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Rihanna em Lisboa
Feb 3rd
Rihanna vai passar por Lisboa a 17 de Dezembro de 2011. A cantora sobe ao palco do Pavilhão Atlântico numa noite que promete ser quente.
Rihanna traz a Portugal a Loud Tour. Esta será a primeira oportunidade para o público português ouvir ao vivo os novos êxitos, "Only Girl (In The World)" e "What's My Name", do novo álbum Loud, editado em Novembro de 2010. Este é o quinto álbum de originais de Rihanna e entrou directamente para o terceiro lugar do top nos Estados Unidos.
A abertura de portas dá-se pelas 18 horas e o concerto começa pelas 19h30.
Os bilhetes estarão a venda a partir de 5 de Fevereiro.
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| Preços | Locais de Venda |
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Locais Habituais |
Arctic Monkeys no Super Bock Super Rock 2011
Jan 25th

Os Arctic Monkeys, são a mais recente confirmação para a edição de 2011 do Festival Super Bock Super Rock, juntando-se aos já confirmados: The Strokes, Portishead e Beirut. O grupo britânico actua no dia 14 de Julho.
Arctic Monkeys estrearam-se em 2006 com o álbum "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not”, marcando um sucesso de vendas relâmpago. Hinos da Juventude, que fazem lembrar o final da década de 70 a soprar riffs incendiários e um desempenho muito pessoal vocal de Alex Turner, acompanhado de uma banda dedicada, experienciada e determinada a vencer. A banda de Sheffield irá lançar o seu quarto álbum no próximo ano.
É assim um regresso a Portugal deste grupo, depois de terem actuado no Porto e em Lisboa no mês de Fevereiro de 2010.
O Festival Super Bock Super Rock na sua edição de 2011 realizar-se-á nos dias 14, 15 e 16 de Julho de 2011, em Sesimbra na Praia do Meco mais propriamente na Herdade do Cabeço da Flauta.
O Preço do bilhete diário tem o custo de 45 Euros e o Passe para os 3 dias de 80 Euros (inclui campismo e transporte para a praia do Meco). Os bilhetes já se encontram à venda.
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Coldplay no Optimus Alive 2011
Jan 13th
Em conferência de imprensa, a organização do Optimus Alive 2011, revela mais detalhes da edição deste ano. Relembramos que já se encontravam confirmados Foo Fighers e Chemical Brothers.
O Festival passa a 4 Dias: 6, 7, 8 e 9 de Julho
Estão também confirmados: Coldplay (6 de Julho) Xutos e Pontapés (7 de Julho)
- Preços:
- Bilhete Diário - 50,00 Euros
- Passe 3 Dias (7, 8 e 9 de Julho) - 99,00 Euros
- Passe 4 Dias (6, 7, 8 e 9 de Julho) - 129,00 Euros
- Passe Campismo 3 Dias (7 a 10 de Julho) - 15,00 Euros
- Passe Campismo 4 Dias (6 a 10 de Julho) - 20,00 Euros
- Campismo:
Quem pretender acampar durante o Optimus Alive'11, pode voltar a fazê-lo no Lisboa Camping, um parque de campismo de 4 estrelas (classificação máxima em Portugal), por 15 euros para quem tem passe de 3 dias (7, 8 e 9 de Julho) ou 20 Euros para quem tem passe de 4 dias (6, 7, 8 e 9 de Julho)
Reportagem MGMT – Lisboa
Dec 19th
Dia 18 de Dezembro, o Campo Pequeno recebeu os MGMT no seu regresso a Portugal, após dois longos anos e meio. A plateia esgotou e as bancadas estavam bem compostas, enquanto se aguardava a entrada da banda em palco.
Antes deles, os Smith Westerns abriram o palco. Uma banda jovem de Chicago, simpáticos e que canalizam a energia para as músicas que interpretam. Apenas meia hora chegou para mostrar que são uma banda merecedora de atenção.
O relógio marcava uns minutos depois das 22h quando as luzes se apagaram e a exaltação se instalou. Apresentações? Podem ser dispensadas, mas para quem não viu a banda a apresentar o seu álbum “Oracular Spectacular” - eleito pela NME como o melhor de 2008 - no Optimus Alive! de há dois anos (ninguém vos culpa, The National estava a tocar no palco principal), este era um concerto a não perder.
