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Novas confirmações para o Optimus Primavera Sound
Nov 30th
As notícias para os festivaleiros melhoram a cada hora que passa.

As novas confirmações para o Optimus Primavera Sound no Porto, falam-nos de The XX, Explosions in the Sky, Death Cab for Cutie, Spiritualized, Beach House e ainda Siskiyou, The Dirty Three e um Showcase Numbers com Jackmaster, Redinho, Spencer, Oneman e Deadboy.
Os bilhetes custam 75€ até 31 de Dezembro e encontram-se à venda nos locais habituais. Contudo existirá também uma edição especial de natal limitada a 500 fã box, compostas por um passe geral e uma t-shirt exclusiva. Podes ainda ganhar um dos 30 bilhetes extra distribuídos aleatoriamente pelos packs. Os packs estarão disponíveis a partir de dia 7 de Dezembro nas lojas Optimus Norteshopping, Casa da Música, Colombo, Vasco da Gama e Av. República.
O Festival Optimus Primavera Sound realiza-se de 7 a 10 de Junho de 2012, no Parque da Cidade na Cidade do Porto.
Novas confirmações para o Optimus Primavera Sound incluem Spiritualized, The XX e EITS
Nov 30th
As notícias para os festivaleiros melhoram a cada hora que passa.

As novas confirmações para o Optimus Primavera Sound no Porto, falam-nos de The XX, Explosions in the Sky, Death Cab for Cutie, Spiritualized, Beach House e ainda Siskiyou e The Dirty Three.
Preve-se que mais nomes surjam ao longo do dia, pelo que esta notícia se encontra em actualização.
O festival tem lugar no Parque da Cidade do Porto, entre 7 e 10 de Julho.
Reportagem SBSR 2010 – 16 de Julho
Jul 17th
A 16ª edição do festival Super Bock Super Rock iniciou-se ontem, dia 16 de Julho, para mais uma ronda de rock veranil e festivaleiro. Este ano o local do evento musical escolhido foi a Herdade do Cabeço da Flauta, perto do Meco, possibilitando, assim, aos festivaleiros, a opção de frequentarem a praia, bem próxima e a uma viagem de autocarro de distância. Neste primeiro dia, actuaram alguns dos nomes mais esperados, como Pet Shop Boys, Grizzly Bear, Beach House e Keane, apesar de ser impossível vê-los todos por inteiro, actuando sobrepostos em palcos separados.
Os Godmen, uma das bandas a ganhar o concurso Super Bock Super Rock Reload, abriram o palco secundário. O trio portuense, com uma sonoridade de desde o progressivo ao new wave, bem tentou captar a atenção do seu público, mas foi Jamie Lidell quem atraiu a maior parte das pessoas ao palco principal. O cantor britânico, de 36 anos, subiu ao palco acompanhado de 5 membros da banda, com a descontracção que deixa transparecer na sua música de forma tão exímia. Com influências de soul e funk, a cadência musical de Lidell desliza de forma suave, sendo enfatizada pela sua excelente voz e fazendo lembrar até Otis Redding. Jamie Lidell entretém os poucos mas crescentes espectadores com ‘Another Day’ e ‘Compass’, do título homónimo, que conta com a ajuda na produção de um dos membros de Grizzly Bear, que também actuam neste dia.
Já St. Vincent, de nome Annie Clark, segue-se no palco secundário. A cantora e intérprete americana já colaborou com vários artistas como The Polyphonic Spree e Sufjan Stevens e conta também com algum apoio do público português, um pouco por estar associada à vaga Pitchfork de Beach House, Grizzly Bear e Bon Iver, entre outros, logo, não é de estranhar a resposta entusiasta, principalmente dos que se encontram nas filas dianteiras. De Actor, o seu mais recente esforço, Clark tocou ‘Actor Out of Work’, ‘The Strangers’ e ‘Marrow’, debruçando-se na sua guitarra para completar o esforço do seu guitarrista principal. Sempre encantadora, mas pouco comunicativa, Annie despediu-se. O concerto soube a pouco.
De novo no palco principal, Mayer Hawthorne apresenta o seu primeiro álbum A Strange Arrangement, muito na onda do artista que o precedeu, apesar de um pouco mais funky. Destaque para a cover de ‘Mr. Blue Sky’ dos Electric Light Orchestra, completamente transformada com a estética musical do artista. Tanto Lidell como Hawthorne mostram a força da nova liga do soul e são promissores.
