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	<title>Festivais &#187; Parte Dos</title>
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		<title>Reportagem Smashing Pumpkins em Lisboa</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 16:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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Apesar do frio ser muito, os fãs de Billy Corgan não foram minimamente dissuadidos a voltar para casa, já que a noite prometia o regresso de uma das bandas mais aclamadas dos anos 90.
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			<content:encoded><![CDATA[<hr /><hr />
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Smashing Pumpkins" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Smashing_Pumpkins_16.jpg" /></a>Apesar do frio ser muito, os fãs de Billy Corgan não foram minimamente dissuadidos a voltar para casa, já que a noite prometia o regresso de uma das bandas mais aclamadas dos anos 90.</p>
<p>Onze anos após o último concerto dos <strong>Smashing Pumpkins</strong> em nome próprio pelos nossos lados, sendo hoje a primeira de duas actuações no <strong>Campo Pequeno</strong>, em Lisboa para o encerramento da tournée, Corgan, o único elemento fundador da banda optou por arriscar e apresentou o novo álbum <em>Oceania</em>, desconhecido pela parte do público que tem lançamento previsto para o início do próximo ano.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Ringo_Deathstarr" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Ringo_Deathstarr_05.jpg" /></a>Responsáveis pela primeira parte ficaram os <strong>Ringo Deathstarr</strong>, habituados a partilhar o palco com bandas como Johnny Foreigner e Built To Spill e acompanhantes de tournée de Smashing Pumpkins. Influenciados por bandas como My Bloody Valentine, The Cure e Fugazi, os Ringo Deathstarr apresentaram na noite de hoje o EP homónimo e o seu primeiro álbum <em>Colour Trip</em>.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Ringo_Deathstarr" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Ringo_Deathstarr_04.jpg" /></a>Ao som de guitarras distorcidas, chegando ao ponto de causar uma leve comichão no ouvido, tocaram músicas rápidas que tomavam gradualmente uma intensidade exuberante, intensificadas pelo jogos de luzes electrocutantes que nos cegavam gradualmente. Recuperada a visão era nítido a enchente que preenchia o que restava do espaço vazio da sala e que esperava ansiosamente para o típico back to the 90’s com que o VH1 nos aborrece de vez em quando.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Smashing Pumpkins" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Smashing_Pumpkins_15.jpg" /></a>Pouco passava das 21h quando a sala explodiu ao ouvir "<em>Quasar</em>" e "<em>Panopticon</em>", com as guitarras frenéticas e impacientes de Corgan e Jeff Schroeder no que seria o primeiro levantar a cortina do <em>Oceania</em>. Apesar de ser possívelmente a primeira vez que grande parte dos presentes na esgotada Praça de Touros escutava os temas, não foi por tal que Corgan e os restantes elementos da banda deixaram de ser aplaudidos. De volta ao passado ouvimos "<em>Starla</em><i>" </i>seguida de <i>"</i><em>Geek U.S.A</em><i>"</i>, onde somos arrastados por solos prolongados e distorções de guitarras completamente notáveis que enchem a sala de ovoções, <i>"</i><em>Gish</em><i>"</i>, "<em>Siva</em><i>",</i> <i>"</i><em>Siamese Dream</em><i>"</i> foram mais uma passagem pelos primeiros álbuns que decerto conseguiram agradar às primeiras gerações de fãs da banda.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Smashing Pumpkins" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Smashing_Pumpkins_09.jpg" /></a>De volta às novidades demasiado prolongas que <em>Oceania</em> teve para nos oferecer, o público demonstrou-se impaciente, para não dizer desapontado, para o que esperava em parte ser uma jornada pelos êxitos dos anos de ouro do grupo norte americano. O facto de Corgan não ter dirigido uma única palavra aos presentes durante quase duas horas acabou por gerar uma ligeira apatia no público que apesar de aplaudir esperava um alinhamento com maior coerência, comunicação e acima de tudo espontaneadade. Claro que ninguém tenciona pagar um bilhete para ter conversas banais sobre a metereologia e afins com Corgan, no entanto seria preferível que este estimulasse o público e que fomentasse a necessidade deste se encontrar presente.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Smashing Pumpkins" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Smashing_Pumpkins_06.jpg" /></a>Entretanto e já mais para o final do concerto foi com os primeiros acordes de <i>"</i><em>Tonight, Tonight</em><i>"</i> que o público acordou para ouvir e cantar o single de 1995 capaz de agradar a pais e filhos e às mais diferentes faixas etárias que passado mais de uma década continuam com as letras na ponta da língua. É também ao fim de duas horas de concerto que Billy Corgan decide trocar umas palavras com os presentes.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Smashing Pumpkins" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Smashing%20Pumpkins%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2008-12-2011/tn_Smashing_Pumpkins_19.jpg" /></a>De volta ao palco para o que seriam as últimas três músicas, a banda decide presentear o público com uma canção que diz não tocar frequentemente, neste caso referindo-se a "<em>Today</em><i>"</i> que indubitavelmente acordou quem ainda não se encontrava desperto e que foi recebida com grande entusiasmo. Seguiram-se dois grandes êxitos, nomeadamente "<em>Zero</em><i>"</i> e <i>"</i><em>Bullet With Butterfly Wings</em><i>"</i> fortemente aplaudidas e cantadas por todos os que preenchiam a sala.</p>
<div><hr /></div>
<blockquote>
<div>
<p style="text-align: center;">Um concerto que desmonstrou diversas passagens e facetas de Corgan, que terminou de uma forma distinta e que será para repetir amanhã por uns e para os que não conseguiram bilhete para esta primeira noite.</p>
</div>
</blockquote>
<hr /><hr /><hr />
<div>Texto: <strong>Mariana Cáceres</strong></div>
<div>Foto: <strong>Ana Limas</strong></div>
<div><hr /><hr /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Helmet em Lisboa e Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 14:53:10 +0000</pubDate>
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Os Helmet estreiam-se ao vivo em Portugal com dois concertos, a 5 de Março na TMN ao Vivo e 6 de Março&#160;no Hard Club. Vêm comemorar o 20º aniversário de "Meantime", provavelmente o álbum mais marcante da sua carreira.
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<hr /><img style="float: right; border-width: medium; border-style: double; margin: 10px;" alt="helmetband" src="http://www.festivaisverao.com/images/stories/bandas/helmetband.jpg" width="250" height="228" />
<p>Os <strong>Helmet</strong> estreiam-se ao vivo em Portugal com dois concertos, a <strong>5 de Março</strong> na TMN ao Vivo e <strong>6 de Março</strong>&nbsp;no Hard Club. Vêm comemorar o 20º aniversário de "Meantime", provavelmente o álbum mais marcante da sua carreira.</p>
<p>Com 7 álbuns editados os Helmet prometem animar a noite com singles como "Unsung", "Give It" e "In The Meantime".</p>
<p>Na primeira parte dos dois concertos actuam os <strong>Fighting With Wire</strong>. Oriundos da Irlanda do Norte, os Fighting With Wire editaram em 2008 o álbum de estreia, "Man vs Monster".<br /><br />O espectáculo tem inicio pelas 21h00.</p>
<p>Se não tens onde ficar podes sempre procurar alojamento&nbsp;<strong style="border-style: initial; border-color: initial;"><a  href="http://www.booking.com/index.html?aid=317224" style="border-style: initial; border-color: initial;">aqui</a></strong>.</p>
<hr />
<table style="width: 100%;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 50%; border: 1px solid #e6e6fa; text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><strong>Preços</strong></span></td>
<td style="width: 50%; border: 1px solid #e6e6fa; text-align: center;"><span style="font-size: 10pt;"><strong>Locais de Venda</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #e6e6fa; text-align: center;">
<p></p>
<p>De 20€</p>
</td>
<td style="border: 1px solid #e6e6fa; text-align: center;">Locais Habituais</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
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		<title>Novembro do Porto ainda com Akron/Family, Gary War e Com Truise</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 23:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla</dc:creator>
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A norte, a Lovers &#38; Lollypops preenche o penúltimo mês do ano com boa música. 
Depois de Eternal Tapestry e Pink Mountaintops, resta aproveitar os concertos de Akron/Family no dia 20 (...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novembro vai a meio mas ainda há muito (e muito bom) que ver.</p>
<p>A norte, a <a href="http://www.loversandlollypops.net/"><strong>Lovers & Lollypops</strong></a> preenche o penúltimo mês do ano com boa música. <img style="float: right;" alt="Captura_de_ecr_-_2011-11-14_23.38.32" src="http://www.festivaisverao.com//images/stories/Captura_de_ecr_-_2011-11-14_23.38.32.png" height="151" width="192" /></p>
<p>Depois de Eternal Tapestry e Pink Mountaintops, resta aproveitar os concertos de <a href="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/295830_10150487162389992_350705869991_11232263_854652193_n.jpg">Akron/Family</a> no dia 20 (dia 19 em Lisboa, na Galeria Zé dos Bois), com primeira parte dos barcelenses The Partisan Seed, no Hard Club; dois dias depois, <a href="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/298421_10150488819899992_350705869991_11242221_285186211_n.jpg">Gary War</a> faz-se acompanhar por Tren Go! Soundsystem com o seu recém lançado <a href="http://www.loversandlollypops.net/down/ll35.zip">WoooWoooo</a> no Passos Manuel; e para fechar com chave de ouro, <a href="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/s720x720/310862_10150467276174992_350705869991_11108388_1932976147_n.jpg">Com Truise</a> ainda no regresso ao Maus Hábitos, com a primeira parte a cabo de Dreams e The Festmen numa quase-matinée. </p>
<p>Os três concertos estão incluídos no <a href="http://4.bp.blogspot.com/-raoip1hVy-g/Tq7Rb3DwFII/AAAAAAAAADo/IjR5JGhSGh0/s1600/LL_Nov2011_cartaz_net.jpg">passe social</a> que esteve disponível até ao início de Novembro, mas quem não aproveitou a boleia, os preços rondam entre os 6€ e os 12€.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Reportagem Super Bock Super Rock 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 17ª edição do festival Super Bock Super Rock teve, de novo, lugar na Herdade do Cabeço da Flauta. O slogan devia ser “Meco, Pó e Rock n’ Roll”. Este ano, pouca gente deixou o lenço de pescoço em casa e o número de máscaras aumentou com...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<hr /><hr /><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Festival Super Bock Super Rock 2011" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_33.jpg" /></a>A 17ª edição do festival <strong>Super Bock Super Rock</strong> teve, de novo, lugar na Herdade do Cabeço da Flauta. O slogan devia ser “<strong>Meco, Pó e Rock n’ Roll</strong>”. Este ano, pouca gente deixou o lenço de pescoço em casa e o número de máscaras aumentou comparativamente ao ano passado. Na verdade, se ultrapassarmos o pesadelo que é chegar ao recinto e o pesadelo maior que é estar, de facto, lá, vemos que o festival tem tudo para ser um dos acontecimentos do ano: cabeças de cartaz enormes e um palco alternativo recheado de apostas em artistas novos e artistas que já provaram ter algo a dizer que merece realmente ser ouvido.
<div>
<p></p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Festival Super Bock Super Rock 2011" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_40.jpg" /></a>No entanto, o recinto em si é a pedra no sapato de toda a gente. A quantidade de pó não deixa de surpreender e o espaço não é suficiente para albergar o número de passes que foram postos à venda este ano. As condições de som também não permitem este número absurdo de pessoas, tendo em conta que mais de metade dos espectadores do palco principal não ouviram quase nada de todos os concertos que ali se passaram. As melhorias não o são, na verdade: o chão em frente ao palco principal é inacreditável. Não há quem não tenha passado a maior parte dos concertos a raspar o chão e afastar troncos de madeira de tamanho considerável de modo a conseguir ter ambos os pés à mesma altura.</p>
<p>Mas as pessoas estão lá pela música. E a música, apesar de tudo o resto, é boa.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Sean_Riley_and_The_Slowriders" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Sean_Riley_and_The_Slowriders_13.jpg" /></a>Coube aos <b>Sean Riley & The Slowriders </b>as honras de inauguração do palco principal (e de todo o festival). O trânsito não nos deixou chegar a tempo de avaliar a prestação da banda de Leiria, mas soubemos que “<em>It’s Been a Long Night</em>” ficou muito bem representado, apesar das falhas de som que levou a banda a oferecer abraços pelo público.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Glockenwise" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Glockenwise_20.jpg" /></a>À nossa chegada - com uma pequena corridinha para chegar a tempo - estavam também os <b>The Glockenwise</b> a entrar em palco. Vindos directamente de Barcelos, têm-se mostrado um pouco por todo o pais. O cheirinho a Milhões de Festa (festival que o vocalista Nuno Rodrigues fez questão de publicitar, sem papas na língua) sentia-se um pouco no ar mal os víssemos a eles e a El Guincho em cartaz. <i>Building Waves</i> ainda tem cartas para dar. Por mais apresentado que esteja um disco, uma coisa que puxa ao mexer de pés como este puxa, não é coisa para se deixar na gaveta (como insistem em deixa o EP de estreia). <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="The_Glockenwise" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Glockenwise_19.jpg" /></a>O concerto teve início com “<em>It’s Not a Dead End But It Most Certainly Looks Like One</em>”, música que termina o primeiro longa duração do quarteto. “<em>Local Song for Local People</em>” e “Stay Irresponsible” foram as responsáveis por o espaço em frente ao palco se começar a compor, a última foi a responsável pela guitarra do Rafa desistir (como viria a acontecer pelo menos mais três vezes durante o concerto – tudo culpa da correia). <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Glockenwise" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Glockenwise_17.jpg" /></a>Curiosos e fãs (vindos de Barroselas e de Barcelos) enchiam um recinto que se iria tornando cada vez mais pequeno. Uma banda já de si muito simpática, agradeceu a toda a gente por os ter ido ver, confessando não esperar um público tão grande. Até o mosh teve espaço, em “<em>Columbine (Out of this Town)</em>” ou “<em>Scumbag</em>”. Sem lhes tirar o mérito devido, o público teve certamente um papel fulcral na boa prestação dos barcelenses que pisavam pela primeira vez um festival “grande”.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="The Walkmen" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Walkmen_18.jpg" /></a>Pelas 20h20, entram em palco os<b> The Walkmen</b>. Os norte-americanos estavam felizes por regressar e por ter tanta gente a assistir ao espectáculo. «We love it here, we named our álbum after the place!», grita o vocalista Hamilton Leithauser mencionando o álbum <i>Lisbon</i> da banda. A abrir, “<em>On the Water</em>”. O público já estava rendido e os fãs eram muitos. “<em>Woe Is Me</em>” seguiu-se-lhe enquanto mais e mais gente se reunia para ver a banda. Os fãs sabiam as letras e “<em>In the New Year</em>” mostrou isso mesmo. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The Walkmen" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Walkmen_17.jpg" /></a>A banda equilibrou temas antigos e temas recentes. Tocaram uma música nova, composta há semanas, ainda sem nome, que foi bem recebida pelos espectadores. Logo a seguir, a primeira música escrita pela banda – “<em>We’ve Been Had</em>” – bem conhecida de todos. Para o fim, depois da apresentação da banda, ficou “<em>The Rat</em>”, a favorita do público. A letra não falhou a ninguém e as palmas acompanhavam a bateria efervescente de Matt Barrick. A fechar o concerto esteve “<em>All Hands and the Cook</em>”.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Tame Impala" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Tame_Impala_03.jpg" /></a>Há quem diga que John Lennon voltou, e que lançou um disco na Austrália. Ouvindo <i>Innespeaker</i>, percebemos porquê. Era chegada a vez de “uma das melhores bandas do mundo” (segundo o Nuno dos The Glockenwise). Os <b>Tame Impala</b> chegam-nos directamente da terra dos cangurus com um disco ainda fresco apesar de ter mais de um ano, a estrear o palco EDP de nomes internacionais. Largamente aplaudidos à chegada, entram timidamente com “<em>Why Won’t You Make Up Your Mind?</em>”, com alguns problemas de som. