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Posts tagged Teatro
Tindersticks no Festival para Gente Sentada
Jan 30th

Os britânicos Tindersticks são a mais recente e primeira confirmação para o Festival para Gente Sentada.
Além da extensa discografia, o próximo "The Something Rain" com lançamento previsto para fevereiro vem na bagagem dos britânicos. No dia 26 de março o grupo atua em Lisboa e num dia antes, a 25 de março no Festival Para Gente Sentada.
O Festival para Gente Sentada decorre nos dias 24 e 25 de Março de 2012 em Santa Maria da Feira, no Cine Teatro António Lamoso.
Ainda não são conhecidos os preços para este festival.
Cartaz Festival Para Gente Sentada 2012
Martina Topley-Bird volta para dois concertos
Jan 26th
Martina Topley-Bird, uma das vozes que acompanha os Massive Attack, e que conta com colaborações com The Jon Spencer Blues Explosion, Tricky ou The Gutter Twins, volta a pisar Portugal para dois concertos.
O primeiro, a 2 de março no Cine-Teatro de Estarreja, e no dia seguinte no Musicbox em Lisboa.
Em Estarreja, o concerto custa 10€ enquanto que em Lisboa o preço sobe para 18€.
Martina, já com quatro álbuns lançados em nome próprio, traz-nos Some Place Simple de 2010, já apresentado ao público do Sudoeste TMN nesse mesmo ano.
Mais confirmações para o Vodafone Mexefest no Porto
Dec 22nd

Beatbombers, Fink, Tiger & Woods, Best Youth, Capitão Fausto e Salto são os novos nomes confirmados para a próxima edição do Vodafone Mexefet, desta vez pela cidade do Porto.
Juntam-se aos já confirmados St. Vincent, Hanni El Khatib, Foals (DJ Set) e Ladrões do Tempo.
O Festival Vodafone Mexefest 2012 realiza-se nos dias 2 e 3 de Março de 2012 na Cidade do Porto. As salas deste festival são Coliseu do Porto, Cinema Passos Manuel, Maus Hábitos, Garagem Passos Manuel, Pitch Club, Teatro Sá da Bandeira, Ateneu Comercial do Porto e FNAC (loja de Santa Catarina).
O passe único custa 40 Euros.
Mais confirmações para o Vodafone Mexefest no Porto
Dec 22nd

Beatbombers, Fink, Tiger & Woods, Best Youth, Capitão Fausto e Salto são os novos nomes confirmados para a próxima edição do Vodafone Mexefet, desta vez pela cidade do Porto.
Juntam-se aos já confirmados St. Vincent, Hanni El Khatib, Foals (DJ Set) e Ladrões do Tempo.
O Festival Vodafone Mexefest 2012 realiza-se nos dias 2 e 3 de Março de 2012 na Cidade do Porto. As salas deste festival são Coliseu do Porto, Cinema Passos Manuel, Maus Hábitos, Garagem Passos Manuel, Pitch Club, Teatro Sá da Bandeira, Ateneu Comercial do Porto e FNAC (loja de Santa Catarina).
O passe único custa 40 Euros.
dEUS no Porto e em Lisboa
Oct 28th
A grande relação entre o publico português e os dEUS vai conhecer mais um capitulo nesta história. O grupo belga irá actuar a de 3 de Fevereiro no Porto e no dia seguinte, 4 de Fevereiro, em Lisboa e irá apresentar o seu mais recente álbum "Keep You Close". Os concertos irão ter lugar no Teatro Sá da Bandeira (Porto) e na Aula Magna (Lisboa).
Os bilhetes vão estar à venda a partir de segunda-feira, 31 de Outubro, pelas 10h00.
O espectáculo terá inicio pelas 21h00.
| Preços | Locais de Venda |
|
Porto 25€ ---------------------------- Lisboa Anfiteatro - 25€ Doutoral - 30€ |
Locais Habituais |
Reportagem Six Organs of Admittance
Sep 12th
Foi no passado Sábado que o Teatro Maria Matos teve a honra de receber, por mais uma vez, o compositor e intérprete Ben Chasny, músico por detrás do projecto Six Organs of Admittance. Mostrando multiplicidade tanto nas suas publicações como em visitas em Portugal (conta-se uma sétima ou oitava vez), Chasny teve a oportunidade de apresentar o mais recente Asleep on the Floodplain a um público conhecedor, que o recebeu de braços abertos.
