Os teus festivais de Musica aqui
Posts tagged Em Portugal
Paramore no Optimus Alive 2011
Apr 1st

Os Paramore estreiam-se em Portugal no Optimus Alive 2011 no dia 9 de Julho no Palco Optimus.
Liderados pela explosiva Hayley Williams, os Paramore juntaram-se em 2004 e passado apenas um ano editaram o disco de estreia, All We Know is Falling. O sucesso foi imediato e levou-os numa extensa digressão pelos Estados Unidos. Dois anos volvidos e estavam de volta aos discos com Riot! - o álbum que consolidou o sucesso dos Paramore e onde estava incluído o single Misery Business. Em 2009 foi editado Brand New Eyes, o terceiro longa-duração da banda e o responsável por transformar os Paramore numa das mais importantes bandas da actualidade, tendo chegado ao segundo lugar do top norte-americano e ao primeiro do top inglês.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
Se não tens onde ficar procura alojamento aqui.
Seasick Steve no Optimus Alive 2011
Mar 22nd
O norte-americano Seasick Steve irá actuar no Optimus Alive!11!
O bluesman irá realizar a sua estreia em Portugal, no dia 7 de Julho, no Palco Super Bock. Seasick Steve irá apresentar o seu novo album, You Cant Teach an Old Dog New Tricks, cuja saida está prevista para Maio de 2011. Depois de ter passado pelos festivais ingleses, chega agora a ver do artista actuar em Portugal.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
Se não tens onde ficar procura alojamento aqui.
Reportagem Scott Kelly – Lisboa
Mar 10th
O Carnaval dos outros.
Quem conhecia os sevilhanos Orthodox de outros carnavais mais atribulados – e seguramente mais secos que o da noite de segunda-feira – não estaria à espera dos 40 minutos que antecederam a actuação de Scott Kelly.
O trio que marcara já presença por duas vezes em Portugal, chegando a integrar uma das edições do Outfest, parece ter-se despedido definitivamente do doom dos tempos de “Gran Poder”, e dedica-se agora à música exploratória, com tanto de bom como de mau que a expressão possa fazer pensar.
Se a longa introdução com clarinete e contrabaixo monocórdico pode ter feito temer o pior aos poucos devotos que se arrastaram até ao Santiago Alquimista, a paisagem acabaria por se tornar mais interessante, com a inserção de alguns elementos jazzy e uma maior influência da guitarra (alguém andou a ouvir uns disquinhos de Earth), desvendando-se no último tema com o belo vibrato andaluz de Marco Gallardo. Aguardemos o novo disco “Baal”, a sair este ano.
Poucos minutos de espera e nem podíamos crer que o concerto já estava a começar.
Scott Michael Kelly. Para muitos, o nome dispensa apresentações. Para outros, pode-se resumir dizendo que se trata de um dos pulmões dos norte-americanos Neurosis, de um dos principais contribuidores da editora formada pelo grupo, ou do “médio ofensivo” nos Shrinebuilder, um projecto de all-stars formado com Al Cisneros, Wino e Dale Crover.
Scott Kelly. De camisa de flanela, boné enterrado nas orelhas, com a guitarra atrás e ar de quem podia ser roadie de alguma banda.
Mr. Scott Kelly. Porque o respeitinho é muito bonito.
Há alguns anos, aquando do seu concerto no festival Roadburn, respondeu a um fã mais zeloso, que mandava calar outros membros do público: “I’ll do the shushing around here.” E a conversa terá morrido ali. Pois o silêncio é de ouro, e dele se alimenta a música de Kelly.
Nem uma mosca, o acender de um cigarro, estorvam o palhetar das cordas de aço. “We Let The Hell Come”, tema dos Shrinebuilder, é o primeiro a perturbar o sossego. Quem segue a carreira dos Neurosis, sabe que cada álbum a solo dos seus membros só engrandece o todo, nunca serve para o dividir.
Nem o amachucar de um copo de cerveja, os trocos a tilintar na registadora, travam o seu murmurar. Kelly concentra-se no último trabalho, “The Wake”, álbum lançado em 2008, paralelamente ao do colega Steve Von Till. “Remember Me”, “The Ladder in My Blood” e “Saturn's Eye” envolvem a sala num cortejo atípico do adeus à carne.
Nem o secador de mãos na casa de banho, nem o manto de chuva a ameaçar fazer cair o tecto, que faz o senhor levantar o boné e apontar a barba para cima. “Is that rain I hear? Enjoy the rain… Enjoy it while it lasts.” Sempre críptico...
