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Posts tagged Patrick Watson
Reportagem Swans na Aula Magna
Apr 11th
Swans Are...
Impossível não começar pelo fim. Os Swans que se apresentaram na Aula Magna são o perfeito produto das cinzas. Renascem e alimentam-se delas, para criar novas e abundantes colheitas.
Em inícios de 2010, a frase “Swans Are Not Dead”, publicada no site do grupo, confirmava os rumores de que o hiato artístico decretado há mais de uma década estaria para ser quebrado. Michael Gira, o mentor, não se aborreceu durante esse período. Através da Young God Records, lançou nomes agora quase requentados como Devendra Banhart, Lisa Germano, e Akron / Family, sucumbindo ele próprio aos tentáculos do indie-rock ao encabeçar o projecto Angels of Light.
Mas não terá sido a última passagem de Gira por Lisboa ou Leiria que deixou mais saudades aos seus fãs. Então, como explicar a boa afluência, “em tempo de crise”, numa sala que em breve receberá concertos de Patrick Watson, Aloe Blacc, Tindersticks e PJ Harvey? Mais de metade das cadeiras cheias para assistir ao ressurgimento de uma banda morta e enterrada, vinda confessamente para apresentar um novo álbum que nunca terá rodado mais de duas vezes no iPod da maioria dos presentes?
My Father Will Guide Me Up A Rope To The Sky é o móbil destes novos Swans, que surgem um a um sobre o feedback deixado a soar antes do início do concerto, lentamente, em pegajosas camadas de ruído sobreposto.
Phil Puleo e Thor Harris, a curiosa secção rítmica resgatada aos Angels of Light, são os primeiros a entrar. O primeiro, a personificação ambidestra da compenetração na bateria; o segundo, exuberante, qual divindade Asgardiana a abater a fúria do mjonlir sobre um arsenal de pratos, gongos e carrilhões de orquestra.
Junta-se-lhes a velha guarda, Norman Westberg e Christoph Hahn nas guitarras eléctrica e transversal, estes já veteranos dos tempos áureos dos Swans; e Chris Pravdica no baixo, a comprimir ainda mais o espaço na sala antes da chegada de Gira.
O início com dois temas novos – “No Words/No Thoughts” e “Jim” – não poderia ter soado mais familiar. Estes são os antigos Swans. Os Swans anteriores à elegância de Jarboe, em que Gira surgia em palco apenas com uma toalha enrolada à cintura, a desafiar tudo e todos, lei ou sexo, criatura ou criador. Ou os novos Swans, que já passaram por tudo isso, e que por eles terá também passado uma década mais branda, de menor ou nula ruptura musical, ou de simples revivalismo.
As maratonas do novo disco e mesmo alguns temas inéditos ("Avatar" e "The Apostate") são intercaladas por "I Crawled", de Cop, e "Sex, God, Sex", de Children of God, únicas memórias do passado, com o plangente solilóquio final, "JESUS CHRIST, COME DOWN!" a emudecer a plateia, receosa do aplauso.
É esse o efeito de Gira. Mais do que um maestro, é inflexível na forma como controla as emoções de quem assiste, intimidador ao exigir dos seus músicos os crescendos, suspensões, ou inícios abruptos e sincopados que contribuem para o clima irrespirável por que ficaram conhecidos os seus concertos.
Final e encore com “Eden Prison” e “Little Mouth”, ambas de My Father Will Guide Me Up A Rope To The Sky, com Michael Gira tão vigoroso como no início, um autêntico “Man in Black” que faria Johnny Cash tremer de cagaço e meter a viola no saco.
A banda que em inícios de carreira foi comparada a Howlin’ Wolf, pelo espírito inovador, e que influenciou projectos musicais do pós-rock ao dark ambient, ou mesmo ao sludge, regressou aos palcos para inventar tudo outra vez.
Quem esteve presente poderá pensar que, afinal, tudo pode ter começado aqui.