Não é um intérprete comum, diga-se de passagem. Chasny mostra-se em palco sozinho, apenas com uma guitarra acústica, e não tem pretensões de ser um grande entertainer: é pouco falador, mas certeiro e de humor acutilante quando se dirige às dezenas de lisboetas, que mesmo assim encheram a sala de espetáculos. No entanto, tem o grande mérito de fabricar um ambiente hipnotizante e envolvente com o seu material que, apesar de não ser muito coeso, prima por uma qualidade muito singular. Coesão não é, de facto, uma característica corrente nos trabalhos de Chasny: este passa tanto por um fingerpicking mecânico como um dedilhado calmo e as canções que se aproximam tanto do minuto e pouco como de longos vinte e três tanto são sombrias pelo peso do drone, como mais despreocupadas na sua harmonia. Porém, é através de pequenas pérolas como "Elk River" ou "Drinking With Jack" que Chasny atinge a sua primor e consegue assim contar as suas histórias ao público português, que se deslumbra com estas.
É, talvez, a multiplicidade de influências e de estilos que torna difícil etiquetar este projecto. Devendra Banhart coloca-o entre nomes como o de Joanna Newsom no movimento freak folk, mas enquanto que este já parece ter esmorecido ultimamente, Chasny permanece como um dos mais interessantes músicos a acompanhar. Devaneios à parte, a música é envolvente, acutilante, por vezes até brilhante, seja pela mão de um drone turbulento e psicadélico ou um folk acústico e inventivo. O público português não parece ficar indiferente: a meio do concerto lança-se um ‘I love you, Ben!’, ao que o artista responde ‘Thanks, mom!’ – é uma ligação especial, que certamente se prolongará no futuro. Carinho do público é muito e é recompensado com o tema "Lisboa", dedicado à nossa grande cidade. Parece-nos bem.
Um concerto calmo, de cerca de uma hora que soube a pouco. Os temas do novo álbum, incluindo-se "Above a Desert I’ve Never Seen", são interessantes e singulares e o público seleto rejubila com a nova reunião com uma espécie de herói do folk, que cada vez mais se afirma como único no panorama musical internacional.
Texto: Teresa Silva
Reportagem Black Dahlia Murder no Cine-Teatro de Corroios
Jul 7th
Não sei se alguém já alguma vez tomou nota do tempo que levou a acontecer a invasão de palco mais rápida do mundo, mas no dia 5 de Julho, no Cine-Teatro de Corroios, nem dois minutos foram precisos para alguém da plateia subir ao palco, saltar durante dois segundos e atirar-se às dezenas de pessoas que encimavam a sala e prestavam vassalagem aos Black Dahlia Murder.
Cerca de um ano e meio depois de terem passado pelo Porto a bordo da tour Bonecrusher e na companhia de nomes como Carnifex, Obscura, Ingested, Faceless e 3 Inches of Blood, chegava a altura de rever os Black Dahlia Murder em Portugal. Disco novo no bolso e uma vontade de acelerar e deixar marcas nos corpos – e aparelhos auditivos – dos presentes.
Com uma toada melódica muito mais saliente nos dias que correm, não demorou muito até que instalassem o caos no Cine-Teatro e mostrassem aquilo a que vieram: a dar porrada nos tímpanos de todos os presentes, às custas de um som que esteve quase perfeito – com os triggers da bateria a não se sobreporem às guitarras, uma vitória logo de início -, uma técnica irrepreensível da parte de todos os membros – é impossível destacar só um, face à exímia performance de todos –, mas acima de tudo, com um vocalista imponente e incansável.
Trevor Strnad de seu nome, uns dois metros de pessoa de riso escarninho, impõe respeito pela presença, mas é ao mesmo tempo um frontman carismático e simpático. Por entre apelos de moshpit, mãos no ar, desbrava caminho por entre vocalizações à la Crade of Filth e outras a puxar à sua costela melodeath – não muito longe do que se faz na Suécia (agora e sempre). O alcance e variações vocais de Trevor eram constantes e impressionantes e nem por um segundo pareceu vacilar.
