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The Kooks no Optimus Alive!
Feb 7th
Os britânicos The Kooks não são novidade ao Passeio Marítimo de Algés. Se da última vez era Konk o ponto de foco, com Junk of the Heart, já mostrado no passado Super Bock Super Rock, espera-se um concerto bem diferente da sua última passagem pelo Optimus Alive!.
A actuação está marcada para o último dia do festival.
O Festival Optimus Alive 2012 realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de Julho de 2012 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O pack Fã está à venda nas lojas Fnac por 50 Euros (Bilhete 1 dia) ou 99 Euros (Passe 3 dias)
Cartaz Optimus Alive 2012
Justice no Optimus Alive 2012
Dec 16th
Poucos foram os que notaram a passagem dos Justice em Paredes de Coura de 2006. Desde então, o seu crescimento levou a que fossem um dos nomes mais requisitados pelo público português e é sem dúvida um dos nomes mais sonantes da onda electrónica. Agora, 6 anos passados, chegam até ao Optimus Alive! no primeiro dia, com o mais recente Audio, Video, Disco, e prometem não deixar nenhum pé no chão.
Os Justice actuam no dia 13 de Julho no Palco Optimus do Maior Evento de Música e Arte.
O Festival Optimus Alive 2012 realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de Julho de 2012 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés.
Cartaz Optimus Alive 2012
Black Lips no Optimus Alive 2012
Nov 5th
Segundo o "Festivais de Verão" apurou junto de fonte próxima da banda, os Black Lips vão estar presentes na edição de 2012 do Festival Optimus Alive no dia 13 de Julho.
Depois da última passagem por Portugal em 2009, os norte-americanos Black Lips regressam ao nosso país para apresentar "Arabia Montain", sexto e mais recente álbum da banda norte-americana.
Esta informação carece de confirmação por parte da Everything is New, organizadora do evento.
O Festival Optimus Alive 2012 realiza-se nos dias 12, 13 e 14 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. Até ao momento não são conhecidos os preços dos bilhetes
Reportagem Within Temptation no Coliseu de Lisboa
Oct 15th
Noite negra e esgotada, no regresso do grupo de culto (ou talvez seja o género em si que é um culto por cá) ao país, após uma passagem pelo Porto. Muitas t-shirts negras, algumas quarentonas com rendas nos braços, piercings com mais de 10 centímetros (sem exageros), e um público com grande parte dele numa faixa etária acima dos 30 ou até dos 40, mostrando bem o tipo de público devoto que os Within Temptation têm por cá. Camarotes cheios, plateia cheia, público até no último andar do coliseu… já há algum tempo que os alfacinhas não enchiam assim a sua sala.
E a noite começou, exactamente, com gente de cá em palco. Os Kandia, que abriram a noite, conseguiram conquistar graças a um rock forte e energético, de músicas longas e bem pensadas. Foi uma escolha ideal para a noite, já que se encaixam na perfeição dentro do género da banda principal, e tiveram portanto à sua frente o público ideal. Uma vocalista com genuíno prazer no que fazia, um óptimo guitarrista (a guitarra é, aliás, o cerne de tudo), e um baterista e um baixista em sintonia perfeita. Uma primeira parte bem dada, que serviu na perfeição para aquecer as hostes. No futuro, talvez venhamos a ouvir falar mais deles.
Meia-hora depois, começava o espectáculo dos Within Temptation. E espectáculo é, de facto, a palavra certa. Um palco de dois andares, um ecrã gigante (de excelente qualidade) que ia projectando vídeos em cada música, um jogo de luz impressionante… um belo jogo audiovisual, bem pensado e executado, dado por uma banda que obviamente se preocupa com a imagem que projecta.
Preocupa-se, aliás, talvez demais. Começar o concerto com uma curta-metragem talvez não tenha sido a melhor ideia, tal como não o foi mostrar outra mais à frente. Percebe-se que queiram enquadrar e dar a mostrar o suposto conceito por trás do último álbum que agora apresentavam, The Unforgiving (do qual tocaram praticamente tudo), mas pedia-se mais subtileza. Afinal de contas, aquilo acabou por se reflectir como um golpe no ritmo do concerto, e, simplesmente, não acrescentou rigorosamente nada. E para quê tantos vídeos em cada canção, e todos eles por vezes tão pensados e, ao mesmo tempo, tão aleatórios? Porque é que haviam javalis em CGI que pareciam saídos do World of Warcraft?
Porque é que aquele homem estava a lutar no ecrã com outro? E como é que de repente ele fica sem t-shirt e começa a chover (isso deve ter sido ideia da Sharon)? Todo o aparato visual destoou por vezes, distraindo até daquilo que era o que realmente interessava: a música. Não há problema nenhum em fazer um espectáculo assim, claro. Mas faltou uma fusão entre o que se ouvia e o que se via (algo, por exemplo, tão bem conseguido por Sufjan Stevens, que tocou naquela mesma sala este ano).
