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Posts tagged Foram
Janelle Monáe, Deolinda e Jamie Woon no Sudoeste TMN
Apr 6th
Foram anunciados mais três nomes para o Sudoeste TMN: Janelle Monáe, Deolinda e Jamie Woon!

No Palco TMN, Janelle Monáe actua no dia 4 de Agosto, na bagagem traz o álbum The ArchAndroid.
Os Deolinda passam pelo Palco TMN no dia 5 de Agosto. A banda portuguesa promete animar a alma dos festivaleiros.
Jamie Woon tem actuação marcada para o dia 4 de Agosto no Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste.
O Festival Sudoeste TMN 2011 realiza-se nos dias 3, 4, 5,6 e 7 de Agosto de 2011 na Zambujeira do Mar, na Herdade da Casa Branca.
O preço dos bilhetes é de 90€ pelo passe, 48€ pelo bilhete diário, 140€ pelo passe Zmar alvéolos e 690€ pelo passe Zmar Zmovel (para duas pessoas).
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Mais confirmações no Super Bock Super Rock
Apr 5th
Foram hoje anunciados mais quatro nomes para o festival Super Bock Super Rock:

Os The Walkmen passam pelo festival a 14 de Julho no Palco Super Bock. Na bagagem trazem o seu último álbum Lisbon.
Os Australianos Tame Impala sobem ao palco também no dia 14 mas no Palco EDP para mostrar o seu único álbum Innerspeaker .
Os Portugueses PAUS enchem de música o Palco EDP no dia 16.
E por último, Ian Brown é confirmado também para dia 16 de Julho para o Palco EDP
O Festival Super Bock Super Rock 2011 realiza-se nos dias 14, 15 e 16 de Julho de 2011 no Meco, na Herdade do Cabeço da Flauta. O preço dos bilhetes é 45 Euros para o bilhete diário e 80 Euros (inclui campismo e transporte para a praia do Meco). Os bilhetes já se encontram à venda.
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Novos confirmados no Super Bock Super Rock 2011
Mar 28th
Foram hoje anunciados mais quatro nomes para o festival Super Bock Super Rock:

Os portugueses The Gift vêm ao festival, no dia 15 de Julho, apresentar o seu mais recente álbum, Explode, que tem obtido criticas bastante positivas no nosso país. A actuação está marcada para o Palco principal (Palco Super Bock)
Para o palco secundário, Palco EDP, no dia 16 de Julho, está confirmada a presença de Junip, a banda de Jose Gonzalez, que regressa assim a Portugal, depois de ter passado no Super Bock em Stock.
Também no mesmo palco actuam mais duas bandas: The Vaccines, também a 16 de Julho, grupo já anunciado anteriormente, tendo sido agora confirmado pela promotora e Chromeo, a 15 de Julho, o duo canadiano de sonoridades electrofunk.
O Festival Super Bock Super Rock 2011 realiza-se nos dias 14, 15 e 16 de Julho de 2011 no Meco, na Herdade do Cabeço da Flauta. O preço dos bilhetes é 45 Euros para o bilhete diário e 80 Euros (inclui campismo e transporte para a praia do Meco). Os bilhetes já se encontram à venda.
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Festival Musicas do Mundo – Novas Confirmações
Mar 22nd
Foram dados a conhecer novos nomes para o Festival Musicas do Mundo, a decorrer em Sines:
Desert Slide, Mamer, Ayarkhaan e Shunsuke Kimura x Etsuro Ono.
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O projecto "Desert Slide" junta o multifacetado Vishwa Mohan Bhatt e o quinteto cigano The Divana Emsemble. A actuação está marcada para o dia 26 de Julho, no Castelo de Sines.
Já o chinês Mamer vem a Portugal, depois de ter estado para actuar no FMM2009, para mostrar o seu album "Eagle", que conbina elementos tradicionais, folk e rock. A actuação está marcada para o dia 23 de Julho, no Castelo de Sines.
O trio feminino Ayarkhaan vem directamente da Russia para actuar no dia 29 de Julho. As três cantoras de "khomus" utilizam um estilo gutural "d`ieretii", utilizado em coros russos e bulgaros.