Fãs de Portugal convictos, os Beach House voltam uma nova vez para aquecer os festivaleiros com melodias doces, numa noite que já começava a arrefecer. Por volta das 20:40, Victoria Legrand e Alex Scally, acompanhados por um baterista, entraram sorridentes no palco secundário e desde cedo demonstraram o seu entusiasmo por estarem de volta. Contrariamente ao concerto no festival Super Bock em Stock, de Dezembro do ano passado, os Beach House mostraram ser melhores no ambiente aberto de um festival, talvez por disporem de melhor disposição e por terem o contributo do baterista, que aliava mais ‘corpo’ ao indie pop suave dos artistas. ‘Walk in the Park’, ‘Norway’ e ‘Used To Be’ foram alguns dos êxitos tocados mais esperados, num set que parecia destinado a agradar aos que o viam.
“Are you ready?”, grita Dan Whitford - segue-se a vez do synth pop electrónico dançável dos Cut Copy no palco principal. Munidos de uma iluminação multicolor, a banda australiana foi, talvez, a melhor surpresa da noite. Apresentando muitos dos temas de In Ghost Colours, mostraram-se energéticos e entusiastas o suficiente para contagiar os inúmeros espectadores que dançavam e saltavam ao som das melodias etéreas de ‘Hearts on Fire’ e ‘Feel the Love’. Apenas se pode apontar que o dinamismo e a profundidade dos temas em estúdio se perde um pouco ao vivo, apresentando um lado mais dançável, algo com que o público português não se parecia importar.
Com mais uma mudança de palco, apesar de tocarem em horas sobrepostas, somos mais uma vez levados ao palco EDP, desta vez para apreciar o concerto dos The Temper Trap. Já actuaram na edição de Paredes de Coura do ano passado e, desde aí, a adesão à música dos artistas parece ter aumentado: o carismático Dougy Mandagi suscitou as maiores manifestações de apreço e de carinho. ‘Love Lost’ e ‘Sweet Disposition’ foram alguns dos maiores destaques do set da banda australiana, que apenas conta com o álbum Conditions, do ano passado.
Os britânicos Keane também não se podem queixar da aderência dos festivaleiros, que preenchiam, por esta altura, quase a totalidade do palco principal. Vedetas do soft rock, ligado a Snow Patrol e Coldplay, tocaram hit após hit, como deles era esperado: ‘Bend and Break’, ‘Everybody’s Changing’, ‘This is the Last Time’, ‘Somewhere Only We Know’, entre outros, foram tocados com agressividade branda e especial entusiasmo do teclista, que mal se continha na sua cadeira. Tom Chaplin e a sua trupe proporcionaram um bom e energético concerto que agradou e deixou ser agradado.
No entanto, Edward Droste, um dos membros dos Grizzly Bear, espalhava simpatia e graça natural nos seus afectuosos comentários entre as músicas, dedicados ao público português que não o deixou ficar mal nos Coliseus de Lisboa e Porto, enchendo o local de espectáculos até às costuras, no passado mês de Maio. Veckatimest foi o álbum mais contemplado do set do conjunto americano, mas o resto da bagagem não foi esquecida: até ‘Slow Life’ que emprestaram ao filme Twilight, foi interpretada em palco conjuntamente com a charmosa Victoria (Beach House), que também concedeu a sua voz inesquecível ao single ‘Two Weeks’. Em qualidade, nada carece, na recepção, também não – os Grizzly Bear foram os justos cabeças de cartaz do palco secundário, confirmadas as expectativas num concerto calmo, rico e excelente.
Após a longa espera, os fãs dos Pet Shop Boys foram presenteados com um autêntico best of do historial de singles do duo britânico. O excêntrico Neil Tennant, dotado de uma voz extremamente característica, aparece, pela primeira vez, sob um fundo animado com um cubo de cartão na cabeça e acompanhado por diversas dançarinas, que com passos de dança robóticos, lembravam muito a estética kraut-rock dos anos 80. Já Chris Lowe, a outra metade, dedicava-se aos teclados de semblante calmo, intervindo para ajudar aos coros. Lendários, mas, por vezes, rígida e excessivamente estéticos, os artistas contagiaram uma extensa plateia de fãs com o electrónico dos temas como ‘Heart’, ‘It’s a Sin’ e ‘Go West’, num passeio nostálgico pelo historial da banda, que até a confettis teve direito! Porém, apesar de tecnicamente ainda competentes, o set dos Pet Shop Boys pareceu algo forçado e repetitivo, o que lhe retirou alguma qualidade à que estávamos à espera. Após o encore, os Pet Shop Boys despedem-se e fecham este primeiro dia de festival.
