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Posts tagged Nomes
Megafaun e Alto! no Musicbox
Jan 31st

É já no próximo dia 24 de Fevereiro que o Musicbox estreia o trio Megafaun em Portugal, no âmbito da quinta edição da rubrica Musicbox Heineken Series.
O trio norte-americano vem apresentar o quarto álbum, homónimo, que volta a embalar-nos em finas texturas folk e a desconcertar-nos com o seu psicadelismo latente. Os Megafaun são um dos mais respeitados nomes da actualidade indie / folk.
A eles juntam-se os portugueses ALTO! que vem apresentar o disco de estreia, também homónimo e com selo da Lovers and Lollypops.
A entrada em pré-venda é de 10€ com oferta de 1 Heineken disponível nos locais habituais.
Lenny Kravitz e Maroon 5 no Rock in Rio Lisboa 2012
Dec 13th

Foram hoje anunciados mais quatro nomes para o festival Rock in Rio Lisboa: Lenny Kravitz, Maroon 5, Ivete Sangalo e Expensive Soul.
A actuação de todos estes grupos será no dia 1 de Junho no Palco Mundo, completando o cartaz para este palco neste dia.
Estes nomes juntam-se assim aos já confirmados Bruce Springsteen e Xutos & Pontapés.
O Rock in Rio Lisboa 2012 irá decorrer nos dias 25, 26 de Maio, 1, 2 e 3 de Junho no Parque da Bela Vista em Lisboa. Os bilhetes exclusivos para este dia vão ser colocados à venda já no dia 16 de dezembro, dando a possibilidade dos interessados os adquirem ainda a 58 Euros, já que com o aumento do valor do IVA a partir de 1 de janeiro de 2012 passarão a custar 61€.
Reportagem Tom Vek e Old Jerusalem – Jameson Urban Routes 2011
Nov 1st
No quarto e penúltimo dia do destacado Jameson Urban Routes, festival com um cartaz ambicioso, a decorrer no Musicbox que inclui alguns dos mais importantes nomes da nova música de fusão/ urbana e por onde já passaram artistas como Jacques Green, Michachu e Health, foi dia 28 de Outubro, a vez de Thomas Timothy Vernon-Kell ou se preferirem Tom Vek dar vida ao Cais do Sodré com a apresentação do seu último álbum "Leisure Seizure", sucessor de "We Have Sound" do ano de 2005.
Já a primeira parte ficou nas mãos Old Jerusalem, projecto a solo de Francisco Silva que ao longo de 50 minutos deambulou pela sua curta mas aprazível discografia. One man band com uma guitarra acústica foram o suficiente para criar um ambiente modesto e inocente sem ornatos nem enfeites. Um contador de histórias, diz Francisco Silva que fez questão de indicar o príncipio e a matriz de todas as suas canções onde salientou o sexo e frades como é o caso de "Tyndale and Augustines". Old Jerusalem optou por finalizar o seu set com uma composição não da sua autoria mas sim de Francisca Cortesão (Minta) intitulada de "From the Ground".
É, infelizmente de referir que espaço foi tomado por uma sala de convívio por parte do público que não permitiu a apreciação total de um concerto que poderia ter sido tomado em maior consideração.
Seguiu-se Tom Vek fortemente aplaudido pelo público que mostrou o devido reconhecimento da discografia do londrino que pisou pela primeira vez os palcos portugueses. "C-C (You Set Me on Fire)", um dos singles do "We Have Sound" foi a escolhida para abrir um concerto repleto de energia tanto pela parte do público como do palco.
Vek focou o alinhamento no novo album, "Leisure Seizure" revendo algumas do anterior como é o caso da "If You Want" e "I Ain't Saying my Goodbyes" ao apresentar-se num registo impetuoso e dançável que atingiu o seu auge na "Someone Loves You". O ponto alto da noite foi já na expectável "Nothing But Green Lights" que provocou o arrebatamento e extâse pela parte do público.
A interacção na pequena sala do Cais do Sodré entre o artista e o público tornou-se óbvia sempre que Vek gesticulava de uma forma compulsiva e desordenada ao ritmo das suas próprias composições sem esquecer o sorriso na cara.
Para o encerramento de um notável concerto de uma hora, Tom Vek decidiu despedir-se português com "Aroused", num concerto que não deixou ninguém parado.
Ainda a noite não tinha terminado quando Joakim, Dj eclético oriundo de França e Rui Murka, Dj Residente, estimularam a sala para o fim de mais uma noite do Jameson Urban Routes.
Reportagem Six Organs of Admittance
Sep 12th
Foi no passado Sábado que o Teatro Maria Matos teve a honra de receber, por mais uma vez, o compositor e intérprete Ben Chasny, músico por detrás do projecto Six Organs of Admittance. Mostrando multiplicidade tanto nas suas publicações como em visitas em Portugal (conta-se uma sétima ou oitava vez), Chasny teve a oportunidade de apresentar o mais recente Asleep on the Floodplain a um público conhecedor, que o recebeu de braços abertos.
