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	<title>Festivais &#187; Pose</title>
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	<description>Os teus festivais de Musica aqui</description>
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		<title>Reportagem Mono &#8211; MusicBox</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center" class="info"><strong>Mono</strong> - <strong>MusicBox - <a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/">Fotos</a></strong></div>
<p><a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Mono - MusicBox - 09-03-2010/tn_Lobo_02.jpg" alt="Lobo" style="border: medium double;margin: 5px;float: left" /></a>Ontem, dia 9 de Março, a sala de espectáculos lisboeta conhecida por Musicbox, serviu de palco a uma noite musical surreal e, certamente, inesquecível. Os autores? São os japoneses Mono, dedicados à transmissão de emoções na ausência de palavras. Apesar de rejeitarem a etiqueta de heróis do post-rock, considerando-se apenas músicos clássicos contemporâneos, porventura serão uns dos seus maiores nomes, aliados à onda de Mogwai e Godspeed You! Black Emperor. É a segunda vez que os Mono pisam território nacional, após a visita algo despercebida em 2004, no Porto, este ano com a pretensão de nos apresentar o seu quinto esforço colectivo, “Hymn to the Immortal Wind”, editado em 2009.</p>
<p>Um pouco depois das dez, os <strong>Löbo </strong>encarregaram-se, prontamente, de atacar os tímpanos da plateia, mal pisaram o palco, mas dificilmente se poderá dizer que o fizeram de forma pouco eficaz. De pose e carisma imperturbáveis, os setubalenses espalharam o seu<em> post/doom metal</em> instrumental pela sala lotada, em “palhetadas” poderosas que faziam vibrar o interior de cada um. Sem falar uma palavra, a banda conseguiu abanar as cabeças dos espectadores ao apresentar o seu EP de estreia, “Alma”.</p>
<p>Os <strong>Mono </strong>entram de negro e sem se apresentarem, no silêncio do Musicbox. Assim, a distorção dá lugar ao primeiro tema da noite, “Ashes in the Snow”, do mais recente disco, que envolve prontamente os espectadores no que parece ser a banda sonora de um filme de guerra nórdico.</p>
<p><a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Mono - MusicBox - 09-03-2010/tn_Mono_02.jpg" alt="Mono" style="border: medium double;margin: 5px;float: right" /></a> Os temas do álbum “Hymn to the Immortal Wind”, que contam com a presença de uma orquestra de 28 membros, são reduzidos, ao vivo, aos quatro membros originais. Em “Burial at Sea”, “Pure as Snow” e “Follow the Map” substituíram-se os violinos pelos efeitos ainda mais dignificados das guitarras nipónicas, ora dedilhadas com cuidadosa atenção, ora manuseadas freneticamente no calor do auge do post-rock. Segue-se um dos êxitos da noite, um “Yearning” cheio, épico e tocante que, certamente, deixou os lisboetas em ânsias por ouvir mais.</p>
<p>Ora, os japoneses contam com mais de 10 anos de carreira e isso reflecte-se bastante na sua postura em palco: equilibram o perfeccionismo e a eficácia com o entusiasmo e o expansividade de forma mais do que satisfatória. Se algum defeito lhes podemos apontar é o da pouca interacção com o público, que, conjuntamente com outros factores, faz com que, nos momentos iniciais, os temas pouco tenham de diferente das versões gravadas em estúdio. Contudo, é na apoteose dos crescendos ao vivo que os japoneses se deixam imergir nas camadas sonoras e, assim, transmitem aos ouvintes atentos as belas paisagens, repletas de emoções, de um instrumental elaborado. O guitarrista líder da banda, Takaakira Goto, é tão eficaz a pintar a composição de tristeza, alegria e nostalgia que não é raro ver alguém a chorar num dos seus concertos – muitos dos lisboetas fechavam os olhos e moviam o corpo consoante a batida, ao longo do espectáculo.</p>
<hr />
<div style="text-align: center">A banda encerra a cena com “Everlasting Light”, um magnífico final para uma magnífica noite. Os Mono voltam a tocar, amanhã, no Museu de Serralves e, se a qualidade do espectáculo se mantiver, o Porto está com muita sorte</div>
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<table style="text-align: center" border="0">
<tbody>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: right"><strong>Foto: </strong>Raquel Silva<strong><br /></strong></div>