Finalmente, os japoneses Shunsuke Kimura x Etsuro Ono explora as qualidades do “Tsugaru Shamisen”, um estilo virtuoso, com forte componente percutiva, de tocar o shamisen, instrumento de três cordas omnipresente na cultura do Japão. A actuação está marcada para o dia 28 de Julho.
O Festival Musicas do Mundo decorre em Sines, nos dois fins-de-semana de Julho: 22 a 24 de Julho e 27 a 30 de Julho.
Festival Musicas do Mundo – Novas Confirmações
Mar 22nd

Foram dados a conhecer novos nomes para o Festival Musicas do Mundo, a decorrer em Sines:
Desert Slide, Mamer, Ayarkhaan e Shunsuke Kimura x Etsuro Ono.
O projecto "Desert Slide" junta o multifacetado Vishwa Mohan Bhatt e o quinteto cigano The Divana Emsemble. A actuação está marcada para o dia 28 de Julho, no Castelo de Sines.
Já o chinês Mamer vem a Portugal, depois de ter estado para actuar no FMM2009, para mostrar o seu album "Eagle", que conbina elementos tradicionais, folk e rock. A actuação está marcada para o dia 23 de Julho, no Castelo de Sines.
O trio feminino Ayarkhaan vem directamente da Russia para actuar no dia 29 de Julho. As três cantoras de "khomus" utilizam um estilo gutural "d`ieretii", utilizado em coros russos e bulgaros.
Finalmente, os japoneses Shunsuke Kimura x Etsuro Ono explora as qualidades do “Tsugaru Shamisen”, um estilo virtuoso, com forte componente percutiva, de tocar o shamisen, instrumento de três cordas omnipresente na cultura do Japão. A actuação está marcada para o dia 28 de Julho.
O Festival Musicas do Mundo decorre em Sines, nos dois fins-de-semana de Julho: 22 a 24 de Julho e 27 a 30 de Julho.
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The Script e Patrice no Sudoeste TMN
Mar 1st
Foram anunciados mais dois nomes para o festival Sudoeste TMN 2011: The Script e Patrice!
Os irlandeses The Script vão marcar presença no festival alentejano no dia 6 de Agosto, onde irão tocar o seu ultimo album "Science & Faith". É um regresso a Portugal, depois de terem actuado em Fevereiro, em Lisboa.
O artista alemão Patrice, nome anunciado em primeira mão pelo Festivaisverao.com, actua no dia 5 de Agosto. O cantor marca presença no Palco TMN juntamente com Scissor Sisters.
O Festival Sudoeste TMN 2011 realiza-se nos dias 3, 4, 5,6 e 7 de Agosto de 2011 na Zambujeira do Mar, na Herdade da Casa Branca.
O preço dos bilhetes é de 90€ pelo passe ( 80€ até 31 de Março), 48€ pelo bilhete diário, 140€ pelo passe Zmar alvéolos (130€ até dia 31 de Março) e 690€ pelo passe Zmar Zmovel (para duas pessoas, com o preço de 660€ até dia 31 de Março)
Datas – Festival Paredes de Coura 2011
Dec 28th

Foram anunciadas as datas do Festival Paredes de Coura 2011.
Nos últimos anos o festival tem-se realizado em fins Julho inicio de Agosto, contudo este ano volta às suas datas de origem estando programado para dias 17, 18, 19 e 20 de Agosto.
Fazendo com que este seja um dos últimos grandes festivais de verão em 2011. O Festival minhoto realiza-se na Praia Fluvial do Tabuão e se ainda não existe informação do preço dos bilhetes sabe-se já que as novidades vão chegar em breve. Em 2010, passaram por Paredes de Coura nomes como Klaxons, Prodigy, The Specials, e muitos outros. Com a mudança de datas apenas se pode esperar um cartaz ainda melhor! Ficamos a aguardar novidades!
Reportagem Marés Vivas 2010 – 16 de Julho
Jul 17th
O segundo dia do Festival Marés Vivas inicia-se com mais público e mais vento.
O Palco Moche abriu com Mónica Ferraz e André Indiana. A vocalista dos Mesa sobe ao palco para apresentar canções do seu novo álbum a solo “Start Stop”. “Go go go” foi um dos momentos com mais interacção com o público. André Indiana seguiu-se num concerto longo com algumas falhas de som veio mostrar também o seu novo álbum.
