Os teus festivais de Musica aqui
Posts tagged Foram
Reportagem Marés Vivas 2010 – 16 de Julho
Jul 17th
O segundo dia do Festival Marés Vivas inicia-se com mais público e mais vento.
O Palco Moche abriu com Mónica Ferraz e André Indiana. A vocalista dos Mesa sobe ao palco para apresentar canções do seu novo álbum a solo “Start Stop”. “Go go go” foi um dos momentos com mais interacção com o público. André Indiana seguiu-se num concerto longo com algumas falhas de som veio mostrar também o seu novo álbum.
A tenda do Palco Moche já se encontrava bem preenchida no fim do concerto e a espera fez-se sentir para o inicio d'Os Azeitonas. Estes subiram ao palco e apenas tiveram 15 minutos de “sossego” pois os A Silent Film actuavam no palco principal o que fez com que a qualidade sonora do concerto diminuísse. A banda referiu ainda que o som do palco principal se ouvia melhor e que portanto não poderiam tocar temas mais calmos mas sim músicas mais mexidas. Muita foi a dança e interacção com o público, a animação era constante. “Quem és tu miúda”, Ela foi para a guerra”, “Café Hollywood”, “Corre” e “Mulheres Nuas” foram algumas das músicas ouvidas num concerto que teve direito a encore pois milhares de pessoas não arredavam pé da frente do palco.
Ainda de dia inicia-se a música no palco principal com A Silent Film. Os meninos britânicos vieram mostrar o seu álbum de estreia editado em 2009 “The City That Sleeps”.”Sleeping Pills”, “Julie June” e “The Stage Is Your Life” foram alguns dos temas tocados. O grande momento do concerto deu-se com "You Will Leave a Mark" que fechou o concerto em grande com o público a cantar e a dançar.
David Fonseca seguiu-se. “I want to break free” dos Queen serviu de mote para a sua entrada em palco dentro de uma cabina telefónica. Com muitas luzes de néon a sua energia em palco fez-se sentir ao longo do concerto e a festa foi de todos. “Walk away, When you´re Winning”, “Owner of her Heart”, “Learn Sometimes”, “Someone that Cannot Love” e “A Cry 4 Love” foram alguns dos temas tocados. Os momentos altos da noite deram-se com "The 80’s","Stop for a Minute" e "Girls Just Wanna Have Fun", porque segundo ele as raparigas sabem-se divertir bem mais que os rapazes. Para aumentar a fasquia desta grande festa houve ainda tempo para papeizinhos azuis e amarelos lançados sobre o público e faíscas de luzes em “Silent Void” fechando assim o concerto.
Mas muitas pessoas estavam lá para ver os Placebo, depois de no ano anterior terem dado um concerto num festival em Lisboa foi a vez do norte os receber. O último álbum editado em 2009 “Battle for The Sun” esteve em grande destaque levando o público a histeria. “All Apologies” dos Nirvana foi o momento mais alto da actuação contudo alguns temas mais antigos como “Every Me and Every You”, “Song to Say Goodbye”, “Meds”, “The Bitter End” e “Infra-red” colocaram o público aos saltos. “Taste in Men” fechou com chave de ouro um concerto que muitos desejavam que fosse mais longo.
Muitos festivaleiros abandonaram o recinto após Placebo mas Peaches não desiludiu os que não deixaram a festa a meio. A cantora canadiana entrou em palco com um fato que a tapava da cabeça aos pés. A encenação feita por duas personagens, apenas vestidas com roupa interior, cujos cabelos exagerados lhes tapava o rosto complementava “Talk to Me”. Durante “Billionaire” a cantora passeou em pé pelas grades, atirando-se de seguida para o público. Pediu então ao público que guardasse todos os telemóveis e câmaras, porque senão iria dar-lhes um pontapé e disse “Jesus walk on water, Peaches walk on you”. Enquanto cantava “Take You On”, andava de pé com as mãos do público a segurá-la. Um momento excêntrico, onde a cantora de braços no ar, apenas se encontrava segura pelas pernas. "Showstopper", "Serpentine" e "Boys" fizeram-se ouvir e a resposta do público foi imediata, muitas dançavam, outras saltavam e outros cantavam mas ninguém ficou indiferente à excentricidade da vocalista. Para encore ouviu-se "Set It Off” e ainda houve tempo para a cantora pedir ao público para tirar as t-shirts e logo foi correspondida.
