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Posts tagged Dos Nomes
Reportagem Fujiya & Miyagi no MusicBox
Nov 13th
A segunda parte da rubrica MusicBox Series que visa proporcionar aos ouvintes lisboetas uma auscultação de alguns dos nomes emergentes no panorama internacional, e que irá reflectir a evolução de diferentes géneros musicais.
Não foi com espanto que a sala encheu com um público das mais diversas faixas etárias, chegando mesmo a esgotar apesar do infausto cancelamento para alguns de Peter Broderick, responsável pela primeira parte do concerto dos Fujiya & Miyagi, sendo este mais tarde substituído pela banda portuense, Swinging Rabbits.
FFFlecha, Jón Roque, Jonathan Tavares, Pedro Andrade e Sérgio Alves pisaram o palco do MusicBox por volta das 00:30 para a apresentação do primeiro EP da banda, "Tricks are for Kids", descrito pelos mesmos como um reflexo autobiográfico da experiência que é viver e sentir do crescimento que daí resulta. Inicialmente dois anos de DIY, produção e trabalho em progresso de quatro orelhas que mais tarde se multiplicaram e formaram mais uma banda com fortes influências das décadas de 70 e 80's com passagens notórias por sonoridades da Motown e pelo acid jazz sempre dançável de Jamiroquai sem esquecer uma ligeira mas interessante intervenção electrónica.
Apesar de curto, foi um concerto aprazível e ecléctico (por vezes demais), com tendências divergentes que suscitaram o interesse por parte do público, que apesar de se encontrar presente para os exímios e mais que experientes, Fujiya & Miyagi, não deixou de se movimentar ao ritmo funk dos Swiging Rabbits que pisaram pela primeira vez os palcos lisboetas.
Não passava muito da 01:00 quando, aguardados impacientemente pelo público, Fujiya & Miyagi entraram em palco, enaltecidos e fortemente aplaudidos pelos presentes para a apresentação do novo álbum "Ventriloquizzing", numa primeira vez da banda em Lisboa.
A banda oriunda de Brighton estreou-se por os nossos palcos com "Cat Got Your Tongue" do último álbum do ano de 2011, sucessor de "Lightbulbs", do qual fez uma breve passagem por "Uh" a ritmos sintéticos e vigorosos aos quais sempre nos habituaram. As revisões pelos albuns anteriores continuaram, neste caso com "Collarbone" e "In One Ear & Out The Other" sendo esta última do album de 2006, "Transparent Things".
Fujiya & Miyagi focaram o alinhamento no novo album como seria de esperar. As revisões foram constantes, as sonoridades sempre ecléticas e dançáveis tanto de uma forma coordenada como energética e compulsiva, com distorções de guitarra com as quais Steve Lewis (Fujiya) se divertia particularmente, e com um sorriso sempre presente em David Best (Miyagi) que parecia não estar à espera do entusiasmo evidente dos espectadores em qualquer parte de sala.
O ponto alto da noite surgiu já no encore com "Ankle Injuries" onde a banda se mostrou veemente e satisfeita pelo reconhecimento notável de músicas dos álbuns anteriores e pela aceitação e intensidade com que o público recebeu com agrado "Ventriloquizzing".
Improvisos ensaiados que deixaram o público soberbo e em êxtase, onde mais uma vez, David Best divagou pelo Music Box com as suas distorções de guitarra. Com sintetizadores e teclados ligados, a banda despediu-se do público com "Electro Karaoke" e "16?" sendo que as últimas três músicas foram interpretadas com fragmentos umas das outras, intersectadas num ambiente mais intenso e de grande consideração que não deixou ninguém imune.
Para o encerramento de mais uma noite do Music Box Series seguiu-se Tiago Santos em DJ Set com passagens pelo soul e reggae que incitaram a sala para o encerramento da Heineken Series #2.
Passatempo Festival Serra da Estrela 2011
Aug 10th

O Festivais de Verão em parceria com o Festival Serra da Estrela tem para te oferecer passes para os 3 dias do Festival Serra da Estrela 2011.
O Festival decorre em Manteigas, nos dias 25, 26 e 27 de Agosto.
