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	<title>Festivais &#187; Sol</title>
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		<title>Reportagem Milhões de Festa 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 22:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_23.jpg" /></a>Bem, parece que é mesmo verdade: o <strong>Milhões de Festa</strong> é, no mínimo dos mínimos, o festival mais único de todos os festivais. Único não tanto pelos concertos, mas antes pela experiência que proporciona a quem o visita. Se são inegáveis as falhas na organização (que é que raio se passou naquele palco da piscina no último dia?), ainda mais inegável é o enorme valor do festival, que olha para dentro quando outros olham para fora, resgatando nomes nacionais que outros não se lembraram, e apostando em nomes internacionais que afastariam tantos outros. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_33.jpg" /></a>Querem um festival em que as pessoas em vez de filmarem e tirarem fotos com os telemóveis se calem e ouçam o concerto, e onde até os moches parecem feitos numa espécie de comunhão amigável em que estão todos ali para se divertir em conjunto? Então o Milhões é para vocês.</p>
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<p>Os problemas de organização deste ano (e mais vale despachar já isso, para falar depois do que realmente vale a pena) vieram, acima de tudo, da tentativa de fazer demasiado. Veja-se, por exemplo, o palco Lovers & Lollypops, aka, “aquele toldo à beira do rio que estava virado contra o sol e impossibilitava ver de frente os concertos sem apanhar uma insolação”. Som péssimo e um espaço que simplesmente não é, de forma alguma, apropriado para ver concertos. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_45.jpg" /></a>Além, claro, dos problemas em lá chegar. As indicações foram colocadas já perto do fim do primeiro dia, e não foram poucos os que entretanto se perderam a caminho, tentando descobrir aquela descida escondida pela qual eu e mais uns quantos passámos duas ou três vezes sem sequer a ver.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_38.jpg" /></a>Além disto, houve as mudanças de alinhamento no palco da piscina, reveladas por vezes literalmente em cima da hora. Os atrasos foram, aliás, frequentes ao longo do festival, sendo ainda assim de louvar a forma como foi tratado o assunto: no recinto principal, onde estava o palco Milhões e o palco Vice, os concertos de cada palco só começavam após ter terminado que estava a decorrer no outro. Desta forma, era possível ver todos os concertos, do início ao fim, no recinto. E isto era assim mesmo quando existiam atrasos; uma atitude que, diga-se, nem todos teriam.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_31.jpg" /></a>Em relação à comida… muitos se queixavam que, no recinto, apenas se podiam comer cachorros (cachorrões, aliás), mas mesmo perto da entrada havia uma banca que vendia hamburgueres, cachorros, bifanas e etc., e, não muito longe, existiam vários restaurantes. Tendo em conta que só no primeiro dia é que vi fila para entrar, era facílimo entrar e sair do recinto a horas de jantar para comer o que quer que fosse. E havia ainda um multibanco literalmente em frente, do outro lado da estrada. Melhor localização era impossível.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_43.jpg" /></a>E haverá festival mais confortável que este, onde se pode andar calmamente por todo o recinto, que mesmo quando está cheio nunca se torna claustrofóbico? Aliás, o festival nunca esteve demasiado cheio (ficar na grade dum concerto nunca foi tão fácil) - uma maravilha. Para além de tudo, visitar Barcelos vale, por si só, o preço do passe.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>22 de Julho de 2011</strong></p>
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<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Hill" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Hill_01.jpg" /></a>O início do festival, no palco da piscina, foi com os <strong>HILL</strong>, e dificilmente poderia ter sido melhor. Dupla com bateria e guitarra… presa à bateria, que toca consoante o <em>reverb</em> que vai recebendo, e que faz rock energético, barulhento e que se ouve sempre bem. A isto se alia um vocalista, João Guedes dos Sizo, com uma baqueta e um tambor, e temos um bom concerto feito. Já disse que a guitarra estava presa à bateria e tocava a partir do reverb? Que ideia genial. O palco da piscina é, aliás, um dos maiores trunfos do festival. Ouvir concertos dentro de água: melhor é impossível.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Black_Bombaim" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Black_Bombaim_02.jpg" /></a>Os <strong>Black Bombaim</strong>, que tocaram a seguir em substituição dos cancelados Föllakzoid, mostraram o porquê de serem um dos nomes em clara ascenção no nosso panorama. Rock instrumental stoner onde a guitarra impera, complementada por um excelente baixo e uma excelente bateria. Fica-se com pena que cada banda toque apenas cerca de meia-hora neste palco, com um concerto destes, entregue com energia e sem paragens. Vê-los a solo torna-se imediatamente uma necessidade.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Black_Bombaim_06.jpg" /></a>De seguida, vive-se uma aventura para achar o palco da <strong>Lovers & Lollypops</strong>, onde vão tocar os <strong>Botswana</strong>. Quando finalmente lá se chega, perto da hora em que o concerto deveria estar a terminar, este ainda nem começou. E quando começa, apercebemo-nos bem do quão mau é o local (não é de admirar que, ao longo de todo o festival, poucos tenham lá ido, salvo em raros concertos). O sol bate de frente, tornando impossível ver confortavelmente o concerto em frente ao palco, e o som está péssimo, levando <strong>Joca</strong> (provavelmente um dos melhores vocalistas da nossa história) e toda a banda no geral a queixarem-se frequentemente ao longo do espectáculo. Por vezes desaparece a bateria, noutras as guitarras, noutras a voz… E ao que parece, o encarregue pelo som não era sequer técnico (então, Milhões?). Ainda assim, a banda soube dar a volta, dando um bom concerto onde o seu rock emergiu acima de tudo, com o vocalista a cantar perto do público e a banda (que mal cabia naquele palco minúsculo) a tocar na perfeição cada tema. Pediam-se condições melhores, mas não deixou de ser um bom concerto. Como seria de esperar.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="The_Glockenwise" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Glockenwise_08.jpg" /></a>O atraso afecta todos os concertos seguintes, e é já com um largo atraso que começa <strong>Dirty Beaches</strong>. Samples, guitarra, e voz lo-fi são os elementos que compõem, e muito bem, a música de <strong>Alex Hungtai</strong>, que fez este ano uma pequena digressão pelo nosso país. Eram vários os corajosos que viam o concerto em frente ao palco, levando com o sol em cima, e Alex não tardou a ir com a guitarra para o meio do público. Foi com pena que se saiu do concerto ia este a meio, mas o atraso tramou os planos e começava daqui a nada um dos concertos obrigatórios do dia: <strong>Riding Pânico</strong>, no palco Vice.</p>
<p>Rock instrumental da pesada, onde as guitarras e a bateria (aqui comandada por <strong>Chris Common</strong>, dos These Arms Are Snakes) dão descargas de energia do início ao fim. E como poderia não ser assim, com músicas como "<em>E Se a Bela For o Monstro?</em>"? Nunca é demais falar da bateria, tocada de forma impressionante por um Chris Common monstruoso. Uma descarga total de som, em que tudo se conjugava na perfeição. Resta fazer figas para que voltem no próximo Milhões. Ou então apenas para que voltem, ponto.</p>
<p>A festa continuou feita por gente de cá, logo a seguir, quando os <strong>Born a Lion</strong> subiram ao palco Milhões. Blues com veia muito rock, num concerto que surpreendeu pela sua potência (isto em disco não era assim!) e pela prestação exemplar de todos os músicos sem excepção. <strong>Rodrigues</strong>, um excelente baterista-vocalista (haverá coisa mais espectacular?), é um animal de palco que vai fazendo a ponte banda-público, falando naquele seu brasileiro tão característico, do Milhões de Festa e do memorável que os próximos dias vão ser. A banda, desaparecida dos palcos há algum tempo, revela ter assinado pela Lovers & Lollypops, e é portanto de esperar um regresso em grande. Por agora fica uma constatação: estão em excelente forma e deram um belíssimo concerto.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Motornoise" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Motornoise_07.jpg" /></a>No final seguiu-se <strong>Motornoise</strong> no palco Vice. Metal repetitivo, pouco original, que vale apenas pelo vocalista que se atira para o público e bebe do início ao fim. A subtileza não é um dos fortes da banda (“<em>Esta canção é sobre bêbados, e chama-se… Podres de Bêbados</em>”), e são apenas mais uma banda, igual a tantas outras, que não convence particularmente em nada. Os poucos presentes, no entanto, pareceram convencidos.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="AEthenor" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_AEthenor_06.jpg" /></a>Mais convencidos que em <strong>AEthenor</strong>, talvez a banda mais experimental que passou pelo festival, e que falhou apenas por estar a tocar num ambiente que não era, de forma alguma, o melhor para a sua música. Música ambiente, instrumental, que vive de camadas que se vão desenrolando ao longo de imenso tempo, nunca chegando a um clímax definido. Isto, num festival, de dia, simplesmente não resulta. O público, sentado, não parecia reagir, e percebia-se: é difícil criar o tipo de concentração (ou de ligação, diga-se) necessário para que este tipo de música funcione, num festival, neste ambiente. Alguém que os traga a um sítio pequeno e íntimo, e teremos sem dúvida um belo concerto; aqui, por outro lado, não resultou. É que nem sequer de noite era…</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Shit_and_Shine" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Shit_and_Shine_01.jpg" /></a>Shit and Shine</strong> foi monótono e repetitivo ao início, ainda que fosse interessante ver aquele quarteto em palco, vestidos daquela forma (dois coelhos e um que parecia a rapariga assustadora do The Ring… mas de roupão). Electrónica que parecia não ir a lado nenhum, sem construção nem clímax. Mas, infelizmente, não posso comentar: foi o único concerto de que saí a meio para ir finalmente comer alguma coisa, e parece que depois aquilo deu a volta e ficou muito mais dançável. O que vi, não convenceu, mas acredito que, mais à frente, tenha ficado bem melhor.</p>
<p><strong>Zun Zun Egui</strong>, que tocaram no palco Milhões em vez do Vice, como seria previsto, e antes dos Gama Bomb e não depois, deram um concerto agradável, por vezes energético, que só perto do fim começou a cair no aborrecimento. Uma espécie de pop-rock (não gosto do termo, mas há bandas em que assenta bem) com toques de psicadelismo, que em disco soa a lo-fi, mas que ao vivo perde essa dimensão e ganha antes uma veia mais rockeira. O vocalista, uma figura caricata, depois andou pelo recinto durante o resto do festival, frequentemente bêbado, tendo proporcionado, pelo que me contaram, algumas histórias curiosas na piscina. Eu vi lá o Hélio, já foi bom.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Liars_06.jpg" /></a>Os <strong>Gama Bomb</strong> foram, basicamente, o concerto mais cliché e divertido do Milhões (e, também, o primeiro a conseguir juntar realmente muita gente em frente ao palco). No bom e no mau sentido. Um vocalista à metal clássico, que lança agudos a torto e a direito (e nós respondiamos com risadas), riffs iguais a tantos outros, e músicos de cabelo comprido com aqueles fatos que são regulares no género. Parecia um concerto de Mastodon, mas… bem, em mau. Mas lá está: daquele mau que chega a ser bom. A verdade é que a própria banda não se parece levar muito a sério, e o vocalista, sempre comunicativo, ajudou (hilariante, o momento em que o público repetiu um grito seu, daqueles agudos, e este respondeu com um “<em>Wow, isso foi uma coisa à Queen. Os Queen estão aqui hoje!</em>”). Divertido, talvez não pelas melhores razões, mas divertido na mesma.</p>
<p>Não há nada de particularmente interessante ou original nos <strong>Graveyard</strong>, mas fazem canções com uma competência e um bom gosto que ao vivo torna-se difícil não gostar. Os paralelismos com bandas de um rock clássico como, por exemplo, os Led Zeppelin (muita, muita gente com t-shirts deles neste concerto) torna-se inevitável, mas a sua música consegue nunca se tornar nem revivalista nem imitadora. Boa voz, boas guitarras, boas letras. Não há, à partida, nada de particularmente bom, mas ao vivo aguentam-se muitíssimo bem, acabando ainda assim por fartar um pouco os que não são fãs (que, pelo público, nem eram assim tantos). Bom concerto.</p>
<p>De seguida, começou a maior sequência de grandes concertos que se viu em todo o festival, e que fez deste primeiro dia o mais forte dos três: <strong>If Lucy Fell</strong>, <strong>Liars</strong>, <strong>Veados com Fome</strong> e <strong>Lobster</strong> (o melhor concerto do festival, mas já lá vamos).</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="If_Lucy_Fell" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_If_Lucy_Fell_11.jpg" /></a></strong>Os <strong>If Lucy Fell</strong>, que não tocavam há dois anos, voltaram e mostraram ser ainda aquilo que sempre foram: poderosos. Podemos falar do grande vocalista, Makoto Yagyu, que a certa altura vai até à mesa do som andando por cima do público, podemos falar do excelente baterista (Hélio Morais, está claro) que cobre cada canção de forma perfeita, podemos falar do bom baixista (Pedro Cobrado) que parece estar a viver a melhor noite da sua vida em palco, tal como o teclista (João Pereira) e podemos, acima de tudo, falar do monumental guitarrista (Rui Carvalho), que é incrível do início ao fim, dando descargas de guitarra que raramente voltariam a ser igualadas em todo o festival. Rock épico, forte e de arrepiar, num concerto que foi, como se esperava, espectacular. Resta agora saber o que farão no futuro.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Liars_01.jpg" /></a>Os <strong>Liars</strong> eram, a par das Electrelane, os dois grandes cabeças-de-cartaz do festival. Quem esperava um concerto monumental, dos melhores do ano, talvez tenha ficado desiludido; mas quem esperava um concerto de excelência, com uma energia sem fim por vezes apenas mandada abaixo por alguns momentos mais parados, terá tido mais sorte. Um concerto espectacular, com momentos melhores que outros (nada bateu a "<em>Plaster Casts of Everything</em>", já perto do fim e "<em>Broken Witch</em>", claro, também foi um momento magnífico), mas que esteve bem acima da média e que foi, frequentemente, perto da genialidade. Pura energia, puro rock, puro caos com direito a moche e afins, e um vocalista tão caricato e envolvido no que faz que o concerto teria valido só para o ver em palco. O público, dos maiores que o festival viu, já sabia bem ao que vinha, e pareceu mais que satisfeito no final.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Veados com Fome" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Veados_com_Fome_01.jpg" /></a></strong>Menos público tiveram os <strong>Veados com Fome</strong>, que deixaram saudades naquele que foi, ao que tudo indica, o seu último concerto de sempre. Um som poderoso (estava tudo mais alto que o normal, e ainda bem), onde é impressionante o que um trio consegue fazer. Post-rock potente, rápido e ríspido, onde a guitarra grita acima de tudo, sempre com um baterista com tanto talento quanto carisma (Cavalheiro, herói nacional). Canções como "<em>Ultramar</em>" ou "<em>Paquito</em>" (tocadas num mashup) são sempre incríveis, sempre arrepiantes. Um dos concertos mais envolventes do festival, em que a potência do som e das suas canções foi o que mais interessou. Raios, vão fazer tanta falta.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Veados com Fome" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Veados_com_Fome_02.jpg" /></a>Os Veados com Fome foram uma das duas bandas que marcaram o início da Lovers & Lollypops. A outra banda, e um dos outros grandes regressos da noite, são os <strong>Lobster</strong>, duo maravilha consituído por Guilherme Canhão (um guitarrista incomparável no nosso panorama, também parte dos Tigrala e dos grandes Sunflare) e Ricardo Martins (baterista igualmente incomparável). Mais vale ser directo e simplista: foi o concerto do festival, e um concerto incrível do início ao fim. Tocaram foram do palco, no chão, no meio do público, e o que se viveu foi não tanto um concerto mas mais uma pura experiência de comunhão como só eles, neste festival, poderiam dar. Foi, diga-se, lindíssimo. Não por ser música bonita, mas por ser música vivida tal como o deve ser e como raramente é. Foram putos a fazer música para outros putos que a querem ouvir com toda a alma e coração, que fazem crowdsurfing e moche mas sempre como se estivessem entre amigos. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/22%20de%20Julho%20de%202011/tn_Liars_04.jpg" /></a></strong>Efectivamente, foi isso: dezenas e dezenas de conhecidos, todos ali para o mesmo. Difícil explicar, para quem não esteve lá. E depois houve claro, a música, ainda tão perfeita, tão espontânea mas tão tecnicamente incrível apesar das quedas de som, entregue por dois dos melhores da sua geração (não há volta a dar, são mesmo), que têm entre si uma química espantosa e tocam como mais ninguém o faz. Concerto do festival, dos concertos do ano (e olhem que este ano os Swans, os Arcade Fire e até o Roger Waters já passaram por cá), e uma experiência incrível. A música é isto, e é assim que um concerto deve ser. Uma epifania.</p>