Mais uma noite que acaba em grande no Festival Marés Vivas com mais de 24 mil pessoas.
A última noite do festival conta com Ben Harper, Editors, Deus, Nikolaj Grandjean no Palco Principal.
| Notícias Relacionadas: | |
![]() |
Reportagem Marés Vivas 2010 - 15 de Julho |
![]() |
Reportagem Marés Vivas 2010 - 17 de Julho |
Reportagem Optimus Alive!10 – 9 de Julho
Jul 10th
O segundo dia do Optimus Alive!10 começou sob um calor ainda mais abrasador que o dia anterior. O palco secundário serviu de refúgio e local de descanso. O recinto estava cheio, mas não necessariamente de ouvintes, apenas grupos exaustos que preferiram relaxar ao som da música enquanto recobravam energias e aguardavam as bandas que queriam mesmo ver.
Hurts, duo de Manchester, abriu o palco. A música, descrita como disco lento, agradou a alguns, mas não cativou. O vocalista Theo Hutchcraft ainda tentou que o público se levantasse, mas sem sucesso. Temas como Illuminated foram apresentados e o single Better Than Love fechou a actuação.
Seguiram-se Holy Ghost!, outro duo, desta vez nova-iorquino. A dance music que apresentaram cativou mais gente, quer pela variedade de instrumentos em palco – desde cornetas, saxofones e teclas –, quer pelo ritmo mais apelativo. A banda, bastante recente (2009) já fez sucesso por vários países com as suas remisturas de Phoenix e LCD Soundsystem, entre outros. Fizeram parte do repertório os temas Say My Name e Hold On (considerado por iTunes como "Single of the Week", aquando do seu lançamento).
A abrir o palco principal, a banda australiana Jet, apresentou garage rock. O público ia aumentando, mas parecia não haver muita energia a correr pelas veias dos espectadores. That’s All Lies iniciou o espectáculo. A banda, bem-disposta, esteve à vontade em palco. O vocalista Nic Cester interagiu com o público, ao qual pediu ajuda para cantar alguns temas, incluindo o mais recente single Seventeen, que fez sucesso entre a multidão. O ponto alto no entanto, estaria guardado, como seria de esperar, para Are You Gonna Be My Girl. As letras da música ouviram-se pelo Passeio Marítimo de Algés e a dança foi mais que muita.
De novo no palco secundário, The Maccabees eram esperados. Muitos fãs aguardavam com cartazes e metade do recinto já estava em pé. Aplausos entusiásticos ressoaram pelo espaço quando a banda entrou em palco. O vocalista Orlando Weeks não continha os sorrisos e a alegria de ver tantos admiradores que sabiam as letras de cor e dançaram durante todo o concerto. Gesticulou corações e pegou num cartaz da plateia que dizia “first love”, enquanto cantava o tema homónimo. All in Your Rows e Tissue Shoulders fizeram sucesso, intercaladas por momentos mais calmos, num repertório agradável e sedutor. A empatia entre público e banda era notável e contribuiu para tornar esta actuação numa das melhores do dia. A multidão delirou ainda com Precious Time e No Kind Words. Love You Better estava guardada para o final daquele que foi o «concerto preferido em Portugal» da banda. Um espectáculo que aqueceu o coração.
Provenientes de Braga, os Mão Morta actuaram ainda de tarde neste segundo dia do Optimus Alive. Ainda com o mais recente Pesadelo em Peluche na bagagem, Adolfo Lúxuria Canibal e companhia conjugaram mais que bem os clássicos de sempre com as novas músicas, nas quais os Mão Morta se mantiveram iguais a si mesmos. Do novo album músicas como “Teoria da Conspiração”e “Novelos da Paixão” puseram à prova a fidelidade dos fãs da banda minhota, com sucesso. Sapo, Miguel Pedro, Joana Longobardi, Vasco Vaz e António Rafael fizeram sempre questão de ser a orquestra perfeita para que o carismático Adolfo Lúxuria Canibal brilhasse com eles. Um excelente concerto, como sempre, que teve os seus momentos mais altos em “E Se Depois”, “Budapeste”, “Anarquista Duval” e “1º de Novembro”.
