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Reportagem The National – Campo Pequeno
May 26th
De volta a Portugal, os The National foram desta vez recebidos por um Campo Pequeno a abarrotar. Após a última vez em Portugal, no Super Bock Super Rock, não havia ninguém por se render aos encantos da banda norte-americana. Assim sendo, não foi de admirar que o concerto esgotasse e que as expectativas fossem elevadas para um dos concertos mais aguardados do ano.
A abrir, estiveram em palco os Dark Dark Dark, banda oriunda de Minneapolis cujo som fez as delícias do público ansioso. Foram temas como “Something for Myself”, “Make Time” e “Trouble No More” que mostraram porque é que os próprios The National são seus fãs. Os instrumentos eram rodados pelos membros da banda, tanto como a voz principal das músicas. Para fechar 40 minutos de música com influências maioritariamente folk, “Daydreaming” revelou-se deliciosa para o efeito.
Entretanto, já o recinto ia encolhendo e as pessoas lá se chegavam cada vez mais perto. Vinte minutos passavam das 22h quando por fim as luzes se apagaram e tudo naquela sala se centrou no palco. Escusado será mencionar os gritos, as palmas, as mãos no ar. De copo de vinho na mão, Matt Berninger, centro do palco, microfone a postos. Aqui vamos nós.
E fomos. Primeiro embalados por uma melódica “Start a War” e logo de seguida com “Anyone’s Ghost”, já menina para arrancar um par de gritos ao vocalista. E apesar de “High Violet” ser considerado a consagração plena da banda, não escapa a ninguém que é “Alligator” que recebe mais pedidos de músicas para serem tocadas. Avistava-se um cartaz em particular com duas palavras apenas: “Lit Up”. Apesar desse desejo não ter sido concedido, “Secret Meeting” veio agitar os fãs, que entoavam a letra a plenos pulmões.
No ecrã de fundo, passavam imagens em directo da banda sobrepostas umas nas outras, provocando efeitos fantasmagóricos. Mas nada causa mais arrepios que ouvir um recinto a gritar “I'm on a bloodbuzz, yes I am, I'm on a blood buzz” em sintonia. A multidão jubilava com os instrumentais a que temos sido habituados pela banda. Baterias disciplinadas até ao osso, trompetes que enchiam a sala e guitarras com uma energia admirável.
Após tamanha demonstração de afeição por parte do público, Matt não resistiu a avançar no palco e olhar para a sala em jeito de retribuição. Um olhar sincero de quem nunca deixa de ser surpreendido pelo carinho dos fãs portugueses. Logo de seguida entra em cena “Slow Show”, antes de “Squalor Victoria” e “Afraid of Everyone”. Durante a última, o ecrã encheu-se de olhos gigantes, uma imagem intimidadora que complementa uma letra recheada de medo e desconfiança.
Mas os momentos altos da noite estariam guardados para temas mais antigos como “Abel” – provavelmente o momento mais alto (e por alto, refiro-me a barulho) da noite – ou “All the Wine”. Aaron Dessner, claramente assoberbado, perdeu-se em agradecimentos ao público e fascínio com o recinto escolhido. A cúpula aberta do Campo Pequeno enriqueceu o ambiente e tornou o concerto num autêntico espectáculo sob as estrelas.
Houve várias surpresas no concerto e uma delas foi a banda tocar “Lucky You”, retirada do álbum “Sad Songs for Dirty Lovers”. Não, não é uma canção esperançosa, é «provavelmente o tema mais triste que temos», garantiu Matt Berninger. Antes do encore, ouviu-se uma soberba “Fake Empire”. E se “Terrible Love” era vista como a equivalente deste tema para “High Violet”, o resultado não é, de todo, semelhante. Um instrumental de encher ouvidos – e alma – ficou no ar enquanto a banda abandonava o palco para o primeiro encore.
De volta, uma surpresa para os fãs portugueses: “Friend of Mine”, tocada ao vivo pela segunda vez na vida da banda (tendo a primeira sido há cerca de sete anos). «Não chegámos bem lá, faltou um bocadinho», brincaram, no final. Mas ficou clara a emoção que tocar aquele tema para o público lisboeta lhes trouxe. A anunciar “Mr November”, Aaron garantiu que essa sabiam como tocar. A multidão delirava, braços no ar e a letra entoada aos gritos.
No seguimento da energia que os dois temas haviam trazido, eis que chega “Terrible Love”. Matt desceu ao público, entrou pela plateia adentro, enquanto alguns fãs seguravam o fio do microfone e outros corriam para se aproximar do cantor. A custo, conseguiu voltar ao palco, de onde saiu em seguida, seguido por todos menos pelo baterista Bryan Devendorf. Outro encore?
Sim, outro encore. Depois do Super Bock Super Rock, talvez fossem mais a pensar que não do que os que pensavam que sim, que talvez eles voltassem a cantar a “About Today”. E voltaram. Se no festival de Verão foi a cereja em cima de um bolo delicioso, no Campo Pequeno foi um revivalismo dessa mesma noite mágica. Para o final, microfones desligados. Os músicos à beira do palco, de instrumentos em riste. Pediram ajuda para cantar a última música do concerto. E tiveram-na. Pulmões cheios e vozes mais ou menos afinadas foram ingredientes para uma “Vanderlyle Crybaby Geeks” crua e nua como só esta banda conseguiria arrancar a uma audiência.
Como já vem a ser hábito, outro concerto grandioso dos The National terminara.
Emoções ao rubro, melodias comoventes e letras sinceras – os ingredientes perfeitos para este amor terrível.
Funchal Music Fest – Live 2011
Mar 21st
Este fim de semana foi apresentado um novo festival. O Funchal Music Fest - Live 2011 teve a sua apresentação este sábado, dia 19 de Março, no Casino da Madeira.
Este é um festival anual de música Pop/Rock que está associado às comemorações do Dia da Cidade do Funchal e realizar-se-á no centro da Cidade do Funchal (Parque Municipal de Santa Catarina) nos dias 19, 20 e 21 de Agosto.
No Cartaz constam:
- 19 Agosto: Expensive Soul e The Gift
- 20 Agosto: Rita Red Shoes, The Legendary Tigerman e Xutos e Pontapés
- 21 Agosto: David Fonseca e James
Para além da música podes contar com actividades lúdicas complementares: workshops e acções de sensibilização sobre temática ambiental e florestal, sessões de cardio-fitness e jogos lúdicos como Touro Mecânico, Rapell, Slide.
Na compra de bilhete para os 3 dias estás a contribuir para a oferta de 1 Árvore para o Parque Ecológico do Funchal.
O preço do bilhete é de 50 Euros para os 3 dias (“Kit Fã - Bilhete 3 Dias”), e de 25 Euros para bilhete diário.
O “Kit Fã – Bilhete 3 Dias” dá-te direito a:
- Bilhete 3 Dias;
- 1 Vale de 30 Euros “oferta de um dos Parceiros Oficiais à tua escolha”;
- 1 T-shirt do evento, no valor de 14 Euros;
- 3 bebidas (uma por cada dia), no valor total de 6 Euros.
Terás ainda direito ao “Cartão Fã Vantagem” que te dá direito a usufruir de descontos e vantagens de aquisição de bens e serviços em várias lojas aderentes.
Ao adquirires o “Kit Fã - Bilhete 3 dias” ficas ainda habilitado ao Sorteio de 1 Automóvel que será realizado no último dia do Festival.
Podes comprar o teu Kit Fã aqui.
O Funchal Music Fest - Live 2011 dá-te a possibilidade de passares um fim de semana diferente com boa música e muito calor.
Donavon Frankenreiter no Sumol Summer Fest
Mar 2nd