Entre muitos outros, alguns dos nomes confirmados são: Marcelinho da Lua, Cherry Chicks, Rui Vargas, DJ Johnwaynes, Sean Riley & The Slowriders, Teratron e Gabriel O Pensador
Os bilhetes comprados em venda antecipada (até dia 15 de Agosto) tem os seguintes preços: Passe 3 Dias + Actividades Radicais 45 Euros, passe de 3 dias 30 Euros e bilhete diário 15 Euros. A partir de 15 de Agosto: o passe 3 Dias + Actividades Radicais custa 50 Euros, o passe 3 dias 35 Euros e o bilhete Diário 15 Euros. As actividades radicais incluem 3 actividades à escolha entre aula de ski ou snowboard (material incluído); slide; rappel; escalada; tiro com arco e zarabatana.
Passatempo Energie Music Vilar de Mouros
Aug 8th

O Festivais de Verão em parceria com o Energie Music Vilar de Mouros tem para te oferecer bilhetes para o Festival Energie Music Vilar de Mouros que irá decorrer em Vilar de Mouros no dia 21 de Agosto.
Entre muitos outros, alguns dos nomes confirmados são: Dub Inc, Who Made Who, M.A.N.D.Y., Michael Mayer, Steve Bug, Buraka Som Sistema DJ/MC, Dixon e Marcelinho da Lua.
O bilhete têm um preço de 20 Euros se comprado no próprio dia, mas se comprado com antecedência fica-te por 15 Euros.
Passatempo Energie Music Vilar de Mouros
Aug 8th

O Festivais de Verão em parceria com o Energie Music Vilar de Mouros tem para te oferecer bilhetes para o Festival Energie Music Vilar de Mouros que irá decorrer em Vilar de Mouros no dia 21 de Agosto.
Entre muitos outros, alguns dos nomes confirmados são: Dub Inc, Who Made Who, M.A.N.D.Y., Michael Mayer, Steve Bug, Buraka Som Sistema DJ/MC, Dixon e Marcelinho da Lua.
O bilhete têm um preço de 20 Euros se comprado no próprio dia, mas se comprado com antecedência fica-te por 15 Euros.
Passatempo Super Bock Surf Fest – Cartão Jovem
Jul 29th

Como sabemos que queres muito ir ao Super Bock Super Fest temos mais um passatempo para ti, em parceria com o Cartão Jovem temos Passes para te oferecer para o Festival Super Bock Surf Fest.
O Festival Super Bock Surf Fest realiza-se de 12 e 13 de Agosto na Praia do Tonel, em Sagres.
Alguns dos nomes confirmados para o Palco Super Bock são Gentleman, Colbie Caillat, Dub Inc,Kid Cudi, Benny Benassi, Tok, Milow e Frankie Chavez. Na Tenda Electrónica conta com John Dimas, Joe Goddard & Owen Clark DJ Set, Intelectronik e Vahagn.
Os bilhetes têm um preço de 40€ (bilhete diário), 48€ (passe de dois dias sem campismo) e 58€ (passe dois dias com campismo).
O Cartão Jovem dá-te descontos para este festival. Podes comprar assim o passe por 43 euros (passe sem campismo) ou o bilhete diário por 32,5 Euros na bilheteira do festival ou através da ticketline (o número de bilhetes é limitado).
Usa o teu Cartão Jovem!
Passatempo Super Bock Surf Fest 2011
Jul 25th

O Festivais de Verão em parceria com a Super Bock tem passes para te oferecer para o Festival Super Bock Surf Fest, que decorre nos dias 12 e 13 de Agosto, na Vila de Sagres.
Alguns dos nomes confirmados para o Palco Super Bock são Gentleman, Colbie Caillat, Dub Inc,Kid Cudi, Benny Benassi, Tok, Milow e Frankie Chavez.
Na Tenda Electrónica conta com John Dimas, Joe Goddard & Owen Clark DJ Set, Intelectronik e Vahagn.
Os bilhetes têm um preço de 40€ (bilhete diário), 48€ (passe de dois dias sem campismo) e 58€ (passe dois dias com campismo).
Passatempo Festival Neopop 2011
Jul 17th

O Festival NEOPOP realiza-se de 27 a 30 de Julho e o Festivais de Verão em parceria com a Connect Music tem bilhetes diários para te oferecer.
Este festival é já uma referência dos festivais de música electrónica de Portugal e decorre no Forte de Santiago da Barra em Viana do Castelo.
Alguns dos nomes que vão por lá passar são Marcel Dettman, Arpiar, Magda, DJ Harvey, Freshkitos, Dubfire, Marco Carola, DJ Koze, Maceo Plex, Martin Buttrich, Locodice, Modeselektor, entre muitos outros.
