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	<title>Festivais &#187; Ares</title>
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		<title>Reportagem Barreiro Rocks 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 13:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reportagem Barreiro Rocks'10
&#160;Festival Barreiro Rocks'10 - Fotos

Dizem os entendidos que, para os lados do Barreiro, se bateu o recorde de actuações de artistas internacionais nos últimos três meses.
Após o corrupio de concertos iniciado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>Reportagem Barreiro Rocks'10</strong></div>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 12pt;">&nbsp;Festival Barreiro Rocks'10 - <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/">Fotos</a></span><br /></strong></p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Publico_01.jpg" alt="Barreiro Rocks 2010" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: left;" /></a></p>
<p>Dizem os entendidos que, para os lados do Barreiro, se bateu o recorde de actuações de artistas internacionais nos últimos três meses.</p>
<p>Após o corrupio de concertos iniciado em Setembro com o BOM (Barreiro Outras Músicas) e a música exploratória do OutFest, adequadamente em Outubro, chega Novembro com o décimo aniversário do<strong> Barreiro Rocks</strong>, em clima conveniente de Verão de São Martinho.</p>
<p>E os ares quentes da festa chegaram mais cedo para quem embarcou numa autêntica romaria de promoção do festival, que correu o país de norte a sul com várias bandas de destaque da editora Hey Pachuco, e alguns dos favoritos de antigas edições, como é o caso dos fiéis espanhóis, Los Chicos, que parecem ficar melhores a cada concerto que dão.</p>
<p>Destaque também para um concerto na “cidade berço” (o Barreiro, pois claro) que reuniu as quatro bandas da primeira encarnação do festival, no ano remoto de 2000.</p>
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<div style="text-align: center;"><strong>&nbsp;<span style="font-size: 12pt;">12 de Novembro de 2010</span></strong></div>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Tiago_Guilul_07.jpg" alt="Tiago Guilul" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: left;" /></a></p>
<p>À chegada ao já familiar Pavilhão dos Ferroviários, somos recebidos por <strong>Tiago Guillul</strong> e a sua banda. Um dos representantes do “plantel” nacional deste ano, mostra trabalhos do seu último álbum, “V”, como o idealmente intitulado “Barreiro Rock City”, sem esquecer os temas que o popularizaram, como o caso de “Beijas como uma freira”. O rock versátil do grupo e o carácter polivalente de alguns elementos, que poderiam arrancar em improvisações “<em>doo-wop</em>” ao estilo dos concertos de Frank Zappa nos anos 80, contribuíram para um bom início de festa, ainda que talvez um pouco distantes da tendência geral das outras bandas. “Daqui a dois dias, o DN vai escrever que no Barreiro Rocks se fez <em>singalong</em>, e a vossa reputação vai ficar arruinada”. A ver vamos.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Ty_Segall_01.jpg" alt="Ty Segall" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: right;" /></a></p>
<p>De Queluz para a Califórnia, passamos a <strong>Ty Segall</strong>, chegado directamente de São Francisco para a sua primeira digressão europeia. Em formato de quarteto, apresentou temas dos dois álbuns, recaindo especialmente sobre o mais recente “Lemons”, marcado por um som fortemente “garageiro” mas que não esquece uma década de <em>grunge</em>. Se não bastassem as influências do rock clássico ou psicadélico dos anos 60, com um piscar de olho a Captain Beefheart e com uma secção rítmica de fazer inveja às Babes In Toyland, o grupo arrasou com uma versão do clássico “sabatiano” “Paranoid” de fazer moshar o metaleiro mais céptico.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Demons_Claws_01.jpg" alt="Demon's Claw" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: left;" /></a></p>
<p>Seguem-se os canadianos <strong>Demon’s Claws</strong>, com um <em>flower-punk</em> não muito entusiasmante para quem já assistiu aos Black Lips nesta mesma casa, mas ainda assim a abrir caminho para o nome da noite.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_The_Strange_Boys_10.jpg" alt="The Strange Boys" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: right;" /></a></p>
<p>Com uma década de existência, dois álbuns e vários EPs na bagagem, os texanos <strong>Strange Boys</strong> encerram o cartaz com um som marcadamente <em>garage</em>, recorrendo de forma interessante ao R&amp;B e ao <em>country</em>, e sem medo de enveredar por épicos instrumentais à moda dos Shadows. Se fosse nos anos 90, diríamos que estávamos perante um concerto dos Yo La Tengo, tal a variedade de elementos, de picos de energia ou de períodos de quase silêncio, a que este grupo se arrisca.</p>