<p>O primeiro dia terminou, assim, da melhor forma possível (ainda houve <strong>D.I.S.C.O.Texas Gang</strong> depois, parece, mas depois de Lobster o descanso era essencial), e como nunca mais veria a terminar. O primeiro e melhor dia do festival tinha terminado com muito suor, provavelmente algumas lágrimas (raios, aquilo foi uma experiência de amor) e vários sorrisos de orelha a orelha. Foi assim que fomos todos dormir, nessa mesma noite, não só pelo dia que se tinha vivido, mas também por um facto inegável: amanhã havia mais.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>23 de Julho de 2011</strong></p>
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<p><strong></strong>O primeiro concerto, após mudanças e atrasos na piscina, acaba por ser o dos <strong>Indignu</strong>, no palco da Lovers & Lollypops (aquele tal que basicamente é um toldo). Rock bem feito, ora instrumental ora com toques de voz, que mostram talento na construção de canções. Uma convidada com violino resultou muitíssimo bem, e no final fica-se apenas com pena da redução que o concerto teve de sofrer, devido aos atrasos existentes.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Long Way to Alaska" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Long_Way_to_Alaska_01.jpg" /></a></strong>Volta-se para a piscina e os<strong> Long Way to Alaska</strong> são os próximos, depois da destruição massiva dos <strong>Mr. Miyagi</strong>. Não são revelação nenhuma para quem anda atento (estão em clara ascenção), e ao vivo conseguem fazer crescer as já em disco lindíssimas canções de "Eastriver", o belo álbum de estreia. Multi-instrumentalistas natos que vão trocando entre si, tocando músicas que evocam por si só cenários relaxantes que, ali na piscina, ganharam uma força ainda maior. Sugere-se uma digressão feita pelas piscinas do país inteiro. Estes rapazes sabem mesmo o que fazem.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Trigala" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Trigala_11.jpg" /></a></strong>Os <strong>Tigrala</strong> abriram o palco Milhões e melhor início teria sido difícil. Diversas influências num género musical que se baseia em duas guitarras e na percussão para fazer canções ora energéticas, ora calmas, mas sempre surpreendentes (nunca sabemos bem o que vai suceder a seguir). Um belo concerto, como seria de esperar, tendo em conta os três músicos envolvidos: Guilherme Canhão, Ian Carlos Mendoza e Norberto Lobo. Foi bonito ver o público a chegar a meio e a ficar imediatamente conquistado, sentando-se onde quer que fosse para ouvir o que vinha do palco. Sem falhas.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Trigala_07.jpg" /></a></strong>Kim Ki O</strong> foi cancelado (tocou no dia a seguir, na piscina), e por isso o que se seguiu foram os excelentes <strong>Causa Sui</strong>, banda de rock instrumental que foram, talvez, a grande surpresa de todo o festival. Um público numeroso que não os conhecia mas que ficou rendido do início ao fim, e com razão. Vê-los a tocar (ainda por cima foi no lusco-fusco!) foi uma belíssima surpresa. Um nome a ter em atenção, que com sorte há-de chegar cá a solo em breve. Um dos concertos do dia.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_44.jpg" /></a>Millionyoung</strong> não foi mau, mas não devia estar ali. Devia estar a tocar a fechar o dia, às tantas da manhã, com gente a dançar em frente ao palco. Electro-pop que não se destaca, mas que não aborrece… ou pelo menos não aborreceria, noutro contexto. Ali, não resultou particularmente bem, e isso via-se nem que fosse pelos poucos presentes em frente ao palco. Um concerto que deveria ter acontecido, mas não ali, naquele palco, nem àquelas horas.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico e Recinto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_13.jpg" /></a>Os <strong>Kafka</strong> afirmavam-se como um dos grandes regressos do festival, mas passaram despercebidos. Os que assistiam ao concerto não pareciam ser fãs, e não foi uma plateia particularmente composta ou efusiva que os recebeu. Post-punk (ecos de Swans, paralelismos com os Mão Morta) que convence, mas não vai muito mais além disso; e um vocalista com presença e energia, mas que não convence nada quando abre a boca. Nunca aborreceu, mas também nunca convenceu por aí além, foi, apenas, mais um concerto. Bons músicos a fazer música que, no entanto, hoje em dia perdeu a originalidade que possuía há anos atrás.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Anti-Pop Consortium" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Anti-Pop_Consortium_09.jpg" /></a></strong>Os <strong>Anti-Pop Consortium</strong>, que tiveram problemas técnicos antes do concerto e fizeram, a par das Electrolane, o maior soundcheck alguma vez visto em festival, atiraram ao público poesia feita com energia e excelentes beats à mistura. Hip-hop assim, feito tão bem e com palavras tão bem escolhidas, é cada vez mais raro, e foi uma plateia numerosa que recebeu de braços abertos o concerto do início ao fim. <strong>Beans</strong>, membro do trio, cantou sempre à berma do palco e arriscou até cantar uma canção no fosso, e o grupo parecia estar, de facto, a adorar estar ali em cima. Estilo (muito estilo), e excelente música num concerto exemplar, poesia musical, sem dúvida.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Vivian_Girls" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Vivian_Girls_08.jpg" /></a></strong>De seguida, uma surpresa: os Best Coast entraram em palco e…. ah… não, espera, eram as <strong>Vivian Girls</strong>. Bem, pelo que se viu em concerto, vai dar ao mesmo. Não faziam sentido no cartaz em geral e aquele rock cor-de-rosa não convence, acabando antes por aborrecer. Sim, já percebemos todos que malta nova a fazer lo-fi está na moda, mas então que o façam bem, em vez de parecerem uma mera colagem iguais a tantos outros grupos. No dia a seguir, já ninguém se lembrava delas. Mas valeu pelo “<em>A sério? Queres que mostre as mamas? Mostra-nos tu as tuas mamas pouco atractivas!</em>”. Yeah, you go girl.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Vivian_Girls" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Vivian_Girls_12.jpg" /></a></strong>Os <strong>Zu</strong> foram a banda que mais barulho fez em todo o festival. Saxofone, bateria, baixo e muito ruído. Se foi mais que apenas ruído? Bem, isso é subjectivo. A mim não convenceu, mas é inegável o mérito e a originalidade do que fazem. O público pareceu convencido, e o concerto, pelo que vejo agora, entrou no top de muitos como um dos melhores concertos do festival. Pessoalmente, não vi coordenação, não vi melodias, não vi música, mas outros (e não foram poucos) viram tudo isso e ainda mais. E isso, afinal, é que interessa. Rock pesado, muito pesado, que não agrada a todos.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Secret_Chiefs_3" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Secret_Chiefs_3_01.jpg" /></a></strong>Os <strong>Secret Chiefs 3</strong> vieram a seguir e deram aquilo que se esperava: um concertaço, facilmente um dos melhores do festival, e o melhor da noite (ao lado do de um certo senhor que actuou a seguir). Um caldeirão de referências, se influências, com canções ora exóticas, ora épicas (a <em>Exodus</em>…), tudo tecido na perfeição por um grupo de excelentes e impressionantes músicos. Tudo assenta na perfeição e, sejamos honestos, valeria tudo nem que fosse para os ver ali a tocar, em robes como se fossem de seitas, a divertirem-se com aquilo que fazem. Foi um concerto curto e concentrado, onde percorreram alguns dos seus melhores temas (nem faltou a cover do tema do Halloween), o que fez com que fosse, basicamente, um concerto consistentemente espectacular do início ao fim - vénias.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Secret_Chiefs_3" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/23%20de%20Julho%20de%202011/tn_Secret_Chiefs_3_04.jpg" /></a></strong>E a seguir veio, senhoras e senhores, para um público francamente numeroso, o grande <strong>Bob Log III</strong>. Um tipo sozinho em palco, com guitarra e uma mini-bateria à frente onde bate com o pé (<em>o Tigerman deve ser fã</em>), vestido como se fosse um membro perdido dos Daft Punk. Rock, blues, tudo ali dado com muito suor, muita alma, muita presença e muito espectáculo. O público não parou quieto, e o senhor Bob também não, com canções rápidas e energéticas umas a seguir às outras. E meu Deus, que guitarrista. Sabia bem como interagir com o público, teve-nos na palma da mão do início ao fim, e deu facilmente um dos concertos do festival. “<em>Senhoras e senhores, deixem-me apresentar-vos a banda</em>” começa ele, perto do fim. “<em>Em todos os instrumentos… EU!</em>”. A one-man-band que foi uma das bandas do festival. Há talentos assim, que bastam por si só. E <strong>Bob Log III</strong> é um deles. Magnífico.</p>
<p>Foi o último concerto do dia (para mim, leia-se), naquele que foi o pior do festival, e foi o fim perfeito. No dia a seguir, o palco da piscina ia enlouquecer, os atrasos iam voltar, mas os concertos seriam mais e melhores.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>24 de Julho de 2011</strong></p>
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<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Pega_Monstro_08.jpg" /></a></strong>Último dia do milhões, último dia de festa. O melhor festival (em termos de experiência) chegou ao fim da melhor forma possível, com um último dia onde, esquecendo um palco na piscina onde de repente tudo enlouqueceu e o alinhamento das bandas mudou do nada, tudo correu bem.</p>
<p><strong></strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Pega Monstro" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Pega_Monstro_07.jpg" /></a></strong>Na piscina, tal como já se disse, o alinhamento mudou. As <strong>Pega Monstro</strong> eram para ser as primeiras, e passaram para muito mais tarde, devido à inclusão dos <strong>MKRNI</strong> e das <strong>Kim Ki O</strong>. As <strong>Kim Ki O</strong>, duas jovens raparigas que fazem electrónica com guitarra e sintetizadores, proporcionaram um belíssimo concerto, agradável e adorável, perfeito para ouvir no relaxamento da piscina ou enquanto se dança um pouco à beira da água. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="MKRNI" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_MKRNI_08.jpg" /></a></strong>Os <strong>MKRNI</strong> (ou Makaroni) são uma banda de electrónica dançável e exótica, tipicamente latina, e complementaram na perfeição a dupla que tocou antes. Foi um belíssimo início e uma óptima ideia, a de ter estas duas bandas a tocarem uma a seguir à outra, e proporcionaram ambas as bandas uma excelente tarde à beira da piscina. Coisas destas só no Milhões. Os <strong>Narwhal</strong> são também divertidos, mas um pouco mais… aborrecidos. Experimentação a mais e energia a menos para o que se esperava ser mais uma pequena festa aquática. Convenceram, ainda assim.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Dear Telephone" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Dear_Telephone_01.jpg" /></a></strong>Os concertos no recinto principal começaram mais cedo neste último dia, e os primeiros a entrar em palco foram os <strong>Dear Telephone</strong>. Não tão pop quanto se tem dito por aí, fazem música calma, segura mas por vezes repetitiva, que se baseia, acima de tudo, na belíssila voz da vocalista. Um concerto que acabou por ir perdendo interesse ao longo da sua duração. Nem faltou uma cover do clássico "<em>West End Girls</em>", dos Pet Shop Boys, mas nem isso convenceu particularmente, tal como aquela canção nova, sem título, que não encerrou o concero da melhor forma. São competentes, mas esperava-se mais.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Throes_e_The_Shine" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Throes_e_The_Shine_17.jpg" /></a></strong>Throes</strong> e <strong>The Shine</strong> foram o concerto que se seguiu, e foram uma das coisas mais originais e divertidas que se viu em todo o festival. Rock instrumental <em>meets</em> kuduru (chamava-se <em>rockduru</em>, diziam eles), num espectáculo onde se dançou do início ao fim, vendo-se em frente ao palco um público numeroso e convencido do início ao fim com o que viam. <strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Throes_e_The_Shine" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Throes_e_The_Shine_06.jpg" /></a></strong></strong>A combinação resultou surpreendentemente bem, e o rock bem pensado e feito com talento dos <strong>Throes</strong> (que já mereciam estar num palco assim, grande) resultou na perfeição com o estilo irreverente e espontâneo dos <strong>The Shine,</strong> que têm de ser da dupla mais divertida na música portuguesa actual. Um novo concerto deles é obrigatório no próximo Milhões.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Throes_e_The_Shine_07.jpg" /></a></strong></strong>Dos <strong>Papa Topo</strong>, não há muito a dizer. “Fofinhos”, como bem dizia uma amiga, e nada mais. E basta, claro. Naquele que deve ter sido um dos concertos mais adoráveis de sempre, esta dupla espanhola deu um concerto para dançar e sorrir, sem pretensões nem qualquer tipo de brilhantismos. Foi divertido, foi agradável, e bastou. O público, infelizmente, não pareceu particularmente conquistado, ficando todo ele sentado durante o concerto, à excepção de algumas espanholas que dançavam em frente ao palco (uma delas de forma profundamente arrepiante) e de uns amigos que depois obriguei a dançar perto do fim (Milhões de Festa é para ter festa, raios!). “<em>Parece música de filmes da Disney</em>”, ouvi dizer, antes da vocalista ter explicado que “<em>A próxima música é sobre fazer sexo no cinema</em>”. Mais ou menos…</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Throes_e_The_Shine_08.jpg" /></a></strong></strong>Os <strong>FM Belfast</strong>, por seu lado, deram uma festa autêntica onde ninguém parou quieto. Electrónica azeiteira com imensa gente em palco, e música que são francamente más mas que, ao vivo, resultam francamente bem. A isto se alia uma banda energética, que obriga as pessoas a baixar e a saltar (literalmente, apontaram-me o dedo e obrigaram-me. A sério), e temos um concerto que, quer se goste quer não, é uma festa garantida.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Throes_e_The_Shine_11.jpg" /></a></strong></strong>De seguida, uma estreia absoluta: <strong>We Trust</strong>. O projecto de <strong>André Tentugal</strong> estreou-se pela primeira vez nos palcos, e o saldo foi positivo, ainda que fosse de esperar mais. A verdade é que <em>Time (Better Not Stop)</em>, o single lançado e que não sai da cabeça de sabe-se lá quanta gente, pôs as expectativas bem lá em cima, e estas não foram totalmente cumpridas. Se essa canção é audaz e foge ao normal do electro-pop, as restantes (pelo menos pelo que pareceu, ao vivo) encaixam na perfeição nessa categoria e, mesmo sendo agradáveis e providenciando um bom concerto, não impressionam. <strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Throes_e_The_Shine_12.jpg" /></a></strong></strong>A banda, essa, é notável, com <strong>Gil Amado</strong>, o baterista/vocalista/guitarrista (já tinha dito que eles eram multi-instrumentalistas, não tinha?) dos Long Way to Alaska, o grande <strong>Rui Maia</strong>, teclista dos X-Wife, fazendo ainda parte do grupo o baterista dessa mesma banda e um teclista que foi professor do Pedro Abrunhosa. Há ainda arestas por limar, claro, mas no geral vê-se logo o talento envolvido… a falha parece estar, talvez, mesmo mais nas canções. Ainda assim, um bom concerto, e confirma-se: <em>Time</em> é, mesmo ao vivo, uma excelente canção.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Green_Machine" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Green_Machine_03.jpg" /></a></strong></strong>De seguida, uma despedida. Os<strong> Green Machine</strong>, uma das mais notáveis bandas do nosso rock dos bons últimos anos, com um dos mais espectaculares vocalistas da nossa história (o grande, grande Joca aka João Pimenta), deram um dos concertos do festival e um que ficará na memória dos presentes por muito, muito tempo. Rock como só eles fazem, entregue como só eles conseguem, com um público efusivo perante a última oportunidade de ouvir aquelas canções ao vivo. A primeira vez que os vi foi na ZDB, e foi marcante; esta segunda e última voltou a sê-lo. <strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Green_Machine" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Green_Machine_06.jpg" /></a></strong></strong>Não há, simplesmente, mais ninguém como eles. Mostraram estar numa forma exemplar, e foi tudo o que se esperava: crowdsurfing e um público que não parava, músicos em estado de inspiração pura, e uma verdadeira experiência. Foram uma inspiração para muitos (não é do nada que os Glockenwise andavam por lá, a curtir mais que grande parte de todos os outros), e irão deixar muitas, muitas saudades.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Electrelane" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Electrelane_02.jpg" /></a></strong></strong>Uma despedida seguida de um regresso. As <strong>Electrelane</strong> eram o maior nome do cartaz, e foi uma sorte tê-las a tocar para nós neste festival, nesta pequena digressão de Verão que andam a fazer. O concerto só confirmou o que já se esperava: fizeram falta. Em modo mais rock e menos pop, percorreram os clássicos da sua discografia num concerto sempre consistente, que em nada foi minado com o facto de terem perdido metade do seu equipamento algures durante o voo e de terem tido de pedir instrumentos emprestados aos músicos do festival. <strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Electrelane" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Electrelane_04.jpg" /></a></strong></strong>"<em>Two For The Joy</em>", "<em>Bells</em>" e a fabulosa "<em>Eight Steps</em>" (aquele teclado, aquele piano…) foram alguns dos temas tocados num concerto dado por um quarteto em excelente forma. Aliás, há algo quase de mágico em ver aquelas quatro raparigas em palco, a fazer tão bem o que fazem (grande imagem, aquela da vocalista, de cabelo comprido, a cantar enquanto uma rajada de vento lhe passa pelo corpo). Continuam iguais, continuam a fazer música ora lindíssima ora potente, e deram um dos concertos do festival e, certamente para muitos, um dos concertos do ano. Magnífico.</p>
