradição dos blues men do Mississipi que tocavam e encantavam sozinhos. Pena que no meio de tanta função e instrumento, o nosso Conimbricense seja sempre atropelado por problemas técnicos e que pouca paciência tenha para os mesmos - foco para o arremessar da guitarra, à semelhança da edição do Super Bock Super Rock, em 2007, em pleno palco secundário.
Quase no encerrar da noite, ainda há tempo para visitar os Easyway, que na segunda sala do São Jorge apresentam o novo álbum e filme Laudamus Vita. Uma ideia interessante celebrada pelos rockeiros, que, numa onda DIY (do it yourself), escreveram o guião, produziram, filmaram e editaram o projecto cinematográfico. Se este pouco nos cabe comentar, resta dizer que o punk rock melódico apresentado pouco ou nada tem de novo, num estilo estagnado e pouco inovativo.
Por fim, num Parque de Estacionamento algo macabro a horas avançadas da noite, os Orelha Negra apresentavam versões conhecidas em formato groove, jazz e hip hop, acompanhadas por banda, aos poucos resistentes. Marcelinho da Lua encerrou o primeiro dia deste festival.
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Reportagem Super Bock Super Rock Lisboa
Jul 19th
O segundo acto da 15ª edição do Super Bock Super Rock, em Lisboa, prometia um cenário bem mais animador do que o acto portuense. Não tendo nenhum infeliz cancelamento, como o de Depeche Mode, o evento prometeu e cumpriu, trazendo ao Estádio do Restelo muitos festivaleiros, com uma forte presença espanhola, que ansiavam pelos concertos de The Killers, Mando Diao ou mesmo Duffy.
Ao fim de 15 anos, o festival de Verão que é um dos grandes titãs da cena musical portuguesa, reinventou-se, dividindo-se entre os pólos nacionais e retornando o estilo a que nos habituou. Sobre o sucesso desta modificação, pouco mais podemos dizer que a noite lisboeta foi um sucesso. Na verdade, se há algo que pode ser apontado é o facto de, apesar de a noite ir progressivamente arrefecendo, o ambiente e a recepção aos artistas variaram de forma contrária.
As portas abriram e poucos se fizeram ver ao pé do palco, meramente para marcar presença nos lugares fronteiros, dando a ideia de um recinto um pouco pobre e pouco composto. Coube aos Bettershell, banda vencedora do já habitual Super Bock Super Rock Preload, fazer as honras: em apenas 15 minutos, os rockeiros de S. João da Madeira tentaram convencer um público pouco numeroso. Com influências de pop/rock americano (Coldplay, Foo Fighters, Hoobastank), estes tocaram algumas músicas do EP por sair, entitulado Don’t Give Up.
Seguiram-se os The Walkmen, nova-iorquinos de coração e de sonoridade, liderados pelo cativante Hamilton Leithauser, que, de mãos nos bolsos, confere ao indie rock nostálgico uma vertente bem mais agressiva, não fosse pelos seus bramidos constantes. Ao longo de pouco mais de quarenta minutos, os Walkmen tocaram um reportório coerente, maioritariamente composto por You & Me, editado em 2008, do qual se destacam “In The New Year” e “The Rat” de 2004. Mesmo sendo, este último, o seu hit incontornável, pouco fez para aliciar mais do que os fãs, que se juntaram à frente do palco, dispersando-se os desinteressados. Será de culpar o horário da actuação e o vertente muito intimista da banda, que melhor funcionou na passagem pelo Super Bock em Stock no ano passado, sendo inegável a qualidade do conjunto.
Se estes puxaram pelas emoções neste dia veranil, a menina bonita daquele anúncio bastante conhecido exercitou a sua voz rouca no grande palco do festival. Brandi Carlile, na sua quarta vez em terras portuguesas, ofereceu um set simpático, que passou tanto pela confissão do desejo de se mudar para o nosso pais como também pela tentativa de oferta do número telefónico de um dos membros da banda. Com o seu pop melódico e um leve travo a country, Carlile empunhou a sua guitarra acústica e conseguiu alguma recepção da audiência cada vez mais recheada, passando por algumas canções de The Story, ao qual se aponta a homónima, mais conhecida. Contudo, esta cantora não conseguiu deixar de passar por lugares demasiado familiares, trazendo pouco de novo às covers de “Creep” e “Hallelujah”, de Radiohead e Leonard Cohen, respectivamente.