A tenda do Palco Moche já se encontrava bem preenchida no fim do concerto e a espera fez-se sentir para o inicio d'Os Azeitonas. Estes subiram ao palco e apenas tiveram 15 minutos de “sossego” pois os A Silent Film actuavam no palco principal o que fez com que a qualidade sonora do concerto diminuísse. A banda referiu ainda que o som do palco principal se ouvia melhor e que portanto não poderiam tocar temas mais calmos mas sim músicas mais mexidas. Muita foi a dança e interacção com o público, a animação era constante. “Quem és tu miúda”, Ela foi para a guerra”, “Café Hollywood”, “Corre” e “Mulheres Nuas” foram algumas das músicas ouvidas num concerto que teve direito a encore pois milhares de pessoas não arredavam pé da frente do palco.
Ainda de dia inicia-se a música no palco principal com A Silent Film. Os meninos britânicos vieram mostrar o seu álbum de estreia editado em 2009 “The City That Sleeps”.”Sleeping Pills”, “Julie June” e “The Stage Is Your Life” foram alguns dos temas tocados. O grande momento do concerto deu-se com "You Will Leave a Mark" que fechou o concerto em grande com o público a cantar e a dançar.
David Fonseca seguiu-se. “I want to break free” dos Queen serviu de mote para a sua entrada em palco dentro de uma cabina telefónica. Com muitas luzes de néon a sua energia em palco fez-se sentir ao longo do concerto e a festa foi de todos. “Walk away, When you´re Winning”, “Owner of her Heart”, “Learn Sometimes”, “Someone that Cannot Love” e “A Cry 4 Love” foram alguns dos temas tocados. Os momentos altos da noite deram-se com "The 80’s","Stop for a Minute" e "Girls Just Wanna Have Fun", porque segundo ele as raparigas sabem-se divertir bem mais que os rapazes. Para aumentar a fasquia desta grande festa houve ainda tempo para papeizinhos azuis e amarelos lançados sobre o público e faíscas de luzes em “Silent Void” fechando assim o concerto.
Mas muitas pessoas estavam lá para ver os Placebo, depois de no ano anterior terem dado um concerto num festival em Lisboa foi a vez do norte os receber. O último álbum editado em 2009 “Battle for The Sun” esteve em grande destaque levando o público a histeria. “All Apologies” dos Nirvana foi o momento mais alto da actuação contudo alguns temas mais antigos como “Every Me and Every You”, “Song to Say Goodbye”, “Meds”, “The Bitter End” e “Infra-red” colocaram o público aos saltos. “Taste in Men” fechou com chave de ouro um concerto que muitos desejavam que fosse mais longo.
Muitos festivaleiros abandonaram o recinto após Placebo mas Peaches não desiludiu os que não deixaram a festa a meio. A cantora canadiana entrou em palco com um fato que a tapava da cabeça aos pés. A encenação feita por duas personagens, apenas vestidas com roupa interior, cujos cabelos exagerados lhes tapava o rosto complementava “Talk to Me”. Durante “Billionaire” a cantora passeou em pé pelas grades, atirando-se de seguida para o público. Pediu então ao público que guardasse todos os telemóveis e câmaras, porque senão iria dar-lhes um pontapé e disse “Jesus walk on water, Peaches walk on you”. Enquanto cantava “Take You On”, andava de pé com as mãos do público a segurá-la. Um momento excêntrico, onde a cantora de braços no ar, apenas se encontrava segura pelas pernas. "Showstopper", "Serpentine" e "Boys" fizeram-se ouvir e a resposta do público foi imediata, muitas dançavam, outras saltavam e outros cantavam mas ninguém ficou indiferente à excentricidade da vocalista. Para encore ouviu-se "Set It Off” e ainda houve tempo para a cantora pedir ao público para tirar as t-shirts e logo foi correspondida.
Mais uma noite que acaba em grande no Festival Marés Vivas com mais de 24 mil pessoas.
A última noite do festival conta com Ben Harper, Editors, Deus, Nikolaj Grandjean no Palco Principal.
