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Posts tagged Ao Vivo
Helmet em Lisboa e Porto
Nov 29th
Os Helmet estreiam-se ao vivo em Portugal com dois concertos, a 5 de Março na TMN ao Vivo e 6 de Março no Hard Club. Vêm comemorar o 20º aniversário de "Meantime", provavelmente o álbum mais marcante da sua carreira.
Com 7 álbuns editados os Helmet prometem animar a noite com singles como "Unsung", "Give It" e "In The Meantime".
Na primeira parte dos dois concertos actuam os Fighting With Wire. Oriundos da Irlanda do Norte, os Fighting With Wire editaram em 2008 o álbum de estreia, "Man vs Monster".
O espectáculo tem inicio pelas 21h00.
Se não tens onde ficar podes sempre procurar alojamento aqui.
| Preços | Locais de Venda |
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De 20€ |
Locais Habituais |
Mark Lanegan no Porto e em Lisboa
Nov 7th
O artista norte-americano Mark Lanegan vem a Portugal para apresentar o seu mais recente trabalho, "Blues Funeral".
O cantor irá actuar a 30 de Março no Hard Club e no dia seguinte, 31 de Março, na sala TMN ao Vivo.
Os bilhetes vão estar à venda a partir de amanhã, 8 de Novembro, pelas 10h00.
O concerto irá ter inicio pelas 21h00.
| Preços | Locais de Venda |
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20€ |
Locais Habituais |
James Morrison ao vivo em Portugal
Oct 10th

James Morrison volta a Portugal para dois concertos nos Coliseus: 27 de Março (Lisboa) e 28 de Março (Porto). O cantor vem apresentar o seu mais recente trabalho "The Awakening", editado este ano.
O concerto terá inicio pelas 21h00 (abertura de portas pelas 20h00) no Coliseu de Lisboa e no Coliseu do Porto. Os bilhetes estarão à venda amanhã, 11 de Outubro, às 10h00.
| Preços | Locais de Venda |
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Lisboa Plateia em Pé - 30€ Camarote 1ª (Frente) - 35€ Camarote 1ª (Lado) - 33€ Camarote 2ª (Frente) - 33€ Camarote 2ª (Lado) - 30€ Porto Plateia em Pé - 30€ Tribuna - 35€ Frizas - 35€ Galeria - 26€ Geral - 23€ Balcão Popular - 30€ Camarote 1ª - 35€ Camarote 2ª - 23€ |
Locais Habituais |
Reportagem Mão Morta no TMN ao vivo
Oct 3rd
Os Mão Morta, parece, são como o vinho: melhoram com a idade. É um caso notável não tanto de longevidade, mas de qualidade constante numa carreira que foi sempre consistente mas experimental, de uma banda que nunca teve medo de tentar algo diferente, mantendo sempre a alma sonora que a torna tão única (tanto aqui como lá fora).
Ao vivo, felizmente, têm também essa ideia. O início desta nova digressão, feito numa sala cheia ou bem lá perto, viu o repescar de alguns grandes temas do passado que tiveram a excelente companhia de alguns temais mais do presente (as canções de “Pesadelo em Peluche” resultam muito bem ao vivo). Os Mão Morta tocam o que querem tocar (parece que já não querem mesmo tocar Lisboa (“Por Entre as Sombras e o Lixo”); é uma música “desactualizada”, disse Adolfo), e fazem-no sempre com a mestria de quem anda nisto há décadas, sabendo escolher bem de entre o catálogo que têm. Bastou logo a espantosa “Aum”, segunda música do concerto, para perceber bem que seria uma noite de perfeito equilíbrio, num alinhamento bem pensado e conseguido.
Num palco envolto em fumo e com um espectáculo de luzes simples mas muito eficaz, o que se viveu foi uma noite de rock das entranhas, como só eles fazem tão bem, onde se viu um balanço constante entre o apoteótico e o envolvente; veja-se a canção que abriu o concerto, a magnífica "Tiago Capitão", saída do seu último disco e já um hino da banda. Intensa, num crescendo tanto instrumental como vocal, com Adolfo a cantar cada vez com mais alma (e isso é algo que não lhe falta) aquele refrão que todo o público sabia já de cor.