Reportagem SBSR 2010 – 17 de Julho
Jul 18th
Continua a música e o bom tempo no segundo dia da 16ª edição do Super Bock Super Rock, festival alojado no Meco que continua a prometer ‘sol e rock’n’roll’ aos que o frequentam. Neste segundo dia, actuaram alguns dos nomes mais esperados, como Vampire Weekend, Hot Chip ou mesmo Patrick Watson, numa edição que compensa alguns dos pontos negativos de organização com o bom cartaz.
Começamos novamente com os segundos vencedores do Super Bock Super Rock Preload, o concurso da marca para escolher as bandas portuguesas mais promissoras e levá-las ao palco do festival. Os Malcontent são do Porto e iniciaram o dia 17 com um concerto morno no palco EDP. Seguiram-se-lhes os Sweet Billy Pilgrim, músicos ingleses que misturavam sonoridades tão diferentes como o country e o rock com toques de progressivo de forma bizarra, porém, inócua. A banda de 4 membros tentou atrair as pessoas para a frente no palco secundário, no entanto, devido a uma das maiores falhas desta edição, não o conseguiram, pois o palco era destapado por trás e, logo, tocavam contra o sol que inundava a maior parte da zona da plateia, obrigando as pessoas a dispersarem pelas sombras.
Nome conhecido por terras lusas, Tiago Bettencourt, conjuntamente com Mantha, tocou o seu set num palco principal muito mais composto, como era de esperar. Este passou por algum dos temas mais conhecidos desta colaboração, que já conta com dois álbuns, como "Jardim", e até alguns temas dos Toranja, antiga banda do cantor, como "Laços". Um concerto simpático, com menos substância, que soube entreter os que esperavam pelo vocalista da banda nova-iorquina muito conhecida que se seguia.
Entretanto, Holly Miranda espantava com a força e timbre da sua voz do outro lado do recinto. Num concerto intimista e poderoso, a cantora, acompanhada pela sua contida banda, tocou alguns dos seus temas do recém-editado The Magician’s Private Library. Uma mistura de influências de Otis Redding e Nina Simone a Jeff Buckley e Radiohead que, apesar de eficaz, padeceu por ser um pouco repetitiva.
Seguiu-se a desilusão deste segundo dia, por diversas razões, algumas que escapam a nossa compreensão. Julian Casablancas, também vocalista dos nova-iorquinos The Strokes, encurtou a sua apresentação a solo em Portugal por uns bons 20 minutos, apresentando apenas uma mão cheia de temas de Phrazes for the Young e três dos esforços Strokeanos, como "Hard to Explain" e "Automatic Stop". Porém, os temas que realmente interpretou perderam a dinâmica ao vivo, talvez um pouco pela existência de problemas de som e pelo desempenho algo trapalhão de Casablancas. Não se ficou a perceber a razão da sua saída precipitada e os seus fãs ficaram a pedir mais.
Outro nome da cena alternativa portuguesa, Rita Redshoes, actuou por volta das 21:40 no palco EDP. Sem os seus sapatos vermelhos, a intérprete portuguesa ofereceu um concerto que pretendia, acima de tudo, entreter. Dançando ao longo da música, a cantora balançava o seu charme e graça natural com uma sensualidade crescente na apresentação dos novos temas de Lights & Darks, que se aproximam mais da estética de Paulo Furtado do que a de David Fonseca, o seu quase ‘mentor’ musical. A nova "Captain of My Soul" foi muito apreciada, no entanto, "Choose Love" e "Dream on Girl", temas de Golden Era, foram as mais aplaudidas do set de Rita Pereira.
A electrónica volta a marcar passo com os Hot Chip que, na opinião geral, foram uma das surpresas da noite. À primeira vista, ninguém diria que este conjunto de músicos produz pop electrónico que poderia perfeitamente ser tocado na pista de dança, no entanto, apesar da aparência séria dos artistas, estes parecem fazer bater o pé como ninguém. A banda americana apresentou no Meco vários temas do seu álbum One Life Stand e entusiasmou as hostes de tal maneira que estas se apresentavam excessivamente entusiastas, saltando, de braços no ar, aproveitando cada momento. "Over and Over", "I Feel Better" e "Ready For the Floor" foram alguns dos destaques de um concerto extremamente coeso e tecnicamente quase perfeito, que levou ao êxtase musical de muitos fãs e que até converteu quem não estaria muito impressionado, de início, com os artistas.
