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Alicia Keys no Pavilhão Atlântico
Feb 4th
Alicia Keys está de volta a Portugal, mais propriamente ao Pavilhão Atlântico, a 29 de Abril.
Depois de esgotar a mesma sala em 2008 vem agorar apresentar o novo álbum, "The Elements of Freedom", editado no final do ano passado.
Com apenas 28 anos, a cantora já conquistou 12 Grammys e vendeu mais de 30 milhões de álbuns.
O concerto inicia-se às 20 horas.
| Preços | Locais de Venda |
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Ticketline, CTT, Lojas Fnac, Lojas Worten, Agências Abreu, Megarede, ABEP, Agência Alvalade, C.C. Dolce Vita (Coimbra, Ovar, Vila Real e Porto), El Corte Inglés, Casino de Lisboa |
Reportagem Fruit Bats + Vetiver @ Passos Manuel
Dec 2nd
No passado dia 1 de Dezembro, o Passos Manuel abrigou mais uma noite de boa musica internacional, recebendo de braços abertos os Vetiver e os Fruit Bats.
Foi por volta das 22h30 que os americanos Fruit Bats subiram ao palco do antigo cinema. Oriundos de Chicago e portadores de um folk rock extremamente adocicado, lançaram-se a cerca de 40 minutos dedicados à apresentação do seu mais recente album, intitulado "The Ruminant Band".
Liderados por Eric Johnson (membro dos The Shins), os Fruit Bats deram um concerto irrepreensível e forte como seria de esperar.
Em seguida, por volta das 23h30, os Californianos, Vetiver começaram a sua actuação. O seu último trabalho, o aclamado Tight Knit, serviu de desculpa para grande parte do concerto, contudo ainda houve tempo por um passeio equilibrado por todo o reportório, assim como para uma cover de Grateful Dead e um novo single.
Após cerca de uma hora de folk que fez sentir a falta de uma fogueira e mais proximidade banda-publico, os Vetiver abandonaram o palco sem realizarem encore.
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Skunk Anansie @ Col. Recreios
Nov 4th
Nove anos depois Skunk Anansie estão de volta e o Coliseu dos Recreios foi pequeno para tanta gente nesta noite de 3 de Novembro em que a Everything is New nos trouxe mais um concerto simplesmente inesquecível.
Esta banda britânica separou-se há 8 anos mas voltou agora com um greatest hits “Smashes and Trashes”, álbum que contem as músicas mais emblemáticas da banda mas também três novos temas. Para acompanhar o lançamento estão a fazer uma tour europeia e Portugal foi o país escolhido para a estreia hoje em Lisboa e amanhã no Porto.
Para abrir esta noite a primeira parte coube aos Chemists, que estiveram bem e foram um bom preparativo para o que vinha a seguir.
A espera para este concerto foi de anos e a expectativa era grande. A diferença de idades e de estilos presentes era imensa. É bastante interessante como a música desta banda chega a tão diferentes pessoas. Para fazer crescer a tensão um poderoso drum’n’bass serviu de introdução ao concerto. Os músicos entraram finalmente em palco, dão os primeiros acordes e Skin aparece, num pulo, com um fato no mínimo invulgar.
Desde o início que a energia era gigante, a vocalista tem uma presença em palco brilhante e deixa qualquer um cansado. É incrível como consegue manter a mesma energia do princípio ao fim e ter uma performance de voz tão perfeita, cheia de variações, com registos completamente diferentes e complicados afinadíssimos. Pode-se dar ênfase, também, à comunicação com o público e de como é bom ver como conseguimos fazer chegar o nosso carinho pela banda à mesma.
Todos os músicos são muito bons e fazem com que fiquemos colados às suas performances: Ace, na guitarra, com uma performance sem falhas onde os efeitos reinam e fazem o seu som ser perfeito para esta banda; Cass, no baixo, é simplesmente um monstro, quando começa a tocar deixa todos sem palavras, é muito bom mesmo; Mark Richardson, na bateria, é bastante sólido, tem muito poder sendo um baterista de rock excelente; Skin, na voz, é inexplicável, é muito boa, uma voz excelente, performance muito energética.
As músicas tocadas fizeram o público ficar ao rubro. Pode-se ouvir temas como: “Selling Jesus”; “Charlie Big Potato”; “I can dream”; “Weak and Twisted”; “Brazen”; e “Squander” e “Because of you” do novíssimo album. Nos dois encores, pode-se ouvir, por vezes mais cantadas pelo público que por Skin, “Hedoism (just because you feel good)” e “You’ll follow me down”, numa versão mais calma para acabar. Tanto o palco como o vestido da vocalista mostravam bem a busca pelo futuro, um desejo da banda.
O som estava bastante bom e para completar o espectáculo, as luzes estiveram muito bem.
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Esperamos vê-los em breve para mais um concerto memorável.



