Não é um intérprete comum, diga-se de passagem. Chasny mostra-se em palco sozinho, apenas com uma guitarra acústica, e não tem pretensões de ser um grande entertainer: é pouco falador, mas certeiro e de humor acutilante quando se dirige às dezenas de lisboetas, que mesmo assim encheram a sala de espetáculos. No entanto, tem o grande mérito de fabricar um ambiente hipnotizante e envolvente com o seu material que, apesar de não ser muito coeso, prima por uma qualidade muito singular. Coesão não é, de facto, uma característica corrente nos trabalhos de Chasny: este passa tanto por um fingerpicking mecânico como um dedilhado calmo e as canções que se aproximam tanto do minuto e pouco como de longos vinte e três tanto são sombrias pelo peso do drone, como mais despreocupadas na sua harmonia. Porém, é através de pequenas pérolas como "Elk River" ou "Drinking With Jack" que Chasny atinge a sua primor e consegue assim contar as suas histórias ao público português, que se deslumbra com estas.
É, talvez, a multiplicidade de influências e de estilos que torna difícil etiquetar este projecto. Devendra Banhart coloca-o entre nomes como o de Joanna Newsom no movimento freak folk, mas enquanto que este já parece ter esmorecido ultimamente, Chasny permanece como um dos mais interessantes músicos a acompanhar. Devaneios à parte, a música é envolvente, acutilante, por vezes até brilhante, seja pela mão de um drone turbulento e psicadélico ou um folk acústico e inventivo. O público português não parece ficar indiferente: a meio do concerto lança-se um ‘I love you, Ben!’, ao que o artista responde ‘Thanks, mom!’ – é uma ligação especial, que certamente se prolongará no futuro. Carinho do público é muito e é recompensado com o tema "Lisboa", dedicado à nossa grande cidade. Parece-nos bem.
Um concerto calmo, de cerca de uma hora que soube a pouco. Os temas do novo álbum, incluindo-se "Above a Desert I’ve Never Seen", são interessantes e singulares e o público seleto rejubila com a nova reunião com uma espécie de herói do folk, que cada vez mais se afirma como único no panorama musical internacional.
Texto: Teresa Silva
Passatempo Sudoeste TMN 2011
Jul 17th

O Festivais de Verão em parceria com o Cartão Jovem têm Passes para te oferecer para o Festival Sudoeste TMN.
O Festival Sudoeste TMN realiza-se de 3 a 7 de Agosto na Herdade da Casa Branca, Zambujeira do Mar.
Alguns dos grandes nomes deste festival são Snoop Dogg, David Guetta, Axwell, Scissor Sisters, The National, Patrice, Underworld, entre muitos outros.
O preço do bilhete diário é de 48 Euros e o passe para os cinco dias com campismo 90 Euros. O Cartão Jovem dá-te descontos para este festival. Podes comprar assim o passe por 85 Euros ou o bilhete diário por 45,5 Euros na bilheteira do festival ou através da ticketline (o número de bilhetes é limitado).
Para além do Sudoeste TMN podes também usufruir de desconto para o Super Bock Surf Fest no qual o bilhete diário fica por 32,50 Euros e o passe por 43,00 Euros.
Usa o teu Cartão Jovem!
Passatempo Sudoeste TMN 2011
Jul 17th

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Concertos Cancelados Por Motivos de Segurança no Optimus Alive 2011
Jul 9th
Ontem já no fim da noite, Álvaro Covões, director da promotora do Festival Optimus Alive, explicou os cancelamentos de alguns dos concertos do Palco Optimus.
As bandas que ficaram por actuar no maior palco deste festival foram os portugueses Klepht, os Pretty Reckless e os You and Me at Six. Com atraso actuaram os 30 Seconds To Mars e os Chemical Brothers.
Segundo o director da promotora do festival foi detectada uma falha numa das estruturas do palco por volta das 17 horas, após chamadas as pessoas competentes na área chegaram à conclusão que alterações teriam de ser feitas. A raiz do problema encontrava-se numa "peça na estrutura, numa viga." referiu Álvaro Covões.
Devido ao risco foi criada uma área de protecção em frente ao palco e as pessoas tiveram de recuar da frente do mesmo. Duas gruas começaram os trabalhos de sustentação do palco.
Entretanto os Pretty Reckless tinha agendado um concerto na Irlanda com avião marcado para as 21h05 o que fez com que abandonassem o recinto.
Álvaro Covões reafirmou que só queria avançar com 100% de segurança.
Relativamente à possibilidade de reembolso, afirma que irão analisar caso a caso, insistindo que a grande maioria dos festivaleiros que se dirigiu neste dia ao Optimus Alive estava interessado em ver os 30 Seconds To Mars e que das mais de 30 bandas no cartaz apenas três não subiram ao palco.
Por fim, os agradecimentos foram para a polícia e para o público pelo seu trabalho e pela sua compreensão. Mas o festival continua hoje (dia 9), podes contar com Kaiser Chiefs, Paramore e Jane's Addiction no Palco Optimus, entre muitos outros nomes.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço do bilhete diário é de 50 Euros.
Mais novidades em breve sobre este festival aqui no nosso site.