Os que preferiam algo mais calmo à quase histeria electrónica da banda supramencionada tinham a oportunidade de ver o intérprete canadiano Patrick Watson, na sua terceira estadia em terras lusas. Apesar de ter consideravelmente menos audiência do que Hot Chip, o artista, acompanhado pelos Wooden Arms, ofereceu um belo e único concerto aos que acompanhavam as estranhas melodias intercaladas com o moderado caos musical dos performers. De facto, é de destacar o talento e a versatilidade deste artista, que torna cada actuação numa experiência única e envolvente, deslizando pelos temas de Close to Paradise e Wooden Arms sem dificuldade e de pulmões cheios — "Fireweed" soou assombrosa e arrepiante com o fundo ardente das chamas do vídeo que passava por trás, já "Drifters" apresentou-se tocante e sentimental e "Man Like You" impressionou, enfatizada pela voz característica do artista. Watson, sempre bem-disposto, nunca deixou de agradecer aos seus fãs que o receberam sempre com tanto apreço e, em jeito de retribuição, tocou até "To Build a Home", tema que partilha com os The Cinematic Orchestra e que constitui um dos seus pedidos mais frequentes nas suas actuações.
Cabeças de cartaz algo improváveis, pode-se dizer que os Vampire Weekend excederam as expectativas gerais de uma plateia de quase 24 mil espectadores. A despreocupada banda nova-iorquina soube trazer o travo de pop afrobeat ao indie rock de marca Pitchfork, mais suavizado e maturo no seu segundo esforço, Contra, da melhor maneira, envolvendo os inúmeros espectadores com jovialidade. Os meninos bem do indie mostraram que são capazes de entusiasmar e entreter tanto com os diversos temas do primeiro lançamento homónimo, tanto com os temas do álbum que lhe seguiu. Os festivaleiros acabaram por se render a "Cape Cod Kwassa Kwassa", "A-Punk" e "Horchata", tal como a "Cousins" e a "Giving Up The Gun", esta última que conta com inúmeras celebridades no seu videoclip, como os Jonas Brothers e Jake Gyllenhaal. No entanto, o foco do set dos nova-iorquinos estava mesmo na plateia: Ezra Koenig, vocalista e líder dos artistas, demonstrou várias vezes o seu espanto pela recepção dos portugueses (“Não me quero ir embora!”), que se entretinham a mover os seus corpos aos ritmos e melodias alegres. É assim que se prova a eficácia dos Vampire Weekend, que renderam as hostes à aprimorada e simples estética musical dos artistas.
Por fim, o duo electrónico Leftfield encerrou este dia de festival, oferecendo aos resistentes um set coeso de temas dançáveis. Para os menos duros, o último dia de festival espera-os, com a actuação do lendário Prince.
Foto: Ana Limas
Passatempo Super Bock Super Rock
Jun 29th
Nos próximos dias 16, 17 e 18 de Julho todos os caminhos vão dar ao Meco, Sesimbra. Praia, Sol e a melhor música são ingredientes mais do que suficientes para garantir um Super Bock Super Rock absolutamente memorável! O Festivais de Verão em parceria com a Super Bock tem para oferecer passes para que não percas este grande festival. O maior destaque vai para Prince no dia 18 de Julho.
Mas como queremos que passes esta edição do Super Bock Super Rock com qualidade temos um passe duplo para oferecer para uma localização privilegiada, onde todos vão querer estar, mas só alguns podem.
Para garantir uma estadia num ambiente de descontracção e relaxe, existirão serviços especiais de transporte ao longo dos 3 dias em que decorre o Festival para saberes tudo vé aqui. O camping está garantido e é gratuito para os portadores de passe de 3 dias.O festival Super Bock Super Rock divide-se por três palcos: Palco Super Bock, Palco EDP e @ Meco. Distribuidos por estes palcos destacamos Pet Shop Boys, Vampire Weekend, Prince, The National, Keane, Patrick Watson, Grizzly Bear, Wild Beasts, Laurent Garnier e Ricardo Villalobos.
