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Seasick Steve no Optimus Alive 2011
Mar 22nd
O norte-americano Seasick Steve irá actuar no Optimus Alive!11!
O bluesman irá realizar a sua estreia em Portugal, no dia 7 de Julho, no Palco Super Bock. Seasick Steve irá apresentar o seu novo album, You Cant Teach an Old Dog New Tricks, cuja saida está prevista para Maio de 2011. Depois de ter passado pelos festivais ingleses, chega agora a ver do artista actuar em Portugal.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
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Dream Theater a 17 de Julho no Porto
Mar 19th

Os Dream Theater regressam a Portugal este ano, apurou o Festivaisverao.com.
A actuação dos norte-americanos está marcada para dia 17 de Julho, no Coliseu do Porto.
Os bilhetes vão estar à venda a partir do dia 23 de Março e os preços variam entre 28 Euros (Plateia) e 30 Euros (Bancada e Camarotes).
O grupo regressa assim a Portugal para um espectáculo único, desta vez sem a presença de Mike Portnoy que abandonou o grupo o ano passado. Para além de tocarem musicas do ultimo album, existe a possibilidade de os Dream Theater tocarem musicas do seu novo álbum, cuja data de estreia ainda não é conhecida.
| Preços | Locais de Venda |
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Locais Habituais |
Interpol e Underworld no Sudoeste TMN 2011
Mar 17th
Foi hoje anunciado mais dois nomes para o Sudoeste TMN 2011: Interpol e Underworld.
O grupo americano Interpol vem a Portugal, depois de terem passado pelo Campo Pequeno, ao festival alentejano apresentar o seu ultimo album, Interpol. A actuação está marcada para o dia 7 de Agosto
Já os britânicos Underworld, conhecidos pela musica "Born Slippy", regressam a Portugal,o dia 5 de Agosto, depois de terem actuado no Super Bock Super Rock em 2007.
Confirmado também pela promotora estão os nomes que o Festivaisverao.com tinha anunciado anteriormente: Andreya Triana e King Khan & The Shrines. A actuação dos artistas está marcada para o dia 4 de Agosto no Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste.
O Festival Sudoeste TMN 2011 realiza-se nos dias 3, 4, 5,6 e 7 de Agosto de 2011 na Zambujeira do Mar, na Herdade da Casa Branca.
O preço dos bilhetes é de 90€ pelo passe ( 80€ até 31 de Março), 48€ pelo bilhete diário, 140€ pelo passe Zmar alvéolos (130€ até dia 31 de Março) e 690€ pelo passe Zmar Zmovel (para duas pessoas, com o preço de 660€ até dia 31 de Março)
Everything Everything no Optimus Alive 2011
Feb 28th

Os Everything Everything vão passar pelo Optimus Alive 2011 no dia 7 de Julho no Palco Super Bock.
Os indie-rockers britânicos fazem a sua estreia ao vivo em Portugal em Oeiras.
A banda vem apresentar o primeiro disco, Man Alive, editado em Agosto do ano passado. Produzido por David Costen (produtor de Bat for Lashes ou Joseph Arthur, entre outros), o longa-duração entrou directamente para o top 20 de vendas no Reino Unido.
Para esta edição estão já confirmados, entre outros: Coldplay (6 de Julho), Foo Fighers (7 de Julho), Iggy And The Stooges (7 de Julho), White Lies (9 de Julho), Kaiser Chiefs (9 de Julho) e 30 Seconds to Mars (8 de Julho).
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros e 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 e 4 dias, respectivamente.
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Beirut no Super Bock Super Rock 2011
Jan 19th

Depois de ter sido anunciado a presença dos The Strokes e Portishead, no Super Bock Super Rock, é confirmada mais uma presença de "peso" para esta 17ª edição - Beirut.
Beirut actua assim no dia 14 de Julho de 2011, depois de ter actuado o ano passado no Festival Sudoeste TMN.
O Festival Super Bock Super Rock na sua edição de 2011 realizar-se-á nos dias 14, 15 e 16 de Julho de 2011, em Sesimbra na Praia do Meco.
O festival vai contar com 3 palcos: Palco Super Bock, Palco Edp e @Meco (espaço da electrónica).
O Preço do bilhete diário tem o custo de 45 Euros e o Passe para os 3 dias de 80 Euros (inclui campismo e transporte para a praia do Meco). Os bilhetes já se encontram à venda.
Memory Tapes e Plan B em Paredes de Coura
Jun 4th