<p><strong><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Publico" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Radio_Moscow_09.jpg" /></a></strong></strong>Washed Out</strong>, projecto de <strong>Ernest Greene</strong>, encheu de seguida o mesmo palco com uma onda de chillwave com toques de synthpop. O seu belo disco, "Within and Without", foi bem recebido por todo o lado (sim, a Pitchfork gostou), e o concerto dado pelo músico e a sua banda (veio com mais gente atrás, felizmente, e até baterista tinha) não impressionou particularmente, mas mostrou potencial e deu a festa que se queria àquela hora da noite. Curiosamente, não pareciam ser muitos os que conheciam o projecto, mesmo tendo em conta o boom que sofreu com este primeiro disco, mas ainda assim o público (não tão numeroso como seria de esperar) não arredou pé do início ao fim. E, claro, coisas como "<em>Eyes Be Closed</em>" resultam muito bem ao vivo.</p>
<p><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Foot_Village" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Foot_Village_05.jpg" /></a></strong></strong>Os<strong> Foot Village</strong> são quatro baterias em círculo e gritos pelo meio. Sim, é mesmo a melhor premissa de todos os tempos para uma banda. E se a verdade é que não resultam tão bem quanto poderiam resultar (gritos a mais, baterias a menos), é também inegável que ao vivo é ainda assim algo quase espectacular, duma energia rara e com um grupo de gente que está ali mesmo para se divertir (aquela vocalista era espectacular). Pensem nos Paus, mas com gritos melhores e piores baterias. Acaba por não ser tão bom quanto se esperava (e foi um concerto bastante curto), mas foi bem bom mesmo assim.</p>
<p><strong><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Radio Moscow" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Radio_Moscow_08.jpg" /></a></strong></strong></strong>De seguida, um dos maiores nomes do festival, e que teve à frente do palco aquela que foi, a par de Electrelane, a maior multidão: <strong>Radio Moscow</strong>. Rock à antiga, potente, com guitarras a destruir tudo por onde passam e malhas que tornam impossível estar parado. Tocaram quase sem paragens, com pouquíssimas palavras sem ser para apresentar as músicas e agradecer, e conseguiram assim concentrar um belo número de canções em pouco tempo. Tocam na perfeição ao vivo, numa perfeita coordenação entre cada músico, e foi bonito ver aquele público, que conhecia grande parte do alinhamento. Rock assim, clássico mas ao mesmo tempo moderno, é raro, e ao vivo os <strong>Radio Moscow</strong> (que já são nome regular por cá, felizmente) mostraram conseguir sustentar bem o belo trabalho que fazem em disco.</p>
<p><strong><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: left;" alt="Comanechi" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Comanechi_11.jpg" /></a></strong></strong></strong>O meu último concerto do Milhões, quando os membros já doíam, as quatro da manhã não estavam assim tão longe, e a tenda chamava por mim, foi <strong>Comanechi</strong> aka “<em>a banda punk espectacular daquela rapariga japonesa genial que em palco é um espectáculo</em>”. Final melhor teria sido difícil, num concerto punk à moda antiga, com energia e uma vocalista que parte tudo por onde passa, mostrando estar a adorar estar ali em cima. O público está cansado, mas não o mostra: salta, grita, reage a cada acorde, a cada momento. O público do Milhões é assim (até a própria vocalista se mostrou surpreendida por estar tanta gente ainda no recinto).</p>
<p><strong><strong><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; margin: 10px; border-style: double; float: right;" alt="Comanechi" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Milhoes%20de%20Festa/2011/24%20de%20Julho%20de%202011/tn_Comanechi_14.jpg" /></a></strong></strong></strong>Uma grande festa, com crowdsurfing e moche à mistura, daqueles que este festival gosta tanto de oferecer. Muito, muito divertido.</p>
<p>E assim terminou, para mim, o Milhões de Festa. Um ambiente diferente daquele que se vê em qualquer outro festival, concertos como só ali se veriam, e três dias incríveis. <strong>Lobster</strong>, <strong>Green Machine</strong>, <strong>Electrelane</strong>, <strong>Veados com Fome</strong>, <strong>Liars</strong>… grandes momentos tornados melhores por serem vistos com um público daqueles, num ambiente inesquecível. Se houveram falhas? Claro que sim. Mas eram inevitáveis. Afinal de contas, o que seríamos nós sem as nossas? Qualquer um as tem, e o Milhões teria de as ter. Este é, afinal, o festival mais humano de Portugal. Um sítio de onde se sai com amizades feitas, ou amizades cimentadas, e com memórias que valem por toda uma vida. Senhoras e senhores, este é o Milhões de Festa. </p>
<hr /></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><hr /></div>
<blockquote>
<div>
<p style="text-align: center;">Não foi, efectivamente, um festival: foram experiências, memórias que vão ficar.</p>
<p style="text-align: center;">E, para o ano, lá estaremos todos nós novamente. Para vivermos milhões de alegrias.</p>
</div>
</blockquote>
<hr /><hr /><hr />
<div><strong>Texto</strong>: Gonçalo Trindade</div>
<div><strong>Foto</strong>: Ana Limas</div>
<div><hr /><hr /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Super Bock Super Rock 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:58:00 +0000</pubDate>
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O Festivais de Verão em parceria com a Super Bock tem  Passes para te oferecer para o Festival Super Bock Super Rock.
O Festival Super Bock Super Rock realiza-se de 14 a 16 de Julho na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesim...]]></description>
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<p><img style="margin: 10px; float: right;" alt="sbsrmeco_11" src="http://www.festivaisverao.com//images/stories/festivais/sbsrmeco_11.png" height="160" width="200" /></p>
<p>O <strong>Festivais de Verão</strong> em parceria com a <a  href="http://www.superbock.pt/"><strong>Super Bock</strong></a> tem <strong> Passes</strong> para te oferecer para o Festival <strong>Super Bock Super Rock</strong>.</p>
<p>O <strong>Festival Super Bock Super Rock</strong> realiza-se de <strong>14 a 16 de Julho</strong> na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesimbra.</p>
<p>Este Festival conta com três palcos: <strong>Palco Super Bock</strong>,<strong> Palco EDP</strong> e <strong>Palco @Meco</strong>. Alguns dos mais sonantes que passam por este festival são <strong>Arctic Monkeys, Arcade Fire, Brandon Flowers, Slash, The Strokes, Portishead, Lykke Li, The Vaccines</strong>, entre muitos outros.</p>
<p>O preço do bilhete diário é de <strong>45 Euros</strong> e o passe para os três dias com campismo <strong>80 Euros.</strong></p>
<p><em>Meco Sol &amp; Rock'n'Roll</em></p>
<p class="notice"><strong><a href="http://www.festivaisverao.com//Passatempos/Festivais/passatempos-festivais.html">Vé os Vencedores!<br /></a></strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Super Bock Super Rock 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 17:26:00 +0000</pubDate>
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O Festivais de Verão em parceria com a Super Bock tem  Passes para te oferecer para o Festival Super Bock Super Rock.
O Festival Super Bock Super Rock realiza-se de 14 a 16 de Julho na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesim...]]></description>
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<p>O <strong>Festivais de Verão</strong> em parceria com a <a  href="http://www.superbock.pt/"><strong>Super Bock</strong></a> tem <strong> Passes</strong> para te oferecer para o Festival <strong>Super Bock Super Rock</strong>.</p>
<p>O <strong>Festival Super Bock Super Rock</strong> realiza-se de <strong>14 a 16 de Julho</strong> na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesimbra.</p>
<p>Este Festival conta com três palcos: <strong>Palco Super Bock</strong>,<strong> Palco EDP</strong> e <strong>Palco @Meco</strong>. Alguns dos mais sonantes que passam por este festival são <strong>Arctic Monkeys, Arcade Fire, Brandon Flowers, Slash, The Strokes, Portishead, Lykke Li, The Vaccines</strong>, entre muitos outros.</p>
<p>O preço do bilhete diário é de <strong>45 Euros</strong> e o passe para os três dias com campismo <strong>80 Euros.</strong></p>
<p><em>Meco Sol &amp; Rock'n'Roll</em></p>
<p class="notice"><strong><a href="http://www.festivaisverao.com//Passatempos/Festivais/passatempos-festivais.html">Participa Aqui!<br /></a></strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Super Bock Super Rock 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 17:26:27 +0000</pubDate>
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O Festivais de Verão em parceria com a Super Bock tem  Passes para te oferecer para o Festival Super Bock Super Rock.
O Festival Super Bock Super Rock realiza-se de 14 a 16 de Julho na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesim...]]></description>
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<p><img style="margin: 10px; float: right;" alt="sbsr_2011" src="http://www.festivaisverao.com/images/stories/festivais/sbsr_2011.png" height="207" width="154" /></p>
<p>O <strong>Festivais de Verão</strong> em parceria com a <a  href="http://www.superbock.pt/"><strong>Super Bock</strong></a> tem <strong> Passes</strong> para te oferecer para o Festival <strong>Super Bock Super Rock</strong>.</p>
<p>O <strong>Festival Super Bock Super Rock</strong> realiza-se de <strong>14 a 16 de Julho</strong> na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco em Sesimbra.</p>
<p>Este Festival conta com três palcos: <strong>Palco Super Bock</strong>,<strong> Palco EDP</strong> e <strong>Palco @Meco</strong>. Alguns dos mais sonantes que passam por este festival são <strong>Arctic Monkeys, Arcade Fire, Brandon Flowers, Slash, The Strokes, Portishead, Lykke Li, The Vaccines</strong>, entre muitos outros.</p>
<p>O preço do bilhete diário é de <strong>45 Euros</strong> e o passe para os três dias com campismo <strong>80 Euros.</strong></p>
<p><em>Meco Sol &amp; Rock'n'Roll</em></p>
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		<title>Festival Rescaldo &#8211; 20 a 22 de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 18:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla</dc:creator>
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Nos próximos dias 20, 21 e 22 de Janeiro, o Festival Rescaldo apresenta em três salas de Lisboa - Teatro a Barraca, Trem Azul Jazz Store e Sol e Pesca - projectos nacionais a destacar do ano que passou. 
Na sua 4ª edição, o Rescaldo contará...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<hr />
<p><img style="float: right;" alt="rescaldo" src="http://www.festivaisverao.com/images/stories/festivais/rescaldo.png" height="198" width="294" /></p>
<p>Nos próximos dias <strong>20, 21 e 22 de Janeiro</strong>, o <a  href="http://rescaldo-festival.blogspot.com/">Festival Rescaldo</a> apresenta em três salas de Lisboa - Teatro a Barraca, Trem Azul Jazz Store e Sol e Pesca - projectos nacionais a destacar do ano que passou. </p>
<p>Na sua 4ª edição, o <strong>Rescaldo</strong> contará com 9 bandas, um DJ e uma exposição de fotografia de Vera Marmelo, além de uma banca de venda de publicações na área da banda desenhada e uma livraria itinerante, dividida pelos três espaços.</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #339966; font-size: 14pt;">PROGRAMA</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quinta-feira / 20 de Janeiro/ Teatro A Barraca </strong></p>
<p style="text-align: center;">Subterminal (23h00)</p>
<p style="text-align: center;">Máquina Lírica (00h00)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sexta-feira / 21 de Janeiro / Sol e Pesca </strong></p>
<p style="text-align: center;">Nuno Torres (19h30)</p>
<p style="text-align: center;">Pão (23h00)</p>
<p style="text-align: center;">Pedro Gomes + Gabriel Ferrandini (00h00)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sábado / 22 de Janeiro / Trem Azul Jazz Store </strong></p>
<p style="text-align: center;">David Maranha + Manuel Mota ( 22h00)</p>
<p style="text-align: center;">Filipe Felizardo (23h00)</p>
<p style="text-align: center;">Sunflare (00h00)</p>
<p style="text-align: center;">unDJ MMMNNNRRRG (01h00)</p>
<p style="text-align: center;">Falhumana (01h30)</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;">Entradas</span><br />6€ > dia<br />12€ > 3 dias</p>
<p style="text-align: center;">Bilhetes à venda: Trem azul, Teatro a Barraca</p>
<p style="text-align: center;">- Teatro a Barraca - Largo de Santos, 2 <br />- Trem Azul Jazz Store - Rua do Alecrim nº 21- A<br />- Sol e Pesca - Rua Nova do Cravalho nº 44</p>]]></content:encoded>
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		<title>Reportagem Maré de Agosto</title>
		<link>http://www.festivais.info/reportagem-mare-de-agosto/</link>
		<comments>http://www.festivais.info/reportagem-mare-de-agosto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center" class="info"><strong>Reportagem Maré de Agosto  - Fotos ( <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/">20 Agosto</a> &#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/21%20de%20Agosto%20de%202009/">21 Agosto</a> &#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/22%20de%20Agosto%20de%202009/">22 Agosto</a> &#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/23%20de%20Agosto%20de%202009/">23 Agosto</a> )<br /></strong></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<p>Todos os anos, a Praia Formosa, na Ilha de Santa Maria - é palco do mais antigo festival dos Açores, realizado pela primeira vez em 1984 e, que este ano, comemorou o seu 25º Aniversário. O <strong>Festival Maré de Agosto</strong> que decorreu nos dias 20, 21, 22 e 23 de Agosto de 2009.</p>
<p>Ao longo destes 25 anos, o Festival Maré de Agosto tem contribuído, sem sombra de duvida, para uma ampla divulgação de vários géneros musicais e  sonoridades dos vários cantos do Mundo, fundindo e unindo culturas num idioma único e  universal: a música!</p>
<p>O “Spirit” da Maré, expressão eleita para definir o magnífico ambiente que envolve este festival tem conquistado, cada vez mais, a simpatia de todos fazendo com que milhares de pessoas, na sua esmagadora maioria jovens, oriundas dos mais diversos pontos do país, visitem Santa Maria.</p>
<p>Num palco situado apenas a escassos metros do mar actuaram nomes de destaque do panorama musical nacional e internacional.</p>
<p>Além dos espectáculos musicais que se dividiram entre palco principal e palco TMN, anteriormente conhecido como “Espaço Castelo”, o festival reuniu actividades dia e noite: espectáculos, exposições, lançamento de livros, animação infantil, workshops e DJs.</p>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center"><strong>20 de Agosto</strong></div>
<p>A energia contagiante dos Portugueses <strong>Wok </strong>abriu o Palco Principal na quinta-feira. A banda conquistou o público do inicio ao fim da sua actuação. Se existem espectáculos que não se podem perder. Este é um deles. Música, ritmo, coreografia e muita animação, marcaram a passagem dos Wok em Santa Maria.</p>
<p>O público responde à chamada com a entrada do<strong> DJ Click,</strong> francês conhecido, pelos seus mixes eletro-balcânicos que combina a modernidade e tradição. A sua boa disposição e interacção com o público traduziram-se num alto grau de satisfação por parte deste.</p>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center"><strong>21 de Agosto </strong></div>
