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Posts tagged Projecto
Mazzy Star no Optimus Alive 2012
Dec 2nd
Os californianos Mazzy Star são a mais recente confirmação do Festival Optimus Alive!12.
O projecto pertencente a Hope Sandoval e David Roback, com actividade marcada nos anos 90, prepara-se agora para lançar um novo álbum depois de uma paragem de mais de uma década, mantendo o espírito do shoegaze e o som sonhador que os caracteriza.
"Fade Into You", rampa do seu sucesso, será com certeza um dos temas a pisar um dos palcos do Optimus Alive 2012, no dia 15 de Julho.
O Festival Optimus Alive 2012 realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de Julho de 2012 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O pack Fã está à venda nas lojas Fnac por 50 Euros (Bilhete 1 dia) ou 99 Euros (Passe 3 dias)
Cartaz Optimus Alive 2012
Reportagem Tom Vek e Old Jerusalem – Jameson Urban Routes 2011
Nov 1st
No quarto e penúltimo dia do destacado Jameson Urban Routes, festival com um cartaz ambicioso, a decorrer no Musicbox que inclui alguns dos mais importantes nomes da nova música de fusão/ urbana e por onde já passaram artistas como Jacques Green, Michachu e Health, foi dia 28 de Outubro, a vez de Thomas Timothy Vernon-Kell ou se preferirem Tom Vek dar vida ao Cais do Sodré com a apresentação do seu último álbum "Leisure Seizure", sucessor de "We Have Sound" do ano de 2005.
Já a primeira parte ficou nas mãos Old Jerusalem, projecto a solo de Francisco Silva que ao longo de 50 minutos deambulou pela sua curta mas aprazível discografia. One man band com uma guitarra acústica foram o suficiente para criar um ambiente modesto e inocente sem ornatos nem enfeites. Um contador de histórias, diz Francisco Silva que fez questão de indicar o príncipio e a matriz de todas as suas canções onde salientou o sexo e frades como é o caso de "Tyndale and Augustines". Old Jerusalem optou por finalizar o seu set com uma composição não da sua autoria mas sim de Francisca Cortesão (Minta) intitulada de "From the Ground".
É, infelizmente de referir que espaço foi tomado por uma sala de convívio por parte do público que não permitiu a apreciação total de um concerto que poderia ter sido tomado em maior consideração.
Seguiu-se Tom Vek fortemente aplaudido pelo público que mostrou o devido reconhecimento da discografia do londrino que pisou pela primeira vez os palcos portugueses. "C-C (You Set Me on Fire)", um dos singles do "We Have Sound" foi a escolhida para abrir um concerto repleto de energia tanto pela parte do público como do palco.
Vek focou o alinhamento no novo album, "Leisure Seizure" revendo algumas do anterior como é o caso da "If You Want" e "I Ain't Saying my Goodbyes" ao apresentar-se num registo impetuoso e dançável que atingiu o seu auge na "Someone Loves You". O ponto alto da noite foi já na expectável "Nothing But Green Lights" que provocou o arrebatamento e extâse pela parte do público.
A interacção na pequena sala do Cais do Sodré entre o artista e o público tornou-se óbvia sempre que Vek gesticulava de uma forma compulsiva e desordenada ao ritmo das suas próprias composições sem esquecer o sorriso na cara.
Para o encerramento de um notável concerto de uma hora, Tom Vek decidiu despedir-se português com "Aroused", num concerto que não deixou ninguém parado.
Ainda a noite não tinha terminado quando Joakim, Dj eclético oriundo de França e Rui Murka, Dj Residente, estimularam a sala para o fim de mais uma noite do Jameson Urban Routes.
D’Bandada Optimus Discos – Porto
Sep 28th

O projecto Optimus Discos vai invadir as ruas do Porto numa noite inédita com actuações de bandas e DJ’s em diversos espaços da zona da Galeria de Paris.
No próximo dia 15 de Outubro, o mote é “D’Bandada Optimus Discos - Bandas por todo o lado”, e a entrada é gratuita.