O preço do bilhete diário é de 40 euros e o passe para os três dias 70 euros.
Não percas: Meco, Sol e Rock'n'Roll!
Recorda aqui a edição do ano passado: Reportagem e Fotos - Super Bock Super Rock 2009 - Porto & Lisboa
Conhece quem foram os vencedores!
Cartaz Completo – Super Bock Super Rock
May 26th

A promotora do Super Bock Super Rock confirmou as notícias das actuações de Prince e Grizzly Bear. No entanto não foram apenas estes os nomes anunciados.
O lendário Prince vai passar pelo Meco no dia 18 de Julho e o espectáculo promete ser algo de estrondoso, tendo em conta que é rara a sua actuação em festivais.Com uma discografia invejável o cantor pisa de novo o solo lusitano e não vai deixar ninguém desiludido. A tour europeia do artista ainda não está fechada mas já estão confirmadas outras datas para festivais na Europa Central.
Pelo Meco irão passar também os Grizzly Bear, onde o grupo se prepara para dar o seu terceiro concerto em terras lusas. Apresentado o seu mais recente trabalho intitulado "Veckatimest", lançado há precisamente um ano, que contém os singles "Two Weeks", "Ready, Able" entre outros...O grupo actua no dia 16 de Julho no palco EDP.
Para finalizar, os últimos confirmados são Hi-Tech² e Henriq & Bart Cruz. Enquanto que os primeiros actuam no último dia, 18 de Julho, já Henriq & Bart Cruz vão actuar no dia 16 de Julho.
Relembramos então os confirmados: Prince, Pet Shop Boys, Keane, Cut Copy, Mayer Hawthorne, Jamie Lidell, Beach House, Grizzly Bear, The Temper Trap, St. Vincent, GODMEN, Richie Hawtin, Marco Carola, Magda, LeftField, Vampire Weekend, Hot Chip, Julian Casablancas, Tiago Bettencourt & Mantha, Patrick Watson, Holly Miranda, Rita Red Shoes, Sweet Billy Pilgrim, Malcontent, Ricardo Villalobos, Magazino, João Maria, José Belo, Empire of the Sun, The National, Spoon, Stereophonics, Palma's Gang, John Butler Trio, Wild Beasts, Sharon & The Dap Kings, The Morning Benders, Stereo Parks, Laurent Garnier, Rui Vargas & André Cascais, Hi-Tech², Henriq & Bart Cruz, Zé Salvador e Mary B.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.![]()
Cartaz, Alinhamento das Banda e Informações Super Bock Super Rock 2010
Prince no Super Bock Super Rock
May 26th

Depois de hoje terem sido confirmados Grizzly Bear para o Super Bock Super Rock, a SIC avança que Prince também vai passar pelo festival a 18 de Julho.
Com uma discografia invejável o cantor pisa de novo o solo lusitano e não vai deixar ninguém desiludido. A tour europeia do artista ainda não está fechada mas já estão confirmadas outras datas para festivais na Europa Central.
Relembramos então os nomes confirmados até agora: Pet Shop Boys, Keane, Cut Copy, Mayer Hawthorne, Jamie Lidell, Beach House, Grizzly Bear, The Temper Trap, St. Vincent, GODMEN, Richie Hawtin, Marco Carola, Magda, LeftField, Vampire Weekend, Hot Chip, Julian Casablancas, Tiago Bettencourt & Mantha, Patrick Watson, Holly Miranda, Rita Red Shoes, Sweet Billy Pilgrim, Malcontent, Ricardo Villalobos, Magazino, João Maria, José Belo, Empire of the Sun, The National, Spoon, Stereophonics, Palma's Gang, John Butler Trio, Wild Beasts, Sharon & The Dap Kings, The Morning Benders, Stereo Parks, Laurent Garnier, Rui Vargas & André Cascais, Zé Salvador e Mary B.