A não perder pelos fãs, por aqueles que os entendem, por todos aqueles que compreendem o segundo álbum, por todos os que sabem que a “Kids” não é tudo na vida dos MGMT e por aqueles que sabem que a “Siberian Breaks” (durante a qual muitos adormeceram, para além de terem saído do concerto a achar que durante esse tempo se tocaram quatro músicas diferentes) é muito mais um espelho do que os MGMT querem alcançar. A “Kids” é genial, sim, mas já lá vamos.
Depois de um cumprimento por parte de Andrew, “The Youth” fez as honras. Andrew e Ben, a juventude em pessoa, fazem música para graúdos. E não falo de idades. Ainda que os seus fãs sejam maioritariamente jovens, o público perfeito para temas como “Time to Pretend” e “Electric Feel”, foram temas como “The Handshake” ou mesmo “The Youth” (ambos ainda do primeiro álbum) que provaram no palco secundário do Optimus Alive! que têm muitos mais que se lhes diga do que uma mera combinação de notas que fica presa no ouvido. “Congratulations” assumiu por completo o rumo que já havia sido criado em “Oracular Spectacular” mas feito de uma maneira mais directa. E a verdade é que as actuações de MGMT ao vivo complementam todo o trabalho da banda ao criar cada álbum. Falo de tudo, desde luzes a vídeos, às interpretações em si e à maneira como as mesmas são feitas.
E assim foi mais uma vez. “The Youth” foi fantástica e no fim do tema, já Andrew tinha nas mãos uma bandeira portuguesa. “Time to Pretend” seguiu logo a seguir. Escusado é dizer que o público delirou, afinal de contas era um dos momentos mais esperados por todos. “Song for Dan Treacy” (sobre um cantor inglês dos anos 90 que serviu pena na prisão) manteve todos a dançar, antes de outro tema antigo: “Weekend Wars”. Mesmo sendo do álbum anterior, não arrebatou o entusiasmo que merecia, ainda para mais ao vivo, onde ganha – ainda mais – vida!
Andrew, tímido (ou absorvido?) tocou ferrinhos e pegou numa guitarra acústica para interpretar “I Found a Whistle”. A música fala disso mesmo: de um apito. Um apito que a certo ponto rima com pistola, numa letra que complementa a composição e vice-versa. A mistura dos mais diversos sons e instrumentos sempre teve um papel importante no trabalho dos MGMT. No novo álbum, tal aspecto foi ainda mais explorado e “I Found a Whistle”, por mais subtil que possa ser, é uma prova disso mesmo. No clímax da música, o enorme ecrã atrás da banda ganhou vida e vídeos com cores e jogos de ilusões e formas inundaram o recinto.
Propícia a mais delírios, “Flash Delirium” entra em cena. Sendo o tema que é – fantástico, digo –, seria de esperar que o público se deixasse levar mais. Mas para lá das primeiras filas, o entusiasmo não transparecia tanto. Continuando o sistema de alternar entre o álbum novo e o seu antecessor, começaram-se a ouvir os primeiros acordes de “Of Moons, Birds and Monsters”. E a quebrar o ciclo, veio então “Electric Feel”. O público ficou, sem dúvida, eléctrico (perdoem o trocadilho).
De máscara de Rudolfo, a Rena, o teclista desejou a todos um Natal Feliz. Banda de poucas palavras, todos os seus membros sabem que o espectáculo resulta muito melhor da maneira que é executado. Directo ao que interessa: a música. Que continuou com “It’s Working”, tema de abertura de “Congratulations”, mesmo antes de uma surpresa: “Destrokk”, um dos primeiros temas que os MGMT criaram. Data de 2005, tirado do EP “Time to Pretend”. As mãos no ar contavam-se pelos dedos, bem como as pessoas que conheciam o tema. Contudo, pelo final da interpretação, o tema já reunia um número de fãs que aumentara exponencialmente em 3 minutos.
No álbum, “Siberian Breaks” tem 12 minutos. Tocada ao vivo ronda o mesmo tempo. Um tema complexo, uma autêntica viagem por entre sons, instrumentos e combinações. Ao ouvir “Congratulations”, torna-se difícil distinguir o princípio e fim dos vários temas. E a beleza do álbum está nisso mesmo: no sucesso que foi ao ser criado como um todo, uma evolução, uma jornada. Assim, torna-se mais difícil ter-se temas tão independentes como “Time to Pretend”. Por isso não foi de admirar que metade do Campo Pequeno estivesse estática ao fim de 5 minutos, depois de terem pensado que a música já acabara pelo menos duas vezes. Mas não se preocupem, caros espectadores, pois eis que chega o momento alto da noite, pelo qual todos esperavam.