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Tame Impala" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Tame_Impala_05.jpg" /></a>É que nem todo o palco está pronto para este tipo de psicadelismo, com guitarras a soar a plástico e no entanto tão perfeitamente arranhadas. Durante “<em>Solitude is Bliss</em>”, uma multidão bem feita entoava baixinho as letras do single. “<em>It Is Not Meant to Be</em>” preparava-nos para “<em>Alter Ego</em>”, o momento mais dançável do concerto - para alguns, houve bem quem não parasse durante “<em>Desire Be Desire Go</em>” em versão<i> extended</i>. <strong>"É de lamentar que ainda haja público a achar que tem piada apontar lasers aos músicos"</strong>: Se não teve piada nenhuma durante Iggy Pop no Alive!, durante “<em>Island Walking</em>” teve ainda menos. Os australianos despedem-se com “<em>Half Full Glass of Wine</em>”, esperemos que para voltar em breve.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Kooks_06.jpg" /></a>Dois anos depois, <b>The Kooks</b> estavam de volta a Portugal. Na bagagem vinham temas novos do álbum ainda por lançar <i>Junk of the Heart</i>. Uma multidão sem fim reunia-se pelo recinto do palco principal para ver a banda de Brighton. Temas como “<em>She Moves in Her Own Way</em>”, retirada do primeiro álbum da banda e conhecida de todos, ou “Seaside” mostraram como as letras estavam ainda na memória dos fãs. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Kooks_21.jpg" /></a>Todos os álbuns foram corridos e equilibrados com os temas ainda por vir do último trabalho da banda. “<em>Junk of the Heart</em>” e “<em>Is it Me</em>” (tocada pela primeira vez na rádio inglesa BBC Radio 1 nessa mesma tarde) foram acolhidas pelos espectadores e havia quem já soubesse as letras, inclusive. Dançava-se por toda a parte ao som de “<em>Naive</em>” e “<em>Stormy Weather</em>” e o vocalista Luke Pritchard passeava pelo palco de guitarra às costas notavelmente feliz por estar de volta.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="El Guncho" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_El_Guincho_13.jpg" /></a>Há alguém que ainda não saiba o que esperar dos espanhóis <b>El Guincho</b>? Já pudemos vê-los pelo menos três vezes a fazer o que fazem melhor, uma tropicália de sons, em ambiente mais que perfeito. A esta hora, já tínhamos os pés cheios de areia, e até soube bem. Os problemas de som mantinham-se no palco EDP e quase que aconselhávamos o Pablo a ir fazer o próprio som. “<em>Kalise</em>” não teve, de todo, a recepção que merecia. Grande parte do público parecia não saber como se mexer ao som da música (que pouco se ouvia, pelo menos algo mais alem do baixo) e ficámos todos a gravitar no espaço durante um bocado, até “<em>Ghetto Facil</em>” e “<em>Soca del Eclipse</em>”, do último <i>Pop Negro</i>. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="El Guncho" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_El_Guincho_08.jpg" /></a>O espírito <strong>Milhões de Festa</strong> instalou-se em “<em>Palmitos Park</em>”, sob uma lua cheia que iluminava o espaço – foi o próprio Díaz-Reixa a admiti-lo. Um festival que deixa marcas ao ponto de ser falado duas vezes no mesmo palco, só pode ser boa coisa. “<em>Novias</em>” e “<em>Bombay</em>” já estavam a deixar toda a gente treinada para os paços de dança obrigatórios – a nuvem de pó levantou-se e já não baixou. O adeus nunca feito com “<em>Antillas</em>” gerou o caos no EDP e não deixava vontade de que acabasse, mas ainda havia Lykke Li para encerrar o espaço. Os espanhóis despedem-se, elogiando o país de onde, pelos vistos, gostam de regressar vezes sem conta.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Beirut" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Beirut_15.jpg" /></a>A anteceder os cabeças-de-cartaz, esteve <b>Beirut</b>. Zach Condon e a sua banda regressaram a Portugal para um concerto que encantou os fãs mas não fascinou o público do Meco. Com algumas palavras proferidas em português, o jovem músico apresentou temas dos seus trabalhos <i>Gulag Orkestar</i> e <i>The Flying Club Cup</i>, juntamente com temas já incluídos no seu último trabalho, <i>The Rip Tide</i>, com data de lançamento prevista para 30 de Agosto, como foi o caso de “<em>Vagabond</em>” e “<em>Santa Fe</em>”. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Beirut" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Beirut_12.jpg" /></a>Longe do rock n’ roll, mas com uma variedade de sons e instrumentos admirável, foram temas como “<em>Elephant Gun</em>”, “<em>Postcards from Italy</em>” e “<em>My Night With the Prostitute From Marseille</em>” que fizeram as delícias dos fãs presentes. O som não chegou a todos, havia sítios onde se ouvia melhor a música das bancas da Sic Radical e afins. O músico mostrou a sua alegria em ter voltado e agradeceu a presença e apoio dos fãs, que entoaram as letras sem falhas.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Lykke_Li" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Lykke_Li_13.jpg" /></a>O palco EDP encheu-se de luzes e panos pretos do chão à altura dos holofotes. O cenário estava pronto e o público aguardava a entrada da sueca <b>Lykke Li</b> em palco. Esperava-se um concerto com muita energia, como a cantora nos tem vindo a habituar, mas todos estavam de pé atrás por causa do tom mais calmo que o seu último trabalho, <i>Wounded Rhymes</i>, tinha adquirido. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Lykke_Li" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Lykke_Li_22.jpg" /></a>Para dar início, ouviu-se “<em>Jerome</em>”, do último álbum, um belo tema. De véu preto, que tirava e colocava durante os temas para os dramatizar a seu bel-prazer, <strong>Lykke Li</strong> empunhava a sua baqueta e dava vida à sua percussão (menos vezes que o que se esperava ver, no entanto). O recinto enchia e acolheu com furor “<em>I’m Good, I’m Gone</em>”. Não foi suficiente, no entanto, já que se ouviu a sueca gritar «you’ve got to give me more than that!» no final do tema. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Lykke_Li" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Lykke_Li_18.jpg" /></a>A sua vontade foi feita e uma multidão eufórica recebeu “<em>Sadness is a Blessing</em>”, um dos singles retirados de <i>Wounded Rhymes</i>. No alinhamento, constaram duas covers: “<em>Silent Shout</em>”, de The Knife e “<em>Until We Bleed</em>”, de Kleerup. “<em>Little Bit</em>”, a habitual favorita, foi recebida com entusiasmo e para o fim ficou a explosão de “<em>Get Some</em>”. Apesar do receio de que este fosse um concerto menos espectacular da sueca, a verdade é que a cantora conseguiu conferir força ao seu último álbum, deixando todos com vontade de um espectáculo em nome próprio por terras lusas.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Arctic_Monkeys" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arctic_Monkeys_15.jpg" /></a>Em posição de cabeças de cartaz, os ingleses <b>Arctic Monkeys</b> regressam a estas bandas para mostrarem <i>Suck it and See</i>, álbum que deixa algumas reservas em casa, mas que em concerto se traduz nos clássicos macacos. Entraram em palco ainda antes da hora prevista, com “<em>Library Pictures</em>” e um jogo de luzes do qual as outras bandas não gozaram. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Arctic_Monkeys" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arctic_Monkeys_02.jpg" /></a>E se <i>Suck it and See</i> vinha como assunto principal, houve bastante espaço para temas mais antigos, “<em>Brianstorm</em>” e “<em>This House is a Circus</em>” os primeiros desse grupo a serem entregues a um público devoto que não deixava nada nem ninguém passar-lhes à frente. “<em>Still Take You Home</em>” ainda levou Alex ao chão, esperneando-se com a sua guitarra até voltarmos a assuntos sérios: <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Arctic_Monkeys" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arctic_Monkeys_08.jpg" /></a>“<em>Don’t Sit Down Cause I’ve Moved the Chair” e “Pretty Visitors</em>”, dos dois últimos álbuns. Para os momentos de maior festa e danças por todo o recinto, serviram o clássico “<em>I Bet You Look Good on the Dancefloor</em>” e “<em>When the Sun Goes Down</em>”, antes do encore. A terminar este fantástico concerto, ouviram-se “<em>Suck it and See</em>”, seguida de “<em>Fluorescent Adolescent</em>”, culminando na fantástica “<em>505</em>”. Puro rock n’ roll.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="James_Murphy" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/14%20de%20Julho%20de%202011/tn_James_Murphy_01.jpg" /></a>Tivemos poucas oportunidades de passar pelo Palco @Meco, mas o que vimos chegou para perceber que <b>Nicolas Jaar</b> com banda e <b>Tiago Miranda</b> mantinham a tenda no mesmo nível de animação que o restante festival. O fim da noite ficou por conta de <b>James Murphy</b>, dono dos agora defuntos LCD Soundsystem e que levou o maior número de pessoas à tenda, ganhando para muitos o lugar de homem da noite no @Meco.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><b> 15 de Julho de 2011<br /></b></p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Festival Super Bock Super Rock 2011" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_31.jpg" /></a>Mais um dia de concertos no festival <strong>Super Bock Super Rock</strong>, marcado por temperaturas altas e música para todos os públicos, porém, a continuação de más condições. tanto nos acessos como no recinto. O pó e a sobrelotação do acampamento levou a que muitos festivaleiros se sentissem mal no decorrer do evento, no entanto, a vontade de ver as bandas adoradas como <b>Arcade Fire</b> e <b>Portishead</b> é maior do que o desconforto e tenta-se suportar tudo (ou quase tudo). Por volta das quatro horas da tarde, à hora da abertura do recinto, já podiam ser vistas inúmeras pessoas, quer sentadas à sombra das árvores, quer a marcar lugar na grade – pois avistavam-se dois grandes concertos que, certamente, ninguém queria perder.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Noiserv" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Noiserv_04.jpg" /></a>Foi ao projecto <b>Noiserv</b>, de David Santos, que coube a honra de abrir o palco principal e, apesar de ter tido um público numeroso e ansioso por o ver tocar, não somos capazes de deixar de estranhar este início de alinhamento, uma vez que o cantor e intérprete certamente beneficiaria um palco menor com um ambiente mais intimista. <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Noiserv" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Noiserv_09.jpg" /></a>David Santos não se intimida, no entanto, e, com o seu arsenal de instrumentos e maquinarias, tal como com Diana Mascarenhas, encarregue dos desenhos a preto e branco que iam sendo projectados em metades opostas do palco, encantou um público que o recebeu de braços abertos, a si e aos seus temas acústico-electrónicos suaves. Parecem canções de embalar, mas revelam-se mais profundas que isso: ‘<em>Melody Pops</em>’ e ‘<em>Consolation Prizes</em>’ têm histórias por detrás que são reveladas por uma voz introvertida atrás de uma guitarra. O público encanta-se e o artista sai satisfeito.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="LA" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_L_A_10.jpg" /></a>Era a altura da actuação dos <b>L.A</b>. no canto oposto do recinto arenoso, um concerto que terá feito a delícia dos muitos espanhóis que se misturavam entre o público, no entanto, a nossa atenção esteve focada em <b><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Rodrigo_Leao_e_Cinema_Ensemble" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Rodrigo_Leao_e_Cinema_Ensemble_01.jpg" /></a>Rodrigo Leão</b>. Acompanhado pelos Dark Jazz Ensemble, este ofereceu ao público um concerto que terá agradado em maior parte a um público mais adulto, conhecedor quer dos talentos quer do material do artista, mas que não deixou de ser agradável. O multifacetado Leão prima tanto pela construção instrumental elaborada como pela infusão de estilos muito diferentes, mas que nunca chegam a parecer distintos, e é um deleite especial ouvi-lo quando acompanhado pela voz fantástica de Ana Vieira. ‘<em>Vida Tão Estranha</em>’ todos reconhecem, já ‘<em>A Corda</em>’ e o novo tema ‘<em>A Dor Ment</em>e’ passa mais ao lado e o concerto culmina em ‘<em>Pasión</em>’ - é com muitos aplausos que se despedem os versáteis músicos.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="B Fachada" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_B_Fachada_02.jpg" /></a>No palco secundário, é <b>B Fachada</b> que entretém as massas. Uma espécie de ave rara na cena musical portuguesa, é decerto que não agradará a toda a gente, mas transborda de auto-confiança e carisma de tal ponto que os seus concertos acabam por ter graça. Acompanhado por três músicos na sua banda, B Fachada passou por alguns dos temas que já são sua marca, como ‘<em>Estar à Espera ou Procurar</em>’ e mesmo ‘<em>Zé</em>’, muito pedida pelo público.<a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="B Fachada" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_B_Fachada_07.jpg" /></a> Este combina a voz teatral em Português às guitarradas acústicas de cantautor, lembrando Sérgio Godinho com um twist moderno, desdobrando-se em personagens nas suas letras quase como Fernando Pessoa. Já não é desconhecido do público português, relembramos que no festival Super Bock em Stock do ano passado também actuou para um São Jorge lotado, e é com toda a naturalidade que se juntaram muitas pessoas para assistir ao miúdo maravilha de língua afiada, mas de talento peculiar a transbordar.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Legendary_Tigerman" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Legendary_Tigerman_05.jpg" /></a>Já o concerto de Paulo Furtado ou <b>Legendary Tigerman</b>, no palco secundário, não tivemos oportunidade de presenciar (são estes os pontos menos bons de um festival centrado em dois palcos), decidindo apanhar os <b>The Gift,</b> no palco principal, juntando-nos aos muitos que já marcavam lugar para lá ficar o resto da noite. No entanto, se todos estavam à espera de um <i>best of</i> da banda portuguesa na hora e pouco em que actuaram, os <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="The_Gift" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Gift_16.jpg" /></a>The Gift</strong> decidiram trocar as voltas ao público e apresentaram, na sua grande parte, temas do novo álbum <i>Explode</i>. Evitam-se os grandes êxitos (menos os inevitáveis, como ‘<em>Driving You Slow</em>’) da grande carreira dos portugueses e entra-se num universo mais agitado, mais entusiasta, com um ligeiro desvio musical, do novo material. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Gift" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Gift_22.jpg" /></a></strong>Sónia Tavares e Nuno Gonçalves de tudo tentam para agitar a hoste, incitando-a, correndo pelo palco, no entanto, fica a impressão que os temas de <i>Explode,</i> como ‘RGB’ e ‘Made For You’ não têm o impacto nem a qualidade desejadas. De facto, é com uma certa despreocupação que se assistiu a este concerto, que nem aqueceu, nem arrefeceu.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Portishead" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Portishead_16.jpg" /></a></strong>Mudança mais anti-climática dificilmente houve nesta edição do Super Bock Super Rock, o que nos levou a questionar, novamente, o alinhamento deste segundo dia: chegou a altura dos <b>Portishead</b> tocarem no palco principal, num dos concertos que se afigurou como inesquecível para todos os presentes. Os ingredientes principais desta fórmula (quase) imbatível? <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Portishead" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Portishead_11.jpg" /></a></strong>Em primeiro lugar, a estética assombrosa dos efeitos em <i>loop</i> das câmaras que filmavam a banda em palco, que tanto nos transportavam para os anos 80, como nos proporcionavam arrepios na espinha. Em segundo lugar, a voz belíssima de Beth Gibbons, que tem de doce e aterrador em doses iguais, e que é como o estandarte da imensa qualidade musical dos Portishead. É esta voz que nos leva de ‘<em>Silence</em>’, tema que abriu o concerto, para a muito aplaudida ‘<em>Glory Box’</em> de <i>Dummy</i> (1994), através de um encanto tão grande que parece fantasia. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Portishead" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Portishead_17.jpg" /></a></strong>Por último, é a grande capacidade técnica, não só de execução como de mestria do som, dos restantes membros da banda, que os temas mais mecânicos como ‘<em>Machine Gun</em>’ e ‘<em>The Rip</em>’ são entregues ao público na perfeição. Teme-se o quebrar do feitiço, que à luz da lua parece mais forte do que nunca, no entanto, o público português não hesita em acompanhar Gibbons em temas como ‘<em>Roads</em>’ e ‘<em>Wandering Star</em>’. Foi ‘<em>Over</em>’ o momento alto da noite, num concerto de excelente qualidade, que serviu como um primeiro KO deste segundo dia do festival.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Arcade Fire" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arcade_Fire_06.jpg" /></a></strong>Chega, por fim, o final da noite, e sente-se no ar a ansiedade dos fãs portugueses, que já esperavam pelos <b>Arcade Fire</b> desde Novembro do ano passado. O cenário da banda canadiana envolve a tela de uma sala de cinema e é precisamente assim que começa o concerto, com a exibição de uma sequência de trailers retro e de uma pequena apresentação de <i>Scenes from the Suburbs</i>, o filme de curta metragem da sua autoria, realizado por Spike Jonze. Lançam-se as bases para a completa histeria do público português, exacerbada pela entrada dos músicos em palco e por uma ‘<em>Ready to Start</em>’ que se pronta imediatamente a irromper pela Herdade do Cabeço da Flauta.