"Meco, Sol & Rock n' Roll"
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.![]()
Grizzly Bear no Super Bock Super Rock
May 26th

Com concertos agendados para hoje (26 de Maio) e para amanhã, em Lisboa e no Porto, Grizzly Bear vão também estar presentes na edição de 2010 do Super Bock Super Rock.
Grizzly Bear foram anunciados nas campanhas publicitárias espalhadas pelas cidades, onde estão confirmados para o dia 16 de Julho. A banda americana prepara-se assim para dar o seu terceiro concerto em terras lusas. Apresentado o seu mais recente trabalho intitulado "Veckatimest", lançado há precisamente um ano, que contém os singles "Two Weeks", "Ready, Able" entre outros...
Relembramos então os nomes confirmados até agora: Pet Shop Boys, Keane, Cut Copy, Mayer Hawthorne, Jamie Lidell, Beach House, Grizzly Bear, The Temper Trap, St. Vincent, GODMEN, Richie Hawtin, Marco Carola, Magda, LeftField, Vampire Weekend, Hot Chip, Julian Casablancas, Tiago Bettencourt & Mantha, Patrick Watson, Holly Miranda, Rita Red Shoes, Sweet Billy Pilgrim, Malcontent, Ricardo Villalobos, Magazino, João Maria, José Belo, Empire of the Sun, The National, Spoon, Stereophonics, Palma's Gang, John Butler Trio, Wild Beasts, Sharon & The Dap Kings, The Morning Benders, Stereo Parks, Laurent Garnier, Rui Vargas & André Cascais, Zé Salvador e Mary B.
"Meco, Sol & Rock n' Roll"
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.![]()
The Morning Benders no SBSR
May 13th

Aos já confirmados para o Palco EDP, Beach House, The Temper Trap, St. Vincent, Patrick Watson, Sweet Billy Pilgrim, Rita Red Shoes, Sharon Jones & The Dap Kings, John Butler Trio e Wild Beasts juntam-se agora os norte-americanos The Morning Benders, com actuação programada para o dia 18 de Julho
De referir também que será neste palco que irão actuar as três bandas, vencedoras do concurso Super Bock Super Rock Preload, cujos resultados serão conhecidos no dia 19 de Maio.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Palco EDP – Super Bock Super Rock
Apr 21st

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer, agora com mais duas novas confirmações: Sharon Jones & The Dap Kings e Sweet Billy Pilgrim. Estas confirmações actuam no palco agora apresentado e intitulado Palco EDP.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para o Palco EDP no dia 16 Beach House, The Temper Trap e St. Vincent; no dia 17 Patrick Watson, Sweet Billy Pilgrim e Rita Red Shoes; e no dia 18 Sharon Jones & The Dap Kings, John Butler Trio e Wild Beasts.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Mais Confirmações para o SBSR
Apr 15th

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer com mais quatro novas confirmações: Jamie Lidell, Tiago Bettencourt & Mantha, Saint Vincent e Wild Beasts.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para dia 16 tens Pet Shop Boys, Keane, Cut Copy, Jamie Lidell, Palma's Gang, Beach House, The Temper Trap e M-NUS Showcase (Richie Hawtin, Marco Carola e Magda). No dia 17 conta com Vampire Weekend, Hot Chip, Leftfield, Tiago Bettencourt & Mantha, Patrick Watson, Rita Redshoes, Ricardo Villalobos & Zip. No último dia de festival, dia 18, Empire of the Sun, The National, John Butler Trio, Wild Beasts e Laurent Garnier.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Novas confirmações para o SBSR
Apr 7th

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer, e a juntar aos nomes já anunciados hoje foram avançados mais cinco novas confirmações: Keane, Hot Chip, LeftField, Beach House e Patrick Watson.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para dia 16 tens Pet Shop Boys, Cut Copy, Palma's Gang, Beach House, The Temper Trap e M-NUS Showcase (Richie Hawtin, Marco Carola e Magda). No dia 17 conta com Vampire Weekend, Hot Chip, Left Field, Patrick Watson, Rita Redshoes, Ricardo Villalobos & Zip.No último dia de festival, dia 18, Empire of the Sun, The National, John Butler Trio e Laurent Garnier.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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