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Reportagem Marés Vivas 2010 - 15 de Julho |
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Reportagem Marés Vivas 2010 - 17 de Julho |
Reportagem Optimus Alive!10 – 9 de Julho
Jul 10th
O segundo dia do Optimus Alive!10 começou sob um calor ainda mais abrasador que o dia anterior. O palco secundário serviu de refúgio e local de descanso. O recinto estava cheio, mas não necessariamente de ouvintes, apenas grupos exaustos que preferiram relaxar ao som da música enquanto recobravam energias e aguardavam as bandas que queriam mesmo ver.
Hurts, duo de Manchester, abriu o palco. A música, descrita como disco lento, agradou a alguns, mas não cativou. O vocalista Theo Hutchcraft ainda tentou que o público se levantasse, mas sem sucesso. Temas como Illuminated foram apresentados e o single Better Than Love fechou a actuação.
Seguiram-se Holy Ghost!, outro duo, desta vez nova-iorquino. A dance music que apresentaram cativou mais gente, quer pela variedade de instrumentos em palco – desde cornetas, saxofones e teclas –, quer pelo ritmo mais apelativo. A banda, bastante recente (2009) já fez sucesso por vários países com as suas remisturas de Phoenix e LCD Soundsystem, entre outros. Fizeram parte do repertório os temas Say My Name e Hold On (considerado por iTunes como "Single of the Week", aquando do seu lançamento).
A abrir o palco principal, a banda australiana Jet, apresentou garage rock. O público ia aumentando, mas parecia não haver muita energia a correr pelas veias dos espectadores. That’s All Lies iniciou o espectáculo. A banda, bem-disposta, esteve à vontade em palco. O vocalista Nic Cester interagiu com o público, ao qual pediu ajuda para cantar alguns temas, incluindo o mais recente single Seventeen, que fez sucesso entre a multidão. O ponto alto no entanto, estaria guardado, como seria de esperar, para Are You Gonna Be My Girl. As letras da música ouviram-se pelo Passeio Marítimo de Algés e a dança foi mais que muita.
De novo no palco secundário, The Maccabees eram esperados. Muitos fãs aguardavam com cartazes e metade do recinto já estava em pé. Aplausos entusiásticos ressoaram pelo espaço quando a banda entrou em palco. O vocalista Orlando Weeks não continha os sorrisos e a alegria de ver tantos admiradores que sabiam as letras de cor e dançaram durante todo o concerto. Gesticulou corações e pegou num cartaz da plateia que dizia “first love”, enquanto cantava o tema homónimo. All in Your Rows e Tissue Shoulders fizeram sucesso, intercaladas por momentos mais calmos, num repertório agradável e sedutor. A empatia entre público e banda era notável e contribuiu para tornar esta actuação numa das melhores do dia. A multidão delirou ainda com Precious Time e No Kind Words. Love You Better estava guardada para o final daquele que foi o «concerto preferido em Portugal» da banda. Um espectáculo que aqueceu o coração.
Provenientes de Braga, os Mão Morta actuaram ainda de tarde neste segundo dia do Optimus Alive. Ainda com o mais recente Pesadelo em Peluche na bagagem, Adolfo Lúxuria Canibal e companhia conjugaram mais que bem os clássicos de sempre com as novas músicas, nas quais os Mão Morta se mantiveram iguais a si mesmos. Do novo album músicas como “Teoria da Conspiração”e “Novelos da Paixão” puseram à prova a fidelidade dos fãs da banda minhota, com sucesso. Sapo, Miguel Pedro, Joana Longobardi, Vasco Vaz e António Rafael fizeram sempre questão de ser a orquestra perfeita para que o carismático Adolfo Lúxuria Canibal brilhasse com eles. Um excelente concerto, como sempre, que teve os seus momentos mais altos em “E Se Depois”, “Budapeste”, “Anarquista Duval” e “1º de Novembro”.