O Festival Sumol Summer Fest realiza-se nos dias 24 e 25 de Junho de 2011 no Ericeira Camping.
Aos primeiros nomes já confirmados, Fat Freddy’s Drop, SOJA, Nneka e Natiruts, junta-se agora Donavon Frankenreiter, Anthony B e Richie Campbell no dia 25.
No fim de 2010 Donovan lançou "Glow", o seu mais recente álbum. Anthony B traz na bagagem "Rasta Love" editado este ano.
Os bilhetes já se encontram à venda. O bilhete diário fica por 35 Euros, o passe para os dois dias sem campismo por 48 Euros e o passe para os dois dias com campismo no Ericeira Camping por 58 Euros.O bilhete é pago a partir dos 11 anos, crianças dos 3 aos 10 anos não pagam bilhete desde que acompanhada por um adulto portador de bilhete.
Existirá uma área somente para os espectadores portadores de deficiência física motora incluindo WC, o preço do bilhete é igual ao dos demais espectadores.
A abertura de portas do recinto ao público ocorre pelas 16 horas.
Se não tens onde ficar procura alojamento aqui.
Pendulum em Paredes de Coura
Jun 25th

O grupo australiano Pendulum vai estar presente no Festival de Paredes de Coura, no dia 29 de Julho. A informação foi avançada pelo vocalista do grupo, Rob Swire, através do twitter do mesmo. Chega assim ao fim as duvidas da actuação do grupo em terras portuguesas.
Iniciado em 2002, na Austrália, o grupo rapidamente transfere-se para o Reino Unido e em 2005 lança o álbum Hold You Colour. Segue-se então o álbum In Silico (2008) que os transporta para a ribalta, muito por culpa de musicas como Granite ou Propane Nightmares. Em 2010 lançam Immersion que chega a numero 1 do Top 40 no Reino Unido.
Depois de Glastonbury, T in The Park e Isle of Wright, os Pendulum chegam agora a Paredes de Coura!
No entanto, esta informação não foi ainda confirmada por parte da promotora do evento.
O preço do passe de 4 dias é de 70 Euros.
Elton John, Leona Lewis e Trovante no Rock In Rio
Mar 5th

As primeiras confirmações para o dia 22 de Maio foram divulgadas hoje por Roberta Medina. Os Trovante, Leona Lewis e Elton John prometem animar os festivaleiros no Palco Mundo do Rock In Rio Lisboa 2010.
Os Trovante separados em 1991, actuaram há quatro anos no Campo Pequeno e este é um reencontro pelo qual muitos fãs esperam. Elton John traz ao Parque da Bela Vista a sua panóplia de canções pois o último álbum editado foi já em 2006 "The Captain and the Kid". A cantora e compositora inglesa Leona Lewis vem mostrar "Echo", álbum editado no fim de 2009.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010.
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