Adolfo Luxúria Caníbal é, aliás, o motor que move tudo. Um dos maiores (senão o maior) vocalistas da nossa história, é em palco tão intimidante quanto imponente, possesso e com olhar indomável enquanto canta, encarnando em todo o corpo as palavras que lhe saem da boca. Balança-se, contorce-se, e no final do concerto atira-se ao chão, encharcado em suor, com as guitarras em “Anarquista Duval” a acompanhar a queda. A banda é, claro, toda ela espectacular. Há em Mão Morta algo que não existe em mais lado nenhum, uma mescla de estilos desde o spoken-word ao post-punk que se equilibram entre si, graças a um grupo de músicos fenomenais (aquelas guitarras…) que tocam ainda com a perfeição com que o faziam há anos atrás.
Foi rock como mais ninguém faz, épico e energético, frequentemente apoteótico e por vezes arrepiante. “Berlim (Morreu a Nove)” continua tão espectacular como sempre, tal como a grande “Destilo Ódio” (talvez a grande surpresa da noite), que teve como introdução um pequeno discurso de Adolfo em que este criticou a forma como os media nos têm infestado com toda esta crise que vive o país (e o mundo). Se tem razão? Sim. Se precisava de se referir tantas vezes a isso durante o concerto? Não. Afinal de contas, é como ele próprio diz: estamos todos fartos de ouvir falar sobre o assunto. Inclusive em concertos.
O trio final de canções, antes da saída de palco, foi uma sequência de génio: “Escravos do Desejo”, “E Se Depois” (sempre esmagadora) e, claro, a obrigatória “1º de Novembro”, cujo coro já várias vezes tinha sido cantado ao longo do concerto por um público que ansiava por a ouvir e que teve, já perto do fim, em palco uma dançarina exótica (uma surpresa desnecessária). Um final espectacular, que teve depois um trio de encores em que a energia não esmoreceu. “As Tetas da Alienação” (mais uma boa surpresa) e “Vamos Fugir” (mais uma obrigatória) foram o primeiro regresso da banda ao palco, que depois voltaria ainda, perante um público que o pedia de forma ensurdecedora e que esteve conquistado do início ao fim, para tocar “Charles Manson” (impossível não adorar aquele riff) e, no último e não planeado regresso ao palco, a grande “Anarquista Duval”, que viu aplausos e gritos de celebração mal foi anunciada por Adolfo. O melhor final possível, com aquela que é de longe uma das mais vertiginosas canções da banda.
É bom ver que continuam numa forma invejável, tocando como poucos o fazem, dando concertos como por cá mais ninguém dá. E é, também, ver o respeito que têm em relação a si mesmos e ao seu público, certificando-se que do palco saem não tanto as canções mais conhecidas ou populares (não houve “Budapeste” para ninguém, e ainda bem), mas antes as melhores, que em concerto proporcionam os melhores momentos.
Foi o que se esperava, de quem se esperava: um concerto grandioso, dado por uma banda grandiosa.
Reportagem Two Door Cinema Club – Lisboa
May 27th
No dia 26 de Maio, a TMN inaugurou o Espaço TMN naquele que era o antigo Armazém F, com o projecto “TMN ao Vivo”. Os convidados para a estreia foram os norte-irlandeses Two Door Cinema Club, que nunca tinham estado no nosso país mas já haviam sido confirmados para o festival Paredes de Coura deste ano. Lotação esgotada num recinto agradável, dinâmico e amplo, onde as bebidas fluíam e doces eram servidos.