As bandas e DJ’s, ligadas ao projecto Optimus Discos, vão actuar em 13 espaços da noite e dia da cidade, como a Livraria Lello, o Café Ceuta, a Barbearia “Veneza”, o Plano B, o Café Lusitano e o Armazém do Chá.
O programa desta D’Bandada Optimus Discos conta com artistas provenientes de edições Optimus Discos já conhecidas, como os Linda Martini, Noiserv, Frankie Chavez, Dj Ride, You Can’t Win Charlie Brown, Dealema e de artistas que se preparam para integrar o catálogo da editora, como os The Doups, Nigga Poison e Osso Vaidoso.
O acesso aos concertos, todos gratuitos, é feito por ordem de chegada a cada um dos espaços e até à lotação das salas, sendo que, a todos os fãs que garantirem um lugar ser-lhes-á entregue uma pulseira que dá acesso à festa de encerramento.
Não fiques em casa, aproveita para te divertires com os teus amigos ao som de boa música.
Tenda Electrónica no Super Bock Surf Fest 2011
Jul 12th

Foi hoje conhecido o cartaz da Tenda Electrónica no Super Bock Surf Fest 2011!
No dia 12 de Agosto a animação fica a cargo de John Dimas e Intelectronik, sendo que o primeiro é um dj grego, que mistura techno com sons mais ácidos, e o segundo é o projecto gira-disquista da dupla Pan Sorbe & Senor Pelota.
No dia seguinte, 13 de Agosto, vamos ter Joe Goddard & Owen Clarke (Dj Set) e Vahagn. Joe Goddard & Owen Clarke são os membros do conhecido grupo Hot Chip e vêm a Portugal com a musica de dança, a pop electrónica e clássicos cheios de Groove. Já Vahagn, assumiu o cargo de A&R na Music Mob Records e é o responsável pela edição e divulgação de projectos como Balla ou Tora Tora Big Band.
O Festival Super Bock Surf Fest realiza-se nos dias 12 e 13 de Agosto na Praia do Tonel (Sagres).
Reportagem Two Door Cinema Club – Lisboa
May 27th
No dia 26 de Maio, a TMN inaugurou o Espaço TMN naquele que era o antigo Armazém F, com o projecto “TMN ao Vivo”. Os convidados para a estreia foram os norte-irlandeses Two Door Cinema Club, que nunca tinham estado no nosso país mas já haviam sido confirmados para o festival Paredes de Coura deste ano. Lotação esgotada num recinto agradável, dinâmico e amplo, onde as bebidas fluíam e doces eram servidos.
Pouco passava das 22h30 quando a banda pisou o palco. As pessoas apertavam-se e o ambiente de festa já se fazia sentir antes dos primeiros acordes. A abrir – tal como acontece no álbum de estreia “Tourist History” – esteve “Cigarettes in the Theatre”. Foi fácil perceber que iria ser um concerto memorável através da energia e boa-disposição que todos os membros da banda emanavam. Alex Trimble, vocalista, apresentou a banda e agradeceu a todos os que puderam estar presentes nesta estreia dos Two Door Cinema Club em solo nacional.
Os fãs eram muitos e “Undercover Martyn” levou a multidão ao rubro. De letra bem estudada, o público saltava e dançava, em ambiente de festa. Foram tocados temas mais antigos, tais como “Hands Off My Cash”, “Handshake” e “Costume Party” que, embora não constem do álbum da banda, eram conhecidas de vários fãs presentes na plateia.
Embora pequeno, o palco não criou obstáculos aos músicos, que se mexiam e dançavam ao som das guitarras e sintetizadores característicos dos seus temas. Temas esses, breves e vigorosos, óptimas músicas de Verão, que faziam a delícia de um público maioritariamente jovem e bastante entusiasta. Todos os temas foram recebidos com excitação, uns mais que outros, como foi o caso do single “Something Good Can Work” ou “You’re Not Stubborn”.
Com cocktails a serem servidos aos membros da banda e a prova de que o público estava ali para uma noite inesquecível, não foi difícil atingir um clima de cumplicidade entre a banda e audiência. O facto de o recinto apenas albergar 1150 pessoas contribuiu para o aspecto intimista do evento.