Para terminar, “Figures”, também do último álbum, e mais duas versões: “Tecumseh Valley”, de Townes Van Zandt e “Lord of Light”, dos Hawkwind. Assim se foi revelando Kelly.
Entre temas, sem cair na lenga-lenga dos músicos que adoram sempre o nosso país, confessa que não esperava a reacção que teve do público português. “Muito respeitosos. Gostei muito. Espero voltar com os meus amigos”. Que sejam amigos de peso.
Foals no Optimus Alive 2011
Feb 18th

Os Foals vão passar pelo Optimus Alive 2011 no dia 9 de Julho no Palco Super Bock. O concerto será a estreia em Portugal da banda.
Editado em Maio do ano passado, Total Life Forever, valeu-lhes a primeira nomeação para o Mercury Prize Award e várias nomeações para os NME Awards, incluindo "Best British Band", "Best Live Band", "Best Album" e "Best Track".
Para esta edição estão já confirmados, entre outros: Coldplay (6 de Julho), Foo Fighers (7 de Julho), Iggy And The Stooges (7 de Julho), White Lies (9 de Julho), Kaiser Chiefs (9 de Julho) e 30 Seconds to Mars (8 de Julho).
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros e 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 e 4 dias, respectivamente.
Se não tens onde ficar procura alojamento aqui.
Asian Dub Foundation em Portugal
Feb 4th
Os britânicos Asian Dub Foundation vão passar por Lisboa e Porto no mês de Março. Os dois concertos decorrem a 28 de Março no Santiago Alquimista e a 29 de Março no Hard Club.
Na bagagem trazem o novo álbum, "A History of Now", que tem edição marcada para dia 7 de Fevereiro.
A mistura explosiva de Dub, Electrónica, Rock e Jungle, acontece ácerca de 15 anos e os Asian Dub Foundation são considerados por muitos uma das melhores bandas ao vivo.
Contam com digressões com Primal Scream e Beastie Boys, entre outros, o sétimo álbum de originais "A History of Now" promete agradar os fãs portugueses. As portas abrem as 20 horas e os concertos iniciam-se às 21 horas.
Se não tens onde ficar procura alojamento aqui.
| Preços | Locais de Venda |
|
Locais Habituais |
Boom Festival vence "Green ‘N’ Clean Festival Of The Year"
Jan 13th
A gala prometia reconhecer os melhores festivais europeus em diversas categorias no ano de 2010 e foi exactamente isso que aconteceu ontem, dia 12 de Janeiro em Groningen na Holanda.
Com mais de 350.000 votos foram gerados os seguintes resultados:
- Melhor Festival Europeu: "Heineken Open'er" - Polónia
- Melhor Festival Europeu "Tamanho Médio": "Electric Picnic Music & Arts Festival" - Irlanda
- Melhor Festival Europeu "Tamanho Pequeno": "5 Tauron Nowa Muzyka Festival" - Polónia
- Melhor Festival Europeu "Novo": "Temple House Festival" - Irlanda
- Melhor Festival Europeu "Coberto": "Rolling Stone Weekender" - Alemanha
- Melhor Festival Europeu "Baseado no Line-up": "Oxegen" - Irlanda
- Melhor Revelação: Florence and the Machine
- Melhor "Cabeça de Cartaz": Muse
- "Hino" do Ano: Muse com Uprising
- Festival Europeu "Verde e Limpo": "Boom Festival" – Portugal
- Festival Europeu favorito dos Artistas – "Melt!" - Alemanha
Em Novembro de 2010, o Boom Festival já tinha vencido pela segunda vez consecutiva o Greener Festival Award. E, mais uma vez, o júri premiou o Boom com o prémio de mérito Outstanding.
Dados Boom Festival 2010:
- Materiais:
- Reutilizar, reciclar e reduzir: O Boom estabeleceu, pela segunda vez, uma parceria com um festival de grandes dimensões realizado em Portugal – o Rock in Rio Lisboa – com o objectivo de reciclar o lixo e materiais de sobra.
Eis a tabela de materiais reutilizados apenas do Rock in Rio:
- Ferro: 195 Kg;
– Madeira: 46,700 Kg;
– Relva sintética e chão: 39,310 Kg;
– Linóleo: 100 Kg;
– Vinil: 100 Kg;
– Acrílico: 70 Kg.