<p><em>After-party</em> de luxo com <strong>Thee Vicars</strong>, nova coqueluche do rock n’roll britânico e o já habitual Shimmy, DJ de serviço com a melhor colecção de 7 polegadas da Costa Leste. Quem abandonou o barco para apanhar o cacilheiro mais cedo, não sabe o que perdeu. Amanhã há mais.</p>
<hr />
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: 12pt;">13 de Novembro de 2010</span><br /></strong></div>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Tiguana_Bibles_07.jpg" alt="Tiguana Bibles" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: left;" /></a></p>
<p>Com a noite a prometer chuva, foi dentro do pavilhão que se deu a verdadeira enchente. Os cartazes da bilheteira não tardariam a anunciar “Lotação Esgotada”, com um irónico “A” de anarquia no fim, ainda que as bandas mais <em>punk</em> que em tempos visitaram o festival tenham ficado em casa… Ou optado por formatos mais ordeiros, como no caso de Vítor Torpedo, que já participara em edições anteriores com os Parkinsons e os (fantásticos) Blood Safari, e que se apresenta agora num formato mais <em>roots</em>, com os <strong>Tiguana Bibles</strong>.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Nicotines_Orchestra_06.jpg" alt="Nicotines Orchestra" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: right;" /></a></p>
<p>Segue-se a <strong>Nicotine’s Orchestra</strong>, projecto original de Carlos Ramos, um dos mentores da Hey Pachuco e também do próprio festival. “Nicotine”, orgulhoso não fumador, optou recentemente por abandonar o formato <em>one-man band</em> e prefere agora distribuir essa tarefa tentacular por mais três músicos, que dão sem dúvida outra toada aos temas. “Ghosts and Spirits” é provavelmente o álbum de rock português de 2010 de que ainda se falará daqui a dez anos. Aposta ganha.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Davila_666_04.jpg" alt="Davilla 666" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: left;" /></a></p>
<p>Agora o clima é oficialmente de festa, e quem melhor para a anunciar do que o eterno Crooner Vieira. Oitenta e um anos, um microfone, um CD a acompanhar um “murmúrio” de “Besame Mucho”, e o bailarico está montado. Talvez adivinhasse a proveniência da banda seguinte. Os <strong>Davilla 666</strong> vêm de Porto Rico e há semanas que vinham a prometer incendiar a plateia barreirense, com os vários “recados” deixados no YouTube. Ao potentíssimo <em>garage-punk</em> junta-se o tal toque latino, com maracas em palco e tudo o mais, destilado por uma banda que nos contagia imediatamente num clima destes. Inevitável comparação com a apresentação dos Black Lips em 2005. Desta vez não se seguiria Billy Childish, mas sim outro peso-pesado.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_King_Khan_and_The_Shrines_10.jpg" alt="King Khan and The Shrines" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: right;" /></a></p>
<p>E que dizer sobre <strong>King Khan</strong> e os (auto-apelidados “sensacionais”) <strong>Shrines</strong>? Pouco há que este fantástico <em>frontman</em> não tenha feito na última década, desde os inícios no Canadá, com os Spaceshits, até às colaborações com Mark Sultan, em King Khan &amp; BBQ Show, que lhe valeram uma maior exposição. Agora o formato é praticamente o de uma <em>big band</em>, com secção de metais, percussão, um teclista francês que faria tremer todo o séquito de Marylin Manson e, aparentemente, a regra de que não pode haver uma mão livre em palco sem tocar pandeireta.</p>
<p>O último álbum “The Supreme Genius of King Khan and the Shrines” data de 2008, mas isso não impediu o colectivo de tocar durante cerca de duas horas. Já no encore, deixavam a sensação de que o concerto, para eles, ainda estava a começar. Khan, de capa amarela sobre o tronco nu, cobre-se também de glória, qual James Brown ajoelhado à boca de cena.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Festivais/Barreiro%20Rocks/2010/tn_Guadalupe_Plata_05.jpg" alt="Guadalupe Plata" style="margin: 5px; border-style: double; border-width: medium; float: left;" /></a></p>
<p>São praticamente cinco da manhã, o pavilhão está cheio e… sim, ainda faltam duas bandas. De Bilbao, <strong>Guadalupe Plata</strong>, talvez os músicos mais inventivos de toda esta edição, e os barreirenses <strong>Tracy Lee Summer</strong> e o seu “<em>angry-nerd-rock</em>” encarregaram-se de esgotar as forças dos muitos que ainda ficaram.</p>
<p>Lá fora já não chove. No bar, ainda com os pés a colar ao chão, percebemos que a cerveja acabou. À saída, o galo rouco ainda canta, espantado porque ninguém o ouviu.</p>
<hr />
<div style="text-align: center;">Venham mais dez anos de “Brrrocks”.</div>
<div>
<hr />
</div>