Claro que esta acabou por ser uma falha menor, que se ia revelando apenas em certos momentos (a sério, aqueles javalis…) no concerto de uma banda que, efectivamente, talvez se preocupe demasiado com mitologia celta/druida e afins (mas, lá está, deve ser também isso que os fãs adoram neles). O concerto, francamente bom do início ao fim, raramente deixou de ser imponente e impressionante, não tanto pelo aparato já mencionado, mas antes pelas canções em si, tão potentes e tão bem tocadas, sempre apoiadas pela bela voz de uma óptima vocalista. O último disco resulta francamente bem ao vivo, tal como o início com Shot in the Dark demonstrou logo. Energia pura, sob a forma de acima de tudo dois bons guitarristas, que preenchem todo o espaço do coliseu com ondas de ruído.
O alinhamento concentrou-se, portanto, maioritariamente no último disco, mas não faltaram também os êxitos do passado. "Ice Queen" foi recebida de braços no ar (muitos deles, mas mesmo muito, com telemóveis ou máquinas fotográficas na mão), tal como "The Howling", a apoteótica "Our Solemn Hour" (espectacular ao vivo) ou, claro, a inevitável "Memories" (momento lindíssimo). Sentia-se no ar a devoção pura de um público que estava ali a cantar as letras a altos berros, com os seus ídolos em palco. A banda parecia ela própria satisfeita, mesmo não estando particularmente comunicativa. Os sorrisos eram constantes, raramente se afastavam da berma do palco, e foi em particular nos encores, tocados com tanta diversão quanto alma, que se viu bem o quanto gostavam de ali estar. O público, esse, mostrou-se quase religioso do início ao fim.
Tinha bastado Memories, a terminar o corpo principal do alinhamento, para a noite estar ganha, mas os dois encores asseguraram-se de que a qualidade se mantinha lá em cima. "Deceiver of Fools", a fabulosa e muito aplaudida e cantada "Mother Earth", compuseram o primeiro, tendo ficado Stairway to the Skies (a última do mais recente disco) tido a honra de encerrar na perfeição uma noite que ficará provavelmente marcada na memória dos milhares de fãs que encheram o coliseu. No final, a banda faz uma vénia, e desce até do palco para cumprimentar os fãs; algo raro, hoje em dia.
Para os grandes fãs, deverá ter sido uma noite memorável, que irão relembrar por muito, muito tempo; para os curiosos (como eu), foi sem dúvida um belo concerto.
Há cultos que não se percebem, bandas que ao vivo são incompreensivelmente adoradas e aplaudidas.
Os Within Temptation, felizmente, defendem ao vivo muito bem o seu repertório, e dão um concerto impressionante e (e este é talvez o maior elogio) consistente, onde os bons momentos se vão sucedendo. Podemos não partilhar o culto… mas com concertos assim, este percebe-se.
Reportagem The Prodigy @ Pavilhão Atlântico
Dec 8th
Depois da sua passagem pelo Optimus Alive os The Prodigy marcaram o seu regresso para dia 7 de Dezembro no Pavilhão Atlântico.
Antes da actuação dos miticos senhores do rave-punk e mesmo antes da banda que iria abrir o concerto destes (Enter Shikari) o público do Pavilhão Atlântico foi brindado com o som do Dj Loel com diversas misturas que animaram o público que se ia aglomerando para assistir ao concerto.
Às 21 horas em ponto subiram ao palco os Enter Shikari, banda do Reino Unido de post-hardcore com elementos de electrónica, formada em 2003 considerada pela imprensa especializada os novos “meninos bonitos” do Reino Unido. Pela primeira vez em Portugal apresentaram maioritariamente músicas do seu último e segundo álbum lançado em Junho de 2009 Common Dreads. Foi uma actuação que animou o público, ainda a meio gás, durante 45 minutos prometendo uma noite em cheio para todos os fãs tanto desta banda como dos The Prodigy, dizendo também que voltariam a terras lusas no Verão.
Mesmo antes de começar a actuação de The Prodigy já o público se encontrava ao rubro na longa espera para a actuação desta banda. Os The Prodigy que só se haviam apresentado em Portugal em festivais e nunca em nome próprio, abrem o concerto com “World’s on Fire” do seu último álbum Invaders Must Die seguida de “Breathe” do legendário álbum The Fat of The Land protagonizando um dos muitos momentos da noite.