<p>Sob um sol abrasador e um mar calmo, que convidava a um mergulho, a banda revelação <strong>doismileoito</strong>, vencedores do TMN Garage Sessions em 2006 animou a tarde de sexta-feira no palco TMN. Nem o calor foi impeditivo às centenas de pessoas que permaneceram no recinto a desfrutar de bom Rock cantado em português.     Mais tarde, iniciou-se o workshop de percussão sob a responsabilidade dos Tocá Rufar. Muito ritmo e animação fecharam a tarde no Palco TMN.</p>
<p>E porque a “Prata da Casa” vale ouro, a actuação dos<strong> Bey Já’ Tum</strong>, orquestra de percussão da  Ilha de Santa Maria abriu a noite num cortejo que percorreu toda a marginal da magnifica Praia Formosa até ao recinto do palco principal    A energia da sua percussão é única e rica e vem marcando presença com sua vitalidade e alegria contagiante.</p>
<p>No palco principal estava tudo a postos para a abertura de mais uma noite de bons espectáculos.       Pelas 22h30, <strong>Lura</strong>, numa voz doce e grave ao mesmo tempo e um timbre estampado “Cabo Verde”, seduziu o público.</p>
<p>No Palco Principal, <strong>Wolfstone</strong>, da Escócia, cuja performance abraça um “folk rock no sentido mais autêntico e verdadeiro”, agraciou os presentes com um concerto repleto de vitalidade e ritmos bem ao jeito da Maré!</p>
<p>Para fechar a noite, a presença do <strong>DJ Nuno Forte</strong> no palco principal  animou os festivaleiros presentes.</p>
<p><strong>Edu Miranda Trio</strong> traz ao palco e ao público, um show com uma sonoridade sui generis  do Brasil, Portugal e África. O <strong>DJ Sargento Zundap</strong> encerrou a programação de sexta-feira no palco secundário. O espectáculo de fogo levado a efeito pela “Trupe Hilariante” conferiu uma dinâmica e ambiente muito peculiar ao “Espaço Castelo”.</p>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center"><strong>22 de Agosto </strong></div>
<p>As expectativas para o terceiro dia cresceram. E pode-se dizer que relativamente às actuações das bandas valeu bem a pena marcar presença.</p>
<p>O fenómeno Açoriano “ <strong>Os Tunalhos</strong>” trazem o humor e boa disposição ao Festival no Palco TMN. A interacção com o público, imagem de marca destes jovens irreverentes, animara a tarde de sábado.</p>
<p>Seguiu-se o workshop de beatbox pelo <strong>MC Zani</strong> e a continuação do workshop de percussão da responsabilidade dos <strong>Toca Rufar</strong>.</p>
<p>O Hip-hop de <strong>Kumar </strong>sobe ao palco principal conseguindo  animar e divertir o bastante público presente deixando-o fascinado pela sua atitude, a sua intensidade e, claro, as suas músicas directamente relacionadas com o seu percurso de vida.   Entra em palco a banda mais aguardada da noite, <strong>Fiction Plane</strong>, banda liderada por Joe Sumner, o filho de Sting. Logo na abertura, o incontornável “Two Sisters” levou o público ao rubro. Um espectáculo, ao qual, é impossível ficar indiferente.</p>
<p>Com uma sonoridade verdadeiramente relaxante e cativante, o Jazz, fez-se representar por <strong>André Fernandes Quarteto</strong> que inaugurou o palco TMN no terceiro dia do Festival.</p>
<p>O fecho da noite em ambos os palcos, ficou a cargo de dois DJs Portugueses. O palco principal contou com a presença do<strong> DJ Rui Da Silva</strong> e o Palco TMN a animação esteve a cargo do <strong>DJ Zé Amaral.</strong></p>
<p><strong>
<hr />
</strong></p>
<div style="text-align: center"><strong>23 de Agosto </strong></div>
<p>O entusiasmante projecto de Rock nacional, um misto de rock e blues foi-nos trazido pela banda <strong>Murdering Tripping Blues</strong> fez da tarde de  domingo um verdadeiro convite à diversão em que a  energia e emoção foram as palavras de ordem.</p>
<p>Chegada a última noite do Festival Maré de Agosto, a música tradicional polaca, fez-se representar, e muito bem, pela banda<strong> Warsaw Village Band</strong>.   Nem os fortes aguaceiros conseguiram assustar os já muitos festivaleiros preparados para o último dia.</p>
<p>É chegada a tão esperada hora. O alemão <strong>Gentleman </strong>que dispensa apresentações agarrou a multidão numa celebração de boas vibrações e uma entrega total ao reggae.</p>
<p>No palco TMN a música tradicional, sempre muito apreciada, fez-se representar pelos <strong>Roncos do Diabo</strong>, sempre animadíssimos. Uma actuação com muita cumplicidade, energia e alegria conquistando facilmente o público.</p>
<p>O <strong>DJ Sargento Zundap</strong> fecha em grande o último dia de concertos no palco TMN. No Palco Principal, um nome sonante do djing em Portugal, <strong>DJ Xinobi.</strong></p>
<p>De ressalvar o excelente empenho e profissionalismo da <strong>Associação Cultural Maré de Agosto</strong>, a força motriz deste festival sem a qual um festival desta qualidade não seria possível!       Visitar Santa Maria é deixar-se contagiar pela simplicidade de um povo…   É esse o desafio que te lançamos, e, acredita, não te vais arrepender…       Em 2010 cá estaremos!</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/20 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_20_1.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/20 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_20_3.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/21%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/21 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_21_1.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/22%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/22 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_22_1.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/23%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/23 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_23_1.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/20 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_20_2.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/20 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_20_10.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/21%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/21 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_21_9.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/22%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare de Agosto/22 de Agosto de 2009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_22_10.jpg" /></a></td>
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</tbody>
</table>
<div style="text-align: right"><br /></div>
<div style="text-align: right"><strong>Luciana Magalhães</strong></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>Reportagem Maré de Agosto  - Fotos ( <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/">20 Agosto</a> | <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/21%20de%20Agosto%20de%202009/">21 Agosto</a> | <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/22%20de%20Agosto%20de%202009/">22 Agosto</a> | <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/23%20de%20Agosto%20de%202009/">23 Agosto</a> )<br /></strong></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>Todos os anos, a Praia Formosa, na Ilha de Santa Maria - é palco do mais antigo festival dos Açores, realizado pela primeira vez em 1984 e, que este ano, comemorou o seu 25º Aniversário. O <strong>Festival Maré de Agosto</strong> que decorreu nos dias 20, 21, 22 e 23 de Agosto de 2009.</p>
<p>Ao longo destes 25 anos, o Festival Maré de Agosto tem contribuído, sem sombra de duvida, para uma ampla divulgação de vários géneros musicais e  sonoridades dos vários cantos do Mundo, fundindo e unindo culturas num idioma único e  universal: a música!</p>
<p>O “Spirit” da Maré, expressão eleita para definir o magnífico ambiente que envolve este festival tem conquistado, cada vez mais, a simpatia de todos fazendo com que milhares de pessoas, na sua esmagadora maioria jovens, oriundas dos mais diversos pontos do país, visitem Santa Maria.</p>
<p>Num palco situado apenas a escassos metros do mar actuaram nomes de destaque do panorama musical nacional e internacional.</p>
<p>Além dos espectáculos musicais que se dividiram entre palco principal e palco TMN, anteriormente conhecido como “Espaço Castelo”, o festival reuniu actividades dia e noite: espectáculos, exposições, lançamento de livros, animação infantil, workshops e DJs.</p>
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<div style="text-align: center;"><strong>20 de Agosto</strong></div>
<p>A energia contagiante dos Portugueses <strong>Wok </strong>abriu o Palco Principal na quinta-feira. A banda conquistou o público do inicio ao fim da sua actuação. Se existem espectáculos que não se podem perder. Este é um deles. Música, ritmo, coreografia e muita animação, marcaram a passagem dos Wok em Santa Maria.</p>
<p>O público responde à chamada com a entrada do<strong> DJ Click,</strong> francês conhecido, pelos seus mixes eletro-balcânicos que combina a modernidade e tradição. A sua boa disposição e interacção com o público traduziram-se num alto grau de satisfação por parte deste.</p>
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<div style="text-align: center;"><strong>21 de Agosto </strong></div>
<p>Sob um sol abrasador e um mar calmo, que convidava a um mergulho, a banda revelação <strong>doismileoito</strong>, vencedores do TMN Garage Sessions em 2006 animou a tarde de sexta-feira no palco TMN. Nem o calor foi impeditivo às centenas de pessoas que permaneceram no recinto a desfrutar de bom Rock cantado em português.     Mais tarde, iniciou-se o workshop de percussão sob a responsabilidade dos Tocá Rufar. Muito ritmo e animação fecharam a tarde no Palco TMN.</p>
<p>E porque a “Prata da Casa” vale ouro, a actuação dos<strong> Bey Já’ Tum</strong>, orquestra de percussão da  Ilha de Santa Maria abriu a noite num cortejo que percorreu toda a marginal da magnifica Praia Formosa até ao recinto do palco principal    A energia da sua percussão é única e rica e vem marcando presença com sua vitalidade e alegria contagiante.</p>
<p>No palco principal estava tudo a postos para a abertura de mais uma noite de bons espectáculos.       Pelas 22h30, <strong>Lura</strong>, numa voz doce e grave ao mesmo tempo e um timbre estampado “Cabo Verde”, seduziu o público.</p>
<p>No Palco Principal, <strong>Wolfstone</strong>, da Escócia, cuja performance abraça um “folk rock no sentido mais autêntico e verdadeiro”, agraciou os presentes com um concerto repleto de vitalidade e ritmos bem ao jeito da Maré!</p>
<p>Para fechar a noite, a presença do <strong>DJ Nuno Forte</strong> no palco principal  animou os festivaleiros presentes.</p>
<p><strong>Edu Miranda Trio</strong> traz ao palco e ao público, um show com uma sonoridade sui generis  do Brasil, Portugal e África. O <strong>DJ Sargento Zundap</strong> encerrou a programação de sexta-feira no palco secundário. O espectáculo de fogo levado a efeito pela “Trupe Hilariante” conferiu uma dinâmica e ambiente muito peculiar ao “Espaço Castelo”.</p>
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<p>As expectativas para o terceiro dia cresceram. E pode-se dizer que relativamente às actuações das bandas valeu bem a pena marcar presença.</p>
<p>O fenómeno Açoriano “ <strong>Os Tunalhos</strong>” trazem o humor e boa disposição ao Festival no Palco TMN. A interacção com o público, imagem de marca destes jovens irreverentes, animara a tarde de sábado.</p>
<p>Seguiu-se o workshop de beatbox pelo <strong>MC Zani</strong> e a continuação do workshop de percussão da responsabilidade dos <strong>Toca Rufar</strong>.</p>
<p>O Hip-hop de <strong>Kumar </strong>sobe ao palco principal conseguindo  animar e divertir o bastante público presente deixando-o fascinado pela sua atitude, a sua intensidade e, claro, as suas músicas directamente relacionadas com o seu percurso de vida.   Entra em palco a banda mais aguardada da noite, <strong>Fiction Plane</strong>, banda liderada por Joe Sumner, o filho de Sting. Logo na abertura, o incontornável “Two Sisters” levou o público ao rubro. Um espectáculo, ao qual, é impossível ficar indiferente.</p>
<p>Com uma sonoridade verdadeiramente relaxante e cativante, o Jazz, fez-se representar por <strong>André Fernandes Quarteto</strong> que inaugurou o palco TMN no terceiro dia do Festival.</p>
<p>O fecho da noite em ambos os palcos, ficou a cargo de dois DJs Portugueses. O palco principal contou com a presença do<strong> DJ Rui Da Silva</strong> e o Palco TMN a animação esteve a cargo do <strong>DJ Zé Amaral.</strong></p>
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<p>O entusiasmante projecto de Rock nacional, um misto de rock e blues foi-nos trazido pela banda <strong>Murdering Tripping Blues</strong> fez da tarde de  domingo um verdadeiro convite à diversão em que a  energia e emoção foram as palavras de ordem.</p>
<p>Chegada a última noite do Festival Maré de Agosto, a música tradicional polaca, fez-se representar, e muito bem, pela banda<strong> Warsaw Village Band</strong>.   Nem os fortes aguaceiros conseguiram assustar os já muitos festivaleiros preparados para o último dia.</p>
<p>É chegada a tão esperada hora. O alemão <strong>Gentleman </strong>que dispensa apresentações agarrou a multidão numa celebração de boas vibrações e uma entrega total ao reggae.</p>
<p>No palco TMN a música tradicional, sempre muito apreciada, fez-se representar pelos <strong>Roncos do Diabo</strong>, sempre animadíssimos. Uma actuação com muita cumplicidade, energia e alegria conquistando facilmente o público.</p>
<p>O <strong>DJ Sargento Zundap</strong> fecha em grande o último dia de concertos no palco TMN. No Palco Principal, um nome sonante do djing em Portugal, <strong>DJ Xinobi.</strong></p>
<p>De ressalvar o excelente empenho e profissionalismo da <strong>Associação Cultural Maré de Agosto</strong>, a força motriz deste festival sem a qual um festival desta qualidade não seria possível!       Visitar Santa Maria é deixar-se contagiar pela simplicidade de um povo…   É esse o desafio que te lançamos, e, acredita, não te vais arrepender…       Em 2010 cá estaremos!</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_20_1.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/20%20de%20Agosto%20de%202009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_20_3.jpg" /></a></td>
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<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/21%20de%20Agosto%20de%202009/"><img alt="Mare de Agosto" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Mare%20de%20Agosto/21%20de%20Agosto%20de%202009/tn_festival_mare_de_agosto_2009_dia_21_9.jpg" /></a></td>
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</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: right;"><br /></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Luciana Magalhães</strong></div>]]></content:encoded>
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		<title>Reportagem Optimus Alive!09</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 10:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center" class="info"><strong>Reportagem Optimus Alive!09 -<a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"> </a><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 9) </a>&#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 10) </a>&#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 11)</a><br /></strong></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: center"><strong>Dia 9 de Julho</strong></p>
<p>Chega finalmente o primeiro dia de um dos festivais mais esperados deste ano – o <strong>Optimus Alive! </strong> Aparte de algum atraso com as entradas, o evento apresenta-se com melhores condições tanto a nível de infra-estruturas como a nível de organização. Aqueles que conheciam o Alive! com dois palcos, passaram a vê-lo com mais um – o Optimus Discos - com bandas nacionais, e as tradicionais pulseiras cor de laranja são substituídas por pulseiras negras de pano. Não terá sido propositadamente que a organização fez combinar as pulseiras com a roupa da maior parte dos festivaleiros. O primeiro dia, - dedicado, no Palco Optimus, ao heavy metal americano, e no Palco Super Bock a um estilo mais alternativo maioritariamente inglês - contou com a presença de cerca de 40 mil pessoas.</p>
<p>As honras de abertura do festival, além da banda sob o pórtico de entrada, foi d’<strong>Os Golpes</strong>. Sob um sol abrasador, muitos refugiaram-se na sombra do palco Super Bock a ouvir a primeira banda que tocou, enquanto outros marcavam já o seu lugar no palco principal. Após a primeira música, que foi apenas instrumental – Cruz Vermelha -, fazendo as delícias dos observadores, o vocalista Manuel Fúria dos Golpes gritou ao público: “Só temos 40 minutos para mostrar o que valemos, por isso aqui vai!”, prometendo apresentar o melhor da banda no palco. A apresentação do albúm fresquinho <em>Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco </em>foi uma escolha acertada para a inauguração da edição deste ano do festival.</p>