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Arcade Fire" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arcade_Fire_17.jpg" /></a></strong>Se os <strong>Arcade Fire</strong> já tinham um certo estatuto de banda de culto entre os portugueses, foi com esta terceira vez em Portugal (já tinham passado precisamente pelo festival Super Bock Super Rock, em 2007) que estes consolidaram uma base de fãs que roça o impressionante. Em ‘<em>Keep the Car Running</em>’ e ‘<em>Neighbourhood #2 (Laika)</em>’, o público não hesita em saltar, esbracejar e cantarolar, tanto as letras, como as próprias melodias, tanto que recebem de Win Butler, porta-voz e líder da banda, o enorme de elogio de lhes lembrarem porque actuam ao vivo. Ora, tamanha devoção a artistas não é rara, mas de uma dimensão tão grande é um ode à qualidade desta banda, que reúne tudo o que uma banda rock moderna deve ser e que se espalha por todos, sem nunca perder o que tem de único: a ligação com quem os ouve.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Arcade Fire" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arcade_Fire_23.jpg" /></a></strong>É, de facto, uma ligação muito especial que estabelecem com os seus fãs, quase espiritual, muito pautada por temas nostálgicos de uma juventude eterna que é bela, e nunca barata. ‘<em>Neighhourhood #1 (Tunnels)</em>’ e ‘<em>The Suburbs</em>’, do homónimo esforço musical lançado ainda este ano, são excelentes exemplos, tal como a universal ‘<em>Crown of Love</em>’ e a adorável ‘<em>Haiti</em>’, interpretada pela mágica e colorida Regine Chassagne, a outra metade da dupla que encabeça esta revolução sonora.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Arcade Fire" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arcade_Fire_20.jpg" /></a></strong>Em palco, estão quase uma dúzia de músicos, que nunca descansam e dão tudo de si, numa despejo de energia incomparável sem nunca se descuidarem tecnicamente. ‘<em>Month of May</em>’ foi um dos momentos que incendiaram por completo o recinto do festival num rodopio frenético sonoro, que quase põe um pézinho no punk, seguida da estrondosa ‘<em>Rebellion (Lies)</em>’, que todos têm na ponta da língua. Este foi, seguramente, um dos momentos da noite e, vindo-se pelo sorriso de orelha a orelha de Win Butler, este não passou despercebido.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Arcade Fire" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/15%20de%20Julho%20de%202011/tn_Arcade_Fire_18.jpg" /></a></strong>Claro que um concerto desta magnitude nunca poderia acabar sem <i>bang</i> e, já no encore, ‘<em>Wake Up</em>’ foi prontamente aplaudida por um público com ânsia de catarse emocional, que atingiu o extremo no tema emblemático dos canadianos. Levantam-se os braços, brada-se aos céus com uma comoção que desassossega e emociona – é este o fenómeno que inunda a Herdade do Cabeço da Flauta e abafa os próprios músicos, é este o abalo delirante que é provocado pelo espírito de um movimento que é maior do que os seus criadores. ‘<em>Sprawl II</em>’ encerra um dos melhores concertos que este festival já viu – para muito agrado de quem tudo suportou para o poder presenciar.</p>
<p>Por fim, uma vez mais, os <strong>Arcade Fire</strong> provam que já são pesos pesados no panorama musical internacional, mas mais que isso: são uma banda que, além de estilo, têm coração e espírito a transbordar.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;"><strong> 16 de Julho de 2011</strong></p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Festival Super Bock Super Rock 2011" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/Publico%20e%20Recinto/tn_Publico_e_Recinto_05.jpg" /></a>Foi com concertos como o dos nova-iorquinos The Strokes e Slash que foi encerrada esta 17ª edição do Festival Super Bock Super Rock, na Herdade do Cabeço da Flauta. A segunda edição do festival lisboeta no Meco foi um grande sucesso aparentemente. Apesar de esgotados os bilhetes para a maior parte dos dias o festival conta ainda com algumas deficiências estruturais, tanto a nível do recinto em si, como no acampamento. O pó parece ser uma das maiores queixas, algo a que os organizadores têm de tomar atenção, para não dissuadir os possíveis e futuros festivaleiros que terão reservas em respirar a poeira levantada.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="X-Wife" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_X-Wife_05.jpg" /></a></strong>Neste último dia foram os <b>X-Wife</b>, os já muito conhecidos músicos portugueses, que estrearam o palco principal por volta das sete da tarde. Apesar do público ser menor e as condições climatéricas não estarem a favor (tanto em termos de calor como de vento), os portuenses proporcionaram um agradável concerto, repleto de energia e boa-disposição. Junta-se o estilo descontraído dos artistas ao <i>indie rock</i> electrónico e tem-se a receita dos portuenses: temas eficazes como “OntheRadio” e “I Keep On Dancing” conseguiram incitar as massas a abanar as ancas, naquela que foi uma oportunidade de apresentação do novo esforço <i>Infectious Affectional</i>. Considerem-nos convencidos.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Paus" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Paus_03.jpg" /></a></strong>Pouco depois, eram os <b>PAUS</b> que faziam furor no palco secundário. A super banda, constituída por nomes como o de Hélio Morais (Linda Martini e If Lucy Fell), Joaquim Albergaria (The Vicious Five) e de Makoto Yagyu (If Lucy Fell), levou os amantes de música por uma viagem tribal e espacial mirabolante ao longo de quase uma hora. Considerado como um dos novos e mais entusiasmantes projectos que se desenrolam em Portugal, os <strong>PAUS</strong> aliam o inabitual <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Paus" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Paus_08.jpg" /></a></strong>(tanto na bateria a dobrar como na multiplicidade de influências sonoras) ao empiricamente provado (principalmente os coros) numa comunhão feliz e de inegável qualidade. Ao vivo, mostram uma enorme mestria técnica nos temas do EP <i>É Uma Água</i> – ‘<em>Mudo e Surdo</em>’ é o ponto alto do concerto, sem dúvida - e também nos do disco por lançar em Outubro, que mostram uma vertente ainda mais experimental dos heróis do público português. Um concerto vertiginoso que encheu as medidas.</p>
<p>Novamente no palco principal, era <b>Brandon Flowers</b> que dava ares da sua graça. Sem os The Killers, o músico americano apresentou-se bem disposto e comunicativo na apresentação do seu álbum de estreia, <i>Flamingo</i>, ao público português. Menos chamativo que o trabalho com os restantes membros da banda, os temas do seu álbum de estreia não mostram um grande desvio da sonoridade chave dos The Killers, nem são particularmente originais. No entanto, ‘<em>Jilted Lovers</em>’ e ‘<em>Only The Young</em>’ foram algumas das músicas que mais agitaram os jovens, que os receberam de braços abertos, mas que apenas vibraram nas versões de ‘<em>Mr. Brightside</em>’ e ‘<em>Read My Mind</em>’. Refrões chorudos e pé no electrónico marcam o passo e Brandon Flowers pode, com certeza, ter razões para sorrir com a sua recepção em Portugal a solo.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Junip" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Junip_11.jpg" /></a></strong>Já os <b>Junip</b>, no palco secundário, também foram bem recebidos, talvez por um público que ansiava um ambiente mais calmo e uma fuga ao frenesim que caracteriza os festivais de verão. Mais conhecidos pelo seu vocalista, José González, a banda sueca proporcionou um concerto calmo, mas repleto de interesse, naquele que foi o regresso a Portugal desde a actuação no festival Super Bock em Stock, em Dezembro do ano passado. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Junip" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Junip_16.jpg" /></a></strong>O receptivo público ouvia com atenção do folk suave, dedilhado em guitarra acústica pelas hábeis mãos de González, claro mestre e maestro dos Junip: mostra-se um tímido e subtil intérprete, mas o sueco sabe quase que hipnotizar os festivaleiros com a sua voz amena, deliciando os ouvidos de quem estava presente. ‘<em>Always</em>’, ‘<em>Rope and Summit</em>’ e ‘<em>Without You</em>’ foram alguns dos temas tocados de <i>Fields</i>(2010), demonstrando uma sonoridade harmoniosa que, não sendo espectacular, é única.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Elbow" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Elbow_02.jpg" /></a></strong>Se os Junip gozaram de um público bastante acolhedor, no palco principal eram os <b>Elbow</b> que se esforçavam por manter os festivaleiros bem despertos. É decerto que os ingleses não criam o rock alternativo mais barulhento, sendo talvez demasiado emotivo e etéreo para reunir um entusiasmo maior do público, mas não se poderá dizer que não têm qualidade. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Elbow" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Elbow_10.jpg" /></a></strong>Vencedores do Mercury Prize pelo álbum <i>SeldomSeen Kid</i>, os Elbow demonstram uma enorme sensibilidade musical na construção de temas belíssimos como ‘<em>LippyKids</em>’, que têm uma complexidade maior do que a que aparentam à primeira vista (daí que cheguem a um rock progressivo, que não o deixa de ser por ser mais moderado). Na apresentação de <i>Build a RocketBoys!</i>, os britânicos mostraram-se excelentes, com uma performance em palco activa e animada, no entanto, a massa de cabeças que já se alojavam perto do palco principal parecia apenas guardar lugar para concertos maiores. É uma pena.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Ian Brown" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Ian_Brown_07.jpg" /></a></strong>Fomos impossibilitados de assistir ao concerto de <b>Ian Brown</b>, no entanto, permanecemos para testemunhar a presença do mítico <b>Slash</b>, ex-guitarrista dos Guns N’ Roses, no palco português. <i>Rock and roll</i> puro já é de esperar, e foi o que marcou o passo no final do último dia no Meco. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="Slash" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Slash_18.jpg" /></a></strong>Slash, de cartola na cabeça, continua um inatacável <i>performer</i> ao vivo, deslizando pelo braço da sua guitarra eléctrica como se fosse um próprio membro do seu corpo. A mestria do seu instrumento nunca poderá ser algo que podemos criticar, no entanto, o temas do seu álbum a solo pareciam agradar mais a entusiastas e conhecedores do seu trabalho, permanecendo indiferente para muita gente que assistiam ao artista. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="Slash" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_Slash_23.jpg" /></a></strong>Myles Kennedy emprestou a voz, de forma competente, a temas como ‘<em>Ghost</em>’, ‘<em>Mean Bone</em>’ e ‘<em>Nighttrain</em>’, porém, estes pouco foram capazes de agitar a hoste. O acordar da hipnose (já o cansaço era muito) dos que assistiam só veio com a famosíssima ‘<em>Sweet Child O’ Mine</em>’ e ‘<em>Paradise City</em>’, então sim, entoada pelo recinto e aplaudida como nunca. Velhos êxitos que nunca morrem, por isso pode <strong>Slash</strong> estar grato.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Strokes" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Strokes_01.jpg" /></a></strong>Messias do <i>indie rock</i>, ídolos de uma geração, chamem-lhe o que quiserem – o fenómeno <b>The Strokes</b> ainda é grande e capaz de atrair um grande público. Os senhores que lançaram uma grande parte do movimento <i>indie</i>, no início do século XXI, apostaram num concerto eficaz, com os melhores momentos da sua carreira, embora tenha pecado por ser curto.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="The_Strokes" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Strokes_09.jpg" /></a></strong>Julian Casablancas e a sua trupe entraram de maneira despreocupada em palco, abrindo de imediato com ‘<em>New York City Cops</em>’, seguindo-se pouco depois por ‘<em>Reptilia</em>’ – e o delírio é universal. Fãs apertam-se, saltam e bradam os versos mais que recordados, tão ansiosos por catarse emocional que é impressionante de ver. Apesar de terem a etiqueta de alternativos, não estão longe do apelidado comercial, com o rock extremamente melódico e harmonioso, repleto de solos, que satisfazem qualquer ouvinte fácil de música. <strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Strokes" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Strokes_23.jpg" /></a></strong>Sabem que a sua fórmula funciona – basta assistir à sequência ‘<em>Last Nite</em>’, ‘<em>Modern Age</em>’ e ‘<em>Is This It</em>’ para o confirmar, uma vez que, apesar dos ligeiros problemas de som, o público retribui tudo o que lhe é dado, com ânsia de agradar aos seus ídolos. Talvez este culto aos <strong>The Strokes</strong> tenha sido resultado do pequeno interregno de cinco anos que se seguiu ao lançamento de <i>First Impressions of Earth</i>, em 2006, mas o que é certo é que os fanáticos Strokeanos até o disparo algo ao lado de <i>Angles</i>, lançado neste ano, perdoam. ‘<em>Machu Picchu</em>’ e ‘<em>Under Cover of Darkness</em>’ são belos e agradáveis exemplos deste ligeiro desvio sonoro que deixou a pedir mais, mas que é bem recebido por um público com energia inesgotável.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: left;" alt="The_Strokes" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Strokes_04.jpg" /></a></strong>Ora, se o público brilhou pelo seu apoio incondicional, os <i>performers</i> é que ficaram um pouco a perder. Apesar de comunicativos, o espírito e a quase rebeldia que caracterizava a banda nova-iorquina no início de carreira (e até na passagem por Lisboa, em 2006) parece ter desaparecido, sendo substituído por uma exibição mecânica, embora tecnicamente irrepreensível – Valensi e Hammond, Jr. dedilham as suas guitarras com a mesma pujança de Slash. Já Casablancas passeia pelo palco despreocupado e parece uma sombra de si mesmo – parece estranho quando anteriormente viviam do espírito e da<i> performance</i> ao vivo exuberante e energética.</p>
<p><strong><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/"><img style="border-width: medium; border-style: double; margin: 10px; float: right;" alt="The_Strokes" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20Super%20Rock/SBSR%202011/16%20de%20Julho%20de%202011/tn_The_Strokes_20.jpg" /></a></strong>A lendária ‘<em>Hard to Explain</em>’ antecede a agressiva e energética ‘<em>Juicebox</em>’ e pouco depois é ‘<em>Take It or Leave It</em>’, num fechar explosivo de concerto, mas que não contou com nenhum encore. Os fãs ficam a pedir mais, mas não têm sorte. Fica a memória de uma banda crescida, de um concerto divertido e eficaz, mas também a memória do que já foi.</p>
</div>
<div><hr /><hr /></div>
<div><strong>Texto</strong>: Rita Trindade, Raquel Silva & Teresa Silva</div>
<div><strong>Foto</strong>: Ivo Mendes</div>
<div><hr /><hr /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Festival Azure 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 15:09:37 +0000</pubDate>
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A Jaçor – Juventude dos Açores, apresenta a 5ª edição do Festival Azure que se realizará nos dias 25, 26 e 27 de Agosto de 2011, afirmando-se como o último festival de Verão.
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<p><img style="margin: 10px; float: right;" alt="Azure2011" src="http://www.festivaisverao.com/images/stories/festivais/Azure2011.jpg" width="157" height="125" /></p>
<p>A Jaçor – Juventude dos Açores, apresenta a 5ª edição do <strong>Festival Azure </strong>que se realizará nos dias <strong>25, 26 e 27 de Agosto de 2011</strong>, afirmando-se como o último festival de Verão.</p>
<p>O festival mantém-se na localização habitual, na Zona de lazer de S. Brás, na Praia da Vitória, na ilha Terceira nos <strong>Açores</strong>. As novidades para 2011 passa por intensificar o conforto e o bem-estar dos visitantes. A nível do campismo estão previstas melhorias, assim como a nível de transportes marítimos, que convidam à passagem de um fim de semana agradável na ilha Terceira, por parte dos açorianos de outras ilhas.</p>
<p>A aposta deste ano passa também por uma maior consciencialização ambiental e incentivo à reutilização de materiais, prova disso é a disponibilização de copos recicláveis que podem ser adquiridos por um valor simbólico, reutilizados durante todo o festival e à saída poderão devolver o copo e reaver o valor investido.</p>
<p>Outras novidades passam por cinema livre e alternativo, com sessões ao ar livre, variados workshops, mostras e demonstrações em varias áreas artísticas. Sem nunca esquecer a vertente músical, que abrangem desde o pop, rock, dnb, trance à world music.</p>
<p>Pela primeira vez na história do festival, haverá um patrocinador e investidor privado, contando também desde já com o apoio da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Junta de Freguesia de S. Brás e Direcção Regional da Juventude.</p>
<p>Se não tens onde ficar procura alojamento <strong><a  href="http://www.booking.com/landmark/pt/azure.pt.html?aid=317224">aqui</a></strong>.</p>
<p class="notice"><strong><a href="http://www.festivaisverao.com/Festivais-2011/Festival-Azure-2011.html">Cartaz Festival Azure 2011<br /></a></strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Super Bock em Stock &#8211; Primeiros Nomes</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 12:08:44 +0000</pubDate>
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Super Bock em Stock 2010  - Primeiros nomes anunciados! 