Pouco passava das 22h30 quando a banda pisou o palco. As pessoas apertavam-se e o ambiente de festa já se fazia sentir antes dos primeiros acordes. A abrir – tal como acontece no álbum de estreia “Tourist History” – esteve “Cigarettes in the Theatre”. Foi fácil perceber que iria ser um concerto memorável através da energia e boa-disposição que todos os membros da banda emanavam. Alex Trimble, vocalista, apresentou a banda e agradeceu a todos os que puderam estar presentes nesta estreia dos Two Door Cinema Club em solo nacional.
Os fãs eram muitos e “Undercover Martyn” levou a multidão ao rubro. De letra bem estudada, o público saltava e dançava, em ambiente de festa. Foram tocados temas mais antigos, tais como “Hands Off My Cash”, “Handshake” e “Costume Party” que, embora não constem do álbum da banda, eram conhecidas de vários fãs presentes na plateia.
Embora pequeno, o palco não criou obstáculos aos músicos, que se mexiam e dançavam ao som das guitarras e sintetizadores característicos dos seus temas. Temas esses, breves e vigorosos, óptimas músicas de Verão, que faziam a delícia de um público maioritariamente jovem e bastante entusiasta. Todos os temas foram recebidos com excitação, uns mais que outros, como foi o caso do single “Something Good Can Work” ou “You’re Not Stubborn”.
Com cocktails a serem servidos aos membros da banda e a prova de que o público estava ali para uma noite inesquecível, não foi difícil atingir um clima de cumplicidade entre a banda e audiência. O facto de o recinto apenas albergar 1150 pessoas contribuiu para o aspecto intimista do evento.
“What You Know”, uma das letras melhor sabidas, antecedeu o encore, durante o qual se ouviu sobretudo “I can talk, I can talk” em gritos da multidão. O público mereceu uma vénia por parte de Alex e “Come Back Home” antecedeu então a aguardada “I Can Talk”. O mesmo tema estará presente em campanhas futuras da TMN. Na despedida, um sentido «obrigado» e um «vemo-nos muito em breve».
Curto, mas enérgico, o concerto de estreia da banda abriu, sem dúvida, um precedente para quem estiver presente também em Paredes de Coura. A presença em palco dos Two Door Cinema Club surpreendeu e o à-vontade com que encararam este novo público foi admirável.
Uma estreia notável do conceito “TMN ao Vivo”, cujos futuros espectáculos se esperam tão bons – ou melhores – que o da inauguração.
Jane’s Addiction no Optimus Alive 2011
May 17th

O grupo norte-americano Jane's Addiction irá marcar presença no festival Optimus Alive!11.
Pela primeira vez ao vivo em Portugal, Jane's Addiction actuam dia 9 de Julho no Palco Optimus ao lado dos já confirmados Paramore, Kaiser Chiefs e White Lies.
Líderes do que Perry Farrell chamou de "Alternative Nation", os Jane's Addiction, com o lançamento dos dois primeiros discos de estúdio, Nothing's Shocking (1988) e Ritual de Lo Habitual (1990), tiveram um tremendo impacto na história da música como a primeira banda de rock alternativo.
O Festival Optimus Alive 2011 realiza-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. O preço dos bilhetes é de 50 Euros, 99 Euros ou 129 Euros, Bilhete Diário, Passe para os 3 dias ou Passe para os 4 dias, respectivamente.
Rihanna em Lisboa
Feb 3rd
Rihanna vai passar por Lisboa a 17 de Dezembro de 2011. A cantora sobe ao palco do Pavilhão Atlântico numa noite que promete ser quente.
Rihanna traz a Portugal a Loud Tour. Esta será a primeira oportunidade para o público português ouvir ao vivo os novos êxitos, "Only Girl (In The World)" e "What's My Name", do novo álbum Loud, editado em Novembro de 2010. Este é o quinto álbum de originais de Rihanna e entrou directamente para o terceiro lugar do top nos Estados Unidos.
A abertura de portas dá-se pelas 18 horas e o concerto começa pelas 19h30.
Os bilhetes estarão a venda a partir de 5 de Fevereiro.
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