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Reportagem Marés Vivas 2010 – 15 de Julho
Jul 15th
Os Lobo foram os primeiros a actuar na edição deste ano do Festival Marés Vivas. A banda, que “joga” em casa, lançou em 2009 o disco de estreia "Socorros a Náufragos", subiram ao palco já com meia hora de atraso. O single de estreia "Agora, aqui" foi um dos temas com mais destaque mas não faltaram outras músicas: “Desastre (o Rock sem o Roll)”, “Erosão”, “Canção da Invicta”, “Algo Mudou” e “Esta Canção”. O público ainda era escasso no recinto do festival e as tendas de promoção das várias empresas que patrocinam o festival estavam agora a ganhar alguma vida.
Seguiram-se os Dr1ve também no Palco Moche pelas 20h30. A banda proveniente de Santa Maria da Feira é conhecida pelo seu tema “A Wish” que foi o momento alto do concerto que continha já mais algum público na audiência. O novo single “Sem Cor…” foi marcado pela interacção com o público e o aproximar dos festivaleiros para este palco. “Tentei” e “Things on their Place (Ending)” foram outros dos temas ouvidos.
Pelas 22 horas os britânicos Morcheeba abrem o palco principal do Festival Marés Vivas. Blood Like Lemonade, editado este ano serve como desculpa para os vários concertos que a banda tem já programados. A vocalista Skye Edwards entra em palco com um vestido vermelho vivo, regressa assim a Portugal depois de um interregno de 7 anos com os Morcheeba. Para aqueles que se recordam em 2008 os Morcheeba passaram por este mesmo festival mas com outra vocalista dando um concerto amornado, Skye dá sem dúvida maior vitalidade ao grupo. “This is a beautiful place” refere falando da vista sobre o rio, “Let’s Dance” foi o mote do concerto. Um dos momentos altos da noite aconteceu com “Otherwise”. “Even Tough”, “The Sea”, Blood Like Lemonade”, “Crimson”, Trigger Hippie”, Beat of the Drum” e “Blindfold” seguiram-se. O encore foi composto por um “Be Yourself” com “Music” de Madonna e “Just Dance” de Lady Gaga à mistura. A fechar Skye oferece “The Sea” mas apenas toca a introdução e fecha o concerto com “Rome Wasn’t Built in a Day”.
Os londrinos Goldfrapp tem um visual teatral já característico e os efeitos visuais acrescentam energia ao concerto. Alison Goldfrapp sobe ao palco de roupa preta a esvoaçar. O álbum editado este ano Head First esteve em destaque, tocando entre outras “Alive”, “Dreaming”, “Rocket” e “Believer”. A fechar não deixaram de lado os seus êxitos mais conhecidos como “Ooh
Seguiram-se os GNR. Como cabeça de cartaz e considerados já “os padrinhos” do festival Marés Vivas fecharam a noite no palco principal. O novíssimo RetroPolitana esteve em destaque neste concerto mas não se esqueceram dos clássicos de quase 30 anos de carreira. “Efectivamente”, "Dunas ", “Pronúncia do Norte”, Sexta-Feira”, "Mais Vale Nunca" e "Sangue Oculto" foram os temas que puseram a audiência a cantar. Com dois encores e com a chuva também presente, o que afugentou alguns festivaleiros, assistiu-se a um concerto com mais de uma hora e meia que serviu para mostrar que a pronúncia do norte está para vencer.
No Palco Moche Edward Maya espalhou o seu Stereo Love para aqueles que não trabalhavam no dia seguinte. O palco secundário, agora coberto, ajudou para não apanhar chuva contudo as bandas de início de tarde ficam a perder na acústica do espaço.
O segundo dia do festival conta com Placebo, Peaches, David Fonseca e A Silent Film, numa noite em que se prevê mais afluência de público.
De referir que a primeira noite contou com cerca de 16 mil pessoas.
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Reportagem Marés Vivas 2010 - 16 de Julho |
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Reportagem Marés Vivas 2010 - 17 de Julho |
Vencedores SBSR Preload
May 20th

Foram esta noite conhecidos os vencedores da edição de 2010 do Super Bock Super Rock Preload.