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			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info">
<p><strong>Super Bock em Stock 2010  - Primeiros nomes anunciados!</strong><strong> </strong></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
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</div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Depois de termos avançado com os dois primeiros artistas que vão actuar na edição de 2010 do <strong>Super Bock em Stock</strong>: <strong>Adam Kesher</strong>, <strong>Owen Pallett</strong> e <strong>Janelle Monae</strong>, eis que chega a confirmação oficial dos mesmos e a confirmação de mais 2 nomes:<strong> Lula Pena</strong> e <strong>Jono Mccleery</strong>. </p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><img src="http://www.festivaisverao.com/images/stories/festivais/logo_sbes.png" alt="logo_sbes" style="margin: 5px; border-style: none; border-width: medium; float: right;" title="Optimus Alive!09" width="187" height="129" /></p>
</div>
<p style="text-align: left;">Na primeira Sexta-feira e Sábado do mês de Dezembro, dias<strong> 3 e 4</strong>, a Avenida da Liberdade em Lisboa volta a ser o ponto de encontro para duas noites de celebração da Música.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Adam Kesher</strong> trata-se de um grupo francês que trás consigo o seu mais recente álbum "Challenging Nature" e musicas como "Gravy  Train",  "Hundrer Years Later" ficarão certamente no ouvido de quem passar por lá. A actuação está marcada para o dia <strong>3 de Dezembro no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal</strong>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Já <strong>Janelle Monae</strong> é uma cantora / compositora / performer / dançarina norte-americana que actua dia <strong>4 de Dezembro </strong>e vem para apresentar o álbum "The ArchAndroid" tendo recebido criticas positivas por parte dos media e esteve nomeada para os prémios MTV na categoria de "Best Choreography" e "Aposta Internacional".</p>
</div>
<p>Diz-se que <strong>Lula Pena</strong> é não só uma das grandes reinventoras do fado, mas também alguém que verdadeiramente o vive e segue vivendo, na tremenda entrega emocional, na voz incomparável.</p>
<p>Já <strong>Jono Mccleery</strong> é mais dificil de colocar numa categoria, mas fala-se da sua música como a folk/soul dos nossos tempos. Na bagagem traz ‘Tomorrow’, o novo álbum produzido pelo conceituado Fybe, já editado em Inglaterra.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Através do Myspace, os <strong>Fujiya & Miyagi</strong> confirmam a sua presença neste festival. Actuam no dia 4 de Dezembro.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>No mesmo dia, actua o brasileiro <strong>Marcos Valle </strong>que também confirmou a sua presença, dando a conhecer o seu mais recente album "Estática".</p>
</div>
</div>
<div>
<p>O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira na bilheteira do Festival no Cinema São Jorge. O preço mantém-se o mesmo das duas primeiras edições – <strong>40€ </strong>para duas noites com três dezenas de concertos.</p>
</div>
<div><img src="http://www.festivaisverao.com/images/stories/festivais/seta.png" alt="seta" style="float: left;" width="20" height="20" /></div>
<div><strong> <a  href="http://www.festivaisverao.com/Festivais-2010/Super-Bock-em-Stock-2010.html">Cartaz e Informações Super Bock em Stock</a></strong></div>
</div>
</div>
<p> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Reportagem Super Bock Em Stock &#8211; Dia 5</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 16:18:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<div class="info" style="text-align: center"><strong>2º dia (5 de Dezembro) @ Super Bock em Stock - <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/">Fotos</a><br /></strong></div>
<p><strong></strong></p>
<p>O desfecho da segunda edição do festival Super Bock em Stock prometia grandes concertos nas seis salas de espectáculos da Avenida da Liberdade. Beach House, Little Joy, Patrick Watson e Kap Bambino eram os nomes mais aguardados da noite por parte dos milhares de fãs (e caras conhecidas) que percorreram ontem o passeio lisboeta, apesar da ameaça da chuva e do tempo apertado. Aliado, então, a boas condições climatéricas, o Stock convenceu e desafiou consecutivamente os amantes da música leve a comprovarem a qualidade das diversas bandas actuantes, dando muitas vezes azo a surpresas.</p>
<p>Coube a <strong>João Só e Abandonados</strong> cortar as fitas e a uma distância de poucos metros, é <strong>Mocky</strong>, Dominic Salole e banda que embalam os (bastantes) espectadores com versões jazz e electrónicas de canções conhecidas por todos nós no Cabaret Maxime, mostrando um grande entusiasmo especialmente na escolha do guarda-roupa.</p>
<p>Já na sala principal do São Jorge, <strong>Os Golpes</strong> aquecem a noite que se adivinhava atribulada por tamanhas trocas de passeio da Avenida. Lançados pela Amor Fúria, a sua estética musical faz lembrar tanto os trejeitos nacionais de Heróis do Mar, como o instrumental aguçado dos The Strokes, e os artistas vão agradando a um público paciente com temas de <em>Cruz Vermelha sobre Fundo Branco</em>, disco de estreia. Como afirmavam numa das suas músicas, “Não sou uma ausência / sou um corpo inteiro” – os Golpes mostraram ter estilo e substância.</p>
<p>É pouco depois que se dá a entrada dos <strong>Beach House</strong> no palco do Tivoli. A dupla formada por Victoria Legrand e Alex Scally já tinha passado por terras lusas no ano passado e marcaram presença no festival de inverno para apresentar os novos temas de <em>Teen Dream</em>, que será lançado em 2010. Os americanos envolvem os expectantes espectadores num lo-fi sonhador, que resulta bem no ambiente intimista do Tivoli, porém, se a nível técnico pouco temos a apontar, a performance dos Beach House pareceu estar um pouco aquém do esperado, talvez por cansaço dos artistas que só mais para o final aqueceram e pouco comunicaram. A voz grave de Victoria e as ternas melodias dedilhadas não deixam de ser cativantes e deixaram as hostes satisfeitas, já prontas para seguir em frente.</p>
<p>De seguida, uma pequena pausa para decidir novas direcções. Os que deram um salto ao São Jorge para ver o rock pintado de <em>new wave</em> e electrónica dos <strong>The Invisible</strong>, não saíram com as expectativas defraudadas, no entanto, se a espera pelo próximo nome de algum relevo era mal suportável, as cadeiras do Tivoli ofereciam descanso aos que preferiram os <strong>Little Joy</strong>. Curiosamente, a banda constituída por Rodrigo Amarante, dos brasileiros Los Hermanos, Fabrizio Moretti, dos largamente aclamados The Strokes e a multi-instrumentista Binki Shapiro, volta ao local de origem, uma vez que os dois músicos cruzaram caminhos em Lisboa no ano de 2006, e assim, trocaram ideias que resultariam na génese dos “pequena alegria”. A simpatia dos Little Joy é contagiante e é impossível não se deixar levar pelos sons acalorados de “The Next Time Around” e “Unattainable”, onde se destaca a tímida Shapiro, que valeram várias rondas de aplausos. Nota para os gracejos com o público e os elogios a Beach House, num jeito completamente envolvente e fascinante.</p>
<p>“Românticos, inovadores e audaciosos”, os britânicos <strong>Piano Magic </strong>criaram uma pequena bolha post-rock/indie/electrónica na sala 2 do São Jorge, onde os fãs abanavam a cabeça e os curiosos olhavam atentamente.</p>
<p>“Não vos vou mentir”, comentava <strong>Patrick Watson</strong>, algo entre o espantado e o divertido, “este foi um dos concertos mais estranhos que já demos.” Não é por menos: não se registam quatro falhas de som e uma ida cómica e proclamada aos lavabos em qualquer evento musical. De facto, o concerto do Canadiano pouco teve de vulgar, pois a sua entrega e improviso despreocupado face às peripécias já mencionadas ajudaram à materialização de um concerto único e impressionante, no conforto familiar do cinema lisboeta. De início, Watson começa por encantar as massas com as melodias suaves tocadas em piano e os falsettos estrondosos que arrepiam a espinha (fazendo lembrar um Jeff Buckley e até um Andrew Bird na teatralidade carismática), apoiado pelos Wooden Arms em devaneios caóticos instrumentais que integram este indie folk de autor mais do que competente. Assim, passam por alguns dos temas do recentemente editado <em>Wooden Arms</em>, como “Fireweed” e “Big Bird in a Small Cage”, e é no tema homónimo que Watson, ao perder o som, toca em acústico e canta por megafone – o público esforça-se por não fazer barulho, tanto é o encanto. Fenómeno repete-se na rendição irrepreensível de “Man Under The Sea”, mergulhado no calor da multidão. Os que presenciaram a tamanha grandeza do prodigioso músico não se inibem na demonstração de afecto, obrigando-o a voltar para dois encores, num dos quais arrisca uma cómica performance soul de “Shame” em jeito de retribuição. Os convertidos e os conversores agradecem.</p>
<p>Preparados para motim electrónico roçando a histeria? São os <strong>Kap Bambino</strong> que lhe dão vida no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal, num concerto frenético e a rebentar pelas costuras, cheio de sons distorcidos com laivos de 8-bit. Embora logo de início se apresentasse bem composto, à medida que a noite prosseguiu, foi notável o caos liderado por Caroline Martial que se instalou no espaço reduzido. “Dead Lazers”, “Save”, “Hey!” e “Neutral” foram alguns dos êxitos dos franceses que foram celebrados por um público fiel e devoto em puro êxtase.</p>
<p>Ainda no Marquês de Pombal, Dr. Ramos e Zé Pedro DJ dão o remate ao festival de Inverno, brindando os inabaláveis com a música electrónica até as altas horas da noite.</p>
<hr />
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Beach House" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Beach_House_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Little Joy" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Little_Joy_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Mazgani" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Mazgani_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Patrick Watson" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Patrick_Watson_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="The Invisible" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_The Invisible_01.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Beach House" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Beach_House_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Little Joy" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Little_Joy_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Mazgani" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Mazgani_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Patrick Watson" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_Patrick_Watson_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="The Invisible" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super Bock em Stock/2009/tn_The Invisible_05.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: center">Fecha, assim, a segunda edição de um evento que viu fórmula mais que confirmada.</div>
<div style="text-align: center">Esperemos que, em tempo reduzido, o Super Bock em Stock alcance as dimensões e a qualidade do festival texano <em>South by Southwest</em>, rumo que a organização ambiciona seguir no futuro.</div>
<hr />
<table style="text-align: center" border="0">
</table>
<div style="text-align: right"><strong>Texto: </strong>Teresa Silva<br /></div>
<div style="text-align: right"><strong>Foto: </strong>Ana Limas<strong><br /></strong></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="info" style="text-align: center;"><strong>2º dia (5 de Dezembro) @ Super Bock em Stock - <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/">Fotos</a><br /></strong></div>
<p><strong></strong></p>
<p>O desfecho da segunda edição do festival Super Bock em Stock prometia grandes concertos nas seis salas de espectáculos da Avenida da Liberdade. Beach House, Little Joy, Patrick Watson e Kap Bambino eram os nomes mais aguardados da noite por parte dos milhares de fãs (e caras conhecidas) que percorreram ontem o passeio lisboeta, apesar da ameaça da chuva e do tempo apertado. Aliado, então, a boas condições climatéricas, o Stock convenceu e desafiou consecutivamente os amantes da música leve a comprovarem a qualidade das diversas bandas actuantes, dando muitas vezes azo a surpresas.</p>
<p>Coube a <strong>João Só e Abandonados</strong> cortar as fitas e a uma distância de poucos metros, é <strong>Mocky</strong>, Dominic Salole e banda que embalam os (bastantes) espectadores com versões jazz e electrónicas de canções conhecidas por todos nós no Cabaret Maxime, mostrando um grande entusiasmo especialmente na escolha do guarda-roupa.</p>
<p>Já na sala principal do São Jorge, <strong>Os Golpes</strong> aquecem a noite que se adivinhava atribulada por tamanhas trocas de passeio da Avenida. Lançados pela Amor Fúria, a sua estética musical faz lembrar tanto os trejeitos nacionais de Heróis do Mar, como o instrumental aguçado dos The Strokes, e os artistas vão agradando a um público paciente com temas de <em>Cruz Vermelha sobre Fundo Branco</em>, disco de estreia. Como afirmavam numa das suas músicas, “Não sou uma ausência / sou um corpo inteiro” – os Golpes mostraram ter estilo e substância.</p>
<p>É pouco depois que se dá a entrada dos <strong>Beach House</strong> no palco do Tivoli. A dupla formada por Victoria Legrand e Alex Scally já tinha passado por terras lusas no ano passado e marcaram presença no festival de inverno para apresentar os novos temas de <em>Teen Dream</em>, que será lançado em 2010. Os americanos envolvem os expectantes espectadores num lo-fi sonhador, que resulta bem no ambiente intimista do Tivoli, porém, se a nível técnico pouco temos a apontar, a performance dos Beach House pareceu estar um pouco aquém do esperado, talvez por cansaço dos artistas que só mais para o final aqueceram e pouco comunicaram. A voz grave de Victoria e as ternas melodias dedilhadas não deixam de ser cativantes e deixaram as hostes satisfeitas, já prontas para seguir em frente.</p>
<p>De seguida, uma pequena pausa para decidir novas direcções. Os que deram um salto ao São Jorge para ver o rock pintado de <em>new wave</em> e electrónica dos <strong>The Invisible</strong>, não saíram com as expectativas defraudadas, no entanto, se a espera pelo próximo nome de algum relevo era mal suportável, as cadeiras do Tivoli ofereciam descanso aos que preferiram os <strong>Little Joy</strong>. Curiosamente, a banda constituída por Rodrigo Amarante, dos brasileiros Los Hermanos, Fabrizio Moretti, dos largamente aclamados The Strokes e a multi-instrumentista Binki Shapiro, volta ao local de origem, uma vez que os dois músicos cruzaram caminhos em Lisboa no ano de 2006, e assim, trocaram ideias que resultariam na génese dos “pequena alegria”. A simpatia dos Little Joy é contagiante e é impossível não se deixar levar pelos sons acalorados de “The Next Time Around” e “Unattainable”, onde se destaca a tímida Shapiro, que valeram várias rondas de aplausos. Nota para os gracejos com o público e os elogios a Beach House, num jeito completamente envolvente e fascinante.</p>
<p>“Românticos, inovadores e audaciosos”, os britânicos <strong>Piano Magic </strong>criaram uma pequena bolha post-rock/indie/electrónica na sala 2 do São Jorge, onde os fãs abanavam a cabeça e os curiosos olhavam atentamente.</p>
<p>“Não vos vou mentir”, comentava <strong>Patrick Watson</strong>, algo entre o espantado e o divertido, “este foi um dos concertos mais estranhos que já demos.” Não é por menos: não se registam quatro falhas de som e uma ida cómica e proclamada aos lavabos em qualquer evento musical. De facto, o concerto do Canadiano pouco teve de vulgar, pois a sua entrega e improviso despreocupado face às peripécias já mencionadas ajudaram à materialização de um concerto único e impressionante, no conforto familiar do cinema lisboeta. De início, Watson começa por encantar as massas com as melodias suaves tocadas em piano e os falsettos estrondosos que arrepiam a espinha (fazendo lembrar um Jeff Buckley e até um Andrew Bird na teatralidade carismática), apoiado pelos Wooden Arms em devaneios caóticos instrumentais que integram este indie folk de autor mais do que competente. Assim, passam por alguns dos temas do recentemente editado <em>Wooden Arms</em>, como “Fireweed” e “Big Bird in a Small Cage”, e é no tema homónimo que Watson, ao perder o som, toca em acústico e canta por megafone – o público esforça-se por não fazer barulho, tanto é o encanto. Fenómeno repete-se na rendição irrepreensível de “Man Under The Sea”, mergulhado no calor da multidão. Os que presenciaram a tamanha grandeza do prodigioso músico não se inibem na demonstração de afecto, obrigando-o a voltar para dois encores, num dos quais arrisca uma cómica performance soul de “Shame” em jeito de retribuição. Os convertidos e os conversores agradecem.</p>
<p>Preparados para motim electrónico roçando a histeria? São os <strong>Kap Bambino</strong> que lhe dão vida no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal, num concerto frenético e a rebentar pelas costuras, cheio de sons distorcidos com laivos de 8-bit. Embora logo de início se apresentasse bem composto, à medida que a noite prosseguiu, foi notável o caos liderado por Caroline Martial que se instalou no espaço reduzido. “Dead Lazers”, “Save”, “Hey!” e “Neutral” foram alguns dos êxitos dos franceses que foram celebrados por um público fiel e devoto em puro êxtase.</p>
<p>Ainda no Marquês de Pombal, Dr. Ramos e Zé Pedro DJ dão o remate ao festival de Inverno, brindando os inabaláveis com a música electrónica até as altas horas da noite.</p>
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<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Beach House" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/tn_Beach_House_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Little Joy" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/tn_Little_Joy_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Mazgani" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/tn_Mazgani_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/"><img alt="Patrick Watson" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Super%20Bock%20em%20Stock/2009/tn_Patrick_Watson_01.jpg" /></a></td>
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</tr>
</tbody>