Se ontem o conceito de bateria siamesa era ainda estranho a alguém, bastava uma passagem pelo Palco Virtual para perceber do que se tratava. Com o EP É uma Água acabado de lançar, os PAUS entram no palco mais subvalorizado do festival para se apresentarem ao público do Alive! que ignorava Mão Morta no palco principal. Bateria(s) a cargo do ex-The Vicious Five Joaquim Albergaria e Hélio Morais dos Linda Martini e If Lucy Fell, com uma ajuda surpreendente de Chris Common dos – para infelicidade de tantos – falecidos These Arms Are Snakes, entraram a rebentar como de costume. O público estava mais que convencido. Se seria de esperar que, a descoordenar-se algo, seria a bateria, “uma dança a dois” como Joaquim descreve, mas foi durante ”Mete as mãos à boca” que as vozes gritaram cada uma para seu lado. As palmas do público não ajudaram ao regresso ao ritmo, mas a festa continuou. Makoto desceu ao público para um crowdsurf altamente desaconselhado pela organizadora e dá-se assim lugar a Zombies for Money.
New Young Pony Club eram os seguintes na lista. Tahita Bulmer, vocalista da banda, não continha o seu entusiasmo por estar de novo em terras lusas, perante um público que conhecia tão bem e que a encantava. Hiding on the Staircase foi a primeira a ser tocada. O recinto estava cheio, na expectativa de um bom espectáculo. Apesar de alguns problemas técnicos, a banda esteve sempre animada e a líder encheu o palco, dançando para lá e para cá, toda ela sorrisos e atrevimento. Diversão em palco, que facilmente se espalhou por todos. Ice Cream foi das melhor recebidas, juntamente com o tema Lost a Girl, do mais recente álbum, "The Optimist". Foi, no entanto, The Bomb que proporcionou a maior festa do concerto.
Tinha chegado um dos momentos mais esperados pelo público. Era a vez de os The Gossip entrarem em palco. O espaço do palco Super Bock estava apinhado, o palco principal tinha menos espectadores. Beth Ditto e a sua banda já proporcionaram alguns dos melhores concertos que Portugal já viu, por isso não era de admirar tamanha mobilização. Standing in the Way of Control foi um início explosivo, onde corpos saltaram e dançaram numa confusão carregada de emoção e energia. Os ânimos acalmavam e exaltavam-se de acordo com os temas e Beth colocou um turbante na cabeça durante alguns dos temas mais calmos, tais como Coal To Diamonds. Yr Mangled Heart animou as hostes antes de uma cover da Psycho Killer dos Talking Heads, onde a possante e inebriante voz de Ditto correu à solta. Seguiu-se outra cover, desta feita de Tina Turner. A letra de What's Love Got to do With It foi cantada a plenos pulmões pela audiência, que ia perdendo a cabeça aos poucos. One More Time de Daft Punk sucedeu-lhe, antes do que seria o ponto alto da actuação. Heavy Cross começou a ouvir-se, enquanto Ditto descia às grades e pedia aos seguranças que pegassem em membros do público para subirem ao palco. À semelhança de 2008, a invasão do palco no final do concerto dos Gossip deixou todos arrepiados e ainda mais agitados. É provavelmente a razão pela qual a banda não actua no palco principal, já que é incontestável o estatuto que possui. Abraços, emoção e um bocadinho da I Will Always Love You de Whitney Houston deram por finalizada a actuação que deixou todos a querer mais.
Quinze anos após o desaparecimento de Richey Edwards, os Manic Street Preachers já têm nos planos Postcards From a Young Man, mas é ainda com o album Journal For Plague Lovers que visitam o Palco Optimus. E que grande inicio desta banda do País de Gales com Motorcycle Emptiness do album de estreia Generation Terrorists, com James Bradfield irrepreensível na guitarra e voz. Em muitas músicas, os Manic Street Preachers levaram o público português numa viagem pelos anos noventa, mais concretamente com alguns sucessos dessa década como “Everything Must Go”, “Tsunami”, “From Despair to Where” e “Kevin Carter”. Alegria era o que vinha do palco e ia contagiando o público, que junto às grades contava com muitos fãs dos galeses. Ao fim ao cabo do mais recente album apenas foi tocada “Jackie Collins Existential Question Time", sendo que a setlist se baseou numa excelente colectânea do que está para trás de Journal For Plague Lovers, com uma grande interpretação acústica de “The Everlasting”, proporcionando um excelente fim de tarde no Passeio Marítimo de Algés.