“Kids” não consegue entrar subtilmente numa actuação, e nem é isso que se pretende. A música é fenomenal de tão simples que é. Ao vivo ou em casa, é impossível ficar indiferente, digam o que disseram. Não tardará muito a que se torne num autêntico hino, ao lado de “Seven Nation Army” dos White Stripes ou “We Are the Champions” dos Queen. O desagrado da banda em relação ao público ir a concertos na mera esperança de a ver ao vivo, muito mais que às outras (sobretudo depois da recepção do novo álbum, que dividiu muitas opiniões) é no entanto evidente: já abandonaram um recinto em Londres sem ter tocado o tema, devido à falta de entusiasmo ou sequer interesse demonstrado pelos “fãs”.
Andrew e Ben a postos, tal como haviam feito no Optimus Alive!, cantavam lado a lado. Andrew limpou inclusive suor da testa do teclista que agora fascinava de guitarra eléctrica em mãos. O recinto saltava como se não houvesse amanhã, como se todos ali fossem crianças de novo, por 5 minutos. E isso não sabe tão bem?
Mas o que soube ainda melhor foi “Brian Eno” ter-se-lhe seguido. A homenagem da banda ao artista – que outra palavra usar para reunir tudo o que Eno é? – não só evidencia as suas admirações como desejos íntimos: «We're always one step behind him, he's Brian Eno. Brian Eno!». Antes dos últimos acordes, Andrew agradeceu a todos por terem vindo e tornado o espectáculo óptimo. A música terminou e a banda saiu.
Poucos minutos depois, estavam de volta. Andrew voltou a agradecer e elogiar o público por cantar tão bem. Isto porque durante o encore, só se ouviu… adivinharam: “Kids”! Com mais duas músicas para encher o ouvido, “The Handshake” foi a primeira. Palavras para quê? Os MGMT sabem o que fazem quando entram num estúdio, quando pisam um palco, quando tocam os instrumentos e quanto nos deliciam durante 10 minutos seguidos com instrumentais de mestre.
Para o fim, haveria melhor opção que “Congratulations”? Claro que não. A palavra era entoada pelos fãs de forma intensa, num agradecimento por mais um concerto assombroso. De sorriso nos lábios, a banda abandonou o palco então de vez, depois da dose de alucinação (no bom sentido) que havia proporcionado. Não é impossível de todo que alguém tenha passado na rua e tenha visto o Campo Pequeno a planar no ar sob um céu pintado com as cores do arco-íris, onde golfinhos com asas saltavam por entre nuvens que choviam gotas brilhantes multicolores.
Em 2008, os MGMT fizeram o palco secundário do Optimus Alive! crescer a olhos vistos perante um recinto mais que lotado.
Em 2010, levaram o Campo Pequeno numa viagem que poucos saberão apreciar como ela merece, mas decerto nunca irão esquecer. A quem conseguiu perceber o que estavam a presenciar, resta-nos esperar que a próxima vinda não demore tanto tempo outra vez.
Boom Festival vence Greener Festival Award
Nov 3rd
O Boom Festival vence, pela segunda vez consecutiva, o mais elevado galardão mundial de eventos ambientalmente conscientes. É uma distinção internacional que demonstra o pioneirismo e inovação deste festival português.
Já em 2008 o Greener Festival Award dado ao festival teve como o prémio de mérito adicional Outstanding. Realça-se ainda o facto de ser um dos dez festivais mundiais (o único português) a ser convidado pela ONU para a United Nations Music & Environment Stakeholder Initiative.
O Boom Festival decorreu entre os dias 18 a 26 de Agosto de 2010 e atraiu a Portugal 20.000 pessoas de 70 países, segundo dados da organização.
Deftones em Lisboa
Sep 9th
Os Deftones vão passar por Portugal neste Inverno. O Campo Pequeno, em Lisboa, vai receber a banda a 9 de Dezembro.
Depois de passarem pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 9 de Julho, os Deftones dão um concerto para apresentar o novo álbum "Diamond Eyes" editado este ano, desta vez em "nome próprio".