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<div style="text-align: center;">Fecha, assim, a segunda edição de um evento que viu fórmula mais que confirmada.</div>
<div style="text-align: center;">Esperemos que, em tempo reduzido, o Super Bock em Stock alcance as dimensões e a qualidade do festival texano <em>South by Southwest</em>, rumo que a organização ambiciona seguir no futuro.</div>
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<div style="text-align: right;"><strong>Texto: </strong>Teresa Silva<br /></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Foto: </strong>Ana Limas<strong><br /></strong></div>]]></content:encoded>
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		<title>Reportagem Optimus Alive!09</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 10:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center" class="info"><strong>Reportagem Optimus Alive!09 -<a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"> </a><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 9) </a>&#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 10) </a>&#124; <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 11)</a><br /></strong></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: center"><strong>Dia 9 de Julho</strong></p>
<p>Chega finalmente o primeiro dia de um dos festivais mais esperados deste ano – o <strong>Optimus Alive! </strong> Aparte de algum atraso com as entradas, o evento apresenta-se com melhores condições tanto a nível de infra-estruturas como a nível de organização. Aqueles que conheciam o Alive! com dois palcos, passaram a vê-lo com mais um – o Optimus Discos - com bandas nacionais, e as tradicionais pulseiras cor de laranja são substituídas por pulseiras negras de pano. Não terá sido propositadamente que a organização fez combinar as pulseiras com a roupa da maior parte dos festivaleiros. O primeiro dia, - dedicado, no Palco Optimus, ao heavy metal americano, e no Palco Super Bock a um estilo mais alternativo maioritariamente inglês - contou com a presença de cerca de 40 mil pessoas.</p>
<p>As honras de abertura do festival, além da banda sob o pórtico de entrada, foi d’<strong>Os Golpes</strong>. Sob um sol abrasador, muitos refugiaram-se na sombra do palco Super Bock a ouvir a primeira banda que tocou, enquanto outros marcavam já o seu lugar no palco principal. Após a primeira música, que foi apenas instrumental – Cruz Vermelha -, fazendo as delícias dos observadores, o vocalista Manuel Fúria dos Golpes gritou ao público: “Só temos 40 minutos para mostrar o que valemos, por isso aqui vai!”, prometendo apresentar o melhor da banda no palco. A apresentação do albúm fresquinho <em>Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco </em>foi uma escolha acertada para a inauguração da edição deste ano do festival.</p>
<p>Meia hora passada sob o corte da fita inaugural, abre-se o Palco Optimus para todos aqueles que desde cedo marcavam lugar para os grandes nomes que se viriam a apresentar mais tarde. Foi um recinto já bastante cheio que acolheu os nacionais <strong>RAMP</strong>, com coros que gritavam “Portugal” a fazerem-se ouvir no Passeio Marítimo de Algés. A banda deu provas do seu talento, deixando o público orgulhoso do rock nacional, chamando cada vez mais ouvintes. As faixas do mais recente <em>Visions </em>como <em>Blind Enchantement</em> e <em>The Cold</em>, fizeram parte do repertório que fez as delícias dos fãs.</p>
<p>Apesar de curto, o concerto dos metaleiros nacionais ainda se sobrepôs aos <strong>Silversun Pickups</strong>. Não foi razão, contudo, para que o tapete verde em frente ao Palco Super Bock estivesse vazio, antes pelo contrário. Os californianos também conhecidos como SSPU, entraram em palco, efusivamente aplaudidos pela audiência. Para quem conhecia, a actuação esteve um quanto aquem das expectativas elevadas pela qualidade dos albuns, mas para os mais novos nestas andanças, a banda não desiludiu e deu um espectáculo digno de ser presenciado. Mesmo depois de um salto para o chão diante do público menos gracioso, o vocalista Brian Aubert fez questão de puxar pelo público português, que dançou e entoou alguns temas em uníssono. Um dos exemplos foi o tema <em>Growing Old is Getting Old</em>. A banda mostrou ser bem disposta e de uma alegria em palco contagiante.</p>
<p>Enquanto isto, entravam os <strong>Mastodon </strong>em palco. Um dos nomes mais aguardados deste dia, não destoando do resto do cartaz do palco principal, a banda norte-americana esteve à altura do público português, que agradeceu com entoações em conjunto, mosh-pits e uma energia um pouco suprimida.    Ao contrário do que era esperado pelos fãs, que em busca de semelhanças com setlists dos últimos concertos em que os Mastodon tocaram o último <em>Crack the Skye </em>na íntegra, desta vez a banda que nos visitou pela última vez há dois anos no Super Bock Super Rock, presenteou-nos com uma setlist mais diversificada. Ouviu-se <em>Oblivion </em>a abrir, sim, ma seguiu-se imediatamente de<em> The Wolf is Loose</em> e<em> Crystal Skull </em>do Blood Mountain de 2006 e <em>Blood &#38; Thunder de Leviathan</em>. A par destas, também <em>The Czar</em> e<em> Crack the Skye</em> fizeram parte da lista de músicas que levou o público a um rubro algo tímido.</p>
<p>Os <strong>Mazgani </strong>ficam encarregues da abertura do terceiro e novo palco – Optimus Discos, colocado entre os dois palcos primórdios. Apesar de não ter uma audiência muito vasta, a banda conseguiu agradar a quem aprecia música mais calma e alternativa à que se ouvia nos outros palcos.</p>
<p>Mesmo 15 minutos atrasados, os <strong>Delphic </strong>conseguiram deliciar o público com a sua música electrónica e energia contagiantes. Mesmo perante um recinto ligeiramente mais vazio que na banda anterior, os Delphic tocaram músicas sucessivamente mais e mais animadas, puxando pelo público que agradeceu o momento de dança. No final do concerto, a banda actualizou a sua página oficial no Twitter, a agradecer aos fãs lusos.</p>
<p>O festival divide entre todos os palcos bandas igualmente boas, ainda que de estilos distintos.                    Os <strong>Lamb of God</strong> prometiam agitação no palco principal e não faltaram às expectativas. Perante uma audiência animada em que os moshs eram mais que muitos, espalhando-se pelo recinto, conseguiram que todo o público aderisse e se deixasse levar pelos acordes das músicas, causando momentos de pura loucura. O recinto ia enchendo à medida que o tempo passava, demonstrando o quão incansáveis são os seus fãs.</p>
<p>De volta ao mais recente filho do Optimus Alive!, no palco Optimus Discos os <strong>The Bombazines</strong> deram mostras do seu talento. Com uma postura enérgica e incansável em palco, a voz de Marta Ren encheu o recinto, enquanto Rui Silva “Gon” deambulava pelo palco levantando a camisola inúmeras vezes e tentando levar os espectadores a dançar. O tema <em>This Song is for Tomorrow</em> foi um dos picos do concerto, bem como o “número” especial do baixo, juntamento com os teclados e a programação. Um orgulho nacional que deixou a sua marca bem patente nesta edição do festival.</p>
<p>Os<strong> Air Traffic </strong>foram carinhosamente recebidos pelo público português, que demonstrou o seu apreço pela banda com uma adesão sem igual ao concerto. Os membros da banda mostraram-se simpáticos e o baterista fez questão de tirar fotos ao público no final do concerto. Depois desta actuação, o público ficou com apetite e curiosidade para ver mais desta banda que promete elevar ainda mais o seu nível.</p>
<p>O público português e os fãs de<strong> Machine Head</strong> tiveram o privilégio de assitir a uma performance de alta qualidade por parte da banda. Constantemente a puxar pela audiência e a chamar por Lisboa, a banda deu mostras do seu apreço pelos fãs que não desiludiram na adesão ao concerto. Tocaram temas recentes, bem como alguns antigos. Do primeiro albúm<em> Burn My Eyes</em>, como é caso disso o tema <em>Old </em>e <em>Davidian </em>(com a qual encerraram o concerto). Além destas contou-se com uma fileira de 3 músicas – <em>Imperium</em>, <em>10 Ton </em>e<em> Beautiful</em> que deliciaram os fãs que à medida que o tempo passava, pareciam mais felizes. Perto do final do concerto, a mãe do baixista Adam Duce foi chamada ao palco, apresentada pelo vocalista Robb Flynn como sendo lusitana de sangue, e presente pela primeira vez no nosso país.</p>
<p>À medida que o Sol se punha, o palco Super Bock enchia cada vez mais, pelo que acolheu calorosamente os <strong>TV on the Radio</strong>, que proporcionaram um concerto digno de palco maior, como haviam feito anteriormente por terras nacionais. A energia da banda norte-americana contagiou o ar no Optimus Alive! e deu ares da sua graça em temas como <em>Red Dress</em> e outros singles que foram entoados em conjunto com os ávidos fãs, tendo alguns sido inclusive dedicados a Lisboa.</p>
<p>A caminho do Palco Optimus, encarávamos os <strong>The Vicious Five</strong>, prontos a fazerem a casa mexer, que aproveitavam, segundo o vocalista, o momento de silêncio que vinha do palco maior para começarem a festa.</p>
<p>Num saltitar constante de palco em palco, voltamos à aparentemente maior concentração de todo o festival – os <strong>Slipknot </strong>entram em palco ostentanto as suas máscaras. Com uma pequena reprodução se um vídeo do <em>far oeste</em> acompanhado de uma introdução para <em>Sic</em>, a banda de Corey Taylor faz explodir a multidão com <em>Eyeless </em>e <em>Wait and Bleed </em>quase a abrir o concerto.  Com a ajuda do público, a banda de Iowa vê-se perante milhares de pessoas a cantarem <em>Before I Forget </em>e<em> Sulfur</em>.    A trágica morte de um familiar impediu o percussionista Chris Fehn de se juntar à banda para o concerto no Alive!. O seu lugar foi assumido, assim, pelo rodopiante Shawn "Clown" Crahan que largava as suas “latas” na plataforma elevada para ir até ao outro lado do palco fazer a vez do ostentador da máscara de nariz comprido. Em honra de Chris, cantou-se <em>Dead Memories</em> num tom quase comovente, seguida de <em>Disasterpiece</em>. De volta do mais recente <em>All Hope is Gone</em>, era quase arrepiante ver a colaboração gigantesca do público que saltava ao som de <em>Psychosocial</em>. Ficava por aqui a viagem ao álbum de 2008 e iniciava-se um gigante arrepio com <em>Duality</em> e <em>People = Shit</em>. A encerrar o concerto, os Slipknot deram-nos aquela que é uma das músicas favoritas dos portugueses – <em>Spit it Out</em>, antecedida pela não menos contagiante <em>Surfacing</em>.</p>
<p>De regresso ao local onde tínhamos visto pela última vez os The Vicious Five, está agora <strong>Nuno Lopes</strong>, integrante da série Os Contemporâneos, que dá início ao uso dos pratos.</p>
<p>Ao mesmo tempo que decorria o espectáculo de máscaras, subiam ao palco do lado oposto os <strong>Klaxons</strong>, a fazer rebentar o espaço pelas costuras. A banda que volta a Portugal 2 anos depois da sua actuação no festival Super Bock Super Rock de 2007, abre a sua actuação com <em>Atlantis to Interzone</em> foi a escolha perfeita para a abertura do que prometia ser um concerto memorável. O público entoou na perfeição temas como <em>Totem on the Timeline </em>ou <em>Golden Skans.</em> Aos primeiros acordes da <em>Gravity’s Rainbow</em>, os fãs mostraram o quanto ansiavam por este concerto, cantando cada parte da música enquanto dançavam noite fora. O tema <em>Not Over Yet</em> foi outro bem acolhido pelo público, embora a música que obteve mais adesão tenha sido a <em>Magick</em>. Jamie Reynolds fez excursões ao público, mas mesmo apesar disso, o concerto não superou o seu antecedente que tinha deixado grandes expectativas neste retorno.</p>
<p>Passado um ano, o quarteto de S. Francisco estava de volta, ao som de Ecstasy Of Gold de Ennio  Morricone como já é tradição. À semelhança do concerto de há cinco anos, os <strong>Metallica</strong> abriram  com Blackened do épico ...And Justice For All, conquistando de imediato os cerca de 40.000  presentes no recinto. For Whom The Bell Tolls foi o tema seguinte, e apesar de cativar sempre  os mais devotos, faz sempre com que os mais nostálgicos fãs da banda recordem com saudade a  forma como o ex-baixista Jason Newstead introduzia a música ao vivo. Holier Than Thou, do Black  Album continuou a pôr à prova as memórias e vozes do público, que respondeu sempre à altura, para  depois se ouvir um tema, que nas palavras do próprio James Hetfield "deverá ser especial  para todos" (Lepper Messiah), e a balada Fade To Black. Mas, os Metallica estavam em Portugal  para apresentar o recente Death Magnetic, e Hetfield fez questão de salientar que "o que importa  não é o passado, não é o futuro, mas sim o presente", para tocar Broken, Beat &#38; Scarred e Cyanide. Ficou desde logo provado, que os Metallica estão de volta também do ponto de vista criativo, e que o novo album resulta bem ao vivo. Terminado o "teste" das novas músicas, James rapidamente pôs o público português a cantar o refrão de Sad But True, antes de eles próprios começarem a tocar. Como sempre, antes de One, há um espectáculo de pirotecnia no palco, que culmina com o lançar de fogo de artificio, para que James Hetfield possa dar inicio ao tema que em 1988 deu origem ao primeiro videoclip da banda. Após estes dois clássicos, voltamos a ouvir um par de músicas do album Death Magnetic, justamente os dois singles, All Nightmare Long e The Day That Never Comes. Este último a cativar mesmo os seguidores mais recentes dos Metallica. Como não podia deixar de ser, estava na altura de tocar Master Of Puppets, na qual, como já é hábito, o vocalista deixa o público cantar alguns versos. A fasquia estava alta, e os Metallica não desiludiram, disparando a explosiva Fight Fire With Fire, que teve direito a mais  pirotecnia. Nothing Else Matters e Enter Sandman, foram as duas últimas musicas antes do encore,  que começaria com uma cover de Misfits, Die, Die My Darling, lembrando a caveira que o falecido  Cliff Burton tinha no braço. Para delirio de muitos, os Metallica regressaram às origens,  e tocaram Whiplash, do seu primeiro album (Kill'em All), de 1983. Estava na hora do adeus.  Após cerca de duas horas, e visivelmente satisfeito com o incansável e fiel público português,  James Hetfield pergunta repetidamente "prometem dar o vosso melhor?". A resposta foi unanimemente  afirmativa, e certamente que o público não defraudou as expectativas da banda cantando Seek  And Destroy, que foi, como sempre, o hino que dá por terminado mais um concerto dos americanos  Metallica. Lars Ulrich no final disse "três anos, três concertos. Este foi o melhor!". Os Metallica, mais uma vez, provaram que merecem o incondicional crédito dado pelos seus  seguidores, e que cada vez mais Kirk Hammet vai ganhando a forma que havia perdido durante  a paragem da banda.</p>
<p>Embora o recinto estivesse mais de metade vazio, depressa encheu quando os <strong>Crystal Castles</strong> entraram em palco e começaram a mostrar porque têm tantos fãs em Portugal. A enérgica Alice Glass demonstrou estar em perfeita forma ao correr e saltar pelo palco de holofote em riste, brincando com o mesmo enquanto as luzes do palco produziam um efeito hipnotizante na multidão. Depressa o recinto se transformou numa pista de dança, enquanto o público dançava ao som de temas como <em>Courtship Date</em>. As constantes idas ao palco e os crowdsurfs pelo público garantiram a Alice Glass a melhor performance da noite do palco secundário, que deliciou qualquer pessoa presente na audiência.</p>
<p>O resto da noite ficaria a cargo de <strong>Mr. Mitzuhirato</strong> no Optimus Discos e de <strong>Erol Alkan</strong> no palco Super Bock. A noite foi longa até que o DJ desse por terminado o dia 1 do Alive!</p>
<p>Hoje o dia é iniciado pel’<strong>Os Pontos Negros</strong> e com uma grande expectativa sobre o concerto dos <strong>The Prodigy</strong>, depois da sua actuação no Marés Vivas do ano passado.</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Lamb_of_God_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Machine Head" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Machine_Head_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Mastodon" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Mastodon_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Metallica" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Metallica_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Slipknot" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Slipknot_01.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Lamb_of_God_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Machine Head" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Machine_Head_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Mastodon" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Mastodon_04.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Metallica" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Metallica_05.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Slipknot" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/9 de Julho de 2009/tn_Slipknot_03.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center"><strong>Dia 10 de Julho</strong></div>
<p>Coube aos americanos <strong>The Gaslight Anthem</strong> inaugurar o segundo dia do festival Optimus Alive! ’09. A música entreteve a audiência cujo número ia aumentando à medida que o tempo passava mas que nunca chegou a atingir os número da noite anterior.</p>
<p>Com o mesmo número de pessoas se compunha o palco Optimus onde actuavam os nacionais <strong>Os Pontos Negros</strong>, a dar uma hipótese aos autores de <em>Magnífico Material Inútil</em> e a reservarem lugar para as restantes bandas. Jónatas Pires e a sua banda tentaram, com um razoável sucesso, animar a plateia. Temas como <em>Conto de Fadas de Sintra a Lisboa </em>e <em>Salomé </em>constaram do repertório, juntamente com alguns antigos, tais como <em>Não sei se Tens o que Quero </em>e<em> Inês. </em></p>
<p>A manter a portugalidade, no Palco Super Bock os <strong>John Is Gone </strong>garantiram energia em palco e conseguiram contagiar os ouvintes do palco secundário. O público foi crescendo e Rui Brito não demonstrou quaisquer sinais de cansaço enquanto corria pelo palco. O público ficou no geral, convencido, e certamente entusiasmado para os concertos seguintes.</p>