<p>Meia hora passada sob o corte da fita inaugural, abre-se o Palco Optimus para todos aqueles que desde cedo marcavam lugar para os grandes nomes que se viriam a apresentar mais tarde. Foi um recinto já bastante cheio que acolheu os nacionais <strong>RAMP</strong>, com coros que gritavam “Portugal” a fazerem-se ouvir no Passeio Marítimo de Algés. A banda deu provas do seu talento, deixando o público orgulhoso do rock nacional, chamando cada vez mais ouvintes. As faixas do mais recente <em>Visions </em>como <em>Blind Enchantement</em> e <em>The Cold</em>, fizeram parte do repertório que fez as delícias dos fãs.</p>
<p>Apesar de curto, o concerto dos metaleiros nacionais ainda se sobrepôs aos <strong>Silversun Pickups</strong>. Não foi razão, contudo, para que o tapete verde em frente ao Palco Super Bock estivesse vazio, antes pelo contrário. Os californianos também conhecidos como SSPU, entraram em palco, efusivamente aplaudidos pela audiência. Para quem conhecia, a actuação esteve um quanto aquem das expectativas elevadas pela qualidade dos albuns, mas para os mais novos nestas andanças, a banda não desiludiu e deu um espectáculo digno de ser presenciado. Mesmo depois de um salto para o chão diante do público menos gracioso, o vocalista Brian Aubert fez questão de puxar pelo público português, que dançou e entoou alguns temas em uníssono. Um dos exemplos foi o tema <em>Growing Old is Getting Old</em>. A banda mostrou ser bem disposta e de uma alegria em palco contagiante.</p>
<p>Enquanto isto, entravam os <strong>Mastodon </strong>em palco. Um dos nomes mais aguardados deste dia, não destoando do resto do cartaz do palco principal, a banda norte-americana esteve à altura do público português, que agradeceu com entoações em conjunto, mosh-pits e uma energia um pouco suprimida.    Ao contrário do que era esperado pelos fãs, que em busca de semelhanças com setlists dos últimos concertos em que os Mastodon tocaram o último <em>Crack the Skye </em>na íntegra, desta vez a banda que nos visitou pela última vez há dois anos no Super Bock Super Rock, presenteou-nos com uma setlist mais diversificada. Ouviu-se <em>Oblivion </em>a abrir, sim, ma seguiu-se imediatamente de<em> The Wolf is Loose</em> e<em> Crystal Skull </em>do Blood Mountain de 2006 e <em>Blood &#38; Thunder de Leviathan</em>. A par destas, também <em>The Czar</em> e<em> Crack the Skye</em> fizeram parte da lista de músicas que levou o público a um rubro algo tímido.</p>
<p>Os <strong>Mazgani </strong>ficam encarregues da abertura do terceiro e novo palco – Optimus Discos, colocado entre os dois palcos primórdios. Apesar de não ter uma audiência muito vasta, a banda conseguiu agradar a quem aprecia música mais calma e alternativa à que se ouvia nos outros palcos.</p>
<p>Mesmo 15 minutos atrasados, os <strong>Delphic </strong>conseguiram deliciar o público com a sua música electrónica e energia contagiantes. Mesmo perante um recinto ligeiramente mais vazio que na banda anterior, os Delphic tocaram músicas sucessivamente mais e mais animadas, puxando pelo público que agradeceu o momento de dança. No final do concerto, a banda actualizou a sua página oficial no Twitter, a agradecer aos fãs lusos.</p>
<p>O festival divide entre todos os palcos bandas igualmente boas, ainda que de estilos distintos.                    Os <strong>Lamb of God</strong> prometiam agitação no palco principal e não faltaram às expectativas. Perante uma audiência animada em que os moshs eram mais que muitos, espalhando-se pelo recinto, conseguiram que todo o público aderisse e se deixasse levar pelos acordes das músicas, causando momentos de pura loucura. O recinto ia enchendo à medida que o tempo passava, demonstrando o quão incansáveis são os seus fãs.</p>
<p>De volta ao mais recente filho do Optimus Alive!, no palco Optimus Discos os <strong>The Bombazines</strong> deram mostras do seu talento. Com uma postura enérgica e incansável em palco, a voz de Marta Ren encheu o recinto, enquanto Rui Silva “Gon” deambulava pelo palco levantando a camisola inúmeras vezes e tentando levar os espectadores a dançar. O tema <em>This Song is for Tomorrow</em> foi um dos picos do concerto, bem como o “número” especial do baixo, juntamento com os teclados e a programação. Um orgulho nacional que deixou a sua marca bem patente nesta edição do festival.</p>
<p>Os<strong> Air Traffic </strong>foram carinhosamente recebidos pelo público português, que demonstrou o seu apreço pela banda com uma adesão sem igual ao concerto. Os membros da banda mostraram-se simpáticos e o baterista fez questão de tirar fotos ao público no final do concerto. Depois desta actuação, o público ficou com apetite e curiosidade para ver mais desta banda que promete elevar ainda mais o seu nível.</p>
<p>O público português e os fãs de<strong> Machine Head</strong> tiveram o privilégio de assitir a uma performance de alta qualidade por parte da banda. Constantemente a puxar pela audiência e a chamar por Lisboa, a banda deu mostras do seu apreço pelos fãs que não desiludiram na adesão ao concerto. Tocaram temas recentes, bem como alguns antigos. Do primeiro albúm<em> Burn My Eyes</em>, como é caso disso o tema <em>Old </em>e <em>Davidian </em>(com a qual encerraram o concerto). Além destas contou-se com uma fileira de 3 músicas – <em>Imperium</em>, <em>10 Ton </em>e<em> Beautiful</em> que deliciaram os fãs que à medida que o tempo passava, pareciam mais felizes. Perto do final do concerto, a mãe do baixista Adam Duce foi chamada ao palco, apresentada pelo vocalista Robb Flynn como sendo lusitana de sangue, e presente pela primeira vez no nosso país.</p>
<p>À medida que o Sol se punha, o palco Super Bock enchia cada vez mais, pelo que acolheu calorosamente os <strong>TV on the Radio</strong>, que proporcionaram um concerto digno de palco maior, como haviam feito anteriormente por terras nacionais. A energia da banda norte-americana contagiou o ar no Optimus Alive! e deu ares da sua graça em temas como <em>Red Dress</em> e outros singles que foram entoados em conjunto com os ávidos fãs, tendo alguns sido inclusive dedicados a Lisboa.</p>
<p>A caminho do Palco Optimus, encarávamos os <strong>The Vicious Five</strong>, prontos a fazerem a casa mexer, que aproveitavam, segundo o vocalista, o momento de silêncio que vinha do palco maior para começarem a festa.</p>
<p>Num saltitar constante de palco em palco, voltamos à aparentemente maior concentração de todo o festival – os <strong>Slipknot </strong>entram em palco ostentanto as suas máscaras. Com uma pequena reprodução se um vídeo do <em>far oeste</em> acompanhado de uma introdução para <em>Sic</em>, a banda de Corey Taylor faz explodir a multidão com <em>Eyeless </em>e <em>Wait and Bleed </em>quase a abrir o concerto.  Com a ajuda do público, a banda de Iowa vê-se perante milhares de pessoas a cantarem <em>Before I Forget </em>e<em> Sulfur</em>.    A trágica morte de um familiar impediu o percussionista Chris Fehn de se juntar à banda para o concerto no Alive!. O seu lugar foi assumido, assim, pelo rodopiante Shawn "Clown" Crahan que largava as suas “latas” na plataforma elevada para ir até ao outro lado do palco fazer a vez do ostentador da máscara de nariz comprido. Em honra de Chris, cantou-se <em>Dead Memories</em> num tom quase comovente, seguida de <em>Disasterpiece</em>. De volta do mais recente <em>All Hope is Gone</em>, era quase arrepiante ver a colaboração gigantesca do público que saltava ao som de <em>Psychosocial</em>. Ficava por aqui a viagem ao álbum de 2008 e iniciava-se um gigante arrepio com <em>Duality</em> e <em>People = Shit</em>. A encerrar o concerto, os Slipknot deram-nos aquela que é uma das músicas favoritas dos portugueses – <em>Spit it Out</em>, antecedida pela não menos contagiante <em>Surfacing</em>.</p>
<p>De regresso ao local onde tínhamos visto pela última vez os The Vicious Five, está agora <strong>Nuno Lopes</strong>, integrante da série Os Contemporâneos, que dá início ao uso dos pratos.</p>
<p>Ao mesmo tempo que decorria o espectáculo de máscaras, subiam ao palco do lado oposto os <strong>Klaxons</strong>, a fazer rebentar o espaço pelas costuras. A banda que volta a Portugal 2 anos depois da sua actuação no festival Super Bock Super Rock de 2007, abre a sua actuação com <em>Atlantis to Interzone</em> foi a escolha perfeita para a abertura do que prometia ser um concerto memorável. O público entoou na perfeição temas como <em>Totem on the Timeline </em>ou <em>Golden Skans.</em> Aos primeiros acordes da <em>Gravity’s Rainbow</em>, os fãs mostraram o quanto ansiavam por este concerto, cantando cada parte da música enquanto dançavam noite fora. O tema <em>Not Over Yet</em> foi outro bem acolhido pelo público, embora a música que obteve mais adesão tenha sido a <em>Magick</em>. Jamie Reynolds fez excursões ao público, mas mesmo apesar disso, o concerto não superou o seu antecedente que tinha deixado grandes expectativas neste retorno.</p>
<p>Passado um ano, o quarteto de S. Francisco estava de volta, ao som de Ecstasy Of Gold de Ennio  Morricone como já é tradição. À semelhança do concerto de há cinco anos, os <strong>Metallica</strong> abriram  com Blackened do épico ...And Justice For All, conquistando de imediato os cerca de 40.000  presentes no recinto. For Whom The Bell Tolls foi o tema seguinte, e apesar de cativar sempre  os mais devotos, faz sempre com que os mais nostálgicos fãs da banda recordem com saudade a  forma como o ex-baixista Jason Newstead introduzia a música ao vivo. Holier Than Thou, do Black  Album continuou a pôr à prova as memórias e vozes do público, que respondeu sempre à altura, para  depois se ouvir um tema, que nas palavras do próprio James Hetfield "deverá ser especial  para todos" (Lepper Messiah), e a balada Fade To Black. Mas, os Metallica estavam em Portugal  para apresentar o recente Death Magnetic, e Hetfield fez questão de salientar que "o que importa  não é o passado, não é o futuro, mas sim o presente", para tocar Broken, Beat &#38; Scarred e Cyanide. Ficou desde logo provado, que os Metallica estão de volta também do ponto de vista criativo, e que o novo album resulta bem ao vivo. Terminado o "teste" das novas músicas, James rapidamente pôs o público português a cantar o refrão de Sad But True, antes de eles próprios começarem a tocar. Como sempre, antes de One, há um espectáculo de pirotecnia no palco, que culmina com o lançar de fogo de artificio, para que James Hetfield possa dar inicio ao tema que em 1988 deu origem ao primeiro videoclip da banda. Após estes dois clássicos, voltamos a ouvir um par de músicas do album Death Magnetic, justamente os dois singles, All Nightmare Long e The Day That Never Comes. Este último a cativar mesmo os seguidores mais recentes dos Metallica. Como não podia deixar de ser, estava na altura de tocar Master Of Puppets, na qual, como já é hábito, o vocalista deixa o público cantar alguns versos. A fasquia estava alta, e os Metallica não desiludiram, disparando a explosiva Fight Fire With Fire, que teve direito a mais  pirotecnia. Nothing Else Matters e Enter Sandman, foram as duas últimas musicas antes do encore,  que começaria com uma cover de Misfits, Die, Die My Darling, lembrando a caveira que o falecido  Cliff Burton tinha no braço. Para delirio de muitos, os Metallica regressaram às origens,  e tocaram Whiplash, do seu primeiro album (Kill'em All), de 1983. Estava na hora do adeus.  Após cerca de duas horas, e visivelmente satisfeito com o incansável e fiel público português,  James Hetfield pergunta repetidamente "prometem dar o vosso melhor?". A resposta foi unanimemente  afirmativa, e certamente que o público não defraudou as expectativas da banda cantando Seek  And Destroy, que foi, como sempre, o hino que dá por terminado mais um concerto dos americanos  Metallica. Lars Ulrich no final disse "três anos, três concertos. Este foi o melhor!". Os Metallica, mais uma vez, provaram que merecem o incondicional crédito dado pelos seus  seguidores, e que cada vez mais Kirk Hammet vai ganhando a forma que havia perdido durante  a paragem da banda.</p>
<p>Embora o recinto estivesse mais de metade vazio, depressa encheu quando os <strong>Crystal Castles</strong> entraram em palco e começaram a mostrar porque têm tantos fãs em Portugal. A enérgica Alice Glass demonstrou estar em perfeita forma ao correr e saltar pelo palco de holofote em riste, brincando com o mesmo enquanto as luzes do palco produziam um efeito hipnotizante na multidão. Depressa o recinto se transformou numa pista de dança, enquanto o público dançava ao som de temas como <em>Courtship Date</em>. As constantes idas ao palco e os crowdsurfs pelo público garantiram a Alice Glass a melhor performance da noite do palco secundário, que deliciou qualquer pessoa presente na audiência.</p>
<p>O resto da noite ficaria a cargo de <strong>Mr. Mitzuhirato</strong> no Optimus Discos e de <strong>Erol Alkan</strong> no palco Super Bock. A noite foi longa até que o DJ desse por terminado o dia 1 do Alive!</p>
<p>Hoje o dia é iniciado pel’<strong>Os Pontos Negros</strong> e com uma grande expectativa sobre o concerto dos <strong>The Prodigy</strong>, depois da sua actuação no Marés Vivas do ano passado.</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Lamb_of_God_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Machine Head" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Machine_Head_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Mastodon" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Mastodon_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Metallica" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Metallica_01.jpg" /></a></td>
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</tr>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Lamb_of_God_03.jpg" /></a></td>
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<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Metallica" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Metallica_05.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Slipknot" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Slipknot_03.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center"><strong>Dia 10 de Julho</strong></div>
<p>Coube aos americanos <strong>The Gaslight Anthem</strong> inaugurar o segundo dia do festival Optimus Alive! ’09. A música entreteve a audiência cujo número ia aumentando à medida que o tempo passava mas que nunca chegou a atingir os número da noite anterior.</p>
<p>Com o mesmo número de pessoas se compunha o palco Optimus onde actuavam os nacionais <strong>Os Pontos Negros</strong>, a dar uma hipótese aos autores de <em>Magnífico Material Inútil</em> e a reservarem lugar para as restantes bandas. Jónatas Pires e a sua banda tentaram, com um razoável sucesso, animar a plateia. Temas como <em>Conto de Fadas de Sintra a Lisboa </em>e <em>Salomé </em>constaram do repertório, juntamente com alguns antigos, tais como <em>Não sei se Tens o que Quero </em>e<em> Inês. </em></p>
<p>A manter a portugalidade, no Palco Super Bock os <strong>John Is Gone </strong>garantiram energia em palco e conseguiram contagiar os ouvintes do palco secundário. O público foi crescendo e Rui Brito não demonstrou quaisquer sinais de cansaço enquanto corria pelo palco. O público ficou no geral, convencido, e certamente entusiasmado para os concertos seguintes.</p>
<p>Pelas 18h30, no palco principal, começam a ouvir-se os primeiros minutos da música <em>Ladies Night</em>, dos Kool and the Gang. Entram em palco os <strong>Eagles of Death Metal</strong> e Jesse "Boots Electric" Hughes passeia pelo palco, cumprimentando os fãs efusivos. Depois de arranjar o bigode, é tempo para o Rock ‘n Roll.<em> I Only Want You</em> é o tema escolhido para iniciar uma actuação enérgica que contou com entoações por parte do público, bem como inúmeras ovações. Entre músicas, Jesse Hughes fez de árbitro numa competição entre os dois lados da audiência, levando a fazer-se ouvir o público. O momento alto ficou a cargo da conhecida<em> I Want You So Hard (Boy’s Bad News)</em>, num concerto que o próprio vocalista afirmou estar nervoso e por isso pediu desculpa, por tocar perante tão vasta audiência e num sítio tão bonito ao lado da praia, a opor-se à sua última visita em Paredes de Coura de 2006.</p>
<p>Os britânicos <strong>Late of the Pier </strong>garantiram um recinto cheio no palco Super Bock e ovações efusivas quando entraram vestidos em roupas brilhantes e coloridas. O público manifestou o seu apreço na actuação que anunciou o começo de uma grande noite naquele lado do Passeio Marítimo. Temas como <em>Heartbeat </em>puseram o recinto a cantar, dançar e saltar, à medida que o número de espectadores crescia.</p>
<p>Os <strong>The Kooks</strong> eram uma das bandas esperadas neste dia no palco principal. Acarinhados pelos fãs que os receberam entusiasticamente, Luke e os seus colegas souberam estar à altura do desafio. <em>Always Where I Need to Be</em> garantiu uma adesão enérgica por parte do público logo desde o início, seguida de <em>Matchbox </em>que deliciou os fãs mais antigos. Luke fez questão de treinar o seu português e cumprimentou os fãs que responderam em uníssono. <em>Sway </em>proporcionou um dos momentos altos, bem como os outros singles do último albúm <em>Konk</em>. <em>She Moves in Her Own Way </em>fez o público dançar e <em>Do You Wanna</em> garantiu a dose certa de loucura. Por fim, <em>Stormy Weather </em>e<em> Sofa Song,</em> “coladas”, foram os temas que fecharam a actuação dos The Kooks.</p>