<div style="text-align: right;"><strong><strong><strong><strong>Texto</strong>: </strong></strong></strong>"El Napalmo"</div>
<div style="text-align: right;"><strong><strong><strong><strong>Foto</strong>: </strong></strong></strong>Raquel Silva</div>
<div style="text-align: right;"><strong>&nbsp;</strong></div>]]></content:encoded>
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		<title>Reportagem The Cranberries</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 01:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Festivais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center" class="info"><strong>The Cranberries</strong> - <strong>Campo Pequeno - <a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/">Fotos</a></strong></div>
<p><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/The Cranberries - Campo Pequeno - 10-03-2010/tn_The_Cranberries_02.jpg" alt="The Cranberries" style="border: medium double;margin: 5px;float: left" /></a>No dia 10 de Março, o Campo Pequeno encheu para receber os tão esperados <strong>The Cranberries</strong>, reunidos de novo, sete anos após terem temporariamente deixado o cenário musical. Depois da abertura, a cargo dos <strong>Outside Royalty</strong>, que aqueceram o público – na sua maioria já bem adulto – com a sua música <em>indie-rock,</em> a banda irlandesa entrou em palco.</p>
<p>A simpática<em> Dolores O'Riordan</em> desde cedo presenteou os fãs com a sua boa-disposição e energia em palco. Na plateia, viam-se bandeiras irlandesas e cachecóis de Portugal. <em>Analyse</em> – a eleita para abrir o espectáculo – foi entoada na perfeição pelos fãs juntamente com a voz inconfundível da vocalista, sem dúvida o elemento essencial na origem do som característico da banda.</p>
<p>Entre elogios ao bom tempo e aos belos jardins por onde passeou durante o dia, Dolores deu ares da sua graça irlandesa e espalhou a boa disposição pelo recinto. <em>Animal Instincts</em> deleitou o público, antecedendo temas como<em> Linger</em> – que levou a plateia a erguer câmaras e telemóveis para registar aquele que foi um dos muitos momentos altos e emocionantes da noite – ou <em>When You’re Gone</em>.</p>
<p><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/The Cranberries - Campo Pequeno - 10-03-2010/tn_The_Cranberries_09.jpg" alt="The Cranberries" style="border: medium double;margin: 5px;float: right" /></a> Ao contrário da maioria, a banda irlandesa optou por um início mais calmo, onde ainda se ouviram temas como <em>How</em> e <em>Dreaming My Dreams</em>, deixando as músicas mais energéticas para o meio do concerto. <em>Wanted</em> começou a aquecer os fãs e <em>Liar</em>, que se lhe seguiu, teve direito a uma pequena dança irlandesa por parte da vocalista. <em>Desperate Andy</em> manteve a energia em alta antes da animada <em>I Can’t Be With You</em>, que antecedeu outro dos momentos altos, proporcionado por <em>Ode To My Family</em>.</p>
<p>O público não se cansou de dançar, saltar, cantar e aplaudir, ganhando assim inúmeros elogios da cantora, que afirmou ser esta a melhor audiência da Europa, que sabe como “apreciar a vida”. Para além disso, teve ainda direito a temas como <em>Ordinary Day</em> – esta dedicada à segunda filha de Dolores O'Riordan – e <em>The Journey</em>, originais do trabalho a solo da cantora.</p>
<p><a target="_blank" href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/tn_The_Cranberries_05.jpg" alt="The Cranberries" style="border: medium double;margin: 5px;float: left" /></a><em>Free To Decide</em> antecedeu <em>Salvation</em>, que estimulou o já delirante público de braços no ar. Após <em>Ridiculous Thoughts</em>, foi a vez de <em>Zombie</em> elevar as vozes no recinto e espalhar a loucura pelo espaço, antes do encore. Embora tenha durado pouco, foi neste período de tempo que, para quem ainda tivesse dúvidas, a plateia mostrou que a idade é um estado de espírito: as palmas, os saltos, as entoações, os assobios e os gritos praticamente fizeram sentir-se no Saldanha.<em> Shattered</em> abriu a parte final do concerto, antecedendo <em>The Journey</em>; ainda se ouviu <em>Promises </em>e <em>Dreams</em> encerrou a noite. A banda abandonou o palco perante uma ovação por parte dos fãs, que mostraram ainda mais entusiasmo quando Dolores O'Riordan exprimiu o seu desejo de voltar em breve a palcos nacionais.</p>
<hr />
<div style="text-align: center">Sete anos após a pausa e quase duas décadas após o seu primeiro álbum, a banda mostrou porque já merece o título de “clássico” e fez-nos a todos relembrar como foi viver nos anos 90 a ouvir as bandas que nessa década se formaram e atingiram o sucesso. Memórias de outra época, foi o que este concerto despertou em quem o foi ver; e memorável foi a marca que em todos deixou.</div>
<hr />
<table style="text-align: center" border="0">