Este concurso destina-se a identificar talentos da música nacional, reconhecendo e premiando as três melhores bandas de garagem inscritas com uma actuação no Festival Super Bock Super Rock 2010. As 10 bandas escolhidas pelo público e posteriormente colocadas à prova em duas eliminatórias foram: Malcontent, Stereo Parks, Robot Dealer, The Daughters of Lot, Caducados, Tulipa, GODMEN, GOTA, Indigo e Unified Theory.
O júri composto por Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Alex (MusicBox), Jwana Godinho (Musica no Coração) e pela Super Bock premiaram Malcontent, Stereo Parks e GODMEN com actuação na 16ª edição do Super Bock Super Rock.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Primeiros Confirmados – Super Bock Super Rock 2010
Feb 23rd

O Super Bock Super Rock 2010 prometia novidades para o dia 23 de Fevereiro e cá estão elas.
Esta edição realiza-se em Sesimbra, na Herdade do Cabeça da Flauta, no Meco nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos.
Os primeiros nomes avançados pela organização são: Empire of the Sun, Cut Copy, The National, Palma's Gang, Rita Red Shoes e Laurent Garnier.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído.
De salientar, que este ano vai existir novamente o Musicard e este festival está incluído.
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Reportagem Real Estate
Feb 17th
No passado dia 16, o Plano B albergou uma noite encabeçada por um único nome, os Real Estate, oriundos de New Jersey.
Detentores de uma sonoridade pop esticada entre a melancolia e o psicadelismo, estes jovens lançaram o seu primeiro álbum há um par de meses. Com um registo a fazer lembrar nomes como Galaxie 500, The Clean ou Pavement, é natural que tenham sido recebidos com um grande fulgor por parte da crítica especializada, algo que certamente ajudou a encher o Plano B numa noite pós-Carnaval.
Com o referido registo homónimo debaixo do cinto, o quarteto americano, já por volta das 23h30, lançou-se a cerca de 45 minutos de um concerto que tanto deu para bater o pé, como para puxar pelo lado mais emocional do público. Algo conseguido sem nunca se tornarem maçadores ou desajustados na descarga ou na retenção enérgica.
Sapateando à volta de temas como “Fake Blues”, “Black Lake” ou “Beach Comber”, os presentes certamente sentiram o suburbanismo e a beleza imperfeita que essas pequenas pérolas pop invocam. Algo perfeitamente justificado pelo arremesso constante de linhas de guitarra pingadas de echo, slapback e phaser, apimentadas por uma voz a meio tempo e uma secção rítmica concisa, mas subtil.
Reportagem Italians Do It Better
Feb 14th
No passado dia 12, o Plano B serviu de palco para uma pequena amostra de uma jovem editora, a Italians Do It Better, evento propulsionado pela promotora Lovers & Lollypops.
Estando em actividade há cerca de quatro anos, este selo norte americano trouxe ao Porto dois dos seus projectos mais aclamados, os Desire e os Glass Candy, assim como o seu próprio fundador, Mike Simonetti.
Foi por volta da meia noite e meia que os Desire subiram ao palco. Apesar de possuírem já dois registos de originais na algibeira, o seu concerto foi curto e conciso, durando cerca de meia hora. Um aquecimento bem conseguido, com músicas fortes e extremamente orelhudas, centrando-se no Italo Disco, imagem de marca da editora que representam.
Com um pequeno intervalo, Johny Jewel (elemento comum a Desire) e Ida No lançaram-se num concerto bem mais rico em energia, quando comparado com o anterior.
Já com uma longa carreira, iniciada em 1996, este duo sofreu uma tremenda mutação sonora ao longo da sua existência, encontrado o apoio da Italians Do It Better, do público e da crítica com o seu terceiro álbum, “B\E\A\T\B\O\X”, editado em 2007. Contudo, a sua presença por terras lusas dedicou-se à apresentação da sua recente compilação, “Deep Gems”.
Com um concerto um pouco mais longo que o de Desire, Ida No conseguiu levar a maioria dos presentes ao rubro, culminando tudo com uma invasão de palco que em nada prejudicou o grupo. Um concerto fogoso, que merecia uma duração mais longa.