<p>Pelas 18h30, no palco principal, começam a ouvir-se os primeiros minutos da música <em>Ladies Night</em>, dos Kool and the Gang. Entram em palco os <strong>Eagles of Death Metal</strong> e Jesse "Boots Electric" Hughes passeia pelo palco, cumprimentando os fãs efusivos. Depois de arranjar o bigode, é tempo para o Rock ‘n Roll.<em> I Only Want You</em> é o tema escolhido para iniciar uma actuação enérgica que contou com entoações por parte do público, bem como inúmeras ovações. Entre músicas, Jesse Hughes fez de árbitro numa competição entre os dois lados da audiência, levando a fazer-se ouvir o público. O momento alto ficou a cargo da conhecida<em> I Want You So Hard (Boy’s Bad News)</em>, num concerto que o próprio vocalista afirmou estar nervoso e por isso pediu desculpa, por tocar perante tão vasta audiência e num sítio tão bonito ao lado da praia, a opor-se à sua última visita em Paredes de Coura de 2006.</p>
<p>Os britânicos <strong>Late of the Pier </strong>garantiram um recinto cheio no palco Super Bock e ovações efusivas quando entraram vestidos em roupas brilhantes e coloridas. O público manifestou o seu apreço na actuação que anunciou o começo de uma grande noite naquele lado do Passeio Marítimo. Temas como <em>Heartbeat </em>puseram o recinto a cantar, dançar e saltar, à medida que o número de espectadores crescia.</p>
<p>Os <strong>The Kooks</strong> eram uma das bandas esperadas neste dia no palco principal. Acarinhados pelos fãs que os receberam entusiasticamente, Luke e os seus colegas souberam estar à altura do desafio. <em>Always Where I Need to Be</em> garantiu uma adesão enérgica por parte do público logo desde o início, seguida de <em>Matchbox </em>que deliciou os fãs mais antigos. Luke fez questão de treinar o seu português e cumprimentou os fãs que responderam em uníssono. <em>Sway </em>proporcionou um dos momentos altos, bem como os outros singles do último albúm <em>Konk</em>. <em>She Moves in Her Own Way </em>fez o público dançar e <em>Do You Wanna</em> garantiu a dose certa de loucura. Por fim, <em>Stormy Weather </em>e<em> Sofa Song,</em> “coladas”, foram os temas que fecharam a actuação dos The Kooks.</p>
<p><strong>Hadouken! </strong>foi a banda da noite. O recinto do palco Super Bock estava a abarrotar e os mosh pit foram intermináveis. O mesmo sentimento de euforia era partilhado por todos os presentes e a banda foi incansável e demonstrou o seu valor de forma abismal. Os ingleses apresentaram temas novos e tocaram outros do albúm <em>Music For An Accelerated Culture</em>, que fizeram as delícias dos fãs, tais como <em>Declaration Of War</em> e <em>Crank It Up</em>, este último dedicado aos seus amigos Does If Offend You, Yeah?, que lhes seguiriam no alinhamento do palco. A actuação foi fechada pela <em>Leap of Faith.</em> Energia interminável da banda londrina cujo nome é saído do clássico<em> Street Fighter</em> deixou uma opinião mais que positiva.</p>
<p>Embora já estivessem estado presentes na primeira edição do festival, neste mesmo palco, os <strong>Blasted Mechanism</strong> voltaram à edição deste ano com a tour Start to Move, e a mostrar o não-tão-novo líder da banda. Embora Guitshu não possua a mesma energia de Karkov, a banda soube animar o público, como sempre. A começar com <em>Start to Move</em>, os Blasted mostraram um pouco de toda a discografia através de<em> I Believe, Blasted Empire,</em> <em>Sun Goes Down e Battle of Tribes</em>. Garantiram um ambiente de dança em Algés, mais uma vez, e a terminar ouviu-se <em>Karkov</em>, uma das mais conhecidas e mexidas músicas da segunda banda mais mascarada desta edição do Festival Optimus Alive.</p>
<p>O desafio de alcançar o mesmo nível da actuação dos Hadouken estava lançado. E <strong>Does It Offend You, Yeah?</strong> souberam estar à altura. Temas como <em>With a Heavy Heart (I Regret to Inform You) </em>proporcionaram o clima para os <em>mosh pit</em> e uma euforia contagiante que se fez sentir no recinto e apelou a cada vez mais ouvintes. <em>Battle Royale </em>e <em>Being Bad Feels Pretty Good </em>fizeram ainda parte de um repertório onde a falta de <em>Let’s Make Out </em>se fez sentir. Foram os Hadouken! e Does It Offend You, Yeah? as bandas que dominaram a noite no Passeio Marítimo de Algés.</p>
<p>Os muitos aguardados <strong>Placebo </strong>entraram em palco perante uma legião de fãs entusiasmados e ansiosos por ver a actuação. <em>Kitty Litter</em>, um tema do novo albúm<em> Battle for the Sun</em> foi o primeiro a ser tocado, seguido de Ashtray Heart. Algo frio e distante, Brian Molko cumprimentou os seus irmãos e irmãs, “children of Portugal”. Depois de batalharem pelo Sol, os Placebo apresentaram o novo single que já passa na TV, <em>For What It’s Worth</em>. Temas como<em> Follow the Cops Back Home</em> e <em>Special Needs</em> atenuaram a euforia por que tanto os fãs ansiavam mas que nunca realmente chegou. As entoações em uníssono fizeram-se ouvir em <em>Special K </em>e <em>Meds</em>, antes de <em>Song to Say Goodbye </em>que levou a banda para o encore.<em> Infra Red</em> e <em>The Bitter End</em> foram os temas que se seguiram antes da final<em> Taste in Men</em>, que fechou uma actuação aquem das expectativas.</p>
<p>O calor ainda se fazia sentir no palco Super Bock quando os americanos <strong>Fischerspooner </strong>chegaram, com o excêntrico Spooner atrás de dois espelhos e com um chapéu-candeeiro que iluminava a maquilhagem. Entre mudas de roupa e coreografias fascinantes, a música proporcionou momentos de dança bem agradáveis e temas como<em> Happy, Get Confused, Money Can’t Dance</em> e <em>Never Win</em> fizeram parte da setlist. A actuação terminou numa coreografia que fora previamente escolhida como última cena a ser filmada para o novo vídeo. Para garantir que tudo estava perfeito, Casey Spooner recomeçou a coreografia depois de se ter enganado num passo. Dedicou esta última actuação a Michael Jackson e aos altos e baixos da vida de artista. A despedida veio sob a forma de vénias, quer da banda, quer do público; nas palavras do próprio Casey Spooner, «This is what we call showbusiness».</p>
<p>Os <strong>The Prodigy</strong> fizeram outra das delícias da noite. Já se esperava um grande concerto, mas apesar disso a actuação não superou a sua última vinda ao nosso país. Deu-se início a um espectáculo de luzes com<em> World’s on Fire </em>e o público estava claramente em êxtase. Seguiu-se<em> Breathe </em>e <em>Omen</em>, os britânicos Keith Flint e Max Reality corriam, incansáveis pelo palco. Entre muitas outras ouviu-se <em>Run with the Wolves</em> e a antiga <em>Voodoo People</em>. O ambiente de dança foi constante, os Prodigy são bem conhecidos pela sua música enérgica, nunca deixando os seus concertos cair na moleza de balada ou algo semelhante.    De volta a um <em>encore</em>, deram-nos<em> Invaders Must Die </em>do álbum homónimo, seguida de <em>Smack My Bitch Up</em>, bem como <em>Take Me To The Hospital</em>, frase escrita no computador do teclista Liam Howlett.</p>
<p>Foi uma audiência crescente com o fecho do Palco Optimus que apladiu os <strong>The Ting Tings</strong>, quando estes entraram em palco. Jules começou a tocar os primeiros acordes de <em>We Walk</em>, ao som da qual Katie entrou de seguida. <em>Great Dj </em>espalhou a euforia pela audiência, que saltou e dançou até à exaustão, enquanto entoava as letras. Katie pega numa folha A4 e lê num português muito arcaico: "Olá, obrigado por me receberem, gosto muito de estar aqui, o meu português é uma m*r*a" e seguiu-se mais música. <em>Be the One</em> foi carinhosamente acolhida pelo público, bem como a esperada <em>Shut Up and Let Me Go</em>. Jules ficou em palco sozinho e pôs a tocar a banda sonora de <em>Ghostbusters </em>para delírio do público, que recebeu de volta Katie que cantou<em> Impacilla Carpisung</em>. O fecho da actuação esteve a cargo da <em>That’s Not My Name</em>, exemplarmente entoada pelos incansáveis fãs. Uma actuação marcada pelo histerismo, tanto em palco como no público e pela energia contagiante de Katie, que dançou noite fora. Ficou no ar uma quase promessa de um regresso breve a Portugal.</p>
<p>Coube a <strong>Zombie Nation</strong> o desfecho da noite no segundo dia do Optimus Alive! ’09, que garantiu o ambiente de disco no palco Super Bock até tarde.</p>
<p>Para hoje aguardam-se <strong>Dave Matthews Band</strong> e <strong>The Black Eyed Peas</strong> entre outros sons.</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Blasted_Mechanism_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Placebo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Placebo_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Kooks_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Ting Tings" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Ting_Tings_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Fischerspooner" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Fischerspooner_01.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Blasted_Mechanism_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Placebo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Placebo_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Kooks_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Ting Tings" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_The_Ting_Tings_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Fischerspooner" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/10 de Julho de 2009/tn_Fischerspooner_03.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center"><strong>Dia 11 de Julho</strong></div>
<p>No último dia do festival, foram os<strong> X-Wife</strong> a abrir o palco Super Bock. À medida que o recinto ia enchendo, os portugueses tocaram faixas conhecidas como <em>Ping Pong </em>e <em>On the Radio</em>, animando os ouvintes presentes que entoavam as faixas em conjunto. Cantaram ainda o segundo single do novo albúm, a faixa <em>Firework</em>.</p>
<p>No palco principal, o primeiro a actuar foi outro músico nacional. Mesmo perante um recinto pouco cheio e ainda menos animado, <strong>Boss AC</strong> fez tudo para espalhar a boa onda, desde desfiles a mostrar o novo <em>outfit </em>a expressões de incitação a ovações. Cantou músicas do seu novo albúm, <em>Preto no Branco</em>, como <em>A Boca Diz o Que Quer</em> e também as mais antigas, de entre as quais, <em>Boa Vibe, Hip Hop (Sou Eu e És Tu)</em> e, claro, <em>Baza Baza</em>.</p>
<p>Os britânicos <strong>A Silent Film</strong> eram esperados no palco Super Bock por uma audiência já mais abundante e que foi crescendo. <em>Thirteen Times the Strength</em> foi o tema escolhido para abrir. Robert Stevenson cumprimentou os espectadores e apresentou a banda em português, antes de cantarem os temas <em>Julie June</em> e<em> Sleeping Pills</em>, que bem demonstraram o talento da banda. Os fãs tiveram ainda a honra de conhecer um tema fresquinho, <em>Firefly</em>. Depois de um tema interpretado apenas pelo vocalista ao piano, chegou a esperada <em>You Will Leave a Mark</em>, que foi entoada em uníssono pelos fãs. Uma banda a seguir no futuro, sem dúvida.</p>
<p>Enquanto isso,  o novo palco Optimus Discos recebia os <strong>Olive Tree Dance</strong> perante um público bem disposto que rapidamente aderiu aos sons da banda. Com instrumentos que incluíam o didgeridoo, os portuenses souberam espalhar o som da sua “world music”, espalhando o sentimento de “good feeling” que iria marcar o terceiro e último dia do festival.</p>
<p>A afro-alemâ <strong>Ayo </strong>entrou em palco por voltas das 19 horas, grata por estar pela primeira vez no nosso país. Veio juntar-se a um cartaz bem disposto e espalhou boa disposição por todo o recinto do Alive!. À medida que o número de espectadores ia crescendo, a cantora apresentou temas como <em>Get Out of My Way </em>sem nunca tirar um enorme sorriso da cara.</p>
<p><strong>Los Campesinos! </strong>eram uma das bandas mais aguardadas do último dia do Optimus Alive!. A banda do País de Gales entrou em palco carinhosamente acolhida pelos fãs que demonstraram o seu apreço através de danças e entoações das músicas tocadas. Gareth pediu desculpas por não saber falar grande coisa em português, mas redimiu-se com uma excelente actuação que incluiu <em>crowdsurfing </em>no público, correrias pelo palco e uma subida às colunas do palco, seguida de um salto. O tema <em>Death to Los Campesinos!,</em> recentemente escolhido para um anúncio da Super Bock, foi entoado em uníssono e Gareth brindou “Cheers!” entre cada refrão, contagiando todos com a sua boa disposição. <em>My Year in Lists</em> fez também parte do repertório, seguido de<em> You! Me! Dancing!</em>, que garantiu dança e energia pelo recinto. Antes dos dois temas finais, Gareth falou em Cristiano Ronaldo e disse ser fã do SLBenfica, levando a maioria do recinto a uma ovação efusiva. O tema <em>Sweet Dreams, Sweet Cheeks</em> foi o final perfeito, repleto de <em>crowdsurfing </em>por parte de alguns membros da banda.</p>
<p>Enquanto o recinto do palco principal ia enchendo, <strong>Chris Cornell </strong>entrou em cena para demonstrar o que consegue fazer a solo. A sua actuação incluiu, contudo, vários temas de Audioslave e Soundgarden. Para intro, escolheram <em>Black Hole Sun</em> em violino, e que o público entoava enquanto os músicos ainda não entravam em palco. Temas como <em>Show Me How to Live</em> de Audioslave e <em>Black Hole Sun </em>e <em>Spoonman </em>dos Soundgarden, levaram os fãs mais antigos à emoção. Um Chris Cornell já fora da época do grunge, mas ainda a saber dominar um palco à moda antiga.</p>
<p>Foi um recinto mais vazio que recebeu os nova-iorquinos <strong>Trouble Andrew</strong>. Com uma personagem algo estranha em palco, de máscara de caveira e um par de óculos anormalmente grandes que eram oferecidos à entrada do recinto do festival, este membro segurava uma buzina que apitava no final de cada tema. Embora algo céptico ao início, o público acabou por se deixar levar e entrar no espírito da banda.</p>
<p>O recinto do palco Optimus Discos não chegou para albergar todos os fãs de<strong> Linda Martini </strong>que para lá se dirigiram para assistir à actuação da banda. Hélio pediu um palco maior e os fãs entoaram em uníssono os temas que foram tocados daquela maneira hipnotizante a que a banda nos têm habituado. Temas como<em> Lição de Voo nº 1 </em>e <em>O Amor é Não Haver Polícia</em> foram alguns dos temas com que presentearam os seguidores de uma das bandas nacionais de renome do momento.</p>
<p>Foi um palco brutal que acolheu os tão esperados <strong>The Black Eyed Peas</strong>. Com uma plataforma altíssima para os Dj’s e robots insufláveis de ambos os lados do palco, a banda entrou em cena com o tema Let’s Get It Started, que prometeu animação para a actuação. <em>Don’t Phunk With My Heart </em>e <em>Shut Up</em> seguiram-se, fielmente entoadas pelos fãs. Fergie foi a rainha do palco e até cantou sozinha um dos seus singles a solo, <em>Big Girls Don’t Cry</em>, levando alguns membros do público a emocionarem-se. Apresentaram ainda temas do novo álbum, de entre os quais o single <em>Bom Bom Pow</em>, numa actuação enérgica que agradou a todos os espectadores.</p>
<p>Os britânicos <strong>Autokratz </strong>trouxeram uma música electrónica independente que atraíu alguns ouvintes. Proporcionaram momentos de dança e um ambiente mais disco até à entrada da sueca<strong> Lykke Li</strong>, outro nome aguardado na edição deste ano do festival. O recinto foi enchendo e a cantora foi carinhosamente acolhida por um público efusivo que dançou e cantou os temas apresentados.<em> Dance Dance Dance</em> abriu a actuação, prometendo energia. Temas como<em> I’m Good, I’m Gone </em>e<em> Little Bit </em>foram os pontos mais altos, num concerto que incluiu ainda uma cover fenomenal do fantástico tema <em>Knocked Up</em> dos Kings Of Leon. <em>Hanging High</em> atenuou a euforia e Complaint Department levou a multidão à loucura. A sueca deu mostras da sua energia e do seu talento e os fãs aguardam o seu breve regresso.</p>
<p><strong>Dave Matthews Band</strong> foi a banda escolhida para o adeus ao palco Optimus neste ano. Com uma variedade imensa de instrumentos, durante 3 horas, a banda garantiu energia, dança e boa disposição a um recinto cheio. Entre um concerto a cumprir a promessa já sabia de 3 horas, ouviu-se Alligator Pie e solos de saxofone e guitarra dominados por Jeff Coffin e Tim Reynolds. O público estava eufórico deixando a sensação de que foi o toque final adequado para o fecho de mais uma edição do festival.</p>
<p>Os americanos <strong>Ghostland Observatory </strong>trouxeram energia com a sua música electrónica ao palco Super Bock. O público foi reunindo-se e aproveitando os últimos cartuchos do festival enquanto o segundo palco se tornava num espectáculo de laser.</p>
<p>A fechar oficialmente, <strong>Deadmau5 </strong>foi o Dj escolhido. Com a sua máscara remisniscente do Rato Mickey, o Dj apresentou temas a incluirem Daft Punk, Fat Boy Slim e Does It Offend You, Yeah?, enquanto o recinto enchia e a energia se espalhava e estendia noite fora, mesmo após três dias exaustivos. No final, arrumava-se o material do Dj e o público une-se numa ovação gigante para o trazer de volta. Mais duas músicas, e estava na hora de abandonar a dança.</p>
<table style="text-align: center" align="center" border="0">
<tbody>
<tr style="text-align: left">
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Chris Cornell" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Chris_Cornell_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Dave Matthews Band" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Dave_Matthews_Band_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Black Eyed Peas" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_The_Black_Eyed_Peas_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Ayo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Ayo_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Los_Campesinos_03.jpg" /></a></td>
</tr>
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<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Dave Matthews Band" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Dave_Matthews_Band_03.jpg" /></a></td>
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<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Ayo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Ayo_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left"><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus Alive 09/11 de Julho de 2009/tn_Los_Campesinos_05.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
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<div style="text-align: justify">Em balanço desta edição, contou-se com a presença de mais de 100 mil pessoas, de entre os quais cerca de 6 mil estrangeiros, a assistir a 3 dias mágicos como o Alive! já nos vem habituando desde há dois anos. As datas para o próximo ano já são conhecidas: <strong>8, 9 e 10 de Julho</strong>, no mesmo sítio, possivelmente à mesma hora. Até lá.</div>
