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The Twilight Singers no Optimus Alive 2011
May 12th

Os norte-americanos The Twilight Singers são a mais recente confirmação para o Palco Optimus do Festival Optimus Alive 2011. A banda sobe ao palco no dia 6 de Julho juntando-se aos já confirmados Coldplay e Blondie.
Na bagagem trazem o seu disco mais recente, Dynamite Steps, que foi editado em Fevereiro. Produzido por Greg Dulli, em parceria com uma longa lista de produtores, o álbum foi muito bem recebido por parte da crítica especializada.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
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The Twilight Singers no Optimus Alive 2011
May 12th

Os norte-americanos The Twilight Singers são a mais recente confirmação para o Palco Optimus do Festival Optimus Alive 2011. A banda sobe ao palco no dia 6 de Julho juntando-se aos já confirmados Coldplay e Blondie.
Na bagagem trazem o seu disco mais recente, Dynamite Steps, que foi editado em Fevereiro. Produzido por Greg Dulli, em parceria com uma longa lista de produtores, o álbum foi muito bem recebido por parte da crítica especializada.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
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Reportagem Isto Não é uma Festa Indie – (Abe Vigoda e Evols)
May 5th
A oferta para a noite de 4 de Maio certamente terá deixado alguns indecisos: havia para ver e ouvir, no Queimódromo, uma festa indie (com os nova-iorquinos MGMT e os portuenses X-Wife) e, no Plano B, em plena Baixa da cidade do Porto, uma festa não-indie (com os californianos Abe Vigoda e os vilacondenses Evols).
É certo que (já se sabia) a maioria se decidiu pelos senhores da costa este (os MGMT), mas também é certo que os que se decidiram pelos da costa oeste (os Abe Vigoda) não ficaram mal servidos.
Para aqueles que escolheram o Queimódromo como plano A, nós contamos como foi no Plano B:
Esta edição do evento Isto não é uma festa indie, da Lovers & Lollypops, teve início com o trio de guitarras de Vila do Conde que dá pelo nome de Evols. Infelizmente, chegámos atrasados, mas consta que Carlos Lobo, França Gomes e Nuno Santos se deslocaram até ao Plano B para apresentar o longa-duração homónimo, tendo tocado Winter, Nova, Galaxie, Sea of Stars, I'm Too Young, Here Come the Waves e Walk to the Fire.
Depois, foi a vez de Abe Vigoda. Não do Abe Vigoda d'O Padrinho, mas dos Abe Vigoda da Califórnia (oriundos de Chino e a viver actualmente em Los Angeles) subirem ao palco e estrearem-se em palcos nacionais para mostrar a renovada sonoridade do seu quarto e mais recente trabalho de estúdio: "Crush", editado no ano passado pela Post Present Medium (E.U.A.) e pela Bella Union (Reino Unido). Com influências dos anos 80 e uma presença bastante mais óbvia dos sintetizadores (em relação a trabalhos anteriores), "Crush" foi considerado um dos 50 melhores álbuns de 2010, pela conceituada Pitchfork.
Michael Vidal, Juan Velazquez, David Reichardt e Dane Chadwick são os Abe Vigoda, uma das muitas bandas que frequentam o mítico The Smell, em Los Angeles, espaço de onde saíram nomes conhecidos do público portuense, como HEALTH (que tocaram na Casa da Música) ou No Age (que actuaram também no Plano B).
A setlist contou em grande parte com temas de "Crush" (2010), como: Dream of My Love (Chasing After You), Throwing Shade, November, Repeating Angel, To Tears, Pure Violence, Beverly Slope, We Have to Mask e Sequins; mas sem, no entanto, se esquecerem do anterior e muito diferente trabalho "Skeleton" (2008), tendo deste tocado dois temas: Bear Face e Skeleton.
Paramore no Optimus Alive 2011
Apr 1st