“What You Know”, uma das letras melhor sabidas, antecedeu o encore, durante o qual se ouviu sobretudo “I can talk, I can talk” em gritos da multidão. O público mereceu uma vénia por parte de Alex e “Come Back Home” antecedeu então a aguardada “I Can Talk”. O mesmo tema estará presente em campanhas futuras da TMN. Na despedida, um sentido «obrigado» e um «vemo-nos muito em breve».
Curto, mas enérgico, o concerto de estreia da banda abriu, sem dúvida, um precedente para quem estiver presente também em Paredes de Coura. A presença em palco dos Two Door Cinema Club surpreendeu e o à-vontade com que encararam este novo público foi admirável.
Uma estreia notável do conceito “TMN ao Vivo”, cujos futuros espectáculos se esperam tão bons – ou melhores – que o da inauguração.
Reportagem Swans na Aula Magna
Apr 11th
Swans Are...
Impossível não começar pelo fim. Os Swans que se apresentaram na Aula Magna são o perfeito produto das cinzas. Renascem e alimentam-se delas, para criar novas e abundantes colheitas.
Em inícios de 2010, a frase “Swans Are Not Dead”, publicada no site do grupo, confirmava os rumores de que o hiato artístico decretado há mais de uma década estaria para ser quebrado. Michael Gira, o mentor, não se aborreceu durante esse período. Através da Young God Records, lançou nomes agora quase requentados como Devendra Banhart, Lisa Germano, e Akron / Family, sucumbindo ele próprio aos tentáculos do indie-rock ao encabeçar o projecto Angels of Light.
Mas não terá sido a última passagem de Gira por Lisboa ou Leiria que deixou mais saudades aos seus fãs. Então, como explicar a boa afluência, “em tempo de crise”, numa sala que em breve receberá concertos de Patrick Watson, Aloe Blacc, Tindersticks e PJ Harvey? Mais de metade das cadeiras cheias para assistir ao ressurgimento de uma banda morta e enterrada, vinda confessamente para apresentar um novo álbum que nunca terá rodado mais de duas vezes no iPod da maioria dos presentes?
My Father Will Guide Me Up A Rope To The Sky é o móbil destes novos Swans, que surgem um a um sobre o feedback deixado a soar antes do início do concerto, lentamente, em pegajosas camadas de ruído sobreposto.
Phil Puleo e Thor Harris, a curiosa secção rítmica resgatada aos Angels of Light, são os primeiros a entrar. O primeiro, a personificação ambidestra da compenetração na bateria; o segundo, exuberante, qual divindade Asgardiana a abater a fúria do mjonlir sobre um arsenal de pratos, gongos e carrilhões de orquestra.
Junta-se-lhes a velha guarda, Norman Westberg e Christoph Hahn nas guitarras eléctrica e transversal, estes já veteranos dos tempos áureos dos Swans; e Chris Pravdica no baixo, a comprimir ainda mais o espaço na sala antes da chegada de Gira.
O início com dois temas novos – “No Words/No Thoughts” e “Jim” – não poderia ter soado mais familiar. Estes são os antigos Swans. Os Swans anteriores à elegância de Jarboe, em que Gira surgia em palco apenas com uma toalha enrolada à cintura, a desafiar tudo e todos, lei ou sexo, criatura ou criador. Ou os novos Swans, que já passaram por tudo isso, e que por eles terá também passado uma década mais branda, de menor ou nula ruptura musical, ou de simples revivalismo.
As maratonas do novo disco e mesmo alguns temas inéditos ("Avatar" e "The Apostate") são intercaladas por "I Crawled", de Cop, e "Sex, God, Sex", de Children of God, únicas memórias do passado, com o plangente solilóquio final, "JESUS CHRIST, COME DOWN!" a emudecer a plateia, receosa do aplauso.
É esse o efeito de Gira. Mais do que um maestro, é inflexível na forma como controla as emoções de quem assiste, intimidador ao exigir dos seus músicos os crescendos, suspensões, ou inícios abruptos e sincopados que contribuem para o clima irrespirável por que ficaram conhecidos os seus concertos.