<p><strong>Hadouken! </strong>foi a banda da noite. O recinto do palco Super Bock estava a abarrotar e os mosh pit foram intermináveis. O mesmo sentimento de euforia era partilhado por todos os presentes e a banda foi incansável e demonstrou o seu valor de forma abismal. Os ingleses apresentaram temas novos e tocaram outros do albúm <em>Music For An Accelerated Culture</em>, que fizeram as delícias dos fãs, tais como <em>Declaration Of War</em> e <em>Crank It Up</em>, este último dedicado aos seus amigos Does If Offend You, Yeah?, que lhes seguiriam no alinhamento do palco. A actuação foi fechada pela <em>Leap of Faith.</em> Energia interminável da banda londrina cujo nome é saído do clássico<em> Street Fighter</em> deixou uma opinião mais que positiva.</p>
<p>Embora já estivessem estado presentes na primeira edição do festival, neste mesmo palco, os <strong>Blasted Mechanism</strong> voltaram à edição deste ano com a tour Start to Move, e a mostrar o não-tão-novo líder da banda. Embora Guitshu não possua a mesma energia de Karkov, a banda soube animar o público, como sempre. A começar com <em>Start to Move</em>, os Blasted mostraram um pouco de toda a discografia através de<em> I Believe, Blasted Empire,</em> <em>Sun Goes Down e Battle of Tribes</em>. Garantiram um ambiente de dança em Algés, mais uma vez, e a terminar ouviu-se <em>Karkov</em>, uma das mais conhecidas e mexidas músicas da segunda banda mais mascarada desta edição do Festival Optimus Alive.</p>
<p>O desafio de alcançar o mesmo nível da actuação dos Hadouken estava lançado. E <strong>Does It Offend You, Yeah?</strong> souberam estar à altura. Temas como <em>With a Heavy Heart (I Regret to Inform You) </em>proporcionaram o clima para os <em>mosh pit</em> e uma euforia contagiante que se fez sentir no recinto e apelou a cada vez mais ouvintes. <em>Battle Royale </em>e <em>Being Bad Feels Pretty Good </em>fizeram ainda parte de um repertório onde a falta de <em>Let’s Make Out </em>se fez sentir. Foram os Hadouken! e Does It Offend You, Yeah? as bandas que dominaram a noite no Passeio Marítimo de Algés.</p>
<p>Os muitos aguardados <strong>Placebo </strong>entraram em palco perante uma legião de fãs entusiasmados e ansiosos por ver a actuação. <em>Kitty Litter</em>, um tema do novo albúm<em> Battle for the Sun</em> foi o primeiro a ser tocado, seguido de Ashtray Heart. Algo frio e distante, Brian Molko cumprimentou os seus irmãos e irmãs, “children of Portugal”. Depois de batalharem pelo Sol, os Placebo apresentaram o novo single que já passa na TV, <em>For What It’s Worth</em>. Temas como<em> Follow the Cops Back Home</em> e <em>Special Needs</em> atenuaram a euforia por que tanto os fãs ansiavam mas que nunca realmente chegou. As entoações em uníssono fizeram-se ouvir em <em>Special K </em>e <em>Meds</em>, antes de <em>Song to Say Goodbye </em>que levou a banda para o encore.<em> Infra Red</em> e <em>The Bitter End</em> foram os temas que se seguiram antes da final<em> Taste in Men</em>, que fechou uma actuação aquem das expectativas.</p>
<p>O calor ainda se fazia sentir no palco Super Bock quando os americanos <strong>Fischerspooner </strong>chegaram, com o excêntrico Spooner atrás de dois espelhos e com um chapéu-candeeiro que iluminava a maquilhagem. Entre mudas de roupa e coreografias fascinantes, a música proporcionou momentos de dança bem agradáveis e temas como<em> Happy, Get Confused, Money Can’t Dance</em> e <em>Never Win</em> fizeram parte da setlist. A actuação terminou numa coreografia que fora previamente escolhida como última cena a ser filmada para o novo vídeo. Para garantir que tudo estava perfeito, Casey Spooner recomeçou a coreografia depois de se ter enganado num passo. Dedicou esta última actuação a Michael Jackson e aos altos e baixos da vida de artista. A despedida veio sob a forma de vénias, quer da banda, quer do público; nas palavras do próprio Casey Spooner, «This is what we call showbusiness».</p>
<p>Os <strong>The Prodigy</strong> fizeram outra das delícias da noite. Já se esperava um grande concerto, mas apesar disso a actuação não superou a sua última vinda ao nosso país. Deu-se início a um espectáculo de luzes com<em> World’s on Fire </em>e o público estava claramente em êxtase. Seguiu-se<em> Breathe </em>e <em>Omen</em>, os britânicos Keith Flint e Max Reality corriam, incansáveis pelo palco. Entre muitas outras ouviu-se <em>Run with the Wolves</em> e a antiga <em>Voodoo People</em>. O ambiente de dança foi constante, os Prodigy são bem conhecidos pela sua música enérgica, nunca deixando os seus concertos cair na moleza de balada ou algo semelhante.    De volta a um <em>encore</em>, deram-nos<em> Invaders Must Die </em>do álbum homónimo, seguida de <em>Smack My Bitch Up</em>, bem como <em>Take Me To The Hospital</em>, frase escrita no computador do teclista Liam Howlett.</p>
<p>Foi uma audiência crescente com o fecho do Palco Optimus que apladiu os <strong>The Ting Tings</strong>, quando estes entraram em palco. Jules começou a tocar os primeiros acordes de <em>We Walk</em>, ao som da qual Katie entrou de seguida. <em>Great Dj </em>espalhou a euforia pela audiência, que saltou e dançou até à exaustão, enquanto entoava as letras. Katie pega numa folha A4 e lê num português muito arcaico: "Olá, obrigado por me receberem, gosto muito de estar aqui, o meu português é uma m*r*a" e seguiu-se mais música. <em>Be the One</em> foi carinhosamente acolhida pelo público, bem como a esperada <em>Shut Up and Let Me Go</em>. Jules ficou em palco sozinho e pôs a tocar a banda sonora de <em>Ghostbusters </em>para delírio do público, que recebeu de volta Katie que cantou<em> Impacilla Carpisung</em>. O fecho da actuação esteve a cargo da <em>That’s Not My Name</em>, exemplarmente entoada pelos incansáveis fãs. Uma actuação marcada pelo histerismo, tanto em palco como no público e pela energia contagiante de Katie, que dançou noite fora. Ficou no ar uma quase promessa de um regresso breve a Portugal.</p>
<p>Coube a <strong>Zombie Nation</strong> o desfecho da noite no segundo dia do Optimus Alive! ’09, que garantiu o ambiente de disco no palco Super Bock até tarde.</p>
<p>Para hoje aguardam-se <strong>Dave Matthews Band</strong> e <strong>The Black Eyed Peas</strong> entre outros sons.</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Blasted_Mechanism_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Placebo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Placebo_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Kooks_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Ting Tings" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Ting_Tings_01.jpg" /></a></td>
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</tr>
<tr style="text-align: left">
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<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Ting Tings" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Ting_Tings_02.jpg" /></a></td>
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</tr>
</tbody>
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<div style="text-align: center"><strong>Dia 11 de Julho</strong></div>
<p>No último dia do festival, foram os<strong> X-Wife</strong> a abrir o palco Super Bock. À medida que o recinto ia enchendo, os portugueses tocaram faixas conhecidas como <em>Ping Pong </em>e <em>On the Radio</em>, animando os ouvintes presentes que entoavam as faixas em conjunto. Cantaram ainda o segundo single do novo albúm, a faixa <em>Firework</em>.</p>
<p>No palco principal, o primeiro a actuar foi outro músico nacional. Mesmo perante um recinto pouco cheio e ainda menos animado, <strong>Boss AC</strong> fez tudo para espalhar a boa onda, desde desfiles a mostrar o novo <em>outfit </em>a expressões de incitação a ovações. Cantou músicas do seu novo albúm, <em>Preto no Branco</em>, como <em>A Boca Diz o Que Quer</em> e também as mais antigas, de entre as quais, <em>Boa Vibe, Hip Hop (Sou Eu e És Tu)</em> e, claro, <em>Baza Baza</em>.</p>
<p>Os britânicos <strong>A Silent Film</strong> eram esperados no palco Super Bock por uma audiência já mais abundante e que foi crescendo. <em>Thirteen Times the Strength</em> foi o tema escolhido para abrir. Robert Stevenson cumprimentou os espectadores e apresentou a banda em português, antes de cantarem os temas <em>Julie June</em> e<em> Sleeping Pills</em>, que bem demonstraram o talento da banda. Os fãs tiveram ainda a honra de conhecer um tema fresquinho, <em>Firefly</em>. Depois de um tema interpretado apenas pelo vocalista ao piano, chegou a esperada <em>You Will Leave a Mark</em>, que foi entoada em uníssono pelos fãs. Uma banda a seguir no futuro, sem dúvida.</p>
<p>Enquanto isso,  o novo palco Optimus Discos recebia os <strong>Olive Tree Dance</strong> perante um público bem disposto que rapidamente aderiu aos sons da banda. Com instrumentos que incluíam o didgeridoo, os portuenses souberam espalhar o som da sua “world music”, espalhando o sentimento de “good feeling” que iria marcar o terceiro e último dia do festival.</p>
<p>A afro-alemâ <strong>Ayo </strong>entrou em palco por voltas das 19 horas, grata por estar pela primeira vez no nosso país. Veio juntar-se a um cartaz bem disposto e espalhou boa disposição por todo o recinto do Alive!. À medida que o número de espectadores ia crescendo, a cantora apresentou temas como <em>Get Out of My Way </em>sem nunca tirar um enorme sorriso da cara.</p>
<p><strong>Los Campesinos! </strong>eram uma das bandas mais aguardadas do último dia do Optimus Alive!. A banda do País de Gales entrou em palco carinhosamente acolhida pelos fãs que demonstraram o seu apreço através de danças e entoações das músicas tocadas. Gareth pediu desculpas por não saber falar grande coisa em português, mas redimiu-se com uma excelente actuação que incluiu <em>crowdsurfing </em>no público, correrias pelo palco e uma subida às colunas do palco, seguida de um salto. O tema <em>Death to Los Campesinos!,</em> recentemente escolhido para um anúncio da Super Bock, foi entoado em uníssono e Gareth brindou “Cheers!” entre cada refrão, contagiando todos com a sua boa disposição. <em>My Year in Lists</em> fez também parte do repertório, seguido de<em> You! Me! Dancing!</em>, que garantiu dança e energia pelo recinto. Antes dos dois temas finais, Gareth falou em Cristiano Ronaldo e disse ser fã do SLBenfica, levando a maioria do recinto a uma ovação efusiva. O tema <em>Sweet Dreams, Sweet Cheeks</em> foi o final perfeito, repleto de <em>crowdsurfing </em>por parte de alguns membros da banda.</p>
<p>Enquanto o recinto do palco principal ia enchendo, <strong>Chris Cornell </strong>entrou em cena para demonstrar o que consegue fazer a solo. A sua actuação incluiu, contudo, vários temas de Audioslave e Soundgarden. Para intro, escolheram <em>Black Hole Sun</em> em violino, e que o público entoava enquanto os músicos ainda não entravam em palco. Temas como <em>Show Me How to Live</em> de Audioslave e <em>Black Hole Sun </em>e <em>Spoonman </em>dos Soundgarden, levaram os fãs mais antigos à emoção. Um Chris Cornell já fora da época do grunge, mas ainda a saber dominar um palco à moda antiga.</p>
<p>Foi um recinto mais vazio que recebeu os nova-iorquinos <strong>Trouble Andrew</strong>. Com uma personagem algo estranha em palco, de máscara de caveira e um par de óculos anormalmente grandes que eram oferecidos à entrada do recinto do festival, este membro segurava uma buzina que apitava no final de cada tema. Embora algo céptico ao início, o público acabou por se deixar levar e entrar no espírito da banda.</p>
<p>O recinto do palco Optimus Discos não chegou para albergar todos os fãs de<strong> Linda Martini </strong>que para lá se dirigiram para assistir à actuação da banda. Hélio pediu um palco maior e os fãs entoaram em uníssono os temas que foram tocados daquela maneira hipnotizante a que a banda nos têm habituado. Temas como<em> Lição de Voo nº 1 </em>e <em>O Amor é Não Haver Polícia</em> foram alguns dos temas com que presentearam os seguidores de uma das bandas nacionais de renome do momento.</p>
<p>Foi um palco brutal que acolheu os tão esperados <strong>The Black Eyed Peas</strong>. Com uma plataforma altíssima para os Dj’s e robots insufláveis de ambos os lados do palco, a banda entrou em cena com o tema Let’s Get It Started, que prometeu animação para a actuação. <em>Don’t Phunk With My Heart </em>e <em>Shut Up</em> seguiram-se, fielmente entoadas pelos fãs. Fergie foi a rainha do palco e até cantou sozinha um dos seus singles a solo, <em>Big Girls Don’t Cry</em>, levando alguns membros do público a emocionarem-se. Apresentaram ainda temas do novo álbum, de entre os quais o single <em>Bom Bom Pow</em>, numa actuação enérgica que agradou a todos os espectadores.</p>
<p>Os britânicos <strong>Autokratz </strong>trouxeram uma música electrónica independente que atraíu alguns ouvintes. Proporcionaram momentos de dança e um ambiente mais disco até à entrada da sueca<strong> Lykke Li</strong>, outro nome aguardado na edição deste ano do festival. O recinto foi enchendo e a cantora foi carinhosamente acolhida por um público efusivo que dançou e cantou os temas apresentados.<em> Dance Dance Dance</em> abriu a actuação, prometendo energia. Temas como<em> I’m Good, I’m Gone </em>e<em> Little Bit </em>foram os pontos mais altos, num concerto que incluiu ainda uma cover fenomenal do fantástico tema <em>Knocked Up</em> dos Kings Of Leon. <em>Hanging High</em> atenuou a euforia e Complaint Department levou a multidão à loucura. A sueca deu mostras da sua energia e do seu talento e os fãs aguardam o seu breve regresso.</p>
<p><strong>Dave Matthews Band</strong> foi a banda escolhida para o adeus ao palco Optimus neste ano. Com uma variedade imensa de instrumentos, durante 3 horas, a banda garantiu energia, dança e boa disposição a um recinto cheio. Entre um concerto a cumprir a promessa já sabia de 3 horas, ouviu-se Alligator Pie e solos de saxofone e guitarra dominados por Jeff Coffin e Tim Reynolds. O público estava eufórico deixando a sensação de que foi o toque final adequado para o fecho de mais uma edição do festival.</p>
<p>Os americanos <strong>Ghostland Observatory </strong>trouxeram energia com a sua música electrónica ao palco Super Bock. O público foi reunindo-se e aproveitando os últimos cartuchos do festival enquanto o segundo palco se tornava num espectáculo de laser.</p>
<p>A fechar oficialmente, <strong>Deadmau5 </strong>foi o Dj escolhido. Com a sua máscara remisniscente do Rato Mickey, o Dj apresentou temas a incluirem Daft Punk, Fat Boy Slim e Does It Offend You, Yeah?, enquanto o recinto enchia e a energia se espalhava e estendia noite fora, mesmo após três dias exaustivos. No final, arrumava-se o material do Dj e o público une-se numa ovação gigante para o trazer de volta. Mais duas músicas, e estava na hora de abandonar a dança.</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Chris Cornell" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Chris_Cornell_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Dave Matthews Band" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Dave_Matthews_Band_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Black Eyed Peas" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_The_Black_Eyed_Peas_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Ayo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Ayo_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Los_Campesinos_03.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: left">
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<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Dave Matthews Band" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Dave_Matthews_Band_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Black Eyed Peas" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_The_Black_Eyed_Peas_06.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Ayo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Ayo_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Los_Campesinos_05.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
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<div style="text-align: justify">Em balanço desta edição, contou-se com a presença de mais de 100 mil pessoas, de entre os quais cerca de 6 mil estrangeiros, a assistir a 3 dias mágicos como o Alive! já nos vem habituando desde há dois anos. As datas para o próximo ano já são conhecidas: <strong>8, 9 e 10 de Julho</strong>, no mesmo sítio, possivelmente à mesma hora. Até lá.</div>
<div style="text-align: right">
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<strong>Texto</strong>: Rita Trindade <strong>&#38;</strong> Raquel Silva <br /></div>
<div style="text-align: right"><strong>Foto</strong>: Raquel Silva <br /></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>Reportagem Optimus Alive!09 -<a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"> </a><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 9) </a>| <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 10) </a>| <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 11)</a><br /></strong></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Dia 9 de Julho</strong></p>