O preço do bilhete diário é de 25 euros (28,29 e 30 de Julho), 10 euros (27 de Julho) e o passe de 4 dias é de 50 euros ou 60 euros se comprado no dia.
Reportagem SBSR 2010 – 16 de Julho
Jul 17th
A 16ª edição do festival Super Bock Super Rock iniciou-se ontem, dia 16 de Julho, para mais uma ronda de rock veranil e festivaleiro. Este ano o local do evento musical escolhido foi a Herdade do Cabeço da Flauta, perto do Meco, possibilitando, assim, aos festivaleiros, a opção de frequentarem a praia, bem próxima e a uma viagem de autocarro de distância. Neste primeiro dia, actuaram alguns dos nomes mais esperados, como Pet Shop Boys, Grizzly Bear, Beach House e Keane, apesar de ser impossível vê-los todos por inteiro, actuando sobrepostos em palcos separados.
Os Godmen, uma das bandas a ganhar o concurso Super Bock Super Rock Reload, abriram o palco secundário. O trio portuense, com uma sonoridade de desde o progressivo ao new wave, bem tentou captar a atenção do seu público, mas foi Jamie Lidell quem atraiu a maior parte das pessoas ao palco principal. O cantor britânico, de 36 anos, subiu ao palco acompanhado de 5 membros da banda, com a descontracção que deixa transparecer na sua música de forma tão exímia. Com influências de soul e funk, a cadência musical de Lidell desliza de forma suave, sendo enfatizada pela sua excelente voz e fazendo lembrar até Otis Redding. Jamie Lidell entretém os poucos mas crescentes espectadores com ‘Another Day’ e ‘Compass’, do título homónimo, que conta com a ajuda na produção de um dos membros de Grizzly Bear, que também actuam neste dia.
Já St. Vincent, de nome Annie Clark, segue-se no palco secundário. A cantora e intérprete americana já colaborou com vários artistas como The Polyphonic Spree e Sufjan Stevens e conta também com algum apoio do público português, um pouco por estar associada à vaga Pitchfork de Beach House, Grizzly Bear e Bon Iver, entre outros, logo, não é de estranhar a resposta entusiasta, principalmente dos que se encontram nas filas dianteiras. De Actor, o seu mais recente esforço, Clark tocou ‘Actor Out of Work’, ‘The Strangers’ e ‘Marrow’, debruçando-se na sua guitarra para completar o esforço do seu guitarrista principal. Sempre encantadora, mas pouco comunicativa, Annie despediu-se. O concerto soube a pouco.
De novo no palco principal, Mayer Hawthorne apresenta o seu primeiro álbum A Strange Arrangement, muito na onda do artista que o precedeu, apesar de um pouco mais funky. Destaque para a cover de ‘Mr. Blue Sky’ dos Electric Light Orchestra, completamente transformada com a estética musical do artista. Tanto Lidell como Hawthorne mostram a força da nova liga do soul e são promissores.
Fãs de Portugal convictos, os Beach House voltam uma nova vez para aquecer os festivaleiros com melodias doces, numa noite que já começava a arrefecer. Por volta das 20:40, Victoria Legrand e Alex Scally, acompanhados por um baterista, entraram sorridentes no palco secundário e desde cedo demonstraram o seu entusiasmo por estarem de volta. Contrariamente ao concerto no festival Super Bock em Stock, de Dezembro do ano passado, os Beach House mostraram ser melhores no ambiente aberto de um festival, talvez por disporem de melhor disposição e por terem o contributo do baterista, que aliava mais ‘corpo’ ao indie pop suave dos artistas. ‘Walk in the Park’, ‘Norway’ e ‘Used To Be’ foram alguns dos êxitos tocados mais esperados, num set que parecia destinado a agradar aos que o viam.
“Are you ready?”, grita Dan Whitford - segue-se a vez do synth pop electrónico dançável dos Cut Copy no palco principal. Munidos de uma iluminação multicolor, a banda australiana foi, talvez, a melhor surpresa da noite. Apresentando muitos dos temas de In Ghost Colours, mostraram-se energéticos e entusiastas o suficiente para contagiar os inúmeros espectadores que dançavam e saltavam ao som das melodias etéreas de ‘Hearts on Fire’ e ‘Feel the Love’. Apenas se pode apontar que o dinamismo e a profundidade dos temas em estúdio se perde um pouco ao vivo, apresentando um lado mais dançável, algo com que o público português não se parecia importar.