<div style="text-align: right">
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<strong>Texto</strong>: Rita Trindade <strong>&#38;</strong> Raquel Silva <br /></div>
<div style="text-align: right"><strong>Foto</strong>: Raquel Silva <br /></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>Reportagem Optimus Alive!09 -<a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"> </a><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 9) </a>| <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 10) </a>| <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/">Fotos (dia 11)</a><br /></strong></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Dia 9 de Julho</strong></p>
<p>Chega finalmente o primeiro dia de um dos festivais mais esperados deste ano – o <strong>Optimus Alive! </strong> Aparte de algum atraso com as entradas, o evento apresenta-se com melhores condições tanto a nível de infra-estruturas como a nível de organização. Aqueles que conheciam o Alive! com dois palcos, passaram a vê-lo com mais um – o Optimus Discos - com bandas nacionais, e as tradicionais pulseiras cor de laranja são substituídas por pulseiras negras de pano. Não terá sido propositadamente que a organização fez combinar as pulseiras com a roupa da maior parte dos festivaleiros. O primeiro dia, - dedicado, no Palco Optimus, ao heavy metal americano, e no Palco Super Bock a um estilo mais alternativo maioritariamente inglês - contou com a presença de cerca de 40 mil pessoas.</p>
<p>As honras de abertura do festival, além da banda sob o pórtico de entrada, foi d’<strong>Os Golpes</strong>. Sob um sol abrasador, muitos refugiaram-se na sombra do palco Super Bock a ouvir a primeira banda que tocou, enquanto outros marcavam já o seu lugar no palco principal. Após a primeira música, que foi apenas instrumental – Cruz Vermelha -, fazendo as delícias dos observadores, o vocalista Manuel Fúria dos Golpes gritou ao público: “Só temos 40 minutos para mostrar o que valemos, por isso aqui vai!”, prometendo apresentar o melhor da banda no palco. A apresentação do albúm fresquinho <em>Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco </em>foi uma escolha acertada para a inauguração da edição deste ano do festival.</p>
<p>Meia hora passada sob o corte da fita inaugural, abre-se o Palco Optimus para todos aqueles que desde cedo marcavam lugar para os grandes nomes que se viriam a apresentar mais tarde. Foi um recinto já bastante cheio que acolheu os nacionais <strong>RAMP</strong>, com coros que gritavam “Portugal” a fazerem-se ouvir no Passeio Marítimo de Algés. A banda deu provas do seu talento, deixando o público orgulhoso do rock nacional, chamando cada vez mais ouvintes. As faixas do mais recente <em>Visions </em>como <em>Blind Enchantement</em> e <em>The Cold</em>, fizeram parte do repertório que fez as delícias dos fãs.</p>
<p>Apesar de curto, o concerto dos metaleiros nacionais ainda se sobrepôs aos <strong>Silversun Pickups</strong>. Não foi razão, contudo, para que o tapete verde em frente ao Palco Super Bock estivesse vazio, antes pelo contrário. Os californianos também conhecidos como SSPU, entraram em palco, efusivamente aplaudidos pela audiência. Para quem conhecia, a actuação esteve um quanto aquem das expectativas elevadas pela qualidade dos albuns, mas para os mais novos nestas andanças, a banda não desiludiu e deu um espectáculo digno de ser presenciado. Mesmo depois de um salto para o chão diante do público menos gracioso, o vocalista Brian Aubert fez questão de puxar pelo público português, que dançou e entoou alguns temas em uníssono. Um dos exemplos foi o tema <em>Growing Old is Getting Old</em>. A banda mostrou ser bem disposta e de uma alegria em palco contagiante.</p>
<p>Enquanto isto, entravam os <strong>Mastodon </strong>em palco. Um dos nomes mais aguardados deste dia, não destoando do resto do cartaz do palco principal, a banda norte-americana esteve à altura do público português, que agradeceu com entoações em conjunto, mosh-pits e uma energia um pouco suprimida.    Ao contrário do que era esperado pelos fãs, que em busca de semelhanças com setlists dos últimos concertos em que os Mastodon tocaram o último <em>Crack the Skye </em>na íntegra, desta vez a banda que nos visitou pela última vez há dois anos no Super Bock Super Rock, presenteou-nos com uma setlist mais diversificada. Ouviu-se <em>Oblivion </em>a abrir, sim, ma seguiu-se imediatamente de<em> The Wolf is Loose</em> e<em> Crystal Skull </em>do Blood Mountain de 2006 e <em>Blood & Thunder de Leviathan</em>. A par destas, também <em>The Czar</em> e<em> Crack the Skye</em> fizeram parte da lista de músicas que levou o público a um rubro algo tímido.</p>
<p>Os <strong>Mazgani </strong>ficam encarregues da abertura do terceiro e novo palco – Optimus Discos, colocado entre os dois palcos primórdios. Apesar de não ter uma audiência muito vasta, a banda conseguiu agradar a quem aprecia música mais calma e alternativa à que se ouvia nos outros palcos.</p>
<p>Mesmo 15 minutos atrasados, os <strong>Delphic </strong>conseguiram deliciar o público com a sua música electrónica e energia contagiantes. Mesmo perante um recinto ligeiramente mais vazio que na banda anterior, os Delphic tocaram músicas sucessivamente mais e mais animadas, puxando pelo público que agradeceu o momento de dança. No final do concerto, a banda actualizou a sua página oficial no Twitter, a agradecer aos fãs lusos.</p>
<p>O festival divide entre todos os palcos bandas igualmente boas, ainda que de estilos distintos.                    Os <strong>Lamb of God</strong> prometiam agitação no palco principal e não faltaram às expectativas. Perante uma audiência animada em que os moshs eram mais que muitos, espalhando-se pelo recinto, conseguiram que todo o público aderisse e se deixasse levar pelos acordes das músicas, causando momentos de pura loucura. O recinto ia enchendo à medida que o tempo passava, demonstrando o quão incansáveis são os seus fãs.</p>
<p>De volta ao mais recente filho do Optimus Alive!, no palco Optimus Discos os <strong>The Bombazines</strong> deram mostras do seu talento. Com uma postura enérgica e incansável em palco, a voz de Marta Ren encheu o recinto, enquanto Rui Silva “Gon” deambulava pelo palco levantando a camisola inúmeras vezes e tentando levar os espectadores a dançar. O tema <em>This Song is for Tomorrow</em> foi um dos picos do concerto, bem como o “número” especial do baixo, juntamento com os teclados e a programação. Um orgulho nacional que deixou a sua marca bem patente nesta edição do festival.</p>
<p>Os<strong> Air Traffic </strong>foram carinhosamente recebidos pelo público português, que demonstrou o seu apreço pela banda com uma adesão sem igual ao concerto. Os membros da banda mostraram-se simpáticos e o baterista fez questão de tirar fotos ao público no final do concerto. Depois desta actuação, o público ficou com apetite e curiosidade para ver mais desta banda que promete elevar ainda mais o seu nível.</p>
<p>O público português e os fãs de<strong> Machine Head</strong> tiveram o privilégio de assitir a uma performance de alta qualidade por parte da banda. Constantemente a puxar pela audiência e a chamar por Lisboa, a banda deu mostras do seu apreço pelos fãs que não desiludiram na adesão ao concerto. Tocaram temas recentes, bem como alguns antigos. Do primeiro albúm<em> Burn My Eyes</em>, como é caso disso o tema <em>Old </em>e <em>Davidian </em>(com a qual encerraram o concerto). Além destas contou-se com uma fileira de 3 músicas – <em>Imperium</em>, <em>10 Ton </em>e<em> Beautiful</em> que deliciaram os fãs que à medida que o tempo passava, pareciam mais felizes. Perto do final do concerto, a mãe do baixista Adam Duce foi chamada ao palco, apresentada pelo vocalista Robb Flynn como sendo lusitana de sangue, e presente pela primeira vez no nosso país.</p>
<p>À medida que o Sol se punha, o palco Super Bock enchia cada vez mais, pelo que acolheu calorosamente os <strong>TV on the Radio</strong>, que proporcionaram um concerto digno de palco maior, como haviam feito anteriormente por terras nacionais. A energia da banda norte-americana contagiou o ar no Optimus Alive! e deu ares da sua graça em temas como <em>Red Dress</em> e outros singles que foram entoados em conjunto com os ávidos fãs, tendo alguns sido inclusive dedicados a Lisboa.</p>
<p>A caminho do Palco Optimus, encarávamos os <strong>The Vicious Five</strong>, prontos a fazerem a casa mexer, que aproveitavam, segundo o vocalista, o momento de silêncio que vinha do palco maior para começarem a festa.</p>
<p>Num saltitar constante de palco em palco, voltamos à aparentemente maior concentração de todo o festival – os <strong>Slipknot </strong>entram em palco ostentanto as suas máscaras. Com uma pequena reprodução se um vídeo do <em>far oeste</em> acompanhado de uma introdução para <em>Sic</em>, a banda de Corey Taylor faz explodir a multidão com <em>Eyeless </em>e <em>Wait and Bleed </em>quase a abrir o concerto.  Com a ajuda do público, a banda de Iowa vê-se perante milhares de pessoas a cantarem <em>Before I Forget </em>e<em> Sulfur</em>.    A trágica morte de um familiar impediu o percussionista Chris Fehn de se juntar à banda para o concerto no Alive!. O seu lugar foi assumido, assim, pelo rodopiante Shawn "Clown" Crahan que largava as suas “latas” na plataforma elevada para ir até ao outro lado do palco fazer a vez do ostentador da máscara de nariz comprido. Em honra de Chris, cantou-se <em>Dead Memories</em> num tom quase comovente, seguida de <em>Disasterpiece</em>. De volta do mais recente <em>All Hope is Gone</em>, era quase arrepiante ver a colaboração gigantesca do público que saltava ao som de <em>Psychosocial</em>. Ficava por aqui a viagem ao álbum de 2008 e iniciava-se um gigante arrepio com <em>Duality</em> e <em>People = Shit</em>. A encerrar o concerto, os Slipknot deram-nos aquela que é uma das músicas favoritas dos portugueses – <em>Spit it Out</em>, antecedida pela não menos contagiante <em>Surfacing</em>.</p>
<p>De regresso ao local onde tínhamos visto pela última vez os The Vicious Five, está agora <strong>Nuno Lopes</strong>, integrante da série Os Contemporâneos, que dá início ao uso dos pratos.</p>
<p>Ao mesmo tempo que decorria o espectáculo de máscaras, subiam ao palco do lado oposto os <strong>Klaxons</strong>, a fazer rebentar o espaço pelas costuras. A banda que volta a Portugal 2 anos depois da sua actuação no festival Super Bock Super Rock de 2007, abre a sua actuação com <em>Atlantis to Interzone</em> foi a escolha perfeita para a abertura do que prometia ser um concerto memorável. O público entoou na perfeição temas como <em>Totem on the Timeline </em>ou <em>Golden Skans.</em> Aos primeiros acordes da <em>Gravity’s Rainbow</em>, os fãs mostraram o quanto ansiavam por este concerto, cantando cada parte da música enquanto dançavam noite fora. O tema <em>Not Over Yet</em> foi outro bem acolhido pelo público, embora a música que obteve mais adesão tenha sido a <em>Magick</em>. Jamie Reynolds fez excursões ao público, mas mesmo apesar disso, o concerto não superou o seu antecedente que tinha deixado grandes expectativas neste retorno.</p>
<p>Passado um ano, o quarteto de S. Francisco estava de volta, ao som de Ecstasy Of Gold de Ennio  Morricone como já é tradição. À semelhança do concerto de há cinco anos, os <strong>Metallica</strong> abriram  com Blackened do épico ...And Justice For All, conquistando de imediato os cerca de 40.000  presentes no recinto. For Whom The Bell Tolls foi o tema seguinte, e apesar de cativar sempre  os mais devotos, faz sempre com que os mais nostálgicos fãs da banda recordem com saudade a  forma como o ex-baixista Jason Newstead introduzia a música ao vivo. Holier Than Thou, do Black  Album continuou a pôr à prova as memórias e vozes do público, que respondeu sempre à altura, para  depois se ouvir um tema, que nas palavras do próprio James Hetfield "deverá ser especial  para todos" (Lepper Messiah), e a balada Fade To Black. Mas, os Metallica estavam em Portugal  para apresentar o recente Death Magnetic, e Hetfield fez questão de salientar que "o que importa  não é o passado, não é o futuro, mas sim o presente", para tocar Broken, Beat & Scarred e Cyanide. Ficou desde logo provado, que os Metallica estão de volta também do ponto de vista criativo, e que o novo album resulta bem ao vivo. Terminado o "teste" das novas músicas, James rapidamente pôs o público português a cantar o refrão de Sad But True, antes de eles próprios começarem a tocar. Como sempre, antes de One, há um espectáculo de pirotecnia no palco, que culmina com o lançar de fogo de artificio, para que James Hetfield possa dar inicio ao tema que em 1988 deu origem ao primeiro videoclip da banda. Após estes dois clássicos, voltamos a ouvir um par de músicas do album Death Magnetic, justamente os dois singles, All Nightmare Long e The Day That Never Comes. Este último a cativar mesmo os seguidores mais recentes dos Metallica. Como não podia deixar de ser, estava na altura de tocar Master Of Puppets, na qual, como já é hábito, o vocalista deixa o público cantar alguns versos. A fasquia estava alta, e os Metallica não desiludiram, disparando a explosiva Fight Fire With Fire, que teve direito a mais  pirotecnia. Nothing Else Matters e Enter Sandman, foram as duas últimas musicas antes do encore,  que começaria com uma cover de Misfits, Die, Die My Darling, lembrando a caveira que o falecido  Cliff Burton tinha no braço. Para delirio de muitos, os Metallica regressaram às origens,  e tocaram Whiplash, do seu primeiro album (Kill'em All), de 1983. Estava na hora do adeus.  Após cerca de duas horas, e visivelmente satisfeito com o incansável e fiel público português,  James Hetfield pergunta repetidamente "prometem dar o vosso melhor?". A resposta foi unanimemente  afirmativa, e certamente que o público não defraudou as expectativas da banda cantando Seek  And Destroy, que foi, como sempre, o hino que dá por terminado mais um concerto dos americanos  Metallica. Lars Ulrich no final disse "três anos, três concertos. Este foi o melhor!". Os Metallica, mais uma vez, provaram que merecem o incondicional crédito dado pelos seus  seguidores, e que cada vez mais Kirk Hammet vai ganhando a forma que havia perdido durante  a paragem da banda.</p>
<p>Embora o recinto estivesse mais de metade vazio, depressa encheu quando os <strong>Crystal Castles</strong> entraram em palco e começaram a mostrar porque têm tantos fãs em Portugal. A enérgica Alice Glass demonstrou estar em perfeita forma ao correr e saltar pelo palco de holofote em riste, brincando com o mesmo enquanto as luzes do palco produziam um efeito hipnotizante na multidão. Depressa o recinto se transformou numa pista de dança, enquanto o público dançava ao som de temas como <em>Courtship Date</em>. As constantes idas ao palco e os crowdsurfs pelo público garantiram a Alice Glass a melhor performance da noite do palco secundário, que deliciou qualquer pessoa presente na audiência.</p>
<p>O resto da noite ficaria a cargo de <strong>Mr. Mitzuhirato</strong> no Optimus Discos e de <strong>Erol Alkan</strong> no palco Super Bock. A noite foi longa até que o DJ desse por terminado o dia 1 do Alive!</p>
<p>Hoje o dia é iniciado pel’<strong>Os Pontos Negros</strong> e com uma grande expectativa sobre o concerto dos <strong>The Prodigy</strong>, depois da sua actuação no Marés Vivas do ano passado.</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Lamb_of_God_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Machine Head" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Machine_Head_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Mastodon" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Mastodon_01.jpg" /></a></td>
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<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Lamb of God" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Lamb_of_God_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Machine Head" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Machine_Head_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Mastodon" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Mastodon_04.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Metallica" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Metallica_05.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Slipknot" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/9%20de%20Julho%20de%202009/tn_Slipknot_03.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<div style="text-align: center;"><strong>Dia 10 de Julho</strong></div>
<p>Coube aos americanos <strong>The Gaslight Anthem</strong> inaugurar o segundo dia do festival Optimus Alive! ’09. A música entreteve a audiência cujo número ia aumentando à medida que o tempo passava mas que nunca chegou a atingir os número da noite anterior.</p>
<p>Com o mesmo número de pessoas se compunha o palco Optimus onde actuavam os nacionais <strong>Os Pontos Negros</strong>, a dar uma hipótese aos autores de <em>Magnífico Material Inútil</em> e a reservarem lugar para as restantes bandas. Jónatas Pires e a sua banda tentaram, com um razoável sucesso, animar a plateia. Temas como <em>Conto de Fadas de Sintra a Lisboa </em>e <em>Salomé </em>constaram do repertório, juntamente com alguns antigos, tais como <em>Não sei se Tens o que Quero </em>e<em> Inês. </em></p>
<p>A manter a portugalidade, no Palco Super Bock os <strong>John Is Gone </strong>garantiram energia em palco e conseguiram contagiar os ouvintes do palco secundário. O público foi crescendo e Rui Brito não demonstrou quaisquer sinais de cansaço enquanto corria pelo palco. O público ficou no geral, convencido, e certamente entusiasmado para os concertos seguintes.</p>
<p>Pelas 18h30, no palco principal, começam a ouvir-se os primeiros minutos da música <em>Ladies Night</em>, dos Kool and the Gang. Entram em palco os <strong>Eagles of Death Metal</strong> e Jesse "Boots Electric" Hughes passeia pelo palco, cumprimentando os fãs efusivos. Depois de arranjar o bigode, é tempo para o Rock ‘n Roll.<em> I Only Want You</em> é o tema escolhido para iniciar uma actuação enérgica que contou com entoações por parte do público, bem como inúmeras ovações. Entre músicas, Jesse Hughes fez de árbitro numa competição entre os dois lados da audiência, levando a fazer-se ouvir o público. O momento alto ficou a cargo da conhecida<em> I Want You So Hard (Boy’s Bad News)</em>, num concerto que o próprio vocalista afirmou estar nervoso e por isso pediu desculpa, por tocar perante tão vasta audiência e num sítio tão bonito ao lado da praia, a opor-se à sua última visita em Paredes de Coura de 2006.</p>
