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Optimus Clubbing Janeiro
Jan 24th
O Optimus Clubbing entrou em 2010 com o pé direito, estando perante uma lotação esgotada. Com um cartaz com nomes fortes centrados na electrónica mais nostálgica e no hip hop mais modernista, o mote para uma noite de festa estava mais que lançado.
Foi por volta das 23h30 que os americanos Gary War iniciaram o seu concerto no espaço CyberMusica. Munidos de uma sonoridade a roçar uma mistura entre A Place To Bury Strangers e Animal Collective, o trio deu um bom espectáculo e abriu certamente o apetite dos presentes na pequena sala, quer para uma descoberta do seu trabalho, quer para um mergulho no resto da noite. 
Já com o público viajado para a Sala 2, espaço principal do Clubbing, os austríacos Makossa & Megablast entraram em acção. O duo explorou uma mescla sonora que passou pelo hip hop, dub e funk, sendo tudo acompanhado por uma vocalista algo deslocada do que normalmente se espera neste evento.
Com o relógio já encostado na 01h30 da madrugada, o norueguês Lindström subiu ao palco e provou o porquê da sua aclamação geral. Com "Where You Go I Go Too" e "Real Life is No Cool" (colaboração com Christabelle) debaixo do cinto, o gigante do Balearic e do Space Disco fez uma viagem de uma hora e meia por sonoridades muito vidradas nos 80’s, fazendo lembrar nomes como Giorgio Moroder ou Manuel Göttsching. Terminou o concerto com “Baby Can’t Stop”, um tema do já referido Real Life is No Cool, que fez em tudo lembrar a era Off The Wall do Michael Jackson, ou seja, um final em grande, muito dançado e suado.
O fecho do Clubbing ficou a cargo de Spank Rock e Teenwolf. Com YoYoYoYo já no horizonte longínquo, o colectivo americano apresentou uma mistura entre DJ set e concerto. No entanto, esse cocktail provou ser explosivo. Passando por temas do já referido álbum de 2006 e por uma panóplia de temas de outros artistas, Naeem Juwan foi um agitador exímio, culminando a noite com várias invasões de palco e uma interacção fabulosa com o público. Eram já 3h45 da manhã quando o grupo se despediu com Sweet Talk, deixando toda a massa humana rendida e exilerada.
Reportagem Long Way To Alaska + Scout Niblett
Dec 26th
Na passada terça feira, dia 15 de Dezembro, o Cinema Passos Manuel serviu de palco para uma grande noite de música. Passando por grandes promessas e por grandes certezas do folk mais alternativo.
Foi por volta das 23 horas, já com algum atraso, que os bracarenses Long Way To Alaska subiram ao palco. Nos seus tenros 20 anos já se sente muito talento, extremamente bem demonstrado pela sua pop doce e orelhuda. Tendo deixado encantada a maioria dos presentes na sala é de esperar um futuro extremamente risonho e merecedor de voos mais altos para esquarteto.
Terminado o aquecimento, foi a vez de Scout Niblett, oriunda de Notingham, tomar de assalto a ribalta. Avançando sozinha, munida de guitarra e voz singular, a Inglesa lançou-se à apresentação do seu novo album, intitulado The Calcination of Scout Niblett. Durante cerca de uma hora, ouviram-se temas de grande parte do seu reportório, ora a guitarra e voz, ora a bateria e voz, com especial destaque para a primeira opção. Após uns encores com algumas questões existenciais, a noite terminou.
Uma noite bem conseguida e queabriu o apetite para a continuação de grandes concertos em 2010.
Reportagem Long Way To Alaska + Scout Niblett
Dec 19th
Na passada terça feira, dia 15 de Dezembro, o Cinema Passos Manuel serviu de palco para uma grande noite de música. Passando por grandes promessas e por grandes certezas do folk mais alternativo.
Foi por volta das 23 horas, já com algum atraso, que os bracarenses Long Way To Alaska subiram ao palco. Nos seus tenros 20 anos já se sente muito talento, extremamente bem demonstrado pela sua pop doce e orelhuda. Tendo deixado encantada a maioria dos presentes na sala é de esperar um futuro extremamente risonho e merecedor de voos mais altos para esquarteto.
Terminado o aquecimento, foi a vez de Scout Niblett, oriunda de Notingham, tomar de assalto a ribalta. Avançando sozinha, munida de guitarra e voz singular, a Inglesa lançou-se à apresentação do seu novo album, intitulado The Calcination of Scout Niblett. Durante cerca de uma hora, ouviram-se temas de grande parte do seu reportório, ora a guitarra e voz, ora a bateria e voz, com especial destaque para a primeira opção. Após uns encores com algumas questões existenciais, a noite terminou.
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Uma noite bem conseguida e queabriu o apetite para a continuação de grandes concertos em 2010.