É de salientar também a presença mais tardia nas mesas de mistura de Mike Simonetti, Rui Maia e Mr. Mitsushirato.
Reportagem Três Cantos @ Coliseu do Porto
Nov 5th
Depois de duas noites completamente esgotadas no Campo Pequeno em Lisboa, foi a vez de os "Três Cantos" chegarem ao Coliseu do Porto para dois concertos igualmente esgotados. E foi assim, num ambiente de enorme expectativa que se aproximou a hora de apagarem as luzes da sala e por momentos se sentir no silêncio da sala uma inquietação prestes a ser saciada.
Os 22 músicos que os acompanham nesta aventura entram em palco e começa "Guerra e Paz", de Sérgio Godinho. É então chegada a hora de José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias entrarem juntos e cada um anunciar a sua chegada recebida em plena apoteose. Muita emoção num público sedento de boa Música Portuguesa e para quem este concerto tinha logo à partida um significado muito especial pela força da reunião dos três mestres, também eles emocionados.
Emoção foi aliás uma das palavra-chaves deste concerto que há já muitos anos tinham vontade de realizar e que desde Maio prepararam com todo o cuidado este espectáculo único. Todo este tempo de preparação resultou numa actuação coesa em que os espaços deixados para os momentos a solo de cada um dos protagonistas ou para os duetos não fossem de forma nenhuma sentidos como forçados. O próprio alinhamento foi capaz de conduzir o público por uma viagem inevitavelmente saudosista, mas de forma nenhuma preso num passado distante, muito pelo contrário, pretende-se deste encontro revisitar o passado sim, mas sempre de olhos postos no que há-de vir.
Zé Mário é o primeiro a ficar sozinho e a dirigir-se ao público, salientando a unidade da diferença de cada um e deixando o aviso "contem com isto de nós, para cantar e para o resto". Pouco depois era Fausto a pedir atenção à actualidade de temas escritos há já alguns anos mas que parecem fazer cada vez mais sentido, como por exemplo "Eis Aqui o Agiota". Por fim, Sérgio Godinho, protagonizou um dos momentos da noite com "O Primeiro Dia" na voz de um Coliseu repleto.
Ao contrário do que muitos esperariam, o público não era de forma nenhuma homogéneo. Não eram pessoas de meia-idade, que ali procuravam o reviver de tempos onde o termo "intervenção" aparecia ligado a estes autores, fosse pelas suas composições ou pelas suas acções. Muita gente jovem, de idade e de espírito encheu o coliseu e de todas as idades, de todas as motivações e das mais variadas expectativas, o Coliseu ganhou uma voz uníssona em quase todas as músicas. Temas como "Cuidado Com as Imitações", "Mudam-se os Tempos Mudam-se as Vontades", "Maré Alta", "Inquietação", "Adeus Orelhas de Abano", "Que Força é Essa", "Se tu fores ver o mar (Rosalinda)", "Onofre", "A Nova Brigada dos Coronéis" e "Ser Solidário" fizeram as delícias de um público que no fim, comentando a falta deste ou daquele tema que gostava de ter ouvido, se mostrava satisfeito e nada desiludido.
E não podia de facto estar desiludido. Momentos como "Não Canto Porque Sonho", cantada numa magnifica versão a 3 vozes, fazendo inevitavelmente lembrar a já de si belíssima versão gravada com Fausto e Zeca Afonso em 1974. Zeca que "não podia deixar de estar presente" numa homenagem com a interpretação de "De Não Saber o que me Espera" num dos momentos a trio.
Houve ainda espaço para um prometido inédito intitulado "Faz Parte" ou se preferirmos "O Retorno das Audácias". Ainda a 3 vozes, ouvimos "Charlatão" com Fausto a protagonizar um momento divertido, demonstrando a sua alegria de vitória sobre o kazoo que mostrou já praticamente dominar (ou mais ou menos).
Para terminar, e porque tinha mesmo que acabar, tivemos direito a dois encores, o último dos quais com todos os músicos na frente de palco de bombos, adufes e baquetas para uma interpretação de "Na ponta do cabo" que fechou definitivamente a noite.