<p>Os britânicos <strong>Late of the Pier </strong>garantiram um recinto cheio no palco Super Bock e ovações efusivas quando entraram vestidos em roupas brilhantes e coloridas. O público manifestou o seu apreço na actuação que anunciou o começo de uma grande noite naquele lado do Passeio Marítimo. Temas como <em>Heartbeat </em>puseram o recinto a cantar, dançar e saltar, à medida que o número de espectadores crescia.</p>
<p>Os <strong>The Kooks</strong> eram uma das bandas esperadas neste dia no palco principal. Acarinhados pelos fãs que os receberam entusiasticamente, Luke e os seus colegas souberam estar à altura do desafio. <em>Always Where I Need to Be</em> garantiu uma adesão enérgica por parte do público logo desde o início, seguida de <em>Matchbox </em>que deliciou os fãs mais antigos. Luke fez questão de treinar o seu português e cumprimentou os fãs que responderam em uníssono. <em>Sway </em>proporcionou um dos momentos altos, bem como os outros singles do último albúm <em>Konk</em>. <em>She Moves in Her Own Way </em>fez o público dançar e <em>Do You Wanna</em> garantiu a dose certa de loucura. Por fim, <em>Stormy Weather </em>e<em> Sofa Song,</em> “coladas”, foram os temas que fecharam a actuação dos The Kooks.</p>
<p><strong>Hadouken! </strong>foi a banda da noite. O recinto do palco Super Bock estava a abarrotar e os mosh pit foram intermináveis. O mesmo sentimento de euforia era partilhado por todos os presentes e a banda foi incansável e demonstrou o seu valor de forma abismal. Os ingleses apresentaram temas novos e tocaram outros do albúm <em>Music For An Accelerated Culture</em>, que fizeram as delícias dos fãs, tais como <em>Declaration Of War</em> e <em>Crank It Up</em>, este último dedicado aos seus amigos Does If Offend You, Yeah?, que lhes seguiriam no alinhamento do palco. A actuação foi fechada pela <em>Leap of Faith.</em> Energia interminável da banda londrina cujo nome é saído do clássico<em> Street Fighter</em> deixou uma opinião mais que positiva.</p>
<p>Embora já estivessem estado presentes na primeira edição do festival, neste mesmo palco, os <strong>Blasted Mechanism</strong> voltaram à edição deste ano com a tour Start to Move, e a mostrar o não-tão-novo líder da banda. Embora Guitshu não possua a mesma energia de Karkov, a banda soube animar o público, como sempre. A começar com <em>Start to Move</em>, os Blasted mostraram um pouco de toda a discografia através de<em> I Believe, Blasted Empire,</em> <em>Sun Goes Down e Battle of Tribes</em>. Garantiram um ambiente de dança em Algés, mais uma vez, e a terminar ouviu-se <em>Karkov</em>, uma das mais conhecidas e mexidas músicas da segunda banda mais mascarada desta edição do Festival Optimus Alive.</p>
<p>O desafio de alcançar o mesmo nível da actuação dos Hadouken estava lançado. E <strong>Does It Offend You, Yeah?</strong> souberam estar à altura. Temas como <em>With a Heavy Heart (I Regret to Inform You) </em>proporcionaram o clima para os <em>mosh pit</em> e uma euforia contagiante que se fez sentir no recinto e apelou a cada vez mais ouvintes. <em>Battle Royale </em>e <em>Being Bad Feels Pretty Good </em>fizeram ainda parte de um repertório onde a falta de <em>Let’s Make Out </em>se fez sentir. Foram os Hadouken! e Does It Offend You, Yeah? as bandas que dominaram a noite no Passeio Marítimo de Algés.</p>
<p>Os muitos aguardados <strong>Placebo </strong>entraram em palco perante uma legião de fãs entusiasmados e ansiosos por ver a actuação. <em>Kitty Litter</em>, um tema do novo albúm<em> Battle for the Sun</em> foi o primeiro a ser tocado, seguido de Ashtray Heart. Algo frio e distante, Brian Molko cumprimentou os seus irmãos e irmãs, “children of Portugal”. Depois de batalharem pelo Sol, os Placebo apresentaram o novo single que já passa na TV, <em>For What It’s Worth</em>. Temas como<em> Follow the Cops Back Home</em> e <em>Special Needs</em> atenuaram a euforia por que tanto os fãs ansiavam mas que nunca realmente chegou. As entoações em uníssono fizeram-se ouvir em <em>Special K </em>e <em>Meds</em>, antes de <em>Song to Say Goodbye </em>que levou a banda para o encore.<em> Infra Red</em> e <em>The Bitter End</em> foram os temas que se seguiram antes da final<em> Taste in Men</em>, que fechou uma actuação aquem das expectativas.</p>
<p>O calor ainda se fazia sentir no palco Super Bock quando os americanos <strong>Fischerspooner </strong>chegaram, com o excêntrico Spooner atrás de dois espelhos e com um chapéu-candeeiro que iluminava a maquilhagem. Entre mudas de roupa e coreografias fascinantes, a música proporcionou momentos de dança bem agradáveis e temas como<em> Happy, Get Confused, Money Can’t Dance</em> e <em>Never Win</em> fizeram parte da setlist. A actuação terminou numa coreografia que fora previamente escolhida como última cena a ser filmada para o novo vídeo. Para garantir que tudo estava perfeito, Casey Spooner recomeçou a coreografia depois de se ter enganado num passo. Dedicou esta última actuação a Michael Jackson e aos altos e baixos da vida de artista. A despedida veio sob a forma de vénias, quer da banda, quer do público; nas palavras do próprio Casey Spooner, «This is what we call showbusiness».</p>
<p>Os <strong>The Prodigy</strong> fizeram outra das delícias da noite. Já se esperava um grande concerto, mas apesar disso a actuação não superou a sua última vinda ao nosso país. Deu-se início a um espectáculo de luzes com<em> World’s on Fire </em>e o público estava claramente em êxtase. Seguiu-se<em> Breathe </em>e <em>Omen</em>, os britânicos Keith Flint e Max Reality corriam, incansáveis pelo palco. Entre muitas outras ouviu-se <em>Run with the Wolves</em> e a antiga <em>Voodoo People</em>. O ambiente de dança foi constante, os Prodigy são bem conhecidos pela sua música enérgica, nunca deixando os seus concertos cair na moleza de balada ou algo semelhante.    De volta a um <em>encore</em>, deram-nos<em> Invaders Must Die </em>do álbum homónimo, seguida de <em>Smack My Bitch Up</em>, bem como <em>Take Me To The Hospital</em>, frase escrita no computador do teclista Liam Howlett.</p>
<p>Foi uma audiência crescente com o fecho do Palco Optimus que apladiu os <strong>The Ting Tings</strong>, quando estes entraram em palco. Jules começou a tocar os primeiros acordes de <em>We Walk</em>, ao som da qual Katie entrou de seguida. <em>Great Dj </em>espalhou a euforia pela audiência, que saltou e dançou até à exaustão, enquanto entoava as letras. Katie pega numa folha A4 e lê num português muito arcaico: "Olá, obrigado por me receberem, gosto muito de estar aqui, o meu português é uma m*r*a" e seguiu-se mais música. <em>Be the One</em> foi carinhosamente acolhida pelo público, bem como a esperada <em>Shut Up and Let Me Go</em>. Jules ficou em palco sozinho e pôs a tocar a banda sonora de <em>Ghostbusters </em>para delírio do público, que recebeu de volta Katie que cantou<em> Impacilla Carpisung</em>. O fecho da actuação esteve a cargo da <em>That’s Not My Name</em>, exemplarmente entoada pelos incansáveis fãs. Uma actuação marcada pelo histerismo, tanto em palco como no público e pela energia contagiante de Katie, que dançou noite fora. Ficou no ar uma quase promessa de um regresso breve a Portugal.</p>
<p>Coube a <strong>Zombie Nation</strong> o desfecho da noite no segundo dia do Optimus Alive! ’09, que garantiu o ambiente de disco no palco Super Bock até tarde.</p>
<p>Para hoje aguardam-se <strong>Dave Matthews Band</strong> e <strong>The Black Eyed Peas</strong> entre outros sons.</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
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<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Blasted_Mechanism_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Placebo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Placebo_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Kooks" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Kooks_01.jpg" /></a></td>
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<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Blasted Mechanism" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Blasted_Mechanism_02.jpg" /></a></td>
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<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Fischerspooner" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/10%20de%20Julho%20de%202009/tn_Fischerspooner_03.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
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<hr />
<div style="text-align: center;"><strong>Dia 11 de Julho</strong></div>
<p>No último dia do festival, foram os<strong> X-Wife</strong> a abrir o palco Super Bock. À medida que o recinto ia enchendo, os portugueses tocaram faixas conhecidas como <em>Ping Pong </em>e <em>On the Radio</em>, animando os ouvintes presentes que entoavam as faixas em conjunto. Cantaram ainda o segundo single do novo albúm, a faixa <em>Firework</em>.</p>
<p>No palco principal, o primeiro a actuar foi outro músico nacional. Mesmo perante um recinto pouco cheio e ainda menos animado, <strong>Boss AC</strong> fez tudo para espalhar a boa onda, desde desfiles a mostrar o novo <em>outfit </em>a expressões de incitação a ovações. Cantou músicas do seu novo albúm, <em>Preto no Branco</em>, como <em>A Boca Diz o Que Quer</em> e também as mais antigas, de entre as quais, <em>Boa Vibe, Hip Hop (Sou Eu e És Tu)</em> e, claro, <em>Baza Baza</em>.</p>
<p>Os britânicos <strong>A Silent Film</strong> eram esperados no palco Super Bock por uma audiência já mais abundante e que foi crescendo. <em>Thirteen Times the Strength</em> foi o tema escolhido para abrir. Robert Stevenson cumprimentou os espectadores e apresentou a banda em português, antes de cantarem os temas <em>Julie June</em> e<em> Sleeping Pills</em>, que bem demonstraram o talento da banda. Os fãs tiveram ainda a honra de conhecer um tema fresquinho, <em>Firefly</em>. Depois de um tema interpretado apenas pelo vocalista ao piano, chegou a esperada <em>You Will Leave a Mark</em>, que foi entoada em uníssono pelos fãs. Uma banda a seguir no futuro, sem dúvida.</p>
<p>Enquanto isso,  o novo palco Optimus Discos recebia os <strong>Olive Tree Dance</strong> perante um público bem disposto que rapidamente aderiu aos sons da banda. Com instrumentos que incluíam o didgeridoo, os portuenses souberam espalhar o som da sua “world music”, espalhando o sentimento de “good feeling” que iria marcar o terceiro e último dia do festival.</p>
<p>A afro-alemâ <strong>Ayo </strong>entrou em palco por voltas das 19 horas, grata por estar pela primeira vez no nosso país. Veio juntar-se a um cartaz bem disposto e espalhou boa disposição por todo o recinto do Alive!. À medida que o número de espectadores ia crescendo, a cantora apresentou temas como <em>Get Out of My Way </em>sem nunca tirar um enorme sorriso da cara.</p>
<p><strong>Los Campesinos! </strong>eram uma das bandas mais aguardadas do último dia do Optimus Alive!. A banda do País de Gales entrou em palco carinhosamente acolhida pelos fãs que demonstraram o seu apreço através de danças e entoações das músicas tocadas. Gareth pediu desculpas por não saber falar grande coisa em português, mas redimiu-se com uma excelente actuação que incluiu <em>crowdsurfing </em>no público, correrias pelo palco e uma subida às colunas do palco, seguida de um salto. O tema <em>Death to Los Campesinos!,</em> recentemente escolhido para um anúncio da Super Bock, foi entoado em uníssono e Gareth brindou “Cheers!” entre cada refrão, contagiando todos com a sua boa disposição. <em>My Year in Lists</em> fez também parte do repertório, seguido de<em> You! Me! Dancing!</em>, que garantiu dança e energia pelo recinto. Antes dos dois temas finais, Gareth falou em Cristiano Ronaldo e disse ser fã do SLBenfica, levando a maioria do recinto a uma ovação efusiva. O tema <em>Sweet Dreams, Sweet Cheeks</em> foi o final perfeito, repleto de <em>crowdsurfing </em>por parte de alguns membros da banda.</p>
<p>Enquanto o recinto do palco principal ia enchendo, <strong>Chris Cornell </strong>entrou em cena para demonstrar o que consegue fazer a solo. A sua actuação incluiu, contudo, vários temas de Audioslave e Soundgarden. Para intro, escolheram <em>Black Hole Sun</em> em violino, e que o público entoava enquanto os músicos ainda não entravam em palco. Temas como <em>Show Me How to Live</em> de Audioslave e <em>Black Hole Sun </em>e <em>Spoonman </em>dos Soundgarden, levaram os fãs mais antigos à emoção. Um Chris Cornell já fora da época do grunge, mas ainda a saber dominar um palco à moda antiga.</p>
<p>Foi um recinto mais vazio que recebeu os nova-iorquinos <strong>Trouble Andrew</strong>. Com uma personagem algo estranha em palco, de máscara de caveira e um par de óculos anormalmente grandes que eram oferecidos à entrada do recinto do festival, este membro segurava uma buzina que apitava no final de cada tema. Embora algo céptico ao início, o público acabou por se deixar levar e entrar no espírito da banda.</p>
<p>O recinto do palco Optimus Discos não chegou para albergar todos os fãs de<strong> Linda Martini </strong>que para lá se dirigiram para assistir à actuação da banda. Hélio pediu um palco maior e os fãs entoaram em uníssono os temas que foram tocados daquela maneira hipnotizante a que a banda nos têm habituado. Temas como<em> Lição de Voo nº 1 </em>e <em>O Amor é Não Haver Polícia</em> foram alguns dos temas com que presentearam os seguidores de uma das bandas nacionais de renome do momento.</p>
<p>Foi um palco brutal que acolheu os tão esperados <strong>The Black Eyed Peas</strong>. Com uma plataforma altíssima para os Dj’s e robots insufláveis de ambos os lados do palco, a banda entrou em cena com o tema Let’s Get It Started, que prometeu animação para a actuação. <em>Don’t Phunk With My Heart </em>e <em>Shut Up</em> seguiram-se, fielmente entoadas pelos fãs. Fergie foi a rainha do palco e até cantou sozinha um dos seus singles a solo, <em>Big Girls Don’t Cry</em>, levando alguns membros do público a emocionarem-se. Apresentaram ainda temas do novo álbum, de entre os quais o single <em>Bom Bom Pow</em>, numa actuação enérgica que agradou a todos os espectadores.</p>
<p>Os britânicos <strong>Autokratz </strong>trouxeram uma música electrónica independente que atraíu alguns ouvintes. Proporcionaram momentos de dança e um ambiente mais disco até à entrada da sueca<strong> Lykke Li</strong>, outro nome aguardado na edição deste ano do festival. O recinto foi enchendo e a cantora foi carinhosamente acolhida por um público efusivo que dançou e cantou os temas apresentados.<em> Dance Dance Dance</em> abriu a actuação, prometendo energia. Temas como<em> I’m Good, I’m Gone </em>e<em> Little Bit </em>foram os pontos mais altos, num concerto que incluiu ainda uma cover fenomenal do fantástico tema <em>Knocked Up</em> dos Kings Of Leon. <em>Hanging High</em> atenuou a euforia e Complaint Department levou a multidão à loucura. A sueca deu mostras da sua energia e do seu talento e os fãs aguardam o seu breve regresso.</p>
<p><strong>Dave Matthews Band</strong> foi a banda escolhida para o adeus ao palco Optimus neste ano. Com uma variedade imensa de instrumentos, durante 3 horas, a banda garantiu energia, dança e boa disposição a um recinto cheio. Entre um concerto a cumprir a promessa já sabia de 3 horas, ouviu-se Alligator Pie e solos de saxofone e guitarra dominados por Jeff Coffin e Tim Reynolds. O público estava eufórico deixando a sensação de que foi o toque final adequado para o fecho de mais uma edição do festival.</p>
<p>Os americanos <strong>Ghostland Observatory </strong>trouxeram energia com a sua música electrónica ao palco Super Bock. O público foi reunindo-se e aproveitando os últimos cartuchos do festival enquanto o segundo palco se tornava num espectáculo de laser.</p>
<p>A fechar oficialmente, <strong>Deadmau5 </strong>foi o Dj escolhido. Com a sua máscara remisniscente do Rato Mickey, o Dj apresentou temas a incluirem Daft Punk, Fat Boy Slim e Does It Offend You, Yeah?, enquanto o recinto enchia e a energia se espalhava e estendia noite fora, mesmo após três dias exaustivos. No final, arrumava-se o material do Dj e o público une-se numa ovação gigante para o trazer de volta. Mais duas músicas, e estava na hora de abandonar a dança.</p>
<table style="text-align: center;" align="center" border="0">
<tbody style="text-align: left;">
<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Chris Cornell" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Chris_Cornell_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Dave Matthews Band" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Dave_Matthews_Band_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Black Eyed Peas" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Black_Eyed_Peas_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Ayo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Ayo_01.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Los_Campesinos_03.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: left;">
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Chris Cornell" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Chris_Cornell_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Dave Matthews Band" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Dave_Matthews_Band_03.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="The Black Eyed Peas" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_The_Black_Eyed_Peas_06.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Ayo" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Ayo_02.jpg" /></a></td>
<td style="text-align: left;"><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/"><img alt="Los Campesinos!" src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Alive/Optimus%20Alive%2009/11%20de%20Julho%20de%202009/tn_Los_Campesinos_05.jpg" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />
<div style="text-align: justify;">
<hr />
</div>
<div style="text-align: justify;">Em balanço desta edição, contou-se com a presença de mais de 100 mil pessoas, de entre os quais cerca de 6 mil estrangeiros, a assistir a 3 dias mágicos como o Alive! já nos vem habituando desde há dois anos. As datas para o próximo ano já são conhecidas: <strong>8, 9 e 10 de Julho</strong>, no mesmo sítio, possivelmente à mesma hora. Até lá.</div>
<div style="text-align: right;">
<hr />
<strong>Texto</strong>: Rita Trindade <strong>&</strong> Raquel Silva <br /></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Foto</strong>: Raquel Silva <br /></div>]]></content:encoded>
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