Os Paramore estreiam-se em Portugal no Optimus Alive 2011 no dia 9 de Julho no Palco Optimus.
Liderados pela explosiva Hayley Williams, os Paramore juntaram-se em 2004 e passado apenas um ano editaram o disco de estreia, All We Know is Falling. O sucesso foi imediato e levou-os numa extensa digressão pelos Estados Unidos. Dois anos volvidos e estavam de volta aos discos com Riot! - o álbum que consolidou o sucesso dos Paramore e onde estava incluído o single Misery Business. Em 2009 foi editado Brand New Eyes, o terceiro longa-duração da banda e o responsável por transformar os Paramore numa das mais importantes bandas da actualidade, tendo chegado ao segundo lugar do top norte-americano e ao primeiro do top inglês.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
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Reportagem Scott Kelly – Lisboa
Mar 10th
O Carnaval dos outros.
Quem conhecia os sevilhanos Orthodox de outros carnavais mais atribulados – e seguramente mais secos que o da noite de segunda-feira – não estaria à espera dos 40 minutos que antecederam a actuação de Scott Kelly.
O trio que marcara já presença por duas vezes em Portugal, chegando a integrar uma das edições do Outfest, parece ter-se despedido definitivamente do doom dos tempos de “Gran Poder”, e dedica-se agora à música exploratória, com tanto de bom como de mau que a expressão possa fazer pensar.
Se a longa introdução com clarinete e contrabaixo monocórdico pode ter feito temer o pior aos poucos devotos que se arrastaram até ao Santiago Alquimista, a paisagem acabaria por se tornar mais interessante, com a inserção de alguns elementos jazzy e uma maior influência da guitarra (alguém andou a ouvir uns disquinhos de Earth), desvendando-se no último tema com o belo vibrato andaluz de Marco Gallardo. Aguardemos o novo disco “Baal”, a sair este ano.
Poucos minutos de espera e nem podíamos crer que o concerto já estava a começar.
Scott Michael Kelly. Para muitos, o nome dispensa apresentações. Para outros, pode-se resumir dizendo que se trata de um dos pulmões dos norte-americanos Neurosis, de um dos principais contribuidores da editora formada pelo grupo, ou do “médio ofensivo” nos Shrinebuilder, um projecto de all-stars formado com Al Cisneros, Wino e Dale Crover.
Scott Kelly. De camisa de flanela, boné enterrado nas orelhas, com a guitarra atrás e ar de quem podia ser roadie de alguma banda.
Mr. Scott Kelly. Porque o respeitinho é muito bonito.
Há alguns anos, aquando do seu concerto no festival Roadburn, respondeu a um fã mais zeloso, que mandava calar outros membros do público: “I’ll do the shushing around here.” E a conversa terá morrido ali. Pois o silêncio é de ouro, e dele se alimenta a música de Kelly.
Nem uma mosca, o acender de um cigarro, estorvam o palhetar das cordas de aço. “We Let The Hell Come”, tema dos Shrinebuilder, é o primeiro a perturbar o sossego. Quem segue a carreira dos Neurosis, sabe que cada álbum a solo dos seus membros só engrandece o todo, nunca serve para o dividir.
Nem o amachucar de um copo de cerveja, os trocos a tilintar na registadora, travam o seu murmurar. Kelly concentra-se no último trabalho, “The Wake”, álbum lançado em 2008, paralelamente ao do colega Steve Von Till. “Remember Me”, “The Ladder in My Blood” e “Saturn's Eye” envolvem a sala num cortejo atípico do adeus à carne.
Nem o secador de mãos na casa de banho, nem o manto de chuva a ameaçar fazer cair o tecto, que faz o senhor levantar o boné e apontar a barba para cima. “Is that rain I hear? Enjoy the rain… Enjoy it while it lasts.” Sempre críptico...
Para terminar, “Figures”, também do último álbum, e mais duas versões: “Tecumseh Valley”, de Townes Van Zandt e “Lord of Light”, dos Hawkwind. Assim se foi revelando Kelly.
Entre temas, sem cair na lenga-lenga dos músicos que adoram sempre o nosso país, confessa que não esperava a reacção que teve do público português. “Muito respeitosos. Gostei muito. Espero voltar com os meus amigos”. Que sejam amigos de peso.
Everything Everything no Optimus Alive 2011
Feb 28th

Os Everything Everything vão passar pelo Optimus Alive 2011 no dia 7 de Julho no Palco Super Bock.
Os indie-rockers britânicos fazem a sua estreia ao vivo em Portugal em Oeiras.
A banda vem apresentar o primeiro disco, Man Alive, editado em Agosto do ano passado. Produzido por David Costen (produtor de Bat for Lashes ou Joseph Arthur, entre outros), o longa-duração entrou directamente para o top 20 de vendas no Reino Unido.
Para esta edição estão já confirmados, entre outros: Coldplay (6 de Julho), Foo Fighers (7 de Julho), Iggy And The Stooges (7 de Julho), White Lies (9 de Julho), Kaiser Chiefs (9 de Julho) e 30 Seconds to Mars (8 de Julho).
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros e 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 e 4 dias, respectivamente.
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Crocodiles no Optimus Alive 2011
Feb 21st