Se ontem o conceito de bateria siamesa era ainda estranho a alguém, bastava uma passagem pelo Palco Virtual para perceber do que se tratava. Com o EP É uma Água acabado de lançar, os PAUS entram no palco mais subvalorizado do festival para se apresentarem ao público do Alive! que ignorava Mão Morta no palco principal. Bateria(s) a cargo do ex-The Vicious Five Joaquim Albergaria e Hélio Morais dos Linda Martini e If Lucy Fell, com uma ajuda surpreendente de Chris Common dos – para infelicidade de tantos – falecidos These Arms Are Snakes, entraram a rebentar como de costume. O público estava mais que convencido. Se seria de esperar que, a descoordenar-se algo, seria a bateria, “uma dança a dois” como Joaquim descreve, mas foi durante ”Mete as mãos à boca” que as vozes gritaram cada uma para seu lado. As palmas do público não ajudaram ao regresso ao ritmo, mas a festa continuou. Makoto desceu ao público para um crowdsurf altamente desaconselhado pela organizadora e dá-se assim lugar a Zombies for Money.
New Young Pony Club eram os seguintes na lista. Tahita Bulmer, vocalista da banda, não continha o seu entusiasmo por estar de novo em terras lusas, perante um público que conhecia tão bem e que a encantava. Hiding on the Staircase foi a primeira a ser tocada. O recinto estava cheio, na expectativa de um bom espectáculo. Apesar de alguns problemas técnicos, a banda esteve sempre animada e a líder encheu o palco, dançando para lá e para cá, toda ela sorrisos e atrevimento. Diversão em palco, que facilmente se espalhou por todos. Ice Cream foi das melhor recebidas, juntamente com o tema Lost a Girl, do mais recente álbum, "The Optimist". Foi, no entanto, The Bomb que proporcionou a maior festa do concerto.
Tinha chegado um dos momentos mais esperados pelo público. Era a vez de os The Gossip entrarem em palco. O espaço do palco Super Bock estava apinhado, o palco principal tinha menos espectadores. Beth Ditto e a sua banda já proporcionaram alguns dos melhores concertos que Portugal já viu, por isso não era de admirar tamanha mobilização. Standing in the Way of Control foi um início explosivo, onde corpos saltaram e dançaram numa confusão carregada de emoção e energia. Os ânimos acalmavam e exaltavam-se de acordo com os temas e Beth colocou um turbante na cabeça durante alguns dos temas mais calmos, tais como Coal To Diamonds. Yr Mangled Heart animou as hostes antes de uma cover da Psycho Killer dos Talking Heads, onde a possante e inebriante voz de Ditto correu à solta. Seguiu-se outra cover, desta feita de Tina Turner. A letra de What's Love Got to do With It foi cantada a plenos pulmões pela audiência, que ia perdendo a cabeça aos poucos. One More Time de Daft Punk sucedeu-lhe, antes do que seria o ponto alto da actuação. Heavy Cross começou a ouvir-se, enquanto Ditto descia às grades e pedia aos seguranças que pegassem em membros do público para subirem ao palco. À semelhança de 2008, a invasão do palco no final do concerto dos Gossip deixou todos arrepiados e ainda mais agitados. É provavelmente a razão pela qual a banda não actua no palco principal, já que é incontestável o estatuto que possui. Abraços, emoção e um bocadinho da I Will Always Love You de Whitney Houston deram por finalizada a actuação que deixou todos a querer mais.
Quinze anos após o desaparecimento de Richey Edwards, os Manic Street Preachers já têm nos planos Postcards From a Young Man, mas é ainda com o album Journal For Plague Lovers que visitam o Palco Optimus. E que grande inicio desta banda do País de Gales com Motorcycle Emptiness do album de estreia Generation Terrorists, com James Bradfield irrepreensível na guitarra e voz. Em muitas músicas, os Manic Street Preachers levaram o público português numa viagem pelos anos noventa, mais concretamente com alguns sucessos dessa década como “Everything Must Go”, “Tsunami”, “From Despair to Where” e “Kevin Carter”. Alegria era o que vinha do palco e ia contagiando o público, que junto às grades contava com muitos fãs dos galeses. Ao fim ao cabo do mais recente album apenas foi tocada “Jackie Collins Existential Question Time", sendo que a setlist se baseou numa excelente colectânea do que está para trás de Journal For Plague Lovers, com uma grande interpretação acústica de “The Everlasting”, proporcionando um excelente fim de tarde no Passeio Marítimo de Algés.