<div style="text-align: right"><strong>Texto: </strong>Teresa Silva<strong><br /></strong></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>Mono</strong> - <strong>MusicBox - <a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/">Fotos</a></strong></div>
<p><a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/tn_Lobo_02.jpg" alt="Lobo" style="border: medium double; margin: 5px; float: left;" /></a>Ontem, dia 9 de Março, a sala de espectáculos lisboeta conhecida por Musicbox, serviu de palco a uma noite musical surreal e, certamente, inesquecível. Os autores? São os japoneses Mono, dedicados à transmissão de emoções na ausência de palavras. Apesar de rejeitarem a etiqueta de heróis do post-rock, considerando-se apenas músicos clássicos contemporâneos, porventura serão uns dos seus maiores nomes, aliados à onda de Mogwai e Godspeed You! Black Emperor. É a segunda vez que os Mono pisam território nacional, após a visita algo despercebida em 2004, no Porto, este ano com a pretensão de nos apresentar o seu quinto esforço colectivo, “Hymn to the Immortal Wind”, editado em 2009.</p>
<p>Um pouco depois das dez, os <strong>Löbo </strong>encarregaram-se, prontamente, de atacar os tímpanos da plateia, mal pisaram o palco, mas dificilmente se poderá dizer que o fizeram de forma pouco eficaz. De pose e carisma imperturbáveis, os setubalenses espalharam o seu<em> post/doom metal</em> instrumental pela sala lotada, em “palhetadas” poderosas que faziam vibrar o interior de cada um. Sem falar uma palavra, a banda conseguiu abanar as cabeças dos espectadores ao apresentar o seu EP de estreia, “Alma”.</p>
<p>Os <strong>Mono </strong>entram de negro e sem se apresentarem, no silêncio do Musicbox. Assim, a distorção dá lugar ao primeiro tema da noite, “Ashes in the Snow”, do mais recente disco, que envolve prontamente os espectadores no que parece ser a banda sonora de um filme de guerra nórdico.</p>
<p><a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Mono%20-%20MusicBox%20-%2009-03-2010/tn_Mono_02.jpg" alt="Mono" style="border: medium double; margin: 5px; float: right;" /></a> Os temas do álbum “Hymn to the Immortal Wind”, que contam com a presença de uma orquestra de 28 membros, são reduzidos, ao vivo, aos quatro membros originais. Em “Burial at Sea”, “Pure as Snow” e “Follow the Map” substituíram-se os violinos pelos efeitos ainda mais dignificados das guitarras nipónicas, ora dedilhadas com cuidadosa atenção, ora manuseadas freneticamente no calor do auge do post-rock. Segue-se um dos êxitos da noite, um “Yearning” cheio, épico e tocante que, certamente, deixou os lisboetas em ânsias por ouvir mais.</p>
<p>Ora, os japoneses contam com mais de 10 anos de carreira e isso reflecte-se bastante na sua postura em palco: equilibram o perfeccionismo e a eficácia com o entusiasmo e o expansividade de forma mais do que satisfatória. Se algum defeito lhes podemos apontar é o da pouca interacção com o público, que, conjuntamente com outros factores, faz com que, nos momentos iniciais, os temas pouco tenham de diferente das versões gravadas em estúdio. Contudo, é na apoteose dos crescendos ao vivo que os japoneses se deixam imergir nas camadas sonoras e, assim, transmitem aos ouvintes atentos as belas paisagens, repletas de emoções, de um instrumental elaborado. O guitarrista líder da banda, Takaakira Goto, é tão eficaz a pintar a composição de tristeza, alegria e nostalgia que não é raro ver alguém a chorar num dos seus concertos – muitos dos lisboetas fechavam os olhos e moviam o corpo consoante a batida, ao longo do espectáculo.</p>
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<div style="text-align: center;">A banda encerra a cena com “Everlasting Light”, um magnífico final para uma magnífica noite. Os Mono voltam a tocar, amanhã, no Museu de Serralves e, se a qualidade do espectáculo se mantiver, o Porto está com muita sorte</div>
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<div style="text-align: right;"><strong>Foto: </strong>Raquel Silva<strong><br /></strong></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Texto: </strong>Teresa Silva<strong><br /></strong></div>]]></content:encoded>
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