- O Boom reutilzou 86.475Kg de materiais, evitando assim o sobre consumo de recursos para a construção do festival. De acordo com a ferramenta IWM-2 (Modelo Integrado de Gestão de Lixos 2) desenvolvido pelo IST (Universidade de Lisboa), com esta iniciativa evitou-se a emissão de 254.000Kg de CO2.
- Energia "Boom":
- Construídas três pequenas estações móveis fotovoltaicas com seis painéis de 80 watts cada. Estas foram utilizadas para os escritórios de áreas tais como a Produção, o Sacred Fire, a Healing Area e o Ambient Paradise. Geraram-se 2.4 kilowatts/hora por dia;
- A 4ª estação solar produzida pela Boom Lab teve um output de 3.2 kilowatts/hora por dia proveniente da energia solar.
- Os veículos do Boom (um camião e duas carrinhas) são movidos a óleo vegetal usado;
- Um gerador é movido a óleo vegetal usado;
- Foram utilizados 15,000Lts de óleo vegetal usado.
- Águas:
- Construíram uma unidade de tratamento da água chamada STAR. O sistema era baseado na bio-remediação e evapotranspiração. Com esta unidade 100% das águas sujas do Boom foram tratadas;
- Total de água suja gerada: Restaurantes – 300,000 litros. Chuveiros – 2,5 milhões de litros;
- Total de água tratada e reciclada no festival: 100%.
- Saneamento:
- Foram construídos 159 Wcs compostáveis (sem água);
- Foram produzidos 15 WCs compostáveis semi-permanentes (sem água);
- O filtro biológico utilizado em todos os WCs fez com que fosse gerado 70,000 Lts de fertilizante líquido de alta qualidade. Este será armazenado para utilização na produção agrícola.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Estes são apenas uns exemplos do que se poderia fazer em todos os festivais de Verão.
Parabéns Boom Festival - pelo que vemos e temos vindo a acompanhar, este prémio é mais que merecido.
Boom Festival vence "Green ‘N’ Clean Festival Of The Year"
Jan 13th
A gala prometia reconhecer os melhores festivais europeus em diversas categorias no ano de 2010 e foi exactamente isso que aconteceu ontem, dia 12 de Janeiro em Groningen na Holanda.
Com mais de 350.000 votos foram gerados os seguintes resultados:
- Melhor Festival Europeu: "Heineken Open'er" - Polónia
- Melhor Festival Europeu "Tamanho Médio": "Electric Picnic Music & Arts Festival" - Irlanda
- Melhor Festival Europeu "Tamanho Pequeno": "5 Tauron Nowa Muzyka Festival" - Polónia
- Melhor Festival Europeu "Novo": "Temple House Festival" - Irlanda
- Melhor Festival Europeu "Coberto": "Rolling Stone Weekender" - Alemanha
- Melhor Festival Europeu "Baseado no Line-up": "Oxegen" - Irlanda
- Melhor Revelação: Florence and the Machine
- Melhor "Cabeça de Cartaz": Muse
- "Hino" do Ano: Muse com Uprising
- Festival Europeu "Verde e Limpo": "Boom Festival" – Portugal
- Festival Europeu favorito dos Artistas – "Melt!" - Alemanha
Em Novembro de 2010, o Boom Festival já tinha vencido pela segunda vez consecutiva o Greener Festival Award. E, mais uma vez, o júri premiou o Boom com o prémio de mérito Outstanding.
Dados Boom Festival 2010:
- Materiais:
- Reutilizar, reciclar e reduzir: O Boom estabeleceu, pela segunda vez, uma parceria com um festival de grandes dimensões realizado em Portugal – o Rock in Rio Lisboa – com o objectivo de reciclar o lixo e materiais de sobra.
Eis a tabela de materiais reutilizados apenas do Rock in Rio:
- Ferro: 195 Kg;
– Madeira: 46,700 Kg;
– Relva sintética e chão: 39,310 Kg;
– Linóleo: 100 Kg;
– Vinil: 100 Kg;
– Acrílico: 70 Kg.
- O Boom reutilzou 86.475Kg de materiais, evitando assim o sobre consumo de recursos para a construção do festival. De acordo com a ferramenta IWM-2 (Modelo Integrado de Gestão de Lixos 2) desenvolvido pelo IST (Universidade de Lisboa), com esta iniciativa evitou-se a emissão de 254.000Kg de CO2.
- Energia "Boom":
- Construídas três pequenas estações móveis fotovoltaicas com seis painéis de 80 watts cada. Estas foram utilizadas para os escritórios de áreas tais como a Produção, o Sacred Fire, a Healing Area e o Ambient Paradise. Geraram-se 2.4 kilowatts/hora por dia;
- A 4ª estação solar produzida pela Boom Lab teve um output de 3.2 kilowatts/hora por dia proveniente da energia solar.