Foi uma noite mágica, carregada de emoção e que certamente ficará na memória de todos os presentes. Para ajudar a manter essa memória viva foi gravado um DVD e CD que já pode ser comprado em pré-venda na FNAC e estará disponível a partir de 10 de Dezembro.
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Se dúvidas houvesse, a música e os músicos portugueses têm público e estarão cá ainda por muito tempo "para cantar e para o resto".
Reportagem Três Cantos @ Coliseu do Porto
Nov 5th
Depois de duas noites completamente esgotadas no Campo Pequeno em Lisboa, foi a vez de os "Três Cantos" chegarem ao Coliseu do Porto para dois concertos igualmente esgotados. E foi assim, num ambiente de enorme expectativa que se aproximou a hora de apagarem as luzes da sala e por momentos se sentir no silêncio da sala uma inquietação prestes a ser saciada.
Os 22 músicos que os acompanham nesta aventura entram em palco e começa "Guerra e Paz", de Sérgio Godinho. É então chegada a hora de José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias entrarem juntos e cada um anunciar a sua chegada recebida em plena apoteose. Muita emoção num público sedento de boa Música Portuguesa e para quem este concerto tinha logo à partida um significado muito especial pela força da reunião dos três mestres, também eles emocionados.
Emoção foi aliás uma das palavra-chaves deste concerto que há já muitos anos tinham vontade de realizar e que desde Maio prepararam com todo o cuidado este espectáculo único. Todo este tempo de preparação resultou numa actuação coesa em que os espaços deixados para os momentos a solo de cada um dos protagonistas ou para os duetos não fossem de forma nenhuma sentidos como forçados. O próprio alinhamento foi capaz de conduzir o público por uma viagem inevitavelmente saudosista, mas de forma nenhuma preso num passado distante, muito pelo contrário, pretende-se deste encontro revisitar o passado sim, mas sempre de olhos postos no que há-de vir.
Zé Mário é o primeiro a ficar sozinho e a dirigir-se ao público, salientando a unidade da diferença de cada um e deixando o aviso "contem com isto de nós, para cantar e para o resto". Pouco depois era Fausto a pedir atenção à actualidade de temas escritos há já alguns anos mas que parecem fazer cada vez mais sentido, como por exemplo "Eis Aqui o Agiota". Por fim, Sérgio Godinho, protagonizou um dos momentos da noite com "O Primeiro Dia" na voz de um Coliseu repleto.
Ao contrário do que muitos esperariam, o público não era de forma nenhuma homogéneo. Não eram pessoas de meia-idade, que ali procuravam o reviver de tempos onde o termo "intervenção" aparecia ligado a estes autores, fosse pelas suas composições ou pelas suas acções. Muita gente jovem, de idade e de espírito encheu o coliseu e de todas as idades, de todas as motivações e das mais variadas expectativas, o Coliseu ganhou uma voz uníssona em quase todas as músicas. Temas como "Cuidado Com as Imitações", "Mudam-se os Tempos Mudam-se as Vontades", "Maré Alta", "Inquietação", "Adeus Orelhas de Abano", "Que Força é Essa", "Se tu fores ver o mar (Rosalinda)", "Onofre", "A Nova Brigada dos Coronéis" e "Ser Solidário" fizeram as delícias de um público que no fim, comentando a falta deste ou daquele tema que gostava de ter ouvido, se mostrava satisfeito e nada desiludido.
E não podia de facto estar desiludido. Momentos como "Não Canto Porque Sonho", cantada numa magnifica versão a 3 vozes, fazendo inevitavelmente lembrar a já de si belíssima versão gravada com Fausto e Zeca Afonso em 1974. Zeca que "não podia deixar de estar presente" numa homenagem com a interpretação de "De Não Saber o que me Espera" num dos momentos a trio.
Houve ainda espaço para um prometido inédito intitulado "Faz Parte" ou se preferirmos "O Retorno das Audácias". Ainda a 3 vozes, ouvimos "Charlatão" com Fausto a protagonizar um momento divertido, demonstrando a sua alegria de vitória sobre o kazoo que mostrou já praticamente dominar (ou mais ou menos).