A banda norte-americana é composta por Stephen Carpenter (guitarra), Sergio Vega (baixo), Abe Cunningham (bateria), Frank Delgado (teclado) e Chino Moreno (vocais e guitarra).
Os preços dos bilhetes situa-se entre os 30euros (Plateia) e os 33euros (Bancada e Camarote) e estão à venda nos locais habituais.
Band of Horses – Lisboa
Sep 6th
Band of Horses são o mais recente nome confirmado para passar por Portugal em 2011. A 7 de Fevereiro, os norte-americanos fazem a sua estreia ao vivo na Aula Magna.
Editado em Maio deste ano, Infinite Arms será o álbum apresentado.
A banda de Seattle surge em 2004 com o primeiro EP, Tour EP, que esgotou rapidamente. Em 2006 editam Everything All The Time, com o single de apresentação "The Funeral". No ano seguinte chega-nos, Cease to Begin, com o primeiro grande sucesso da banda "Is There a Ghost".
O preço do bilhete varia entre 25 euros e 32 euros.
Os bilhetes já se encontram à venda.
Passatempo Musuc’Bag
Jul 13th
O Festivais de Verão em associação com Cervantes, Ramalho e Martins – Representações, Lda tem para te oferecer, não um, nem dois mas sim TRÊS Musuc’bags.
Não sabes o que é um Musuc’bag??? Fica a saber um pouco da sua história: Originalmente desenvolvido em 2006, Musuc’bag Sleepwear System foi criado por Rodrigo Alonso em Santiago, Chile. Em Fevereiro de 2007, o Musuc’bag fez sua estreia na Europa em Munique, Alemanha, tornando-se a “Brand New Award Finalist”, uma prestigiada honra para novos produtos outdoor (produtos de actividades ao ar livre) no mercado Europeu. O Musuc’bag fez sua estreia no mercado Americano em Agosto de 2008 e tornou-se imediatamente numa sensação no mundo outdoor. Mais tarde nesse ano, o Musuc’bag foi chamado de "produto de consumo do ano" pelo Chile Diseno.
A Cervantes, Ramalho e Martins – Representações, Lda (representante oficial do Musuc’bag em Portugal) e o Festivais de Verão convidamos-te a desfrutar da viabilidade e da função deste premiado, inovador e divertido sistema de roupa de dormir (sleepwear system).
Passatempo MADE.OUT 3D
Jun 20th
A primeira festa totalmente em 3D chega a Portugal no próximo dia 3 de Julho e nós temos convites duplos para te oferecer.
A decorrer pela quarta vez este ano é apostando na tecnologia 3D que a MADE.OUT promete encher os jardins do Your Hotel & SPA em Alcobaça. Um complexo composto por uma área de 2.600 m2, duas piscinas e três zonas lounge, conta este ano com uma parceria total com a Heineken, entre outras marcas, capaz de albergar até 5000 pessoas.
Com projecções interactivas do som a 3D, completamente inéditas para o público Português, as pessoas terão a sensação de serem tocadas por este. A MADE.OUT tem o privilégio de receber um espectáculo inovador, acompanhando o progresso das visualizações tridimensionais, que até há relativamente pouco tempo não tinha a reputação conceituada que tem hoje no mundo da música. Numa festa onde os óculos 3D são indispensáveis (incluídos no bilhete), o ritmo da música será não só ouvido, como visto e sentido, criando assim uma noite de cariz tridimensional que reúne música, tecnologia e multimédia Uma experiência audiovisual única e pioneira que conta com a colaboração dos Londrinos 3D Disco, internacionalmente famosos pelas suas actuações.
Pela noite fora a MADE.OUT 3D contará ainda com a presença dos nacionalmente conceituados DJ Riot (Buraka Som Sistema), Damn Clown (FNYHoW), Loto (Dj Set) e Tha Bloody Bastards, que prometem dar à festa diferentes estilos musicais, do comercial ao electro.
Para mais informações visita o site: http://www.made-out.com
Vé quem foram os vencedores aqui
Gorillaz S.S., dEUS, A Silent Film no Marés Vivas 2010
May 7th
Os Gorillaz Sound System, dEUS e A Silent Film são os mais recentes confirmados para o Festival Marés Vivas 2010.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 25 Euros e o passe para os 3 dias 40 Euros ou 45 Euros se comprado após 15 de Junho.
Se não quiseres acampar procura alojamento aqui.
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