Ao longo da noite a banda britânica foi demonstrado o porquê de ter levado tantas pessoas ao Pavilhão Atlântico com uma energia avassaladora de toda a banda mas especialmente de Keith Flint e Maxim Reality. Estes tiveram uma grande interação com o público contagiando-os com a sua energia, transformando a sala de espectáculos numa discoteca gigante. Até as pessoas que se encontravam nos balcões não resistiram a dançar ao som de todas as músicas apresentadas, especialmente a clássicos como “Firerstarter”, “Out Of Space”, “Voodoo People” ou mesmo pelas músicas mais recentes como “Invaders Must Die” ou “Omen”. Sempre com um grande ritmo os The Prodigy repetiram a “coreografia” do festival Optimus Alive de “Smack my Bitch Up”.
O encore composto por quatro músicas começou com “Take Me To The Hospital” dando a todas as pessoas mais uns minutos de dança culminando na “Their Law”.
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Espectáculo de 15 músicas que pôs todo o Pavilhão Atlântico a dançar ao ritmo dos The Prodigy.
Reportagem Au Revoir Simone @ Aula Magna
Oct 6th
Com a chuva a cair lá fora, a Aula Magna aqueceu-se de ternura na noite em que se comemora a implantação da República. Depois de uma sessão de autógrafos no dia anterior, as mais que queridas Au Revoir Simone, juntaram-se num auditório cheio para dar mais um concerto na capital.
A primeira parte ficou a cargo de João Coração que cumpriu a sua função embora com alguns percalços pelo meio. Um set talvez um pouco longo demais mesmo com o esquecimento de uma das "baladas". Com amigos da FlorCaveira à mistura, como Os Pontos Negros e Cão da Morte, ouvimos Abalada Farewell e alguns temas do último "Muda que Muda", como a canção homónima e Passo a Passo.
Chegadas as meninas de Brooklin, a sala encheu-se de sorrisos. A passagem por terras lusas tinha como principal objectivo, apresentar o novo álbum "Still Night, Still Light" e foi com All or Nothing que tudo começou. Também de sorrisos se enchia o palco, apesar de se ouvir Sad Song, do anterior "Bird of Music". A incidência no novo álbum era evidente embora se tenha ouvido um pouco dos dois anteriores, "Stay Golden" e "Throught the Backyards of Our Neighbours". Do novo álbum só ficou a faltar a The Last One, Organized Scenery e We Are Here, que de resto foram muito bem substituídas pela simpatia extrema de Erika, Annie e Heather que falavam constantemente com o público, elogiando o conforto da sala e mandando cumprimentos individualizados.
A chuva fazia-se sentir lá fora em unissono com a vontade do público do regresso de Au Revoir Simone. Voltaram ao palco para o encore com uma dedicatória à técnica de som pelo seu aniversário com And Sleep al Mar, que não se ouvia desde 2007. Depois de The Lucky One, encerraram o concerto com um palco cheio de público para Dark Halls.
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O ar querido e a amabilidade das três, não deixa ninguém sem um sorriso à saída da sala.
Au Revoir Simone e até breve.
Reportagem Maré de Agosto
Aug 28th
Todos os anos, a Praia Formosa, na Ilha de Santa Maria - é palco do mais antigo festival dos Açores, realizado pela primeira vez em 1984 e, que este ano, comemorou o seu 25º Aniversário. O Festival Maré de Agosto que decorreu nos dias 20, 21, 22 e 23 de Agosto de 2009.
Ao longo destes 25 anos, o Festival Maré de Agosto tem contribuído, sem sombra de duvida, para uma ampla divulgação de vários géneros musicais e sonoridades dos vários cantos do Mundo, fundindo e unindo culturas num idioma único e universal: a música!
O “Spirit” da Maré, expressão eleita para definir o magnífico ambiente que envolve este festival tem conquistado, cada vez mais, a simpatia de todos fazendo com que milhares de pessoas, na sua esmagadora maioria jovens, oriundas dos mais diversos pontos do país, visitem Santa Maria.
Num palco situado apenas a escassos metros do mar actuaram nomes de destaque do panorama musical nacional e internacional.
Além dos espectáculos musicais que se dividiram entre palco principal e palco TMN, anteriormente conhecido como “Espaço Castelo”, o festival reuniu actividades dia e noite: espectáculos, exposições, lançamento de livros, animação infantil, workshops e DJs.
A energia contagiante dos Portugueses Wok abriu o Palco Principal na quinta-feira. A banda conquistou o público do inicio ao fim da sua actuação. Se existem espectáculos que não se podem perder. Este é um deles. Música, ritmo, coreografia e muita animação, marcaram a passagem dos Wok em Santa Maria.