Já de noite em Algés, os Skunk Anansie entram em palco dando inicio à actuação com Selling Jesus, do album de estreia Paranoid and Sunbumt. A entrada frenética de Skin e companhia prometia um concerto em cheio, e verdade seja dita, a figura incontornável de Skin é o combustível perfeito para uma actuação imparável. Os singles da banda, como “Charlie Big Potato”, “Charity” e “Brazen (Weep)” despertaram as memórias das dezenas de milhares presentes. Em “Weak”, Skin fez questão de cantar bem perto do público, para êxtase dos fãs da banda de terras de sua magestade. Para o encore ficaram reservados os clássicos “Hedonism” e “Little Baby Swastikkka”, este último o primeiro single dos britânicos. Para a posteridade ficará a energia de Skin, e o concerto bastante profissional o quarteto londrino.
Os alemães Booka Shade deram início à parte final, mais electrónica, das actuações no palco Super Bock. Com uma carreira composta por vários álbuns e singles bem sucedidos, o duo house contém ainda no seu repertório uma vasta lista de remisturas de bandas de renome, tais como Moby, Fischerspooner, Hot Chip e ainda Tiga.
Para fechar a noite no Palco Optimus, esperavam-se os norte-americanos Deftones, espera essa bastante longa, devido a um atraso da banda de Chino Moreno. Havia muitos fãs da banda ansiosos pelo ínicio do concerto, e quando o frontman subiu ao palco, a reacção só podia ser eufórica. “Headup” e “My Own Summer” deram inicio ao concerto, com esta segunda a puxar pelas gargantas do público português. De seguida “Diamond Eyes” e “Rocket Skates”, singles do último album dos Deftones, serviram de pretexto para uma série de músicas de Diamond Eyes. Tudo bem até aqui, muita energia, música pesada, ambiente de festa e muitos fãs com vontade de ver e ouvir mais. Mas a partir de “Feiticeira” tudo se tornou muito apressado. Clássicos como “Elite”, “Minerva”, “Root”, “Around The Fur”, “Change (In The House Of Flies)”, “Passenger” e “Back To School” animaram o público, mas a pressa em tocar também se sentiu na multidão, e quando Chino Moreno anunciou a última música e se ouviram os acordes de “7 Words” custava a acreditar que o concerto já ia terminar. O atraso da banda acabou por condicionar a actuação, e pela velocidade a que os temas iam sendo debitados é dificil acreditar que foram tocadas vinte e duas músicas. Fica de qualquer maneira a vontade da banda em dar ao público português o máximo de músicas possivel, mas também um concerto bastante aquém do que se poderia esperar.
Bloody Beetroots Death Crew 77 encheram o recinto que, mais uma vez, ficou a abarrotar. A loucura estava na ordem de trabalhos e os temas vigorosos impediam que os corpos se mantivessem estáticos. Entre moshpits e pessoas totalmente nuas, a sanidade ficou esquecida e foi altura de deixar de lados as inibições e seguir a maré.
Para fechar o palco Super Bock, Steve Aoki foi o escolhido. O americano trouxe na bagagem temas que resultaram numa afluência ao palco, vinda de todas as direcções. A dança continuava assegurada, a energia era mais que muita e o espaço parecia cada vez mais pequeno, apesar de já passar das 3 h.
O segundo dia do festival chegava ao fim, com mais actuações arrebatadoras a assinalar na lista. Para o último dia, as expectativas são gigantes. Mas, prognósticos… só no fim.
| Notícias Relacionadas: | |
![]() |
Reportagem Optimus Alive!10 - 8 de Julho |
![]() |
Reportagem Optimus Alive!10 - 10 de Julho |
Vencedores SBSR Preload
May 20th

Foram esta noite conhecidos os vencedores da edição de 2010 do Super Bock Super Rock Preload.