- Os veículos do Boom (um camião e duas carrinhas) são movidos a óleo vegetal usado;
- Um gerador é movido a óleo vegetal usado;
- Foram utilizados 15,000Lts de óleo vegetal usado.
- Águas:
- Construíram uma unidade de tratamento da água chamada STAR. O sistema era baseado na bio-remediação e evapotranspiração. Com esta unidade 100% das águas sujas do Boom foram tratadas;
- Total de água suja gerada: Restaurantes – 300,000 litros. Chuveiros – 2,5 milhões de litros;
- Total de água tratada e reciclada no festival: 100%.
- Saneamento:
- Foram construídos 159 Wcs compostáveis (sem água);
- Foram produzidos 15 WCs compostáveis semi-permanentes (sem água);
- O filtro biológico utilizado em todos os WCs fez com que fosse gerado 70,000 Lts de fertilizante líquido de alta qualidade. Este será armazenado para utilização na produção agrícola.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Estes são apenas uns exemplos do que se poderia fazer em todos os festivais de Verão.
Parabéns Boom Festival - pelo que vemos e temos vindo a acompanhar, este prémio é mais que merecido.
Passatempo Pendulum DJ Set – Lisboa
Sep 26th
Depois de muitos rumores durante este ano que apontavam para a presença dos Pendulum em Portugal, eis que chega a confirmação da presença dos mesmos, em formato DJ Set. Actuam assim no dia 9 de Outubro no LX Factory (Sala das Colunas), juntamente com Nuno Forte, Drop Top, Zeder, Sebastião Delerue, Refill e Da Chick.
O Festivais de Verão em parceria com a Tuff Lifestyle tem bilhetes para te oferecer, para isso só tens que responder a umas perguntas e seres um dos seleccionados.
Os bilhetes já se encontram à venda na Fnac, Worten, C.C. Dolce Vita, El Corte Ingles, Agências Abreu, Megarede e na Ticketline.
Deixamos-te aqui um "Teaser" realizado para a Tuff Lifestyle, B-Side e Lx Music, produtoras do evento.
Reportagem Rise Against – Lisboa
Jul 7th
Num abrasador 6 de Julho, o Coliseu abriu as portas para um espectáculo intensamente esperado. Rise Against eram o nome principal e Fitacola a banda de abertura.
Às 21h em ponto, o grupo português pisou o palco sob uma chuva de aplausos e gritos entusiásticos do nome da banda. Seguiu-se meia hora de alguns moshpits, saltos e muitas palmas. Mas eram Rise Against por quem o público aguardava. É inegável o grande número de fãs que existe em Portugal: até o vocalista dos Fitacola confessou já ter o bilhete comprado quando lhe ligaram a fim de lhe propor a actuação na primeira parte.
O número de presentes crescia. Os Rise Against não conseguiram encher o recinto, mas estiveram perto. Pelas 22h, as luzes apagaram-se e o Coliseu (pelo menos a parte que estava sentada a guardar e recuperar energias) levantou-se e a euforia tomou conta do espaço. Corpos semi-nus abriam caminho para chegar à frente, onde o calor se tornava quase insuportável. Aplausos e palmas receberam a banda de Chicago, que já puxava pelo público, aos saltos.
Passaram-se 7 anos. É demasiado tempo, afirmou o vocalista Tim McIlrath. Apesar disso, Portugal não foi esquecido pela banda, assegurou. Desde a primeira e última vez em Portugal, em 2003, os fãs passaram por mais três álbuns que certamente contavam ver ao vivo. E assim foi, já que não houve qualquer vestígio do álbum de estreia de 2001, The Unraveling.
Collapse (Post-Amerika) fez as honras. O público reorganizava-se e por toda a parte se viam grupos de amigos a dançar, com uma alegria e energia contagiantes. State of the Union acelerou o ritmo ainda mais. Tim apanhou uma bandeira portuguesa em pleno voo, que colocou na guitarra, onde permaneceu até ao final. A empatia entre banda e público era evidente. Re-Education (Through Labor), a seguinte, foi uma entre muitas favoritas que se lhe seguiriam.