Final e encore com “Eden Prison” e “Little Mouth”, ambas de My Father Will Guide Me Up A Rope To The Sky, com Michael Gira tão vigoroso como no início, um autêntico “Man in Black” que faria Johnny Cash tremer de cagaço e meter a viola no saco.
A banda que em inícios de carreira foi comparada a Howlin’ Wolf, pelo espírito inovador, e que influenciou projectos musicais do pós-rock ao dark ambient, ou mesmo ao sludge, regressou aos palcos para inventar tudo outra vez.
Quem esteve presente poderá pensar que, afinal, tudo pode ter começado aqui.
Festival Musicas do Mundo – Novas Confirmações
Mar 22nd
Foram dados a conhecer novos nomes para o Festival Musicas do Mundo, a decorrer em Sines:
Desert Slide, Mamer, Ayarkhaan e Shunsuke Kimura x Etsuro Ono.
![]()
O projecto "Desert Slide" junta o multifacetado Vishwa Mohan Bhatt e o quinteto cigano The Divana Emsemble. A actuação está marcada para o dia 26 de Julho, no Castelo de Sines.
Já o chinês Mamer vem a Portugal, depois de ter estado para actuar no FMM2009, para mostrar o seu album "Eagle", que conbina elementos tradicionais, folk e rock. A actuação está marcada para o dia 23 de Julho, no Castelo de Sines.
O trio feminino Ayarkhaan vem directamente da Russia para actuar no dia 29 de Julho. As três cantoras de "khomus" utilizam um estilo gutural "d`ieretii", utilizado em coros russos e bulgaros.
Finalmente, os japoneses Shunsuke Kimura x Etsuro Ono explora as qualidades do “Tsugaru Shamisen”, um estilo virtuoso, com forte componente percutiva, de tocar o shamisen, instrumento de três cordas omnipresente na cultura do Japão. A actuação está marcada para o dia 28 de Julho.
O Festival Musicas do Mundo decorre em Sines, nos dois fins-de-semana de Julho: 22 a 24 de Julho e 27 a 30 de Julho.
Festival Musicas do Mundo – Novas Confirmações
Mar 22nd

Foram dados a conhecer novos nomes para o Festival Musicas do Mundo, a decorrer em Sines:
Desert Slide, Mamer, Ayarkhaan e Shunsuke Kimura x Etsuro Ono.
O projecto "Desert Slide" junta o multifacetado Vishwa Mohan Bhatt e o quinteto cigano The Divana Emsemble. A actuação está marcada para o dia 28 de Julho, no Castelo de Sines.
Já o chinês Mamer vem a Portugal, depois de ter estado para actuar no FMM2009, para mostrar o seu album "Eagle", que conbina elementos tradicionais, folk e rock. A actuação está marcada para o dia 23 de Julho, no Castelo de Sines.
O trio feminino Ayarkhaan vem directamente da Russia para actuar no dia 29 de Julho. As três cantoras de "khomus" utilizam um estilo gutural "d`ieretii", utilizado em coros russos e bulgaros.
Finalmente, os japoneses Shunsuke Kimura x Etsuro Ono explora as qualidades do “Tsugaru Shamisen”, um estilo virtuoso, com forte componente percutiva, de tocar o shamisen, instrumento de três cordas omnipresente na cultura do Japão. A actuação está marcada para o dia 28 de Julho.
O Festival Musicas do Mundo decorre em Sines, nos dois fins-de-semana de Julho: 22 a 24 de Julho e 27 a 30 de Julho.
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Grinderman no Optimus Alive 2011
Feb 10th

Os Grinderman vão passar pelo Optimus Alive 2011 no dia 8 de Julho no Palco Super Bock. Projecto liderado por Nick Cave e formado por três dos seus Bad Seeds (Warren Ellis, Martyn P. Casey e Jim Sclavunos), na bagagem trazem Ginderman 2.
Para esta edição estão também já confirmados: Coldplay (6 de Julho), Foo Fighers (7 de Julho), Iggy And The Stooges (7 de Julho), Xutos & Pontapés (7 de Julho), 30 Seconds to Mars (8 de Julho) e White Lies (9 de Julho).
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros e 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 e 4 dias, respectivamente.
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Rock'n Rivoli