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Xutos & Pontapés no Marés Vivas
Mar 23rd

Os Xutos e Pontapés anunciaram, através do site oficial, que vão marcar presença no Festival Marés Vivas!
Segundo o grupo português, a actuação está marcada para o dia 14 de Julho. O grupo marca assim presença no festival nortenho, juntando-se a Moby, Skunk Anansie e Mika.
O Festival Marés Vivas realiza-se nos dias 14,15 e 16 de Julho de 2011 em Vila Nova de Gaia.
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The Script e Patrice no Sudoeste TMN
Mar 1st
Foram anunciados mais dois nomes para o festival Sudoeste TMN 2011: The Script e Patrice!
Os irlandeses The Script vão marcar presença no festival alentejano no dia 6 de Agosto, onde irão tocar o seu ultimo album "Science & Faith". É um regresso a Portugal, depois de terem actuado em Fevereiro, em Lisboa.
O artista alemão Patrice, nome anunciado em primeira mão pelo Festivaisverao.com, actua no dia 5 de Agosto. O cantor marca presença no Palco TMN juntamente com Scissor Sisters.
O Festival Sudoeste TMN 2011 realiza-se nos dias 3, 4, 5,6 e 7 de Agosto de 2011 na Zambujeira do Mar, na Herdade da Casa Branca.
O preço dos bilhetes é de 90€ pelo passe ( 80€ até 31 de Março), 48€ pelo bilhete diário, 140€ pelo passe Zmar alvéolos (130€ até dia 31 de Março) e 690€ pelo passe Zmar Zmovel (para duas pessoas, com o preço de 660€ até dia 31 de Março)
Arcade Fire no Super Bock Super Rock 2011
Jan 30th

Os canadianos Arcade Fire, que actualmente embarcam numa tournée para promover o seu terceiro álbum "The Suburbs", são a mais recente confirmação para o Festival Super Bock Super Rock. Ao que o Festivais de Verão apurou, os Arcade Fire actuam assim no dia 15 de Julho de 2011. Acabam aqui todos os rumores sobre o regresso da banda canadiana a Portugal.
Juntam-se assim aos já anunciados para esta 17ª edição do festival Super Bock Super Rock: The Strokes, Portishead, Beirut e Arctic Monkeys.
Arcade Fire, o nome da grande combinação multi-instrumental proveniente de Montreal (Canadá) lançaram "Funeral", a sua estréia em 2004. Um excelente trabalho que incluiu dez faixas de pop e rock contemporâneo, sincero e emocionante como "Wake Up ',' Neighborghood # 3 (Power Out)", canções que se tornaram hits imediatos. O álbum liderou as primeiras posições das listas dos melhores álbuns do ano. As suas aparições posteriores com David Bowie, David Byrne e Bono, entre outros, demonstra a profundidade e a admiração do grupo.
Em 2007 trouxeram o segundo álbum "Neon Bible", que confirmaram a composição da solvência do grupo e aproximou-os a um público mais vasto. Onze novas faixas gravado numa igreja fora de Montreal, sob a supervisão de Bob Johnston, produtor de "Blonde on Blonde".
'The Suburbs "é o título do seu terceiro álbum. Foi publicado no Verão de 2010 e foi aguardado com muita expectativa pelos fans. Muito mais do que os seus antecessores, com um toque electrónico, mas a marca continua a ser músicas de rock realmente grandes.
O Festival Super Bock Super Rock 2011 realiza-se nos dias 14, 15 e 16 de Julho de 2011 no Meco, na Herdade do Cabeço da Flauta. O preço dos bilhetes é de 45 Euros e 80 Euros, para o bilhete diário e para o passe de 3 dias, respectivamente.
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Reportagem AS61 – Um tributo a António Sérgio – Lisboa
Jan 15th
Sem fronteiras, sempre com qualidade
António Sérgio é um daqueles nomes que viverá para sempre no legado que deixou para trás. Nas bandas que descobriu (Xutos & Pontapés, entre outros), na geração que marcou, nos amantes de música que criou. Símbolo de uma era em que se gravavam em cassete os programas de rádio, em que se juntava dinheiro para comprar aquele disco, em que só fazia música quem realmente tinha alma para a fazer e não quem tinha um computador e um programa de edição. Símbolo de um passado que já foi, mas que muito influenciou o presente.
A noite de homenagem que se viveu no São Jorge, num serão de concertos de todos os géneros e gerações, foi a melhor forma possível de o homenagear. Colocar aquelas bandas, umas jovens outras veteranas, umas dum género outras de outro, no mesmo palco foi a homenagem ideal para um homem que sempre lutou pela quebra de fronteiras entre géneros, que sempre lutou pelo direito à diferença. O que se viu não foi, afinal de contas, apenas uma noite de belos concertos (uns melhores que outros, claro): foi também o ideal de vida e a alma de um homem que deixou para sempre uma forte e feliz marca na vida musical do nosso país.