Com mais uma mudança de palco, apesar de tocarem em horas sobrepostas, somos mais uma vez levados ao palco EDP, desta vez para apreciar o concerto dos The Temper Trap. Já actuaram na edição de Paredes de Coura do ano passado e, desde aí, a adesão à música dos artistas parece ter aumentado: o carismático Dougy Mandagi suscitou as maiores manifestações de apreço e de carinho. ‘Love Lost’ e ‘Sweet Disposition’ foram alguns dos maiores destaques do set da banda australiana, que apenas conta com o álbum Conditions, do ano passado.
Os britânicos Keane também não se podem queixar da aderência dos festivaleiros, que preenchiam, por esta altura, quase a totalidade do palco principal. Vedetas do soft rock, ligado a Snow Patrol e Coldplay, tocaram hit após hit, como deles era esperado: ‘Bend and Break’, ‘Everybody’s Changing’, ‘This is the Last Time’, ‘Somewhere Only We Know’, entre outros, foram tocados com agressividade branda e especial entusiasmo do teclista, que mal se continha na sua cadeira. Tom Chaplin e a sua trupe proporcionaram um bom e energético concerto que agradou e deixou ser agradado.
No entanto, Edward Droste, um dos membros dos Grizzly Bear, espalhava simpatia e graça natural nos seus afectuosos comentários entre as músicas, dedicados ao público português que não o deixou ficar mal nos Coliseus de Lisboa e Porto, enchendo o local de espectáculos até às costuras, no passado mês de Maio. Veckatimest foi o álbum mais contemplado do set do conjunto americano, mas o resto da bagagem não foi esquecida: até ‘Slow Life’ que emprestaram ao filme Twilight, foi interpretada em palco conjuntamente com a charmosa Victoria (Beach House), que também concedeu a sua voz inesquecível ao single ‘Two Weeks’. Em qualidade, nada carece, na recepção, também não – os Grizzly Bear foram os justos cabeças de cartaz do palco secundário, confirmadas as expectativas num concerto calmo, rico e excelente.
Após a longa espera, os fãs dos Pet Shop Boys foram presenteados com um autêntico best of do historial de singles do duo britânico. O excêntrico Neil Tennant, dotado de uma voz extremamente característica, aparece, pela primeira vez, sob um fundo animado com um cubo de cartão na cabeça e acompanhado por diversas dançarinas, que com passos de dança robóticos, lembravam muito a estética kraut-rock dos anos 80. Já Chris Lowe, a outra metade, dedicava-se aos teclados de semblante calmo, intervindo para ajudar aos coros. Lendários, mas, por vezes, rígida e excessivamente estéticos, os artistas contagiaram uma extensa plateia de fãs com o electrónico dos temas como ‘Heart’, ‘It’s a Sin’ e ‘Go West’, num passeio nostálgico pelo historial da banda, que até a confettis teve direito! Porém, apesar de tecnicamente ainda competentes, o set dos Pet Shop Boys pareceu algo forçado e repetitivo, o que lhe retirou alguma qualidade à que estávamos à espera. Após o encore, os Pet Shop Boys despedem-se e fecham este primeiro dia de festival.
Foto: Ana Limas
Primeiras Confirmações para o Festival Para Gente Sentada
Jan 7th
A edição do Festival para Gente Sentada de 2010 decorre nos dias 26 e 27 de Fevereiro no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira.
Bill Callahan é um dos nomes já confirmados para o primeiro dia do festival. Após vinte anos refugiado por detrás dos Smog, Bill Callahan lança-se em nome próprio para editar em 2007 “Whoke on a Whale Heart”. Em 2009 regressa com “I Wish We Were An Eagle”, outro compêndio de belas canções indie-folk.
Os britânicos Dakota Suite sobem ao palco do cineateatro a 27 de Fevereiro. Como uma das bandas que lidera o movimento sadcore, com uma carreira que já conta com nove álbuns editados, espera-se um concerto de ambiente intimista, na primeira pessoa.
[Actualização]: Os Camera Obscura confirmaram a presença neste festival para o dia 27 de Fevereiro.
Os bilhetes estarão à venda a partir de 11 de Janeiro. O bilhete diário é de 20 euros e o passe para os dois dias de 30 euros.
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