Este concurso destina-se a identificar talentos da música nacional, reconhecendo e premiando as três melhores bandas de garagem inscritas com uma actuação no Festival Super Bock Super Rock 2010. As 10 bandas escolhidas pelo público e posteriormente colocadas à prova em duas eliminatórias foram: Malcontent, Stereo Parks, Robot Dealer, The Daughters of Lot, Caducados, Tulipa, GODMEN, GOTA, Indigo e Unified Theory.
O júri composto por Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Alex (MusicBox), Jwana Godinho (Musica no Coração) e pela Super Bock premiaram Malcontent, Stereo Parks e GODMEN com actuação na 16ª edição do Super Bock Super Rock.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
![]()
Elton John, Leona Lewis e Trovante no Rock In Rio
Mar 5th

As primeiras confirmações para o dia 22 de Maio foram divulgadas hoje por Roberta Medina. Os Trovante, Leona Lewis e Elton John prometem animar os festivaleiros no Palco Mundo do Rock In Rio Lisboa 2010.
Os Trovante separados em 1991, actuaram há quatro anos no Campo Pequeno e este é um reencontro pelo qual muitos fãs esperam. Elton John traz ao Parque da Bela Vista a sua panóplia de canções pois o último álbum editado foi já em 2006 "The Captain and the Kid". A cantora e compositora inglesa Leona Lewis vem mostrar "Echo", álbum editado no fim de 2009.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010.
![]()
Primeiros Nomes Para o Palco Super Bock
Mar 2nd
Foram hoje (2 de Março) revelados os primeiros nomes para o Palco Super Bock do Festival Optimus Alive!10. No palco principal do Optimus Alive!10 já estão confirmados os Kasabian e Phoenix (8 Julho), e Pearl Jam, Gogol Bordello e LCD Soundsystem (10 Julho). Gossip passa para o Palco Super Bock a 9 Julho por questões de agenda, segundo a organizadora do evento.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
![]()
Cartaz e Informações Optimus Alive!10
Reportagem The Australian Pink Floyd
Feb 19th
Noite de nostalgia e saudosismo em Lisboa, com o Campo Pequeno lotado, e apenas com lugares sentados.
É certo que esta não é a banda que deu nome ao rock progressivo, e que inspirou gerações, mas a possibilidade de saborear um pouco daquilo que os britânicos deram à música. Qualidade de som acima da média e reproduções fiéis dos maiores êxitos do colectivo de Cambridge foram as principais armas dos australianos. Ainda não havia ninguém em cima do palco e numa forma circular surgia projectado um video no qual o público poderia saber que album ia ser recordado. Inicio de luxo com as quatro primeiras faixas de The Dark Side Of The Moon e Shine On Crazy Diamond(Part I-V).
Com muitas luzes e lasers à mistura, os Australian Pink Floyd foram encantando uma multidão entusiasta, participativa com palmas e coro.
Welcome To The Machine, Another Brick In The Wall, entre outras fizeram as delicias dos lisboetas, mas o momento alto da noite viria a ser Wish You Were Here. O público português quase conseguiu calar Steve Mac e companhia, cantando o clássico com toda a força.
Após muito tempo sem se dirigirem ao público (exceptuando os agradecimentos habituais), os Australian Pink Floyd mostraram-se muito satisfeitos com
o público e abandonaram o palco, regressando pouco depois para encore duplo. Primeiro encore reservou a esperada Comfortably Numb, com um javali insuflável e de olhos vermelhos a surgir na lateral do palco.
Aplausos longos, fortes e sentidos nos quais plateia, bancadas e galerias viram as cadeira inutilizadas, quando já toda a gente acreditava que o concerto tinha terminado. A verdade é que já muitas pessoas tinham abandonado o recinto e os Australian Pink Floyd brindaram uma última vez ao público português, com Run Like Hell.
Rammstein no Rock In Rio
Feb 17th

Rammstein é o primeiro grande nome pesado para o Rock In Rio Lisboa 2010, a 30 de Maio.
A banda alemã com maior sucesso a nível internacional vai estar no Palco Mundo num dia dedicado ao "rock mais pesado", segundo a organização.