O festival Paredes de Coura anunciou mais dois nomes para o palco principal: Memory Tapes e Plan B
Memory Tapes aka Dayve Hawk estreou o seu album no ano passado e é conhecido pelas suas remisturas em projectos como Weird Tapes ou Memory Cassette. As sonoridades pop indie e electrónica estarão presentes no dia 28 de Julho, na noite de recepção ao campista.
Já Benjamin Paul Ballance Drew, também conhecido por Plan B, marcará presença no dia 30 de Julho. Benjamin Drew alcançou o estrelato quando a sua musica Mama (Loves a Crackhead),do album Who Needs Actions When You Got Words, atingiu o top britânico. As suas letras cheias de histórias de sexo, drogas e homicidios fazem-nos ser conhecido como o "Britânico Eminem". Após o sucesso do primeiro album foi um constante somar de exitos, quer musicais quer a nivel de participação de filmes. Em 2008, lança o single Pieces em colaboração com Chase & Status e em 2009 participa no filme Harry Brown que para além de ter dado vida à personagem Noel Winters dá a conhecer uma das musicas que o faz entrar no top 10 britânico: End Credits. Em 2010 o sucesso continua e lança o album The Defamation of Strickland Banks e atinge o número 1 do top britânico. Musicas como Stay Too Long ou She Said serão certamente também ouvidas. Um espectaculo a não perder!
O preço do passe de 4 dias é de 70 Euros.
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The Prodigy no Festival Paredes de Coura
May 25th

Foi hoje anunciado pela organização um grande nome do panorama musical internacional: The Prodigy
Depois de um excelente concerto no festival Optimus Alive o ano passado, o grupo britanico volta a Portugal e chega a Paredes de Coura para um concerto que certamente não deixará ninguém indiferente!
O grupo de Liam Howlett, Keith Flint e Maxim irá actuar no dia 31 de Julho. No mesmo dia actuam The Specials e The Dandy WarholsO passe de 4 dias com campismo comprado até 17 de Maio fica por 60 Euros e a partir de 18 de Maio por 70 Euros.
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Sensation Wicked Wonderland – Lisboa
Apr 6th

O Sensation regressa a Lisboa no dia 19 de Junho de 2010, este ano na vertente de Wicked Wonderland.
Após o ano passado ter enchido o Pavilhão Atlântico com um espectáculo inovador e com um dress code em que a cor branca predominava, o Sensation promete novamente criar novas sensações a todos aqueles que se desloquem a Lisboa no dia 19 de Junho.
Os preços são iguais aos do ano passado, ou seja, 65 Euros o bilhete normal e 125 Euros o bilhete deluxe (Bilhete individual em que para além do acesso acesso livre a todas as áreas da Zona Regular, permite o acesso ao pavilhão por uma entrada exclusiva.Esta zona é uma área privada com vários DJs dedicados em permanência, Chill Out Area, bares exclusivos e bengaleiro. O preço inclui a oferta de 2 bebidas.). O VIP deck fica por 3500 Euros e inclui acesso para 10 pessoas, alojamento, acesso privado, 4 garrafas (Vodka, Gin, Whisky ou Champagne) e outros luxos. Os bilhetes são colocados à venda a partir do dia 8 de Abril.
Os primeiros 1000 compradores online de bilhetes para o “Sensation – Wicked Wonderland” serão premiados com um DVD “Sensation – Wicked Wonderland” e terão acesso a todas as festas Sensation que se irão realizar de norte a sul do país.
A organização promete o lineup durante o próxmo mês e garante edições anuais até 2012, justificadas pelo grande sucesso.
Recorda aqui a edição do ano passado: Reportagem | Fotos
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Sensation Lisboa 2010
Mar 31st