Foto: Ana Limas
The Morning Benders no SBSR
May 13th

Aos já confirmados para o Palco EDP, Beach House, The Temper Trap, St. Vincent, Patrick Watson, Sweet Billy Pilgrim, Rita Red Shoes, Sharon Jones & The Dap Kings, John Butler Trio e Wild Beasts juntam-se agora os norte-americanos The Morning Benders, com actuação programada para o dia 18 de Julho
De referir também que será neste palco que irão actuar as três bandas, vencedoras do concurso Super Bock Super Rock Preload, cujos resultados serão conhecidos no dia 19 de Maio.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Palco EDP – Super Bock Super Rock
Apr 21st

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer, agora com mais duas novas confirmações: Sharon Jones & The Dap Kings e Sweet Billy Pilgrim. Estas confirmações actuam no palco agora apresentado e intitulado Palco EDP.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para o Palco EDP no dia 16 Beach House, The Temper Trap e St. Vincent; no dia 17 Patrick Watson, Sweet Billy Pilgrim e Rita Red Shoes; e no dia 18 Sharon Jones & The Dap Kings, John Butler Trio e Wild Beasts.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
Se não quiseres acampar, procura alojamento perto deste festival aqui.
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Mais Confirmações para o SBSR
Apr 15th

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer com mais quatro novas confirmações: Jamie Lidell, Tiago Bettencourt & Mantha, Saint Vincent e Wild Beasts.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para dia 16 tens Pet Shop Boys, Keane, Cut Copy, Jamie Lidell, Palma's Gang, Beach House, The Temper Trap e M-NUS Showcase (Richie Hawtin, Marco Carola e Magda). No dia 17 conta com Vampire Weekend, Hot Chip, Leftfield, Tiago Bettencourt & Mantha, Patrick Watson, Rita Redshoes, Ricardo Villalobos & Zip. No último dia de festival, dia 18, Empire of the Sun, The National, John Butler Trio, Wild Beasts e Laurent Garnier.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Novas confirmações para o SBSR
Apr 7th

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer, e a juntar aos nomes já anunciados hoje foram avançados mais cinco novas confirmações: Keane, Hot Chip, LeftField, Beach House e Patrick Watson.
O festival realiza-se nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos: o palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.
Já confirmados para dia 16 tens Pet Shop Boys, Cut Copy, Palma's Gang, Beach House, The Temper Trap e M-NUS Showcase (Richie Hawtin, Marco Carola e Magda). No dia 17 conta com Vampire Weekend, Hot Chip, Left Field, Patrick Watson, Rita Redshoes, Ricardo Villalobos & Zip.No último dia de festival, dia 18, Empire of the Sun, The National, John Butler Trio e Laurent Garnier.O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Reportagem Super Bock Em Stock – Dia 5
Dec 6th
O desfecho da segunda edição do festival Super Bock em Stock prometia grandes concertos nas seis salas de espectáculos da Avenida da Liberdade. Beach House, Little Joy, Patrick Watson e Kap Bambino eram os nomes mais aguardados da noite por parte dos milhares de fãs (e caras conhecidas) que percorreram ontem o passeio lisboeta, apesar da ameaça da chuva e do tempo apertado. Aliado, então, a boas condições climatéricas, o Stock convenceu e desafiou consecutivamente os amantes da música leve a comprovarem a qualidade das diversas bandas actuantes, dando muitas vezes azo a surpresas.
Coube a João Só e Abandonados cortar as fitas e a uma distância de poucos metros, é Mocky, Dominic Salole e banda que embalam os (bastantes) espectadores com versões jazz e electrónicas de canções conhecidas por todos nós no Cabaret Maxime, mostrando um grande entusiasmo especialmente na escolha do guarda-roupa.
Já na sala principal do São Jorge, Os Golpes aquecem a noite que se adivinhava atribulada por tamanhas trocas de passeio da Avenida. Lançados pela Amor Fúria, a sua estética musical faz lembrar tanto os trejeitos nacionais de Heróis do Mar, como o instrumental aguçado dos The Strokes, e os artistas vão agradando a um público paciente com temas de Cruz Vermelha sobre Fundo Branco, disco de estreia. Como afirmavam numa das suas músicas, “Não sou uma ausência / sou um corpo inteiro” – os Golpes mostraram ter estilo e substância.