Reportagem Black Dahlia Murder no Cine-Teatro de Corroios
Jul 7th
Não sei se alguém já alguma vez tomou nota do tempo que levou a acontecer a invasão de palco mais rápida do mundo, mas no dia 5 de Julho, no Cine-Teatro de Corroios, nem dois minutos foram precisos para alguém da plateia subir ao palco, saltar durante dois segundos e atirar-se às dezenas de pessoas que encimavam a sala e prestavam vassalagem aos Black Dahlia Murder.
Cerca de um ano e meio depois de terem passado pelo Porto a bordo da tour Bonecrusher e na companhia de nomes como Carnifex, Obscura, Ingested, Faceless e 3 Inches of Blood, chegava a altura de rever os Black Dahlia Murder em Portugal. Disco novo no bolso e uma vontade de acelerar e deixar marcas nos corpos – e aparelhos auditivos – dos presentes.
Com uma toada melódica muito mais saliente nos dias que correm, não demorou muito até que instalassem o caos no Cine-Teatro e mostrassem aquilo a que vieram: a dar porrada nos tímpanos de todos os presentes, às custas de um som que esteve quase perfeito – com os triggers da bateria a não se sobreporem às guitarras, uma vitória logo de início -, uma técnica irrepreensível da parte de todos os membros – é impossível destacar só um, face à exímia performance de todos –, mas acima de tudo, com um vocalista imponente e incansável.
Trevor Strnad de seu nome, uns dois metros de pessoa de riso escarninho, impõe respeito pela presença, mas é ao mesmo tempo um frontman carismático e simpático. Por entre apelos de moshpit, mãos no ar, desbrava caminho por entre vocalizações à la Crade of Filth e outras a puxar à sua costela melodeath – não muito longe do que se faz na Suécia (agora e sempre). O alcance e variações vocais de Trevor eram constantes e impressionantes e nem por um segundo pareceu vacilar.
O mesmo já não se pode dizer da coluna que estava a amplificar a guitarra solo, que de quando em vez se calava e deixava o público a questionar o que teria acontecido. Mas nunca por mais de cinco segundos. Pelo menos tendo em conta a constante agitação que se verificava no meio da sala. Energia, muita energia, muita vontade de mostrar que o público português é mais vivo e capaz do que os outros todos juntos.
“Vocês são divertidos!”, dizia Trevor Strnad com um sorriso irónico e ar inquisitivo, de julgamento quase às centenas de pessoas que ontem encheram a sala da margem Sul. “Vamos lá ver do que são capazes. Quero ver tudo louco agora”. Com ‘Miasma’ a ribombar nas colunas, dava-se a tónica para aquilo que seria uma constante durante a noite: um moshpit imparável que, sempre rodopiante, fazia o Inferno descer sob o Cine-Teatro, elevava a temperatura para uma marca intolerável e que se colava ao corpo.
Com um ar visivelmente satisfeito, Trevor abandonaria o palco já depois de 3762 invasões de palco – uma vénia ao rapaz que deu dois mortais do palco, um abraço de melhoras ao outro rapaz que não teve uma mão que o agarrasse -, uma hora e meia de concerto e três discos (re)visitados sem misericórdia, pudor e melhor, sem abrandamentos. A vénia a Portugal foi merecida, porque se eles não nos deram descanso, nós também não lhes demos descanso a eles. O público, que cá fora parecia exasperar por algum tipo de ar, banho ou simplesmente descanso, parecia unânime: “foi o melhor concerto do ano, caralho”.
Antes ainda dos Black Dahlia Murder subiram ao palco os novatos Another Day Will Come que beneficiaram de um atraso na abertura de portas e tiveram a sala bem composta. Por outro lado, a reciclagem do mesmo tema durante 45 minutos jogou contra os rapazes que mostraram uma excelente técnica que, se for bem empregada e levada a sério, talvez os leve a algum lado. Foi bom para saber que o crabcore já chegou a Portugal.
Depois deles, haveriam de subir ao palco os BlackSunrise. Bem mais experientes, bem mais poderosos – e donos de um dos CD do ano, “Oceanic” -, tiveram demasiado azar com o som. Muito embrulhado, numa amálgama metálica e confusa, foi difícil discernir quem estava a tocar e a fazer o quê. Ainda assim, ficou mais que provado que estes rapazes não têm nada a provar e que, com um vocalista tão versátil como aquele, não precisam de muito mais para levar um público conquistado para casa. Muito interventivos, a pedir mosh e aproximação, souberam ultrapassar os problemas de som, agarrar o público com as duas mãos, dar-lhe uma tareia à antiga e ir para casa debaixo de aplausos. Valeu, malta.
Finalmente, o primeiro grande cartaz da promotora que já dava sinais de se querer aventurar em mais altos voos. A Amplificasom pode gabar-se de nos últimos cinco anos ter feito passar por Portugal vários nomes de peso, muitos dos quais arrumaríamos na gaveta do "melhor ver as viagens low cost, nunca vamos ter estes gajos por cá". Pelican, Boris, Secret Chiefs 3, Silver Mount Zion, These Arms Are Snakes, Earth, Wolves In The Throne Room, Kayo Dot, Isis... só de cabeça.

