Espalhados pela plateia em pé e pelas bancadas laterais (quase cheias), os fãs entoavam as letras sem falhas e agitavam os punhos no ar. Gritavam “Rise”, a pedido da banda, após uma estimulante The Good Left Undone. Enquanto t-shirts voavam pela audiência, os moshpits não cessavam e os crowdsurfings abundavam, Zach Blair apresentou breves solos de guitarra capazes de contagiar qualquer um, como foi o caso durante Drones.
Audience of One foi dedicada ao público mas seria Savior uma das protagonistas. A letra não falhou a ninguém e as bancadas esvaziaram um bocadinho, numa espécie de êxodo cujo destino era o centro do recinto. Feliz por voltar a Portugal, Tim expressou a admiração da banda relativamente ao historicismo da cidade lisboeta, em oposição à falta do mesmo na sua cidade. O desagrado perante as centenas de McDonald’s e Starbucks por ela espalhados era evidente e o facto de a nossa história ter sobrevivido encantava-o. E foi mesmo Surviver que seguiu na lista.
Prayer of The Refugee assinalou outro ponto alto, antes de um breve encore. O Coliseu tremia e abanava debaixo de centenas de pés aos saltos e palmas vigorosas, mas por momentos pareceu transformar-se num estádio, recheado de cânticos em homenagem ao Benfica. Gostos e clichés culturais postos de lado, a audiência recebeu de novo Tim, desta voz sozinho. O vocalista cantou Swing Life Away – que lhe trazia recordações de Verão – perante um mar de corpos que balouçavam ao som da música, com isqueiros a acompanhar aqui e ali. O tom mais calmo do concerto manteve-se com Hero of War – durante a qual os restantes membros entraram – interpretada com uma emoção que se fez sentir em todos e cada um dos presentes.
Antes de Entertainment, Tim agradeceu a todos os que ali se encontravam, a toda a lealdade ali demonstrada, sobretudo no cartaz gigante colocado nas grades em frente ao palco. O tema acelerou a multidão, mas foi Give it All que voltou a atingir novos picos de energia. Foi então que os primeiros tons da última música se fizeram ouvir. Ready to Fall entrou em cena sob luzes laranjas, em jeito de pôr-do-sol para um concerto que chegava ao fim.
Rise Against conseguiram esgotar saltos, assobios, gritos e aplausos e a promessa de um encontro em breve foi proferida por Tim.
Cartaz Completo – Paredes de Coura
Jul 3rd

A organização do festival Paredes de Coura revelou hoje os nomes que completam o cartaz da edição deste ano do Festival Minhoto.
As novidades são: Isidro LX, The Cult, Lost Park, Nouvelle Cuisine, José Valente, Experiences of Today, Mega Bass, Plus Ultra, Madame Godard, Boat Beam, Mão Morta, Os Yeah, Triangulo de Amor Bizarro e Samuel Uria. O festival reforça as suas estreias em Portugal e conta com 18 nomes que nunca passaram por cá.
Fica assim o cartaz completo:
| 28 de Julho | 29 de Julho | 30 de Julho | 31 de Julho |
| Isidro LX | The Cult | Klaxons | The Prodigy |
| Memory Tapes |
Caribou | White Lies | The Specials |
| Los Campesinos! | Enter Shikari | Peter Hook | Mão Morta |
| Best Coast | Gallows | Plan B | The Dandy Warhols |
| Cosmo Jarvis | Eli “Paperboy” Reed | The Courteeners | Jamie T |
| Vivian Girls | The Tallest Man on Earth | Os dias de Raiva | |
| DJ Coco | Mega Bass | Os Yeah |
|
| We Have a Band | Plus Ultra | Dum Dum Girls | |
| Lost Park |
Madame Godard | Triangulo de Amor Bizarro | |
| Nouvelle Cuisine | Boat Beam | Samuel Úria | |
| José Valente e Experiences of Today |
Zelig | Barbez |
Os bilhetes já estão à venda, sendo que o preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe 4 dias de 70 Euros.
O Festival revela-se mais um vez como "festival aglutinador" da região norte Peninsular. O patrocínio da Área Metropolitana da Corunha permitiu, de novo, a existência do Palco Iberosounds que revela bandas portugueses e espanholas.
A Renex irá fazer a ligação entre várias cidades do País e o Festival para facilitar as deslocações de quem não quer faltar a mais uma edição de Paredes de Coura.
Mais uma vez estará disponível o serviço de Babysitting, nas instalações da Creche e Jardim de Infância de Paredes de Coura, a funcionar entre as 19:00 e as 3:30 horas, pela módica quantia de 5 euros/dia.
Cartaz, Alinhamento por palcos e Informações Paredes de Coura