Foram, portanto, vários concertos, todos eles diferentes, todos eles bons à sua maneira. Seis bandas: Dead Combo, Os Golpes, Linda Martini, Peste e Sida, Moonspell e Xutos & Pontapés, com esta mesma ordem de entrada. Cerca de quatro horas de boa música, com o melhor do que se faz (ou já se fez) por cá no mesmo palco, num São Jorge previsivelmente esgotado.
Os primeiros foram, então os Dead Combo, que em apenas meia-hora (o tempo dado a cada banda) mostraram o porquê de serem hoje em dia das bandas mais interessantes por cá. Numa selecção óptima, tocaram um alinhamento consistente e que representa todo o seu estilo. Começaram com uma cover fenomenal, feita de propósito para aquela noite, de I Feel Love, de Donna Summer, e de seguida continuaram passando por tais temas como Pacheco e a espectacular Temptation, de Tom Waits. No início, Tó Trips leu um lindíssimo texto da banda escrito de homenagem a António Sérgio, nome que seria evocado regularmente ao longo da noite. Deram meia-hora de excelente música, que certamente terá criado a curiosidade em quem antes não os conhecia, e saíram do palco com o dever mais que cumprido. Fenomenais, como sempre.
De seguida, vieram Os Golpes. Concerto agradável, mas longe de fazer jus ao que a banda é capaz. Quem já antes os tinha visto sabe bem que são capazes de muito, muito melhor, e o alinhamento em si não foi do melhor (faltaram canções do grande Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco). O novo disco parece bom, sem dúvida, e canções como A Brasileira ou Vá Lá Senhora resultam bem, mas estão bem longe daquilo que a banda é capaz. Foi bom, mas poderia ter sido muito melhor. Mesmo com tão pouco tempo…
Os Linda Martini foram os que entraram a seguir, e o que fizeram foi um pequeno milagre. Meia-hora de guitarras ao poder, com grande parte do público de pé após o apelo da banda para que abandonassem as cadeiras, com um rock como só eles conseguem fazer. Num alinhamento que se ficou pelo último álbum, Casa Ocupada, a banda provou o quão bem resultam ao vivo as novas canções (algo que não deverá ter surpreendido quem os viu num dos últimos concertos que deram cá na capital). Conseguiram em pouco tempo criar uma onda de energia que varreu o São Jorge, com canções como Juventude Sónica (épica) ou Nós os Outros a fazer tremer (literalmente) as cadeiras da sala. Terminaram com uma grande cover de Sémen, a canção intemporal dos Xutos & Pontapés, que mais tarde voltaria a ser ouvida, com um São Jorge de pé em estado transcendente. Grandes, como sempre.
Os Peste e Sida entraram a seguir, naquele que foi nada mais nada menos que um puro regresso ao passado. Num alinhamento maioritariamente de clássicos, todos os quarentões da sala e não só levantaram-se para saudar a banda que marcou uma geração de ouvintes. Punk-rock puro, como raramente se fez por cá, tocado por um grupo que ainda está em forma. Canções como Chuta Chavalo e Vamos ao Trabalho (esta já dos anos noventa) são verdadeiros hinos, e quando o concerto terminou em pura apoteose com a grande Sol da Caparica (claro!), o impacto que a banda teve e o legado que tem tornou-se inegável. Belo concerto, tanto para os mais velhos como para os mais novos.
Os Moonspell, banda que se seguiu, já não têm nada a provar a ninguém. Atingiram já sucesso internacional, são dentro do género das maiores bandas da nossa história, e no São Jorge confirmaram bem toda essa energia e qualidade. Puro metal, com headbanging da banda e dos presentes, com aquele tão usado símbolo feito pelas mãos no ar, num concerto curto mas energético. Fernando Ribeiro tem carisma, e fala com uma sabedoria inegável, quer se goste quer não. Quando falou da forma como esta noite se barreiras, com tantos géneros representados numa única noite, era a melhor forma de homenagear António Sérgio, foi impossível não concordar. Terminaram com Alma Mater, dedicada ao guru da rádio que infelizmente nos deixou, e no final fica-se com vontade de ouvir mais. Quer se goste quer não, como eles por cá não há mais ninguém.
De seguida veio a última banda, o grande nome da noite e de todo o rock do passado, presente e futuro da música nacional, e a noite foi deles. Os Xutos & Pontapés, que estiveram em palco esta noite não foram os Xutos domados e comerciais que hoje em dia enchem estádios; foram os Xutos dos anos 80, com alma e garra, que António Sérgio descobriu. Pegaram em 78/82, espantoso (não há outra palavra) primeiro disco da banda, e interpretaram alguns dos seus maiores temas (que, simplesmente, hoje em dia já não tocam), com outros grandes clássicos dessa época de irreverência e testosterona.