O mesmo já não se pode dizer da coluna que estava a amplificar a guitarra solo, que de quando em vez se calava e deixava o público a questionar o que teria acontecido. Mas nunca por mais de cinco segundos. Pelo menos tendo em conta a constante agitação que se verificava no meio da sala. Energia, muita energia, muita vontade de mostrar que o público português é mais vivo e capaz do que os outros todos juntos.
“Vocês são divertidos!”, dizia Trevor Strnad com um sorriso irónico e ar inquisitivo, de julgamento quase às centenas de pessoas que ontem encheram a sala da margem Sul. “Vamos lá ver do que são capazes. Quero ver tudo louco agora”. Com ‘Miasma’ a ribombar nas colunas, dava-se a tónica para aquilo que seria uma constante durante a noite: um moshpit imparável que, sempre rodopiante, fazia o Inferno descer sob o Cine-Teatro, elevava a temperatura para uma marca intolerável e que se colava ao corpo.
Com um ar visivelmente satisfeito, Trevor abandonaria o palco já depois de 3762 invasões de palco – uma vénia ao rapaz que deu dois mortais do palco, um abraço de melhoras ao outro rapaz que não teve uma mão que o agarrasse -, uma hora e meia de concerto e três discos (re)visitados sem misericórdia, pudor e melhor, sem abrandamentos. A vénia a Portugal foi merecida, porque se eles não nos deram descanso, nós também não lhes demos descanso a eles. O público, que cá fora parecia exasperar por algum tipo de ar, banho ou simplesmente descanso, parecia unânime: “foi o melhor concerto do ano, caralho”.
Antes ainda dos Black Dahlia Murder subiram ao palco os novatos Another Day Will Come que beneficiaram de um atraso na abertura de portas e tiveram a sala bem composta. Por outro lado, a reciclagem do mesmo tema durante 45 minutos jogou contra os rapazes que mostraram uma excelente técnica que, se for bem empregada e levada a sério, talvez os leve a algum lado. Foi bom para saber que o crabcore já chegou a Portugal.
Depois deles, haveriam de subir ao palco os BlackSunrise. Bem mais experientes, bem mais poderosos – e donos de um dos CD do ano, “Oceanic” -, tiveram demasiado azar com o som. Muito embrulhado, numa amálgama metálica e confusa, foi difícil discernir quem estava a tocar e a fazer o quê. Ainda assim, ficou mais que provado que estes rapazes não têm nada a provar e que, com um vocalista tão versátil como aquele, não precisam de muito mais para levar um público conquistado para casa. Muito interventivos, a pedir mosh e aproximação, souberam ultrapassar os problemas de som, agarrar o público com as duas mãos, dar-lhe uma tareia à antiga e ir para casa debaixo de aplausos. Valeu, malta.
Passatempo 1º Aniversário Connect Music
Jan 25th
Sexta dia 5 de Fevereiro a Connect Music celebra o seu primeiro ano de existência e nós temos 5 bilhetes para te oferecer.
A festa vai decorrer no Teatro Sá da Bandeira com um cartaz nacional de luxo.
Sempre na vanguarda nacional, a Connect Music ao longo deste seu primeiro ano conseguiu cimentar a sua presença na produção de eventos relacionados com música electrónica, marcando presença nos eventos mais carismáticos do país (NEOPOP Electronic Music Festival, Richie Hawtin @ Indústria Agrícola, Marco Carola @ Indústria Agrícola, Energie Azurara, Booka Shade @ Act).
A line up do evento conta com:
Área 1
- 02h-03h - Pedro Tabuada
- 03h-04h - Magazino
- 04h-05h - Miguel Rendeiro
- 05h-06h - Frank Maurel
- 06h-07h - Freshkitos
Área 2
- 00h-02h - Overule
- 02h-03h - Rui Estêvão
- 03h-04h - Rita Zukt
- 04h-05h - Nuno Di Rosso
O preço do bilhete é de 8€ na pré-venda e de 12€ no dia do evento. Para além disso, haverá ainda a oferta de uma Vodka até às 03h.
Participa aqui.

