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D’Bandada Optimus Discos – Porto
Sep 28th

O projecto Optimus Discos vai invadir as ruas do Porto numa noite inédita com actuações de bandas e DJ’s em diversos espaços da zona da Galeria de Paris.
No próximo dia 15 de Outubro, o mote é “D’Bandada Optimus Discos - Bandas por todo o lado”, e a entrada é gratuita.
As bandas e DJ’s, ligadas ao projecto Optimus Discos, vão actuar em 13 espaços da noite e dia da cidade, como a Livraria Lello, o Café Ceuta, a Barbearia “Veneza”, o Plano B, o Café Lusitano e o Armazém do Chá.
O programa desta D’Bandada Optimus Discos conta com artistas provenientes de edições Optimus Discos já conhecidas, como os Linda Martini, Noiserv, Frankie Chavez, Dj Ride, You Can’t Win Charlie Brown, Dealema e de artistas que se preparam para integrar o catálogo da editora, como os The Doups, Nigga Poison e Osso Vaidoso.
O acesso aos concertos, todos gratuitos, é feito por ordem de chegada a cada um dos espaços e até à lotação das salas, sendo que, a todos os fãs que garantirem um lugar ser-lhes-á entregue uma pulseira que dá acesso à festa de encerramento.
Não fiques em casa, aproveita para te divertires com os teus amigos ao som de boa música.
Reportagem Scott Kelly – Lisboa
Mar 10th
O Carnaval dos outros.
Quem conhecia os sevilhanos Orthodox de outros carnavais mais atribulados – e seguramente mais secos que o da noite de segunda-feira – não estaria à espera dos 40 minutos que antecederam a actuação de Scott Kelly.
O trio que marcara já presença por duas vezes em Portugal, chegando a integrar uma das edições do Outfest, parece ter-se despedido definitivamente do doom dos tempos de “Gran Poder”, e dedica-se agora à música exploratória, com tanto de bom como de mau que a expressão possa fazer pensar.
Se a longa introdução com clarinete e contrabaixo monocórdico pode ter feito temer o pior aos poucos devotos que se arrastaram até ao Santiago Alquimista, a paisagem acabaria por se tornar mais interessante, com a inserção de alguns elementos jazzy e uma maior influência da guitarra (alguém andou a ouvir uns disquinhos de Earth), desvendando-se no último tema com o belo vibrato andaluz de Marco Gallardo. Aguardemos o novo disco “Baal”, a sair este ano.
Poucos minutos de espera e nem podíamos crer que o concerto já estava a começar.
Scott Michael Kelly. Para muitos, o nome dispensa apresentações. Para outros, pode-se resumir dizendo que se trata de um dos pulmões dos norte-americanos Neurosis, de um dos principais contribuidores da editora formada pelo grupo, ou do “médio ofensivo” nos Shrinebuilder, um projecto de all-stars formado com Al Cisneros, Wino e Dale Crover.
Scott Kelly. De camisa de flanela, boné enterrado nas orelhas, com a guitarra atrás e ar de quem podia ser roadie de alguma banda.
Mr. Scott Kelly. Porque o respeitinho é muito bonito.
Há alguns anos, aquando do seu concerto no festival Roadburn, respondeu a um fã mais zeloso, que mandava calar outros membros do público: “I’ll do the shushing around here.” E a conversa terá morrido ali. Pois o silêncio é de ouro, e dele se alimenta a música de Kelly.
Nem uma mosca, o acender de um cigarro, estorvam o palhetar das cordas de aço. “We Let The Hell Come”, tema dos Shrinebuilder, é o primeiro a perturbar o sossego. Quem segue a carreira dos Neurosis, sabe que cada álbum a solo dos seus membros só engrandece o todo, nunca serve para o dividir.
Nem o amachucar de um copo de cerveja, os trocos a tilintar na registadora, travam o seu murmurar. Kelly concentra-se no último trabalho, “The Wake”, álbum lançado em 2008, paralelamente ao do colega Steve Von Till. “Remember Me”, “The Ladder in My Blood” e “Saturn's Eye” envolvem a sala num cortejo atípico do adeus à carne.
Nem o secador de mãos na casa de banho, nem o manto de chuva a ameaçar fazer cair o tecto, que faz o senhor levantar o boné e apontar a barba para cima. “Is that rain I hear? Enjoy the rain… Enjoy it while it lasts.” Sempre críptico...
Para terminar, “Figures”, também do último álbum, e mais duas versões: “Tecumseh Valley”, de Townes Van Zandt e “Lord of Light”, dos Hawkwind. Assim se foi revelando Kelly.
Entre temas, sem cair na lenga-lenga dos músicos que adoram sempre o nosso país, confessa que não esperava a reacção que teve do público português. “Muito respeitosos. Gostei muito. Espero voltar com os meus amigos”. Que sejam amigos de peso.
Passatempo “O Baile” vs. Kali Records
Feb 9th
No sábado dia 13 de Fevereiro, fim de semana de carnaval e véspera de S. Valentim, "O Baile" vs. Kali Records vai ocupar o LX Factory em duas áreas diferentes - o Faktory e a Sala das Colunas.
O Festivais de Verão tem 3 convites duplos para te oferecer.
Dois são os cabeças de cartaz: Radioclit, cujo último disco "The Very Best Album" fez a delícia da crítica inglesa, sendo mesmo nomeado como uma das grandes obras do electro pop ecléctico de 2009; e os Plaid, um dos grandes nomes da música electrónica associados à editora Warp Records.
Mas não é tudo, o aquecimento vai contar com 6 representantes do melhor que se faz a nível de música electrónica em Portugal - DJ Ride, Octa Push, Drop Top, Zombies For Money, Zeder e Twofold. Não se esqueçam de reservar a data, porque esta vai ser, sem dúvida, uma das grandes festas de 2010.
Tudo começa pelas 23 horas e o preço do bilhete é de 15 euros com 1 bebida incluída. Os bilhetes serão vendidos apenas no dia do evento, à porta, a partir das 22h30, em troca de uma pulseira que dá acesso às 3 salas diferentes onde decorre o evento
Vê quem foram os vencedores: aqui.