Nada de casinhas, nada de contentores, nada de corações que se partem. Os Xutos que ali estiveram foram os de há décadas atrás; e os Xutos de há decadas atrás foram, simplesmente, os maiores. Começaram com Som da Frente e Esquadrão, grandes canções que foram um verdadeiro luxo de ouvir. Estilo energético, letras audazes e atrevidas, rock em todo o seu esplendor. 1º de Agosto não tardou a vir, e foi simplesmente um momento único. E quando pouco depois pegaram no seu primeiro álbum, foi como se subitamente os Xutos do passado tivessem regressado. O que dizer de canções como Viuvinha ou Dantes? Ou a grandiosa Mãe, provavelmente das melhores canções alguma vez feita em toda a nossa música? Ou a épica e arrebatadora Avé Maria, que ainda (muito) ocasionalmente tocam em concertos? Foi um concerto que certamente ficará na memória dos que ali estiveram, dos que tiveram o luxo e a sorte de ver a banda a tocar ao vivo mais uma vez os seus melhores temas que, infelizmente, hoje em dia estão renegados, postos de lado perante êxitos como Contentoresou Ai Se Ele Cai. Foi provavelmente a primeira e última vez que muitos ouviram aquelas canções ao vivo, e foi nada abaixo de memorável.
Por uma noite, os Xutos & Pontapés do passado regressaram. E provaram porque é que foram dos melhores de sempre. Sémen, claro, foi a canção que pôs um ponto final na noite, e não o poderia ter feito de melhor forma. Quando sairam do palco, ficou-se com a certeza de ter estado presente num evento único, num regresso a um passado glorioso de uma banda que já foi gloriosa. A noite foi deles, tal como já foi todo o nosso rock.
Seis concertos, todos eles bons ainda que curtos, um deles verdadeiramente único e memorável. António Sérgio pode já nos ter deixado, mas o seu legado está mais que vivo.
O que se viu em palco foi do melhor que se faz (ou do que se fez) em música portuguesa, e um sinal do impacto que o radialista deixou. Seis boas bandas, seis bons concertos que, sem ele, provavelmente não teriam existido.
O homem deixou-nos, mas a sua obra continua. Se assim não fosse, sabe-se lá o que seria de nós e da música que fazemos.
Aloe Blacc na Aula Magna em Maio
Jan 11th

O cantor americano, Aloe Blacc actua na Aula Magna em Lisboa, no dia 4 de Maio.
A sua viagem músical começa em 1995, ao ser MC de um grupo chamado Emanon e era até ao final da década de 90, um completo desconhecido. Actualmente a sua música não deixa ninguem indiferente, classificados por muitos como o melhor do ano de 2010.
"Good Things" marca uma mudança na metodologia de pessoal a político de Aloe, que se refere ao projecto como o seu relatório sobre as condições actuais de desemprego, sem abrigos, a apropriação da riqueza, pilhagem de recursos e falta de compaixão universal.
Em nenhum lugar isso é mais evidente do que na ligação, "I Need a Dollar", encomendado pela HBO como a música do tema da série "How to Make It in America", porque em última instância, é exactamente assim que se faz na "América".
| Preços | Locais de Venda |
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Lojas FNAC, Worten, C. C. Dolce Vita, El Corte Inglés, Agência Abreu, agências dos CTT e Megarede. |
Placebo no Festival Marés Vivas
Apr 9th
Os Placebo são a mais recente confirmação para o Festival Marés Vivas 2010, que se realiza nos dias 15, 16 e 17 de Julho.Os britânicos Placebo formaram-se em 1994, actualmente composta por Brian Molko, Stefan Olsdan e Steve Forrest. Até à data lançaram seis álbuns, sendo que o último foi lançado em Junho de 2009 intitulado "Battle for the Sun". Os Placebo vão assim apresentar este álbum e outros temas que fizeram deles a referência que são hoje no dia 16 de Julho,
O duo Inglês Goldfrapp marca também presença neste festival no dia 15 de Julho e irá tocar temas do novo album "HeadFirst" como "Rocket", "Alive" não esquecendo obviamente temas como "Ooh La La" e "Number1".
Estes dois nomes agora confirmados juntam-se assim aos já confirmados Ben Harper and Relentless7 com actuação programada a 17 de Julho.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 25 Euros e o passe para os 3 dias 40 Euros ou 45 Euros se comprado após 15 de Junho.
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Sensation White 2009 Lisboa
Feb 16th
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