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Passatempo 1º Aniversário Connect Music
Jan 25th
Sexta dia 5 de Fevereiro a Connect Music celebra o seu primeiro ano de existência e nós temos 5 bilhetes para te oferecer.
A festa vai decorrer no Teatro Sá da Bandeira com um cartaz nacional de luxo.
Sempre na vanguarda nacional, a Connect Music ao longo deste seu primeiro ano conseguiu cimentar a sua presença na produção de eventos relacionados com música electrónica, marcando presença nos eventos mais carismáticos do país (NEOPOP Electronic Music Festival, Richie Hawtin @ Indústria Agrícola, Marco Carola @ Indústria Agrícola, Energie Azurara, Booka Shade @ Act).
A line up do evento conta com:
Área 1
- 02h-03h - Pedro Tabuada
- 03h-04h - Magazino
- 04h-05h - Miguel Rendeiro
- 05h-06h - Frank Maurel
- 06h-07h - Freshkitos
Área 2
- 00h-02h - Overule
- 02h-03h - Rui Estêvão
- 03h-04h - Rita Zukt
- 04h-05h - Nuno Di Rosso
O preço do bilhete é de 8€ na pré-venda e de 12€ no dia do evento. Para além disso, haverá ainda a oferta de uma Vodka até às 03h.
Participa aqui.
Reportagem Isis @ Teatro Sá da Bandeira
Dec 1st
No passado dia 29 de Novembro, o Teatro Sá da Bandeira serviu de palco para um dos concertos mais aguardados dos últimos anos. Os norte-americanos Isis fizeram crescer um burburinho sobre eles próprios no decorrer da última década, atingindo já um estatuto de culto. Não é portanto de estranhar que a sala de espectáculos da baixa portuense tenha ficado muito bem preenchida. Contudo, a abertura do palco coube a dois projectos menos mediáticos, mais propriamente aos finlandeses Circle e aos americanos Keelhaul.
Os Keelhaul entraram em palco por volta das 21h30, e libertaram uma grande descarga de um metal voltado para o stoner e para o progressivo. Actuando durante cerca de 30 minutos, conseguiram captar a atenção das fileiras já presentes no teatro.
Em seguida foi a vez dos finlandeses Circle tomarem de assalto o palco para uma actuação completamente extravagante. Estando a aproximar-se da segunda década de existência, este quarteto apresenta uma actuação planeada e teatral, revelando bastante à-vontade e experiência. Contudo, os seus contornos mais avant-garde e virados para o krautrock e para o progressivo provaram ser um pouco demais para grande parte do público, que não parecia muito satisfeito com o que estava a ver.
Finalmente, a encerrar a noite deu-se o verdadeiro começo. O quinteto californiano que dá pelo nome de Isis entrou no palco de forma humilde e relaxada. A primeira música que se fez ouvir foi a “Hall of The Dead”, que acabou por servir de mote para a apresentação do seu mais recente trabalho, intitulado Wavering Radiant. Seguiram-se então mais seis músicas intensas e avassaladoras, retiradas maioritariamente dos seus últimos dois álbuns. No entanto, o clímax foi atingindo no encore. Começando com “Carry” (do seu já clássico Oceanic) e acabando com uma “Altered Course” extremamente alongada.
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Aaron Turner e companhia despediram-se do palco e de hora e meia que provou ser o suficiente para um dos concertos mais poderosos que se fez sentir nos últimos tempos.









