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	<title>Festivais &#187; Jessica Simpson</title>
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	<description>Os teus festivais de Musica aqui</description>
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		<title>Reportagem Adam Green</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center" class="info"><strong>Adam Green</strong> - <strong>Santiago Alquimista - <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/">Fotos</a></strong></div>
<p><a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/tn_Adam_Green_01.jpg" alt="Adam Green" style="border: medium double;margin: 5px;float: left" /></a>Mais uma noite de concertos no Santiago Alquimista, depois de The Fiery Furnaces e The Album Leaf, na semana passada. Coube a Adam Green, pioneiro do anti-folk e antiga metade dos The Moldy Peaches, encher a casa (ou não), na primeira vez que actua em Portugal com banda.</p>
<p>Deu as honras Ish Marquez, que, ao apresentar o seu novo disco "Ahab’d Again", presenteou uma experiência surreal musical. De guitarra em punho, o nova-iorquino, certamente sob influências, subiu ao palco e de tudo fez: ora não acertava com o cabo da guitarra nem nas suas cordas, ora parava a meio das músicas para vociferar as letras à tímida (e única) fila da frente, rosnando-lhes pouco depois. Se a recepção não era a melhor, Marquez parecia bastante satisfeito, afirmando que era um prazer tocar em Portugal e que o Alquimista estava cheio de “gente bonita – beautiful!”. Uma alma criativa, portanto.</p>
<p><a target="_self" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/tn_Adam_Green_02.jpg" alt="Adam Green" style="border: medium double;margin: 5px;float: right" /></a>Se o quadro parecia feio, depois de tal abertura, Adam Green dispôs-se a agitar as massas logo que entrou. Ora, Green parece ter um carisma incontornável, equilibrando uma voz de <em>crooner </em>com o instrumental muito 70s, especialmente nos temas do último trabalho, <em>Minor Love</em> (2009), não deixando, no entanto, de ter um pézinho no acústico de singer/songwriter.</p>
<p>Foram muitos os amores menores – “Cigarette Burns Forever” começou em grande, em “Give Them a Token” e “Boss Inside Me” Adam assemelhava-se a um Leonard Cohen muito mais novo e suado e em “Goblin” interagia com a multidão. Saltava, dançava, fazia <em>crowd-surfing</em> e espalhava amor pelos fãs fronteiros, sempre numa boa disposição e imprevisibilidade constantes.</p>
<p>No entanto, muitos outros momentos foram dignos de realce: os saltos à coelho em “Bunnyranch”, as histórias sobre MC Hammer e o casaco de cabedal usado mais de 40 vezes em palco, tal como a muito pedida “Carolina” e o êxito de homenagem a “Jessica” Simpson. Uma versão de “What a Waster”, dos britânicos Libertines, coloca Green na boa fé de alguns fãs agitados, mas como não poderia?</p>
<hr />
<div style="text-align: center">O nova-iorquino é um músico por excelência, e ganha pela sua excentricidade, originalidade e energia que coloca nas actuações ao vivo. O “chefe não morreu” e o público agradece.</div>
<hr />
<table style="text-align: center" border="0">
<tbody>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: right"><strong>Foto: </strong>Raquel Silva<strong><br /></strong></div>
<div style="text-align: right"><strong>Texto: </strong>Teresa Silva<strong><br /></strong></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>Adam Green</strong> - <strong>Santiago Alquimista - <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/">Fotos</a></strong></div>
<p><a href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/tn_Adam_Green_01.jpg" alt="Adam Green" style="border: medium double; margin: 5px; float: left;" /></a>Mais uma noite de concertos no Santiago Alquimista, depois de The Fiery Furnaces e The Album Leaf, na semana passada. Coube a Adam Green, pioneiro do anti-folk e antiga metade dos The Moldy Peaches, encher a casa (ou não), na primeira vez que actua em Portugal com banda.</p>
<p>Deu as honras Ish Marquez, que, ao apresentar o seu novo disco "Ahab’d Again", presenteou uma experiência surreal musical. De guitarra em punho, o nova-iorquino, certamente sob influências, subiu ao palco e de tudo fez: ora não acertava com o cabo da guitarra nem nas suas cordas, ora parava a meio das músicas para vociferar as letras à tímida (e única) fila da frente, rosnando-lhes pouco depois. Se a recepção não era a melhor, Marquez parecia bastante satisfeito, afirmando que era um prazer tocar em Portugal e que o Alquimista estava cheio de “gente bonita – beautiful!”. Uma alma criativa, portanto.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/?p=gallery#/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/Adam%20Green%20-%20Santiago%20Alquimista%20-%2005-03-2010/tn_Adam_Green_02.jpg" alt="Adam Green" style="border: medium double; margin: 5px; float: right;" /></a>Se o quadro parecia feio, depois de tal abertura, Adam Green dispôs-se a agitar as massas logo que entrou. Ora, Green parece ter um carisma incontornável, equilibrando uma voz de <em>crooner </em>com o instrumental muito 70s, especialmente nos temas do último trabalho, <em>Minor Love</em> (2009), não deixando, no entanto, de ter um pézinho no acústico de singer/songwriter.</p>
<p>Foram muitos os amores menores – “Cigarette Burns Forever” começou em grande, em “Give Them a Token” e “Boss Inside Me” Adam assemelhava-se a um Leonard Cohen muito mais novo e suado e em “Goblin” interagia com a multidão. Saltava, dançava, fazia <em>crowd-surfing</em> e espalhava amor pelos fãs fronteiros, sempre numa boa disposição e imprevisibilidade constantes.</p>
<p>No entanto, muitos outros momentos foram dignos de realce: os saltos à coelho em “Bunnyranch”, as histórias sobre MC Hammer e o casaco de cabedal usado mais de 40 vezes em palco, tal como a muito pedida “Carolina” e o êxito de homenagem a “Jessica” Simpson. Uma versão de “What a Waster”, dos britânicos Libertines, coloca Green na boa fé de alguns fãs agitados, mas como não poderia?</p>
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<div style="text-align: center;">O nova-iorquino é um músico por excelência, e ganha pela sua excentricidade, originalidade e energia que coloca nas actuações ao vivo. O “chefe não morreu” e o público agradece.</div>
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<div style="text-align: right;"><strong>Foto: </strong>Raquel Silva<strong><br /></strong></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Texto: </strong>Teresa Silva<strong><br /></strong></div>]]></content:encoded>
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