<p>Chega finalmente o primeiro dia de um dos festivais mais esperados deste ano – o <strong>Optimus Alive! </strong> Aparte de algum atraso com as entradas, o evento apresenta-se com melhores condições tanto a nível de infra-estruturas como a nível de organização. Aqueles que conheciam o Alive! com dois palcos, passaram a vê-lo com mais um – o Optimus Discos - com bandas nacionais, e as tradicionais pulseiras cor de laranja são substituídas por pulseiras negras de pano. Não terá sido propositadamente que a organização fez combinar as pulseiras com a roupa da maior parte dos festivaleiros. O primeiro dia, - dedicado, no Palco Optimus, ao heavy metal americano, e no Palco Super Bock a um estilo mais alternativo maioritariamente inglês - contou com a presença de cerca de 40 mil pessoas.</p>
<p>As honras de abertura do festival, além da banda sob o pórtico de entrada, foi d’<strong>Os Golpes</strong>. Sob um sol abrasador, muitos refugiaram-se na sombra do palco Super Bock a ouvir a primeira banda que tocou, enquanto outros marcavam já o seu lugar no palco principal. Após a primeira música, que foi apenas instrumental – Cruz Vermelha -, fazendo as delícias dos observadores, o vocalista Manuel Fúria dos Golpes gritou ao público: “Só temos 40 minutos para mostrar o que valemos, por isso aqui vai!”, prometendo apresentar o melhor da banda no palco. A apresentação do albúm fresquinho <em>Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco </em>foi uma escolha acertada para a inauguração da edição deste ano do festival.</p>
<p>Meia hora passada sob o corte da fita inaugural, abre-se o Palco Optimus para todos aqueles que desde cedo marcavam lugar para os grandes nomes que se viriam a apresentar mais tarde. Foi um recinto já bastante cheio que acolheu os nacionais <strong>RAMP</strong>, com coros que gritavam “Portugal” a fazerem-se ouvir no Passeio Marítimo de Algés. A banda deu provas do seu talento, deixando o público orgulhoso do rock nacional, chamando cada vez mais ouvintes. As faixas do mais recente <em>Visions </em>como <em>Blind Enchantement</em> e <em>The Cold</em>, fizeram parte do repertório que fez as delícias dos fãs.</p>
<p>Apesar de curto, o concerto dos metaleiros nacionais ainda se sobrepôs aos <strong>Silversun Pickups</strong>. Não foi razão, contudo, para que o tapete verde em frente ao Palco Super Bock estivesse vazio, antes pelo contrário. Os californianos também conhecidos como SSPU, entraram em palco, efusivamente aplaudidos pela audiência. Para quem conhecia, a actuação esteve um quanto aquem das expectativas elevadas pela qualidade dos albuns, mas para os mais novos nestas andanças, a banda não desiludiu e deu um espectáculo digno de ser presenciado. Mesmo depois de um salto para o chão diante do público menos gracioso, o vocalista Brian Aubert fez questão de puxar pelo público português, que dançou e entoou alguns temas em uníssono. Um dos exemplos foi o tema <em>Growing Old is Getting Old</em>. A banda mostrou ser bem disposta e de uma alegria em palco contagiante.</p>
<p>Enquanto isto, entravam os <strong>Mastodon </strong>em palco. Um dos nomes mais aguardados deste dia, não destoando do resto do cartaz do palco principal, a banda norte-americana esteve à altura do público português, que agradeceu com entoações em conjunto, mosh-pits e uma energia um pouco suprimida.    Ao contrário do que era esperado pelos fãs, que em busca de semelhanças com setlists dos últimos concertos em que os Mastodon tocaram o último <em>Crack the Skye </em>na íntegra, desta vez a banda que nos visitou pela última vez há dois anos no Super Bock Super Rock, presenteou-nos com uma setlist mais diversificada. Ouviu-se <em>Oblivion </em>a abrir, sim, ma seguiu-se imediatamente de<em> The Wolf is Loose</em> e<em> Crystal Skull </em>do Blood Mountain de 2006 e <em>Blood & Thunder de Leviathan</em>. A par destas, também <em>The Czar</em> e<em> Crack the Skye</em> fizeram parte da lista de músicas que levou o público a um rubro algo tímido.</p>
<p>Os <strong>Mazgani </strong>ficam encarregues da abertura do terceiro e novo palco – Optimus Discos, colocado entre os dois palcos primórdios. Apesar de não ter uma audiência muito vasta, a banda conseguiu agradar a quem aprecia música mais calma e alternativa à que se ouvia nos outros palcos.</p>
<p>Mesmo 15 minutos atrasados, os <strong>Delphic </strong>conseguiram deliciar o público com a sua música electrónica e energia contagiantes. Mesmo perante um recinto ligeiramente mais vazio que na banda anterior, os Delphic tocaram músicas sucessivamente mais e mais animadas, puxando pelo público que agradeceu o momento de dança. No final do concerto, a banda actualizou a sua página oficial no Twitter, a agradecer aos fãs lusos.</p>
<p>O festival divide entre todos os palcos bandas igualmente boas, ainda que de estilos distintos.                    Os <strong>Lamb of God</strong> prometiam agitação no palco principal e não faltaram às expectativas. Perante uma audiência animada em que os moshs eram mais que muitos, espalhando-se pelo recinto, conseguiram que todo o público aderisse e se deixasse levar pelos acordes das músicas, causando momentos de pura loucura. O recinto ia enchendo à medida que o tempo passava, demonstrando o quão incansáveis são os seus fãs.</p>
<p>De volta ao mais recente filho do Optimus Alive!, no palco Optimus Discos os <strong>The Bombazines</strong> deram mostras do seu talento. Com uma postura enérgica e incansável em palco, a voz de Marta Ren encheu o recinto, enquanto Rui Silva “Gon” deambulava pelo palco levantando a camisola inúmeras vezes e tentando levar os espectadores a dançar. O tema <em>This Song is for Tomorrow</em> foi um dos picos do concerto, bem como o “número” especial do baixo, juntamento com os teclados e a programação. Um orgulho nacional que deixou a sua marca bem patente nesta edição do festival.</p>
<p>Os<strong> Air Traffic </strong>foram carinhosamente recebidos pelo público português, que demonstrou o seu apreço pela banda com uma adesão sem igual ao concerto. Os membros da banda mostraram-se simpáticos e o baterista fez questão de tirar fotos ao público no final do concerto. Depois desta actuação, o público ficou com apetite e curiosidade para ver mais desta banda que promete elevar ainda mais o seu nível.</p>
<p>O público português e os fãs de<strong> Machine Head</strong> tiveram o privilégio de assitir a uma performance de alta qualidade por parte da banda. Constantemente a puxar pela audiência e a chamar por Lisboa, a banda deu mostras do seu apreço pelos fãs que não desiludiram na adesão ao concerto. Tocaram temas recentes, bem como alguns antigos. Do primeiro albúm<em> Burn My Eyes</em>, como é caso disso o tema <em>Old </em>e <em>Davidian </em>(com a qual encerraram o concerto). Além destas contou-se com uma fileira de 3 músicas – <em>Imperium</em>, <em>10 Ton </em>e<em> Beautiful</em> que deliciaram os fãs que à medida que o tempo passava, pareciam mais felizes. Perto do final do concerto, a mãe do baixista Adam Duce foi chamada ao palco, apresentada pelo vocalista Robb Flynn como sendo lusitana de sangue, e presente pela primeira vez no nosso país.</p>
<p>À medida que o Sol se punha, o palco Super Bock enchia cada vez mais, pelo que acolheu calorosamente os <strong>TV on the Radio</strong>, que proporcionaram um concerto digno de palco maior, como haviam feito anteriormente por terras nacionais. A energia da banda norte-americana contagiou o ar no Optimus Alive! e deu ares da sua graça em temas como <em>Red Dress</em> e outros singles que foram entoados em conjunto com os ávidos fãs, tendo alguns sido inclusive dedicados a Lisboa.</p>
<p>A caminho do Palco Optimus, encarávamos os <strong>The Vicious Five</strong>, prontos a fazerem a casa mexer, que aproveitavam, segundo o vocalista, o momento de silêncio que vinha do palco maior para começarem a festa.</p>
<p>Num saltitar constante de palco em palco, voltamos à aparentemente maior concentração de todo o festival – os <strong>Slipknot </strong>entram em palco ostentanto as suas máscaras. Com uma pequena reprodução se um vídeo do <em>far oeste</em> acompanhado de uma introdução para <em>Sic</em>, a banda de Corey Taylor faz explodir a multidão com <em>Eyeless </em>e <em>Wait and Bleed </em>quase a abrir o concerto.  Com a ajuda do público, a banda de Iowa vê-se perante milhares de pessoas a cantarem <em>Before I Forget </em>e<em> Sulfur</em>.    A trágica morte de um familiar impediu o percussionista Chris Fehn de se juntar à banda para o concerto no Alive!. O seu lugar foi assumido, assim, pelo rodopiante Shawn "Clown" Crahan que largava as suas “latas” na plataforma elevada para ir até ao outro lado do palco fazer a vez do ostentador da máscara de nariz comprido. Em honra de Chris, cantou-se <em>Dead Memories</em> num tom quase comovente, seguida de <em>Disasterpiece</em>. De volta do mais recente <em>All Hope is Gone</em>, era quase arrepiante ver a colaboração gigantesca do público que saltava ao som de <em>Psychosocial</em>. Ficava por aqui a viagem ao álbum de 2008 e iniciava-se um gigante arrepio com <em>Duality</em> e <em>People = Shit</em>. A encerrar o concerto, os Slipknot deram-nos aquela que é uma das músicas favoritas dos portugueses – <em>Spit it Out</em>, antecedida pela não menos contagiante <em>Surfacing</em>.</p>
<p>De regresso ao local onde tínhamos visto pela última vez os The Vicious Five, está agora <strong>Nuno Lopes</strong>, integrante da série Os Contemporâneos, que dá início ao uso dos pratos.</p>
<p>Ao mesmo tempo que decorria o espectáculo de máscaras, subiam ao palco do lado oposto os <strong>Klaxons</strong>, a fazer rebentar o espaço pelas costuras. A banda que volta a Portugal 2 anos depois da sua actuação no festival Super Bock Super Rock de 2007, abre a sua actuação com <em>Atlantis to Interzone</em> foi a escolha perfeita para a abertura do que prometia ser um concerto memorável. O público entoou na perfeição temas como <em>Totem on the Timeline </em>ou <em>Golden Skans.</em> Aos primeiros acordes da <em>Gravity’s Rainbow</em>, os fãs mostraram o quanto ansiavam por este concerto, cantando cada parte da música enquanto dançavam noite fora. O tema <em>Not Over Yet</em> foi outro bem acolhido pelo público, embora a música que obteve mais adesão tenha sido a <em>Magick</em>. Jamie Reynolds fez excursões ao público, mas mesmo apesar disso, o concerto não superou o seu antecedente que tinha deixado grandes expectativas neste retorno.</p>
<p>Passado um ano, o quarteto de S. Francisco estava de volta, ao som de Ecstasy Of Gold de Ennio  Morricone como já é tradição. À semelhança do concerto de há cinco anos, os <strong>Metallica</strong> abriram  com Blackened do épico ...And Justice For All, conquistando de imediato os cerca de 40.000  presentes no recinto. For Whom The Bell Tolls foi o tema seguinte, e apesar de cativar sempre  os mais devotos, faz sempre com que os mais nostálgicos fãs da banda recordem com saudade a  forma como o ex-baixista Jason Newstead introduzia a música ao vivo. Holier Than Thou, do Black  Album continuou a pôr à prova as memórias e vozes do público, que respondeu sempre à altura, para  depois se ouvir um tema, que nas palavras do próprio James Hetfield "deverá ser especial  para todos" (Lepper Messiah), e a balada Fade To Black. Mas, os Metallica estavam em Portugal  para apresentar o recente Death Magnetic, e Hetfield fez questão de salientar que "o que importa  não é o passado, não é o futuro, mas sim o presente", para tocar Broken, Beat & Scarred e Cyanide. Ficou desde logo provado, que os Metallica estão de volta também do ponto de vista criativo, e que o novo album resulta bem ao vivo. Terminado o "teste" das novas músicas, James rapidamente pôs o público português a cantar o refrão de Sad But True, antes de eles próprios começarem a tocar. Como sempre, antes de One, há um espectáculo de pirotecnia no palco, que culmina com o lançar de fogo de artificio, para que James Hetfield possa dar inicio ao tema que em 1988 deu origem ao primeiro videoclip da banda. Após estes dois clássicos, voltamos a ouvir um par de músicas do album Death Magnetic, justamente os dois singles, All Nightmare Long e The Day That Never Comes. Este último a cativar mesmo os seguidores mais recentes dos Metallica. Como não podia deixar de ser, estava na altura de tocar Master Of Puppets, na qual, como já é hábito, o vocalista deixa o público cantar alguns versos. A fasquia estava alta, e os Metallica não desiludiram, disparando a explosiva Fight Fire With Fire, que teve direito a mais  pirotecnia. Nothing Else Matters e Enter Sandman, foram as duas últimas musicas antes do encore,  que começaria com uma cover de Misfits, Die, Die My Darling, lembrando a caveira que o falecido  Cliff Burton tinha no braço. Para delirio de muitos, os Metallica regressaram às origens,  e tocaram Whiplash, do seu primeiro album (Kill'em All), de 1983. Estava na hora do adeus.  Após cerca de duas horas, e visivelmente satisfeito com o incansável e fiel público português,  James Hetfield pergunta repetidamente "prometem dar o vosso melhor?". A resposta foi unanimemente  afirmativa, e certamente que o público não defraudou as expectativas da banda cantando Seek  And Destroy, que foi, como sempre, o hino que dá por terminado mais um concerto dos americanos  Metallica. Lars Ulrich no final disse "três anos, três concertos. Este foi o melhor!". Os Metallica, mais uma vez, provaram que merecem o incondicional crédito dado pelos seus  seguidores, e que cada vez mais Kirk Hammet vai ganhando a forma que havia perdido durante  a paragem da banda.</p>
<p>Embora o recinto estivesse mais de metade vazio, depressa encheu quando os <strong>Crystal Castles</strong> entraram em palco e começaram a mostrar porque têm tantos fãs em Portugal. A enérgica Alice Glass demonstrou estar em perfeita forma ao correr e saltar pelo palco de holofote em riste, brincando com o mesmo enquanto as luzes do palco produziam um efeito hipnotizante na multidão. Depressa o recinto se transformou numa pista de dança, enquanto o público dançava ao som de temas como <em>Courtship Date</em>. As constantes idas ao palco e os crowdsurfs pelo público garantiram a Alice Glass a melhor performance da noite do palco secundário, que deliciou qualquer pessoa presente na audiência.</p>
<p>O resto da noite ficaria a cargo de <strong>Mr. Mitzuhirato</strong> no Optimus Discos e de <strong>Erol Alkan</strong> no palco Super Bock. A noite foi longa até que o DJ desse por terminado o dia 1 do Alive!</p>
<p>Hoje o dia é iniciado pel’<strong>Os Pontos Negros</strong> e com uma grande expectativa sobre o concerto dos <strong>The Prodigy</strong>, depois da sua actuação no Marés Vivas do ano passado.</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Lamb_of_God_01.jpg" /></a></td>
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</tr>
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<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Slipknot" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Slipknot_03.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center;"><strong>Dia 10 de Julho</strong></div>
<p>Coube aos americanos <strong>The Gaslight Anthem</strong> inaugurar o segundo dia do festival Optimus Alive! ’09. A música entreteve a audiência cujo número ia aumentando à medida que o tempo passava mas que nunca chegou a atingir os número da noite anterior.</p>
<p>Com o mesmo número de pessoas se compunha o palco Optimus onde actuavam os nacionais <strong>Os Pontos Negros</strong>, a dar uma hipótese aos autores de <em>Magnífico Material Inútil</em> e a reservarem lugar para as restantes bandas. Jónatas Pires e a sua banda tentaram, com um razoável sucesso, animar a plateia. Temas como <em>Conto de Fadas de Sintra a Lisboa </em>e <em>Salomé </em>constaram do repertório, juntamente com alguns antigos, tais como <em>Não sei se Tens o que Quero </em>e<em> Inês. </em></p>
<p>A manter a portugalidade, no Palco Super Bock os <strong>John Is Gone </strong>garantiram energia em palco e conseguiram contagiar os ouvintes do palco secundário. O público foi crescendo e Rui Brito não demonstrou quaisquer sinais de cansaço enquanto corria pelo palco. O público ficou no geral, convencido, e certamente entusiasmado para os concertos seguintes.</p>
<p>Pelas 18h30, no palco principal, começam a ouvir-se os primeiros minutos da música <em>Ladies Night</em>, dos Kool and the Gang. Entram em palco os <strong>Eagles of Death Metal</strong> e Jesse "Boots Electric" Hughes passeia pelo palco, cumprimentando os fãs efusivos. Depois de arranjar o bigode, é tempo para o Rock ‘n Roll.<em> I Only Want You</em> é o tema escolhido para iniciar uma actuação enérgica que contou com entoações por parte do público, bem como inúmeras ovações. Entre músicas, Jesse Hughes fez de árbitro numa competição entre os dois lados da audiência, levando a fazer-se ouvir o público. O momento alto ficou a cargo da conhecida<em> I Want You So Hard (Boy’s Bad News)</em>, num concerto que o próprio vocalista afirmou estar nervoso e por isso pediu desculpa, por tocar perante tão vasta audiência e num sítio tão bonito ao lado da praia, a opor-se à sua última visita em Paredes de Coura de 2006.</p>