O público responde à chamada com a entrada do DJ Click, francês conhecido, pelos seus mixes eletro-balcânicos que combina a modernidade e tradição. A sua boa disposição e interacção com o público traduziram-se num alto grau de satisfação por parte deste.
Sob um sol abrasador e um mar calmo, que convidava a um mergulho, a banda revelação doismileoito, vencedores do TMN Garage Sessions em 2006 animou a tarde de sexta-feira no palco TMN. Nem o calor foi impeditivo às centenas de pessoas que permaneceram no recinto a desfrutar de bom Rock cantado em português. Mais tarde, iniciou-se o workshop de percussão sob a responsabilidade dos Tocá Rufar. Muito ritmo e animação fecharam a tarde no Palco TMN.
E porque a “Prata da Casa” vale ouro, a actuação dos Bey Já’ Tum, orquestra de percussão da Ilha de Santa Maria abriu a noite num cortejo que percorreu toda a marginal da magnifica Praia Formosa até ao recinto do palco principal A energia da sua percussão é única e rica e vem marcando presença com sua vitalidade e alegria contagiante.
No palco principal estava tudo a postos para a abertura de mais uma noite de bons espectáculos. Pelas 22h30, Lura, numa voz doce e grave ao mesmo tempo e um timbre estampado “Cabo Verde”, seduziu o público.
No Palco Principal, Wolfstone, da Escócia, cuja performance abraça um “folk rock no sentido mais autêntico e verdadeiro”, agraciou os presentes com um concerto repleto de vitalidade e ritmos bem ao jeito da Maré!
Para fechar a noite, a presença do DJ Nuno Forte no palco principal animou os festivaleiros presentes.
Edu Miranda Trio traz ao palco e ao público, um show com uma sonoridade sui generis do Brasil, Portugal e África. O DJ Sargento Zundap encerrou a programação de sexta-feira no palco secundário. O espectáculo de fogo levado a efeito pela “Trupe Hilariante” conferiu uma dinâmica e ambiente muito peculiar ao “Espaço Castelo”.
As expectativas para o terceiro dia cresceram. E pode-se dizer que relativamente às actuações das bandas valeu bem a pena marcar presença.
O fenómeno Açoriano “ Os Tunalhos” trazem o humor e boa disposição ao Festival no Palco TMN. A interacção com o público, imagem de marca destes jovens irreverentes, animara a tarde de sábado.
Seguiu-se o workshop de beatbox pelo MC Zani e a continuação do workshop de percussão da responsabilidade dos Toca Rufar.
O Hip-hop de Kumar sobe ao palco principal conseguindo animar e divertir o bastante público presente deixando-o fascinado pela sua atitude, a sua intensidade e, claro, as suas músicas directamente relacionadas com o seu percurso de vida. Entra em palco a banda mais aguardada da noite, Fiction Plane, banda liderada por Joe Sumner, o filho de Sting. Logo na abertura, o incontornável “Two Sisters” levou o público ao rubro. Um espectáculo, ao qual, é impossível ficar indiferente.
Com uma sonoridade verdadeiramente relaxante e cativante, o Jazz, fez-se representar por André Fernandes Quarteto que inaugurou o palco TMN no terceiro dia do Festival.
O fecho da noite em ambos os palcos, ficou a cargo de dois DJs Portugueses. O palco principal contou com a presença do DJ Rui Da Silva e o Palco TMN a animação esteve a cargo do DJ Zé Amaral.
O entusiasmante projecto de Rock nacional, um misto de rock e blues foi-nos trazido pela banda Murdering Tripping Blues fez da tarde de domingo um verdadeiro convite à diversão em que a energia e emoção foram as palavras de ordem.
Chegada a última noite do Festival Maré de Agosto, a música tradicional polaca, fez-se representar, e muito bem, pela banda Warsaw Village Band. Nem os fortes aguaceiros conseguiram assustar os já muitos festivaleiros preparados para o último dia.
É chegada a tão esperada hora. O alemão Gentleman que dispensa apresentações agarrou a multidão numa celebração de boas vibrações e uma entrega total ao reggae.
No palco TMN a música tradicional, sempre muito apreciada, fez-se representar pelos Roncos do Diabo, sempre animadíssimos. Uma actuação com muita cumplicidade, energia e alegria conquistando facilmente o público.
O DJ Sargento Zundap fecha em grande o último dia de concertos no palco TMN. No Palco Principal, um nome sonante do djing em Portugal, DJ Xinobi.
De ressalvar o excelente empenho e profissionalismo da Associação Cultural Maré de Agosto, a força motriz deste festival sem a qual um festival desta qualidade não seria possível! Visitar Santa Maria é deixar-se contagiar pela simplicidade de um povo… É esse o desafio que te lançamos, e, acredita, não te vais arrepender… Em 2010 cá estaremos!
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