Formados em Berlim no ano de 1994, os Rammstein já foram nomeados para dois Grammys. Depois de passarem pelo Pavilhão Atlântico vem agora ao Parque da Bela Vista apresentar “Liebe Ist Fur Alle Da”, o seu sexto álbum.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010.
![]()
Phoenix e The Gossip no Optimus Alive!10
Feb 8th
Foram hoje anunciados mais dois nomes para o Festival Optimus Alive!10. The Gossip e Phoenix prometem encher o Alive de música indie.Os americanos The Gossip, formados em 1990, trazem na bagagem o álbum “Music For Men” e vão passar pelo Optimus Alive 2010 a 9 de Julho.
No dia 8 de Julho, é a vez dos franceses Phoenix animarem as hostes com “Wolfgang Amadeus Phoenix” editado em 2009.
A organização promete anunciar novos nomes todas as semanas.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
O Optimus Alive regressa em 2010 nos dias 8, 9 e 10 de Julho a Oeiras.
![]()
Cartaz e Informações Optimus Alive!10
Reportagem Backstreet Boys @ Pav Atlântico
Oct 31st
Eram 21h30 quando os noruegueses Madcon pisaram o palco, ao som das primeiras batidas do seu DJ.
Bem recebidos por um público desejoso de ver a banda principal, rapidamente puseram o pavilhão a dançar e a abanar os braços ao som dos seus temas.
"Beggin'" e "Liar" foram os temas mais aclamados pelo público, num repertório cheio de boa energia.
Estava assim preparado o ambiente, mesmo com um público cheio de velhos e fiéis fãs que dispensava preparações. A nostalgia estavar no ar e as memórias dos anos 90 encheram a sala.
Ainda não eram 22h quando as luzes se apagaram, o público se levantou e todas as atenções se focaram no palco imponente com escadas e um compartimento em jeito de "jaula" onde se encontrava o DJ. Um pequeno "clip" apresentou a banda - que dispensa qualquer tipo de apresentação, seja em que país for - e os agora 4 "rapazes-homens" atravessaram o ecrã ao cimo das escadas e levaram o público a manifestar a sua euforia.
Uma vez mais, ali estavam eles, os Backstreet Boys, tal como todos se lembravam: o rebelde AJ, o divertido Brian, o doce latino Howie D. e o irresistível Nick.
O tema escolhido para a abertura foi o adequado "Everybody (Backstreet's Back)" que passou para o primeiro dos singles, "We've Got It Goin' On". A multidão não desiludiu e entoou cada verso irrepreensivelmente.
"PDA (Public Display of Affection)" foi o tema que se seguiu, do último albúm recentemente lançado, "This is Us", cujo som permanece deliciosamente típico desta boysband.
Embora fosse nos clássicos que o público se manifestava mais avidamente, os temas do novo albúm foram bem-recebidos e a energia característica dos BSB permanecia nestas novas músicas, para deleite de todos.
"This is Us", "She's a Dream", "Bigger", "Undone" e "Bye Bye Love" foram algumas das escolhidas para serem apresentados aos fãs, pelo meio de clássicos entoados em coro, tais como "As Long as You Love Me", "Show Me the Meaning of Being Lonely", "The Call", "The One" e "Larger Than Life", entre outros.
Os momentos altos da noite foram proporcionados pelos temas "All I Have", "The One", "Shape of My Heart", "I Want it That Way" e "Incomplete", durante a qual um cachecol de Portugal foi atirado para o palco, sendo apanhado por Howie D., que o levantou no ar e provocou nova onda de extâse entre a multidão.
Com pequenos e cómicos filmes entre músicas para distrair o público enquanto a banda trocava de outfit, os rapazes mostraram continuar em forma, revelando maior sincronização que as próprias bailarinas e estiveram à altura das expectativas de um público que cresceu ao som dos seus cd's.
Depois de um pequeno encore, "Straight Through My Heart" foi o tema de despedida, debaixo de uma chuva de fitas coloridas que caiu sobre os fãs que não se importavam de ouvir mais alguns temas.
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
A empatia entre os membros, a boa-disposição, a cumplicidade e o companheirismo de tantos anos, as coreografias enérgicas e modernas e o carinho nutrido pelos fãs que relembraram a todos os presentes porque é que os Backstreet Boys foram a nossa boysband preferida nos anos 90.