Os Crocodiles vão passar pelo Optimus Alive 2011 no dia 7 de Julho no Palco Super Bock.
Brandon Welchez e Charles Rowell vêm apresentar o segundo longa-duração Sleep Forever, editado em Setembro do ano passado.
Para esta edição estão já confirmados, entre outros: Coldplay (6 de Julho), Foo Fighers (7 de Julho), Iggy And The Stooges (7 de Julho), White Lies (9 de Julho), Kaiser Chiefs (9 de Julho) e 30 Seconds to Mars (8 de Julho).
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros e 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 e 4 dias, respectivamente.
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Kaiser Chiefs no Optimus Alive 2011
Feb 14th

Os Kaiser Chiefs vão passar pelo Optimus Alive 2011 no dia 9 de Julho no Palco Optimus. Em 2008 os Kaiser Chiefs editaram o terceiro longa-duração, Off With Their Heads, onde contaram com colaborações tão importantes como Lilly Allen e produção de Mark Ronson. Espera-se que ainda este ano voltem a gravar novo álbum.
Para esta edição estão já confirmados, entre outros: Coldplay (6 de Julho), Foo Fighers (7 de Julho), Iggy And The Stooges (7 de Julho), White Lies (9 de Julho), e 30 Seconds to Mars (8 de Julho).
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros e 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 e 4 dias, respectivamente.
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Reportagem Italians Do It Better
Feb 14th
No passado dia 12, o Plano B serviu de palco para uma pequena amostra de uma jovem editora, a Italians Do It Better, evento propulsionado pela promotora Lovers & Lollypops.
Estando em actividade há cerca de quatro anos, este selo norte americano trouxe ao Porto dois dos seus projectos mais aclamados, os Desire e os Glass Candy, assim como o seu próprio fundador, Mike Simonetti.
Foi por volta da meia noite e meia que os Desire subiram ao palco. Apesar de possuírem já dois registos de originais na algibeira, o seu concerto foi curto e conciso, durando cerca de meia hora. Um aquecimento bem conseguido, com músicas fortes e extremamente orelhudas, centrando-se no Italo Disco, imagem de marca da editora que representam.
Com um pequeno intervalo, Johny Jewel (elemento comum a Desire) e Ida No lançaram-se num concerto bem mais rico em energia, quando comparado com o anterior.
Já com uma longa carreira, iniciada em 1996, este duo sofreu uma tremenda mutação sonora ao longo da sua existência, encontrado o apoio da Italians Do It Better, do público e da crítica com o seu terceiro álbum, “B\E\A\T\B\O\X”, editado em 2007. Contudo, a sua presença por terras lusas dedicou-se à apresentação da sua recente compilação, “Deep Gems”.
Com um concerto um pouco mais longo que o de Desire, Ida No conseguiu levar a maioria dos presentes ao rubro, culminando tudo com uma invasão de palco que em nada prejudicou o grupo. Um concerto fogoso, que merecia uma duração mais longa.
É de salientar também a presença mais tardia nas mesas de mistura de Mike Simonetti, Rui Maia e Mr. Mitsushirato.
Reportagem The Dodos @ Santiago Alquimista
Dec 16th
Terça-Feira e um boletim meteorológico nada favorável, não impediram um número razoável de pessoas de se dirigirem à Rua de Santiago, quiçá na esperança de se verem refugiadas numa bolha impermeável de música indie.
O 'Santiago Alquimista' recebia então, doismileoito e The Dodos.
Oriundos da Maia, os doismileoito respiram versatilidade e possuem uma dose resguardada de ruptura estética necessária às bandas portuguesas que os acompanham lado-a-lado no rótulo de indie. "Caratéquide", "Atrás de mim", "Acordes com Arroz" e "Cabanas" foram algumas das músicas que nos apresentaram, inseridas no álbum homónimo doismileoito. Tímidos em palco, mas com composições audazes, fecham a actuação com o 1º single extraído do álbum "Bem melhor".
Após uma longa espera, motivada por uma aparente descoordenação na preparação do palco, entra Meric Long e companhia para animarem as hostes.
Num regresso aguardado, a banda oriunda de São Francisco, Califórnia e formados em 2006, contam já com 3 álbuns, o mais recente LP, intitulado Time to Die. Este último, mais coeso que o Visiter, faz lembrar Animal Collective, sem a dose de psicadelismo levado ao extremo. Riffs agradáveis ao ouvido e uma fusão de influências pouco convencionais fazem desta banda um pólo interessante num espectro vasto do tão falado indie. Aliar Ewe drumming(Meric Long) com resquícios de metal (Logan Kroeber) e um vibrafonista com formação clássica não soa fácil, porém The Dodos parecem nadar na música como um peixe dentro de água.
Músicas como "Fables" e "Longform" fizeram as alegrias de um público que bateu o pé no soalho, em vez da poça.
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Um concerto consistente, energético, marcado por uma atitude descontraída de quem se queria divertir e trabalhava incansavelmente para divertir quem os ouve.



















