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The Cure passam por Lisboa no Verão
Jan 15th

A carismática banda de Robert Smith volta passados 5 anos aos palcos portugueses. Com uma rodagem de membros não aconselhável a uma banda saudável, mantém Smith desde os anos 70 e não desfez ainda as malas de 4:13 Dream. Lisboa recebe assim os The Cure no Verão de 2012, num dos festivais a decorrer nessa altura.
A informação foi adiantada em forma de teaser, no facebook oficial da banda.
Reportagem Every Time I Die em Lisboa
Dec 15th
Foi na passada terça-feira (13/12/2011) a estreia absoluta dos nova-iorquinos Every Time I Die em Portugal. A banda é há muito tempo uma das referências mais marcantes e carismáticas no rock pesado do novo milénio, a remar contra a corrente emo com a rijeza típica do sul dos EUA. Apresentaram-se finalmente num Santiago Alquimista bastante cheio pela mão da Oh Damn! Productions.
Os franceses Vera Cruz, banda de abertura, podem ser um pouco style over substance mas é fácil de perdoar, quando o estilo é tanto. A energia em palco foi provavelmente a mais implacável da noite, com o vocalista (brilhantemente apelidado de Black Flav na página da banda no Facebook) a ocupar a clareira em frente ao palco e a preenchê-la com a fúria de quem quer a todo o custo justificar a viagem até Lisboa. Mesmo com o relativo desconhecimento da parte do público, a dinâmica com que o hardcore dos Vera Cruz foi despejado não se perdeu ao longo dos 30 minutos do concerto. Esta força vai com certeza recompensá-los com novos seguidores.
Preparados para lançar o segundo álbum estão os Hills Have Eyes, de Setúbal. Embora já andem a dar cartas desde meados da década passada, a banda ganhou sem dúvida uma nova vida com o álbum de estreia Black Book, de 2010. Para o comprovar está o alinhamento do concerto de hoje, todo ele em torno deste álbum e do segundo álbum Strangers, a ser lançado em 2012. À formação actual, que integra ex-membros de Twentyinchburial e One Hundred Steps, juntou-se para este concerto o Vitor Teixeira, dos Before The Torn, na guitarra.
O público, já mais aconchegado à frente do palco, acompanhou com emoção os temas mais fortes de Black Book como “Daydreaming...” e “Hey Hater!”, com os refrões melódicos enormes a surgir no meio de riffs que os próprios Every Time I Die não desdenhariam. No entanto, o tema mais celebrado foi mesmo o novíssimo “Strangers”, o que nos diz não só que é importante investir nos clips musicais, mas também que os Hills Have Eyes continuam a crescer e a chegar a novos públicos.
Com a entrada em palco um pouco adiada por problemas técnicos, foi já a caminho da meia noite que se deu início à banda do dia, com “Apocalypse Now And Then”, tema que abre o álbum Gutter Phenomenon de 2005. Alimentados a Sagres e com muitas semanas de estrada em cima, a actuação dos Every Time I Die teve toda a sujidade e a pujança que se ansiava. Um infeliz degrau numa zona crítica de acção impedia a ocorrência dos circle pits que surgiriam naturalmente em músicas como “Bored Stiff”, por isso o público amontoou-se violentamente junto ao separador de palco, que foi não só uma plataforma de interacção com a banda mas também de stage dive constante.
Os menos corajosos e mais velhos juntaram-se em torno do palco no balcão de cima, o que só ajudou a tornar o concerto ainda mais caloroso. Algumas horas antes, no Curto Circuito, Nuno Silva dos Hills Have Eyes prometeu ao vocalista Keith Buckley que no Santiago Alquimista as pessoas saltavam dos balcões, e assim foi – Keith agradeceu ao público a noite excepcional, dizendo que estavam a ver muitas coisas “fixes” pela primeira vez. Em momentos incendiários como os singles “Ebolarama”, “We'rewolf” e “Floater”, a fechar a noite, o público deu trabalho e irritações aos seguranças, que foram afastados do palco pela banda desde o princípio. Talvez se esperasse um concerto mais longo de uma estreia tão aguardada, mas há voos para apanhar e aulas no dia seguinte.
Fica, como sempre, a esperança de um regresso em breve, num recinto que obrigue a que se desçam as escadas e se levem uns estalos de amizade.
Portugal sem Sensation em 2011
Feb 27th

Depois de dois anos consecutivos com o Pavilhão Atlântico esgotado, o Sensation não deverá regressar ao nosso país em 2011, sendo o seu regresso no futuro também incerto, quem o diz é Philippe Dewerbe, da "Hype Live Events" no facebook.
O comunicado pode ser lido: Aqui .
Até ao seu regresso, resta-nos recordar a reportagem das últimas 2 edições:
Obrigada ao Nelson Tiago, por nos alertar deste comunicado.
Skunk Anansie no Optimus Alive 2010
Mar 9th
Os Skunk Anansie vão passar pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 9 de Julho, confirmou agora a promotora do festival depois de a banda ter anunciado via facebook que estaria em Portugal este Verão.O Passeio Marítimo de Algés vai receber os Skunk Anansie com o seu novo álbum, editado em 2009, "Smashes and Trashes", que contem os seus grandes êxitos.
Para este festival encontram-se já confirmados Alice In Chains, Faith No More, Kasabian e Phoenix (8 Julho), Pearl Jam, Gogol Bordello e LCD Soundsystem (10 Julho) no palco principal. No Palco Super Bock já estão confirmados The XX e La Roux dia 8, The Gossip, Bloody Beetroots, Steve Aoki dia 9 e Simian Mobile Disco dia 10.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
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Cartaz e Informações Optimus Alive!10