Já de noite em Algés, os Skunk Anansie entram em palco dando inicio à actuação com Selling Jesus, do album de estreia Paranoid and Sunbumt. A entrada frenética de Skin e companhia prometia um concerto em cheio, e verdade seja dita, a figura incontornável de Skin é o combustível perfeito para uma actuação imparável. Os singles da banda, como “Charlie Big Potato”, “Charity” e “Brazen (Weep)” despertaram as memórias das dezenas de milhares presentes. Em “Weak”, Skin fez questão de cantar bem perto do público, para êxtase dos fãs da banda de terras de sua magestade. Para o encore ficaram reservados os clássicos “Hedonism” e “Little Baby Swastikkka”, este último o primeiro single dos britânicos. Para a posteridade ficará a energia de Skin, e o concerto bastante profissional o quarteto londrino.
Os alemães Booka Shade deram início à parte final, mais electrónica, das actuações no palco Super Bock. Com uma carreira composta por vários álbuns e singles bem sucedidos, o duo house contém ainda no seu repertório uma vasta lista de remisturas de bandas de renome, tais como Moby, Fischerspooner, Hot Chip e ainda Tiga.
Para fechar a noite no Palco Optimus, esperavam-se os norte-americanos Deftones, espera essa bastante longa, devido a um atraso da banda de Chino Moreno. Havia muitos fãs da banda ansiosos pelo ínicio do concerto, e quando o frontman subiu ao palco, a reacção só podia ser eufórica. “Headup” e “My Own Summer” deram inicio ao concerto, com esta segunda a puxar pelas gargantas do público português. De seguida “Diamond Eyes” e “Rocket Skates”, singles do último album dos Deftones, serviram de pretexto para uma série de músicas de Diamond Eyes. Tudo bem até aqui, muita energia, música pesada, ambiente de festa e muitos fãs com vontade de ver e ouvir mais. Mas a partir de “Feiticeira” tudo se tornou muito apressado. Clássicos como “Elite”, “Minerva”, “Root”, “Around The Fur”, “Change (In The House Of Flies)”, “Passenger” e “Back To School” animaram o público, mas a pressa em tocar também se sentiu na multidão, e quando Chino Moreno anunciou a última música e se ouviram os acordes de “7 Words” custava a acreditar que o concerto já ia terminar. O atraso da banda acabou por condicionar a actuação, e pela velocidade a que os temas iam sendo debitados é dificil acreditar que foram tocadas vinte e duas músicas. Fica de qualquer maneira a vontade da banda em dar ao público português o máximo de músicas possivel, mas também um concerto bastante aquém do que se poderia esperar.
Bloody Beetroots Death Crew 77 encheram o recinto que, mais uma vez, ficou a abarrotar. A loucura estava na ordem de trabalhos e os temas vigorosos impediam que os corpos se mantivessem estáticos. Entre moshpits e pessoas totalmente nuas, a sanidade ficou esquecida e foi altura de deixar de lados as inibições e seguir a maré.
Para fechar o palco Super Bock, Steve Aoki foi o escolhido. O americano trouxe na bagagem temas que resultaram numa afluência ao palco, vinda de todas as direcções. A dança continuava assegurada, a energia era mais que muita e o espaço parecia cada vez mais pequeno, apesar de já passar das 3 h.
O segundo dia do festival chegava ao fim, com mais actuações arrebatadoras a assinalar na lista. Para o último dia, as expectativas são gigantes. Mas, prognósticos… só no fim.
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Reportagem Optimus Alive!10 - 8 de Julho |
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Reportagem Optimus Alive!10 - 10 de Julho |
Vencedores SBSR Preload
May 20th

Foram esta noite conhecidos os vencedores da edição de 2010 do Super Bock Super Rock Preload.
Este concurso destina-se a identificar talentos da música nacional, reconhecendo e premiando as três melhores bandas de garagem inscritas com uma actuação no Festival Super Bock Super Rock 2010. As 10 bandas escolhidas pelo público e posteriormente colocadas à prova em duas eliminatórias foram: Malcontent, Stereo Parks, Robot Dealer, The Daughters of Lot, Caducados, Tulipa, GODMEN, GOTA, Indigo e Unified Theory.
O júri composto por Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Alex (MusicBox), Jwana Godinho (Musica no Coração) e pela Super Bock premiaram Malcontent, Stereo Parks e GODMEN com actuação na 16ª edição do Super Bock Super Rock.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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