<tbody>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: right"><strong>Foto: </strong>Raquel Silva<strong><br /></strong></div>
<div style="text-align: right"><strong>Texto: </strong>Rita Trindade<strong><br /></strong></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" class="info"><strong>The Cranberries</strong> - <strong>Campo Pequeno - <a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/">Fotos</a></strong></div>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/tn_The_Cranberries_02.jpg" alt="The Cranberries" style="border: medium double; margin: 5px; float: left;" /></a>No dia 10 de Março, o Campo Pequeno encheu para receber os tão esperados <strong>The Cranberries</strong>, reunidos de novo, sete anos após terem temporariamente deixado o cenário musical. Depois da abertura, a cargo dos <strong>Outside Royalty</strong>, que aqueceram o público – na sua maioria já bem adulto – com a sua música <em>indie-rock,</em> a banda irlandesa entrou em palco.</p>
<p>A simpática<em> Dolores O'Riordan</em> desde cedo presenteou os fãs com a sua boa-disposição e energia em palco. Na plateia, viam-se bandeiras irlandesas e cachecóis de Portugal. <em>Analyse</em> – a eleita para abrir o espectáculo – foi entoada na perfeição pelos fãs juntamente com a voz inconfundível da vocalista, sem dúvida o elemento essencial na origem do som característico da banda.</p>
<p>Entre elogios ao bom tempo e aos belos jardins por onde passeou durante o dia, Dolores deu ares da sua graça irlandesa e espalhou a boa disposição pelo recinto. <em>Animal Instincts</em> deleitou o público, antecedendo temas como<em> Linger</em> – que levou a plateia a erguer câmaras e telemóveis para registar aquele que foi um dos muitos momentos altos e emocionantes da noite – ou <em>When You’re Gone</em>.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/tn_The_Cranberries_09.jpg" alt="The Cranberries" style="border: medium double; margin: 5px; float: right;" /></a> Ao contrário da maioria, a banda irlandesa optou por um início mais calmo, onde ainda se ouviram temas como <em>How</em> e <em>Dreaming My Dreams</em>, deixando as músicas mais energéticas para o meio do concerto. <em>Wanted</em> começou a aquecer os fãs e <em>Liar</em>, que se lhe seguiu, teve direito a uma pequena dança irlandesa por parte da vocalista. <em>Desperate Andy</em> manteve a energia em alta antes da animada <em>I Can’t Be With You</em>, que antecedeu outro dos momentos altos, proporcionado por <em>Ode To My Family</em>.</p>
<p>O público não se cansou de dançar, saltar, cantar e aplaudir, ganhando assim inúmeros elogios da cantora, que afirmou ser esta a melhor audiência da Europa, que sabe como “apreciar a vida”. Para além disso, teve ainda direito a temas como <em>Ordinary Day</em> – esta dedicada à segunda filha de Dolores O'Riordan – e <em>The Journey</em>, originais do trabalho a solo da cantora.</p>
<p><a  href="http://galeria.festivaisdeverao.com/#/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/"><img src="http://galeria.festivaisdeverao.com/content/Concertos/The%20Cranberries%20-%20Campo%20Pequeno%20-%2010-03-2010/tn_The_Cranberries_05.jpg" alt="The Cranberries" style="border: medium double; margin: 5px; float: left;" /></a><em>Free To Decide</em> antecedeu <em>Salvation</em>, que estimulou o já delirante público de braços no ar. Após <em>Ridiculous Thoughts</em>, foi a vez de <em>Zombie</em> elevar as vozes no recinto e espalhar a loucura pelo espaço, antes do encore. Embora tenha durado pouco, foi neste período de tempo que, para quem ainda tivesse dúvidas, a plateia mostrou que a idade é um estado de espírito: as palmas, os saltos, as entoações, os assobios e os gritos praticamente fizeram sentir-se no Saldanha.<em> Shattered</em> abriu a parte final do concerto, antecedendo <em>The Journey</em>; ainda se ouviu <em>Promises </em>e <em>Dreams</em> encerrou a noite. A banda abandonou o palco perante uma ovação por parte dos fãs, que mostraram ainda mais entusiasmo quando Dolores O'Riordan exprimiu o seu desejo de voltar em breve a palcos nacionais.</p>
<hr />
<div style="text-align: center;">Sete anos após a pausa e quase duas décadas após o seu primeiro álbum, a banda mostrou porque já merece o título de “clássico” e fez-nos a todos relembrar como foi viver nos anos 90 a ouvir as bandas que nessa década se formaram e atingiram o sucesso. Memórias de outra época, foi o que este concerto despertou em quem o foi ver; e memorável foi a marca que em todos deixou.</div>
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</tbody>
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<div style="text-align: right;"><strong>Foto: </strong>Raquel Silva<strong><br /></strong></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Texto: </strong>Rita Trindade<strong><br /></strong></div>]]></content:encoded>
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