Para terminar, e porque tinha mesmo que acabar, tivemos direito a dois encores, o último dos quais com todos os músicos na frente de palco de bombos, adufes e baquetas para uma interpretação de "Na ponta do cabo" que fechou definitivamente a noite.
Foi uma noite mágica, carregada de emoção e que certamente ficará na memória de todos os presentes. Para ajudar a manter essa memória viva foi gravado um DVD e CD que já pode ser comprado em pré-venda na FNAC e estará disponível a partir de 10 de Dezembro.
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Se dúvidas houvesse, a música e os músicos portugueses têm público e estarão cá ainda por muito tempo "para cantar e para o resto".
Reportagem The Mary Onettes @ MusicBox
Oct 11th
No Sábado, dia 10 de Outubro, o Musicbox trouxe-nos The Mary Onettes à capital.
A abertura do concerto ficou ao encargo da banda madrilena Layabouts. Uma banda energética, que contou presença no Festival Paredes de Coura deste Verão, com riffs poderosos que facilmente nos puxam para a pista de dança com o seu garage rock contagiante.
Após a apresentação de músicas como “You Got It”, pertencente ao novo álbum lançado no passado mês de Setembro e intitulado de “...And They Ran Into The Woods”, os Layabouts puxam a audiência, com vontade de dançar, para a frente do palco com o seu mais recente single “Corrupted Scene Behind The Stage” e que por lá continua hipnotizada pelas guitarradas fortes de temas como “Cut My Strings” do álbum homónimo da banda. “Inside Looking Out”. A cover de The Animals prevê o fim do concerto com “Fine For Me”, um tema pujante com guitarradas fortes que nos deixou extasiados pela sua energia.
Oriundos da Suécia, os Mary Onettes criam uma fusão harmoniosa entre o rock dos anos 80 e a cena indie actual. Contam já com um álbum homónimo e 3 EPS; e preparam-se para lançar Islands do qual apresentaram “Puzzles”.
Temas como “Dynamo” e “Void” extasiaram a audiência com o seu bit identificável com um post-punk mais melodioso. Em tom de brincadeira, o vocalista aproveita então para sugerir que o público oferecesse cerveja à banda (pedido esse que depressa foi correspondido).
Philip Ekström - vocalista/guitarrista - anuncia que em “The Disappearence Of My Youth” virará as costas ao público para se juntar à teclista da banda, no órgão.
Partilhando uma balada, “God Knows”, o grupo consegue acalmar a sala, prevendo o ponto alto em “Explosions”, o conhecido tema que antecipou o encore.
Com um público bastante efusivo, os suecos regressaram rapidamente ao palco e acabariam por tocar mais dois temas. “Whatever Saves Me” seguida pela tão ansiada “Lost”, que acabaria por pôr assim fim ao belíssimo concerto.
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Passatempo Scalabis Urbe
Sep 30th
O Festivais de Verão em associação com a organização do Scalabis Urbe tem 2 entradas duplas para te oferecer para o último dia do Festival que conta com a presença de Dj Vibe, Expander, Stereogroovers. Vj’s: H Collective. Robótica e sistema de som: Funktion-One. Os espectáculos terão inicio a partir das 23 horas nos Claustros do CNEMA em Santarém.A segunda edição do Scalabis Urbe decorre de 25 de Setembro a 4 de Outubro na zona histórica de Santarém.
Este festival é uma iniciativa interactiva e aberta à participação de toda a sociedade e que este ano contempla workshops, conferências, showcases, concertos, demonstrações, espectáculos, instalações de arte, exposições, entre outras actividades.
Este ano o Scalabis Urbe apresenta uma agenda enérgica e catalisadora preenchida por actividades e experiências do desporto urbano, à tecnologia, passando pela arte, música e multimédia, pretendendo desta forma afirmar o festival como uma experiência única para o público no panorama nacional.
Para mais informações, envia um e-mail para scalabis@scalabisurbe.com .




