O Sensation regressa a Lisboa no dia 19 de Junho de 2010.
Após o ano passado ter enchido o Pavilhão Atlântico com um espectaculo inovador e com um dress-code em que a cor branca predominava, o Sensation promete novamente criar novas sensações a todos aqueles que se desloquem a Lisboa no dia 19 de Junho.
Certamente um espectaculo único a não perder!
Recorda aqui a edição do ano passado: Reportagem | Fotos
Os bilhetes são colocados à venda a partir do dia 8 de Abril.![]()
Reportagem Muse @ Pavilhão Atlântico
Nov 30th
Depois da passagem pelo Rock in Rio que contou com muitos fãs, os Muse vieram esgotar o Pavilhão Atlântico em nome próprio e com todos os seus brinquedos. Ainda antes de começar o concerto da banda de abertura, já podíamos contemplar três prédios feitos de pano sobre um palco redondo e mais pequeno do que aquele a que o Pavilhão Atlântico está habituado, fanzedo adivinhar muitas surpresas para o concerto de apresentação do seu novo álbum, The Resistance.
De álbum novo na bagagem vinham também os Biffy Clyro. Após a passagem por Paredes de Coura do ano passado, entraram em palco e mostraram o porquê de terem cancelado o concerto marcado para 12 de Dezembro deste ano: é demasiada energia para um espaço tão curto de tempo. Simon Neil entra em palco de tronco nu e agarra na guitarra para dar início ao que se viria a revelar um espectáculo de cordas a apresentar Only Revolutions. Avançam com a explosiva “That Golden Rule” que conseguiu arrancar alguma energia do público que aguardava pela banda da noite. Se por um lado Dom se viria a referir a Portugal como o melhor público da tour, os Biffy Clyro com certeza viajam para a próxima paragem com uma opinião diferente. “Living is a problem ‘cause everything dies” e “Who’s got a match? “ de álbuns anteriores não pareciam causar impacto apesar de Simon arranhar furiosamente a guitarra. As novas “Bubbles”, “The Captain” e “God and Satan” causavam igual reacção. Um público apático ia preenchendo o que restava da sala, engolindo grades, a mesa de merchandising, e os outros quase ignorando o abuso que se passava no pequeno palco. “Glitter and Trauma”, no entanto, pareceu agitar as massas. Infinity Land aparentou ser um álbum mais “comestível” que o recém lançado Only Revolutions. Despedem-se com “Mountains”, num português não tão desajeitado como o da maioria e que não mostrava ressentimentos pela quietude dos lusitanos.
Ao intervalo, era já impossível penetrar a imensa multidão que desde cedo se ia aglomerando no Pavilhão Atlântico. As luzes ainda não estavam apagadas e enquanto o público se entretinha a fazer “ondas” que moveram balcões e plateia, dentro dos prédios viam-se pequenas luzes verdes. Eles estavam lá dentro, já tínhamos percebido.
Começam a surgir silhuetas brancas que subiam e desciam escadas projectadas. Com um cair repentino do pano, Matt Bellamy usa um CD para projectar lasers para o público que se encontrava literalmente a seus pés. Ouve-se “Uprising” acompanhada de letra delineada na plataforma do baterista Dominic Howard. O público gritava em histeria, acompanhando os agudos da guitarra de Bellamy enquanto se via projectada audiência e banda nos paralelepípedos gigantes que sobrevoavam os músicos. Um começo surpreendentemente bom, para as considerações que se têm feito acerca do The Resistance. E na onda de novidade continuam com “Resistance”, transformados em “bit” por cima das suas próprias cabeças, até começarem a descer das plataformas para “New Born” que exigia deslizes pelo chão brilhante e lasers que enchiam o Pavilhão de estrelas verdes.
O público parecia diferente do que tinha assistido ao concerto de abertura. Não havia ninguém que não saltasse e não gritasse. O mesmo durante “Map of the Problematique” e “Supermassive Black Hole”, os clássicos pareciam despertar os fãs que voltaram a acalmar por momentos durante “MK Ultra”. O novo The Resistance não é tão cativante como nenhum dos álbuns anteriores e o público parecia algo descontente e aborrecido durante as músicas saídas do álbum-novidade. Servia, no entanto, de descanso.
“Hysteria” foi isso mesmo - durante a música, e durante o deslizar do piano para a plataforma que iria voltar a subir para “United States of Eurasia”. Viam-se projecções de mapas enquanto Matt exibia os seus dotes nas teclas e seguiu-se “Feeling Good”, que encerrava o recital de piano por hoje. Enquanto Bellamy trocava de equipamento, Dominic e Christopher faziam-se rodar e subir na plataforma central, para “Helsinki Jam” que levou o público ao rubro. Mas mais uma vez a acalmia abateu-se logo de seguida com “Undisclosed Desires”. Em “Starlight” e “Plug in Baby”, Matt deixou que fossem os portugueses a cantar numa união arrepiante. Nesta última entram os já típicos balões brancos que fazem chover papéis por cima dos portugueses. Os gritos não param com os primeiros acordes de “Time is Running Out” e com “Unnatural Selection”. Era o sprint final, a noite já ia longa.
Os três saem do palco, os ajustes do costume são feitos, e voltam para o derradeiro final, iniciado com “Exogenesis: Symphony, Part 1” que encerrava a mostra do álbum homónimo da tour. “Stockholm Syndrome” e “Knights of Cydonia” foram as músicas escolhidas para a despedida. Acabou como começou – com um estoiro de som, com gritos e algumas lágrimas.
De épico, teve tudo. Desaparecem por entre o fumo, um adeus até ao próximo ano e com grandes agradecimentos do baterista, que afirmou sermos o melhor público da tour.