Esperava-se frenético rock’n’roll de garagem com a actuação seguinte - os Mando Diao. Os suecos, formados em 1995, já têm cinco álbuns na bagagem e um culto de fãs um pouco por toda a Europa, apesar do sucesso pouco aparente. Liderados por Gustaf Norén e Björn Dixgård, cuja interacção em muito faz lembrar a dos extintos Libertines, os Mando Diao conquistaram pouco a pouco o público, com singles antigos como “Down In The Past”, “Ochrasy” e “Long Before Rock 'N' Roll”, mas também com “Dance With Somebody” e “Gloria”, do recentemente editado Give Me Fire, álbum apresentado no Restelo. Seduzem-nos, assim, com o rock e os blues num concerto coeso, marcado pela presença de duas meninas do coro e a homenagem a Michael Jackson.
A muitos fez desesperar por anteceder a ansiada actuação dos The Killers, no entanto, Duffy, parte da onda de revivalismo soul, r&b e blues britânico, no qual se insere a mediática Amy Winehouse, apresentou um espectáculo sedutor e colorido, embora pouco chamativo. A cantora dançou e percorreu o palco, dando vida aos êxitos de Rockferry, o seu álbum de estreia, com a sua voz peculiar e jeito nada tímido, tentando apelar aos festivaleiros com exclamações como “Eu gosto do Portugal!”. Encanta o Estádio do Restelo com a aclamada “Warwick Avenue”, mas a galega guarda o seu trunfo para o fim – “Mercy” fez a delícia dos fãs, marcando o concerto.
Finalmente, a espera termina. Encerrando o palco do Super Bock, os The Killers são logo, de início, muito aplaudidos, por agora, já um estádio repleto. O cenário que os acompanha é tropical e sugere a gama de influências musicais que marcam Day & Age, o mais recente esforço dos americanos, como Elton John, David Bowie e Lou Reed – o rock e a electrónica marcam o passo, portanto. O grande maestro é, sem dúvida, Brandon Flowers, frontman de pele aos ombros, que confere aos grandes hits um lado muito mais emotivo e, portanto, apelativo aos milhares de fãs que bradaram as suas letras na noite passada.
Os cabeças de cartaz iniciaram o seu percurso com a dançável “Human”, que levou a muita confusão com a parte “Are we human or are we dancer?”, nem mesmo assim deixando de mover os fãs. Seguiram-se alguns constituintes do último álbum, surpreendentemente familiar aos devotos, como “This Is Your Life” e “Joy Ride”, que ganharam algum protagonismo comparativamente a “Somebody Told Me”, que não atingiu o seu verdadeiro potencial. Mas um dos êxitos da noite foi “Spaceman”, o segundo single do mais recente material da banda, tão bem recebida que Flowers, com um sorriso de orelha a orelha, é obrigado a repeti-la, perante a euforia presenciada.
Se há algo por que não pecam, é por terem má presença em palco – os The Killers apresentaram os seus hits mais badalados de forma descontraída e natural. Se, por um lado, "All These Things That I’ve Done", "Mr. Brightside" e "Smile Like You Mean It" agitaram as hostes, por outro, singles mais subtis como "Read Your Mind" e "For Reasons Unknown", de Sam’s Town, aqueceram e encheram, fazendo-nos lembrar o porquê dos americanos serem uma das bandas americanas mais populares dos anos zero. Não esquecer a homenagem a Joy Division com a sombria e competente "Shadowplay", ecoada sobre um jogo de luzes colorido e os jeitos vocais do líder da banda.
Já no encore, à falta de “Bones”, entra “I Can’t Stay”, talvez um recomeço menos bom e um passo em falso, porém, tudo esquecido com “Jenny Was a Friend of Mine” e “When You Were Young”, atingindo outro dos altos da noite. O público pedia mais, mas ficou a promessa de voltarem novamente aos palcos nacionais - esperemos que o façam rapidamente.
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