É pouco depois que se dá a entrada dos Beach House no palco do Tivoli. A dupla formada por Victoria Legrand e Alex Scally já tinha passado por terras lusas no ano passado e marcaram presença no festival de inverno para apresentar os novos temas de Teen Dream, que será lançado em 2010. Os americanos envolvem os expectantes espectadores num lo-fi sonhador, que resulta bem no ambiente intimista do Tivoli, porém, se a nível técnico pouco temos a apontar, a performance dos Beach House pareceu estar um pouco aquém do esperado, talvez por cansaço dos artistas que só mais para o final aqueceram e pouco comunicaram. A voz grave de Victoria e as ternas melodias dedilhadas não deixam de ser cativantes e deixaram as hostes satisfeitas, já prontas para seguir em frente.
De seguida, uma pequena pausa para decidir novas direcções. Os que deram um salto ao São Jorge para ver o rock pintado de new wave e electrónica dos The Invisible, não saíram com as expectativas defraudadas, no entanto, se a espera pelo próximo nome de algum relevo era mal suportável, as cadeiras do Tivoli ofereciam descanso aos que preferiram os Little Joy. Curiosamente, a banda constituída por Rodrigo Amarante, dos brasileiros Los Hermanos, Fabrizio Moretti, dos largamente aclamados The Strokes e a multi-instrumentista Binki Shapiro, volta ao local de origem, uma vez que os dois músicos cruzaram caminhos em Lisboa no ano de 2006, e assim, trocaram ideias que resultariam na génese dos “pequena alegria”. A simpatia dos Little Joy é contagiante e é impossível não se deixar levar pelos sons acalorados de “The Next Time Around” e “Unattainable”, onde se destaca a tímida Shapiro, que valeram várias rondas de aplausos. Nota para os gracejos com o público e os elogios a Beach House, num jeito completamente envolvente e fascinante.
“Românticos, inovadores e audaciosos”, os britânicos Piano Magic criaram uma pequena bolha post-rock/indie/electrónica na sala 2 do São Jorge, onde os fãs abanavam a cabeça e os curiosos olhavam atentamente.
“Não vos vou mentir”, comentava Patrick Watson, algo entre o espantado e o divertido, “este foi um dos concertos mais estranhos que já demos.” Não é por menos: não se registam quatro falhas de som e uma ida cómica e proclamada aos lavabos em qualquer evento musical. De facto, o concerto do Canadiano pouco teve de vulgar, pois a sua entrega e improviso despreocupado face às peripécias já mencionadas ajudaram à materialização de um concerto único e impressionante, no conforto familiar do cinema lisboeta. De início, Watson começa por encantar as massas com as melodias suaves tocadas em piano e os falsettos estrondosos que arrepiam a espinha (fazendo lembrar um Jeff Buckley e até um Andrew Bird na teatralidade carismática), apoiado pelos Wooden Arms em devaneios caóticos instrumentais que integram este indie folk de autor mais do que competente. Assim, passam por alguns dos temas do recentemente editado Wooden Arms, como “Fireweed” e “Big Bird in a Small Cage”, e é no tema homónimo que Watson, ao perder o som, toca em acústico e canta por megafone – o público esforça-se por não fazer barulho, tanto é o encanto. Fenómeno repete-se na rendição irrepreensível de “Man Under The Sea”, mergulhado no calor da multidão. Os que presenciaram a tamanha grandeza do prodigioso músico não se inibem na demonstração de afecto, obrigando-o a voltar para dois encores, num dos quais arrisca uma cómica performance soul de “Shame” em jeito de retribuição. Os convertidos e os conversores agradecem.
Preparados para motim electrónico roçando a histeria? São os Kap Bambino que lhe dão vida no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal, num concerto frenético e a rebentar pelas costuras, cheio de sons distorcidos com laivos de 8-bit. Embora logo de início se apresentasse bem composto, à medida que a noite prosseguiu, foi notável o caos liderado por Caroline Martial que se instalou no espaço reduzido. “Dead Lazers”, “Save”, “Hey!” e “Neutral” foram alguns dos êxitos dos franceses que foram celebrados por um público fiel e devoto em puro êxtase.
Ainda no Marquês de Pombal, Dr. Ramos e Zé Pedro DJ dão o remate ao festival de Inverno, brindando os inabaláveis com a música electrónica até as altas horas da noite.
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