<p>Os britânicos <strong>Late of the Pier </strong>garantiram um recinto cheio no palco Super Bock e ovações efusivas quando entraram vestidos em roupas brilhantes e coloridas. O público manifestou o seu apreço na actuação que anunciou o começo de uma grande noite naquele lado do Passeio Marítimo. Temas como <em>Heartbeat </em>puseram o recinto a cantar, dançar e saltar, à medida que o número de espectadores crescia.</p>
<p>Os <strong>The Kooks</strong> eram uma das bandas esperadas neste dia no palco principal. Acarinhados pelos fãs que os receberam entusiasticamente, Luke e os seus colegas souberam estar à altura do desafio. <em>Always Where I Need to Be</em> garantiu uma adesão enérgica por parte do público logo desde o início, seguida de <em>Matchbox </em>que deliciou os fãs mais antigos. Luke fez questão de treinar o seu português e cumprimentou os fãs que responderam em uníssono. <em>Sway </em>proporcionou um dos momentos altos, bem como os outros singles do último albúm <em>Konk</em>. <em>She Moves in Her Own Way </em>fez o público dançar e <em>Do You Wanna</em> garantiu a dose certa de loucura. Por fim, <em>Stormy Weather </em>e<em> Sofa Song,</em> “coladas”, foram os temas que fecharam a actuação dos The Kooks.</p>
<p><strong>Hadouken! </strong>foi a banda da noite. O recinto do palco Super Bock estava a abarrotar e os mosh pit foram intermináveis. O mesmo sentimento de euforia era partilhado por todos os presentes e a banda foi incansável e demonstrou o seu valor de forma abismal. Os ingleses apresentaram temas novos e tocaram outros do albúm <em>Music For An Accelerated Culture</em>, que fizeram as delícias dos fãs, tais como <em>Declaration Of War</em> e <em>Crank It Up</em>, este último dedicado aos seus amigos Does If Offend You, Yeah?, que lhes seguiriam no alinhamento do palco. A actuação foi fechada pela <em>Leap of Faith.</em> Energia interminável da banda londrina cujo nome é saído do clássico<em> Street Fighter</em> deixou uma opinião mais que positiva.</p>
<p>Embora já estivessem estado presentes na primeira edição do festival, neste mesmo palco, os <strong>Blasted Mechanism</strong> voltaram à edição deste ano com a tour Start to Move, e a mostrar o não-tão-novo líder da banda. Embora Guitshu não possua a mesma energia de Karkov, a banda soube animar o público, como sempre. A começar com <em>Start to Move</em>, os Blasted mostraram um pouco de toda a discografia através de<em> I Believe, Blasted Empire,</em> <em>Sun Goes Down e Battle of Tribes</em>. Garantiram um ambiente de dança em Algés, mais uma vez, e a terminar ouviu-se <em>Karkov</em>, uma das mais conhecidas e mexidas músicas da segunda banda mais mascarada desta edição do Festival Optimus Alive.</p>
<p>O desafio de alcançar o mesmo nível da actuação dos Hadouken estava lançado. E <strong>Does It Offend You, Yeah?</strong> souberam estar à altura. Temas como <em>With a Heavy Heart (I Regret to Inform You) </em>proporcionaram o clima para os <em>mosh pit</em> e uma euforia contagiante que se fez sentir no recinto e apelou a cada vez mais ouvintes. <em>Battle Royale </em>e <em>Being Bad Feels Pretty Good </em>fizeram ainda parte de um repertório onde a falta de <em>Let’s Make Out </em>se fez sentir. Foram os Hadouken! e Does It Offend You, Yeah? as bandas que dominaram a noite no Passeio Marítimo de Algés.</p>
<p>Os muitos aguardados <strong>Placebo </strong>entraram em palco perante uma legião de fãs entusiasmados e ansiosos por ver a actuação. <em>Kitty Litter</em>, um tema do novo albúm<em> Battle for the Sun</em> foi o primeiro a ser tocado, seguido de Ashtray Heart. Algo frio e distante, Brian Molko cumprimentou os seus irmãos e irmãs, “children of Portugal”. Depois de batalharem pelo Sol, os Placebo apresentaram o novo single que já passa na TV, <em>For What It’s Worth</em>. Temas como<em> Follow the Cops Back Home</em> e <em>Special Needs</em> atenuaram a euforia por que tanto os fãs ansiavam mas que nunca realmente chegou. As entoações em uníssono fizeram-se ouvir em <em>Special K </em>e <em>Meds</em>, antes de <em>Song to Say Goodbye </em>que levou a banda para o encore.<em> Infra Red</em> e <em>The Bitter End</em> foram os temas que se seguiram antes da final<em> Taste in Men</em>, que fechou uma actuação aquem das expectativas.</p>
<p>O calor ainda se fazia sentir no palco Super Bock quando os americanos <strong>Fischerspooner </strong>chegaram, com o excêntrico Spooner atrás de dois espelhos e com um chapéu-candeeiro que iluminava a maquilhagem. Entre mudas de roupa e coreografias fascinantes, a música proporcionou momentos de dança bem agradáveis e temas como<em> Happy, Get Confused, Money Can’t Dance</em> e <em>Never Win</em> fizeram parte da setlist. A actuação terminou numa coreografia que fora previamente escolhida como última cena a ser filmada para o novo vídeo. Para garantir que tudo estava perfeito, Casey Spooner recomeçou a coreografia depois de se ter enganado num passo. Dedicou esta última actuação a Michael Jackson e aos altos e baixos da vida de artista. A despedida veio sob a forma de vénias, quer da banda, quer do público; nas palavras do próprio Casey Spooner, «This is what we call showbusiness».</p>
<p>Os <strong>The Prodigy</strong> fizeram outra das delícias da noite. Já se esperava um grande concerto, mas apesar disso a actuação não superou a sua última vinda ao nosso país. Deu-se início a um espectáculo de luzes com<em> World’s on Fire </em>e o público estava claramente em êxtase. Seguiu-se<em> Breathe </em>e <em>Omen</em>, os britânicos Keith Flint e Max Reality corriam, incansáveis pelo palco. Entre muitas outras ouviu-se <em>Run with the Wolves</em> e a antiga <em>Voodoo People</em>. O ambiente de dança foi constante, os Prodigy são bem conhecidos pela sua música enérgica, nunca deixando os seus concertos cair na moleza de balada ou algo semelhante.    De volta a um <em>encore</em>, deram-nos<em> Invaders Must Die </em>do álbum homónimo, seguida de <em>Smack My Bitch Up</em>, bem como <em>Take Me To The Hospital</em>, frase escrita no computador do teclista Liam Howlett.</p>
<p>Foi uma audiência crescente com o fecho do Palco Optimus que apladiu os <strong>The Ting Tings</strong>, quando estes entraram em palco. Jules começou a tocar os primeiros acordes de <em>We Walk</em>, ao som da qual Katie entrou de seguida. <em>Great Dj </em>espalhou a euforia pela audiência, que saltou e dançou até à exaustão, enquanto entoava as letras. Katie pega numa folha A4 e lê num português muito arcaico: "Olá, obrigado por me receberem, gosto muito de estar aqui, o meu português é uma m*r*a" e seguiu-se mais música. <em>Be the One</em> foi carinhosamente acolhida pelo público, bem como a esperada <em>Shut Up and Let Me Go</em>. Jules ficou em palco sozinho e pôs a tocar a banda sonora de <em>Ghostbusters </em>para delírio do público, que recebeu de volta Katie que cantou<em> Impacilla Carpisung</em>. O fecho da actuação esteve a cargo da <em>That’s Not My Name</em>, exemplarmente entoada pelos incansáveis fãs. Uma actuação marcada pelo histerismo, tanto em palco como no público e pela energia contagiante de Katie, que dançou noite fora. Ficou no ar uma quase promessa de um regresso breve a Portugal.</p>
<p>Coube a <strong>Zombie Nation</strong> o desfecho da noite no segundo dia do Optimus Alive! ’09, que garantiu o ambiente de disco no palco Super Bock até tarde.</p>
<p>Para hoje aguardam-se <strong>Dave Matthews Band</strong> e <strong>The Black Eyed Peas</strong> entre outros sons.</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Blasted_Mechanism_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Placebo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Placebo_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Kooks_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Ting Tings" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Ting_Tings_01.jpg" /></a></td>
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<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Blasted_Mechanism_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Placebo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Placebo_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Kooks_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Ting Tings" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Ting_Tings_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Fischerspooner" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Fischerspooner_03.jpg" /></a></td>
</tr>
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<div style="text-align: center;"><strong>Dia 11 de Julho</strong></div>
<p>No último dia do festival, foram os<strong> X-Wife</strong> a abrir o palco Super Bock. À medida que o recinto ia enchendo, os portugueses tocaram faixas conhecidas como <em>Ping Pong </em>e <em>On the Radio</em>, animando os ouvintes presentes que entoavam as faixas em conjunto. Cantaram ainda o segundo single do novo albúm, a faixa <em>Firework</em>.</p>
<p>No palco principal, o primeiro a actuar foi outro músico nacional. Mesmo perante um recinto pouco cheio e ainda menos animado, <strong>Boss AC</strong> fez tudo para espalhar a boa onda, desde desfiles a mostrar o novo <em>outfit </em>a expressões de incitação a ovações. Cantou músicas do seu novo albúm, <em>Preto no Branco</em>, como <em>A Boca Diz o Que Quer</em> e também as mais antigas, de entre as quais, <em>Boa Vibe, Hip Hop (Sou Eu e És Tu)</em> e, claro, <em>Baza Baza</em>.</p>
<p>Os britânicos <strong>A Silent Film</strong> eram esperados no palco Super Bock por uma audiência já mais abundante e que foi crescendo. <em>Thirteen Times the Strength</em> foi o tema escolhido para abrir. Robert Stevenson cumprimentou os espectadores e apresentou a banda em português, antes de cantarem os temas <em>Julie June</em> e<em> Sleeping Pills</em>, que bem demonstraram o talento da banda. Os fãs tiveram ainda a honra de conhecer um tema fresquinho, <em>Firefly</em>. Depois de um tema interpretado apenas pelo vocalista ao piano, chegou a esperada <em>You Will Leave a Mark</em>, que foi entoada em uníssono pelos fãs. Uma banda a seguir no futuro, sem dúvida.</p>
<p>Enquanto isso,  o novo palco Optimus Discos recebia os <strong>Olive Tree Dance</strong> perante um público bem disposto que rapidamente aderiu aos sons da banda. Com instrumentos que incluíam o didgeridoo, os portuenses souberam espalhar o som da sua “world music”, espalhando o sentimento de “good feeling” que iria marcar o terceiro e último dia do festival.</p>
<p>A afro-alemâ <strong>Ayo </strong>entrou em palco por voltas das 19 horas, grata por estar pela primeira vez no nosso país. Veio juntar-se a um cartaz bem disposto e espalhou boa disposição por todo o recinto do Alive!. À medida que o número de espectadores ia crescendo, a cantora apresentou temas como <em>Get Out of My Way </em>sem nunca tirar um enorme sorriso da cara.</p>
<p><strong>Los Campesinos! </strong>eram uma das bandas mais aguardadas do último dia do Optimus Alive!. A banda do País de Gales entrou em palco carinhosamente acolhida pelos fãs que demonstraram o seu apreço através de danças e entoações das músicas tocadas. Gareth pediu desculpas por não saber falar grande coisa em português, mas redimiu-se com uma excelente actuação que incluiu <em>crowdsurfing </em>no público, correrias pelo palco e uma subida às colunas do palco, seguida de um salto. O tema <em>Death to Los Campesinos!,</em> recentemente escolhido para um anúncio da Super Bock, foi entoado em uníssono e Gareth brindou “Cheers!” entre cada refrão, contagiando todos com a sua boa disposição. <em>My Year in Lists</em> fez também parte do repertório, seguido de<em> You! Me! Dancing!</em>, que garantiu dança e energia pelo recinto. Antes dos dois temas finais, Gareth falou em Cristiano Ronaldo e disse ser fã do SLBenfica, levando a maioria do recinto a uma ovação efusiva. O tema <em>Sweet Dreams, Sweet Cheeks</em> foi o final perfeito, repleto de <em>crowdsurfing </em>por parte de alguns membros da banda.</p>
<p>Enquanto o recinto do palco principal ia enchendo, <strong>Chris Cornell </strong>entrou em cena para demonstrar o que consegue fazer a solo. A sua actuação incluiu, contudo, vários temas de Audioslave e Soundgarden. Para intro, escolheram <em>Black Hole Sun</em> em violino, e que o público entoava enquanto os músicos ainda não entravam em palco. Temas como <em>Show Me How to Live</em> de Audioslave e <em>Black Hole Sun </em>e <em>Spoonman </em>dos Soundgarden, levaram os fãs mais antigos à emoção. Um Chris Cornell já fora da época do grunge, mas ainda a saber dominar um palco à moda antiga.</p>
<p>Foi um recinto mais vazio que recebeu os nova-iorquinos <strong>Trouble Andrew</strong>. Com uma personagem algo estranha em palco, de máscara de caveira e um par de óculos anormalmente grandes que eram oferecidos à entrada do recinto do festival, este membro segurava uma buzina que apitava no final de cada tema. Embora algo céptico ao início, o público acabou por se deixar levar e entrar no espírito da banda.</p>
<p>O recinto do palco Optimus Discos não chegou para albergar todos os fãs de<strong> Linda Martini </strong>que para lá se dirigiram para assistir à actuação da banda. Hélio pediu um palco maior e os fãs entoaram em uníssono os temas que foram tocados daquela maneira hipnotizante a que a banda nos têm habituado. Temas como<em> Lição de Voo nº 1 </em>e <em>O Amor é Não Haver Polícia</em> foram alguns dos temas com que presentearam os seguidores de uma das bandas nacionais de renome do momento.</p>
<p>Foi um palco brutal que acolheu os tão esperados <strong>The Black Eyed Peas</strong>. Com uma plataforma altíssima para os Dj’s e robots insufláveis de ambos os lados do palco, a banda entrou em cena com o tema Let’s Get It Started, que prometeu animação para a actuação. <em>Don’t Phunk With My Heart </em>e <em>Shut Up</em> seguiram-se, fielmente entoadas pelos fãs. Fergie foi a rainha do palco e até cantou sozinha um dos seus singles a solo, <em>Big Girls Don’t Cry</em>, levando alguns membros do público a emocionarem-se. Apresentaram ainda temas do novo álbum, de entre os quais o single <em>Bom Bom Pow</em>, numa actuação enérgica que agradou a todos os espectadores.</p>
<p>Os britânicos <strong>Autokratz </strong>trouxeram uma música electrónica independente que atraíu alguns ouvintes. Proporcionaram momentos de dança e um ambiente mais disco até à entrada da sueca<strong> Lykke Li</strong>, outro nome aguardado na edição deste ano do festival. O recinto foi enchendo e a cantora foi carinhosamente acolhida por um público efusivo que dançou e cantou os temas apresentados.<em> Dance Dance Dance</em> abriu a actuação, prometendo energia. Temas como<em> I’m Good, I’m Gone </em>e<em> Little Bit </em>foram os pontos mais altos, num concerto que incluiu ainda uma cover fenomenal do fantástico tema <em>Knocked Up</em> dos Kings Of Leon. <em>Hanging High</em> atenuou a euforia e Complaint Department levou a multidão à loucura. A sueca deu mostras da sua energia e do seu talento e os fãs aguardam o seu breve regresso.</p>
<p><strong>Dave Matthews Band</strong> foi a banda escolhida para o adeus ao palco Optimus neste ano. Com uma variedade imensa de instrumentos, durante 3 horas, a banda garantiu energia, dança e boa disposição a um recinto cheio. Entre um concerto a cumprir a promessa já sabia de 3 horas, ouviu-se Alligator Pie e solos de saxofone e guitarra dominados por Jeff Coffin e Tim Reynolds. O público estava eufórico deixando a sensação de que foi o toque final adequado para o fecho de mais uma edição do festival.</p>
<p>Os americanos <strong>Ghostland Observatory </strong>trouxeram energia com a sua música electrónica ao palco Super Bock. O público foi reunindo-se e aproveitando os últimos cartuchos do festival enquanto o segundo palco se tornava num espectáculo de laser.</p>
<p>A fechar oficialmente, <strong>Deadmau5 </strong>foi o Dj escolhido. Com a sua máscara remisniscente do Rato Mickey, o Dj apresentou temas a incluirem Daft Punk, Fat Boy Slim e Does It Offend You, Yeah?, enquanto o recinto enchia e a energia se espalhava e estendia noite fora, mesmo após três dias exaustivos. No final, arrumava-se o material do Dj e o público une-se numa ovação gigante para o trazer de volta. Mais duas músicas, e estava na hora de abandonar a dança.</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
<tr style="text-align: left;">
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<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Chris Cornell" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Chris_Cornell_03.jpg" /></a></td>
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<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Los_Campesinos_05.jpg" /></a></td>
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<div style="text-align: justify;">Em balanço desta edição, contou-se com a presença de mais de 100 mil pessoas, de entre os quais cerca de 6 mil estrangeiros, a assistir a 3 dias mágicos como o Alive! já nos vem habituando desde há dois anos. As datas para o próximo ano já são conhecidas: <strong>8, 9 e 10 de Julho</strong>, no mesmo sítio, possivelmente à mesma hora. Até lá.</div>
<div style="text-align: right;">
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<strong>Texto</strong>: Rita Trindade <strong>&</strong> Raquel Silva <br /></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Foto</strong>: Raquel Silva <br /></div>]]></content:encoded>
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