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Passatempo Dominique Young Unique e Bezegol – Verão na Casa
Jun 15th

O Festivais de Verão em associação com a Casa da Música tem 4 convites duplos para te oferecer para Dominique Young Unique e Bezegol. Tudo acontece dia 18 de Junho pelas 22 horas na Sala 2 da Casa da Música.
Dominique Young Unique é americana e tem levado a cultura de ghetto para o mundo, em grande estilo. Gravou pela primeira vez aos 12 anos com o produtor David Alexander (Yo Majesty) e destila uma mistura original e acelerada de electro e hip-hop.
A segunda parte do concerto é assegurada pelo MC e produtor Bezegol (Red Tower Clan, Funkativity Team, Dope Device MCs).
Uma noite a não perder na grande Casa da Música no já habitual Verão na Casa.
Clica Aqui para conhecer toda a programação da edição deste ano do Verão na Casa.
Reportagem The National – Campo Pequeno
May 26th
De volta a Portugal, os The National foram desta vez recebidos por um Campo Pequeno a abarrotar. Após a última vez em Portugal, no Super Bock Super Rock, não havia ninguém por se render aos encantos da banda norte-americana. Assim sendo, não foi de admirar que o concerto esgotasse e que as expectativas fossem elevadas para um dos concertos mais aguardados do ano.
A abrir, estiveram em palco os Dark Dark Dark, banda oriunda de Minneapolis cujo som fez as delícias do público ansioso. Foram temas como “Something for Myself”, “Make Time” e “Trouble No More” que mostraram porque é que os próprios The National são seus fãs. Os instrumentos eram rodados pelos membros da banda, tanto como a voz principal das músicas. Para fechar 40 minutos de música com influências maioritariamente folk, “Daydreaming” revelou-se deliciosa para o efeito.
Entretanto, já o recinto ia encolhendo e as pessoas lá se chegavam cada vez mais perto. Vinte minutos passavam das 22h quando por fim as luzes se apagaram e tudo naquela sala se centrou no palco. Escusado será mencionar os gritos, as palmas, as mãos no ar. De copo de vinho na mão, Matt Berninger, centro do palco, microfone a postos. Aqui vamos nós.
E fomos. Primeiro embalados por uma melódica “Start a War” e logo de seguida com “Anyone’s Ghost”, já menina para arrancar um par de gritos ao vocalista. E apesar de “High Violet” ser considerado a consagração plena da banda, não escapa a ninguém que é “Alligator” que recebe mais pedidos de músicas para serem tocadas. Avistava-se um cartaz em particular com duas palavras apenas: “Lit Up”. Apesar desse desejo não ter sido concedido, “Secret Meeting” veio agitar os fãs, que entoavam a letra a plenos pulmões.
No ecrã de fundo, passavam imagens em directo da banda sobrepostas umas nas outras, provocando efeitos fantasmagóricos. Mas nada causa mais arrepios que ouvir um recinto a gritar “I'm on a bloodbuzz, yes I am, I'm on a blood buzz” em sintonia. A multidão jubilava com os instrumentais a que temos sido habituados pela banda. Baterias disciplinadas até ao osso, trompetes que enchiam a sala e guitarras com uma energia admirável.
Após tamanha demonstração de afeição por parte do público, Matt não resistiu a avançar no palco e olhar para a sala em jeito de retribuição. Um olhar sincero de quem nunca deixa de ser surpreendido pelo carinho dos fãs portugueses. Logo de seguida entra em cena “Slow Show”, antes de “Squalor Victoria” e “Afraid of Everyone”. Durante a última, o ecrã encheu-se de olhos gigantes, uma imagem intimidadora que complementa uma letra recheada de medo e desconfiança.
Mas os momentos altos da noite estariam guardados para temas mais antigos como “Abel” – provavelmente o momento mais alto (e por alto, refiro-me a barulho) da noite – ou “All the Wine”. Aaron Dessner, claramente assoberbado, perdeu-se em agradecimentos ao público e fascínio com o recinto escolhido. A cúpula aberta do Campo Pequeno enriqueceu o ambiente e tornou o concerto num autêntico espectáculo sob as estrelas.
Houve várias surpresas no concerto e uma delas foi a banda tocar “Lucky You”, retirada do álbum “Sad Songs for Dirty Lovers”. Não, não é uma canção esperançosa, é «provavelmente o tema mais triste que temos», garantiu Matt Berninger. Antes do encore, ouviu-se uma soberba “Fake Empire”. E se “Terrible Love” era vista como a equivalente deste tema para “High Violet”, o resultado não é, de todo, semelhante. Um instrumental de encher ouvidos – e alma – ficou no ar enquanto a banda abandonava o palco para o primeiro encore.
De volta, uma surpresa para os fãs portugueses: “Friend of Mine”, tocada ao vivo pela segunda vez na vida da banda (tendo a primeira sido há cerca de sete anos). «Não chegámos bem lá, faltou um bocadinho», brincaram, no final. Mas ficou clara a emoção que tocar aquele tema para o público lisboeta lhes trouxe. A anunciar “Mr November”, Aaron garantiu que essa sabiam como tocar. A multidão delirava, braços no ar e a letra entoada aos gritos.
No seguimento da energia que os dois temas haviam trazido, eis que chega “Terrible Love”. Matt desceu ao público, entrou pela plateia adentro, enquanto alguns fãs seguravam o fio do microfone e outros corriam para se aproximar do cantor. A custo, conseguiu voltar ao palco, de onde saiu em seguida, seguido por todos menos pelo baterista Bryan Devendorf. Outro encore?
Sim, outro encore. Depois do Super Bock Super Rock, talvez fossem mais a pensar que não do que os que pensavam que sim, que talvez eles voltassem a cantar a “About Today”. E voltaram. Se no festival de Verão foi a cereja em cima de um bolo delicioso, no Campo Pequeno foi um revivalismo dessa mesma noite mágica. Para o final, microfones desligados. Os músicos à beira do palco, de instrumentos em riste. Pediram ajuda para cantar a última música do concerto. E tiveram-na. Pulmões cheios e vozes mais ou menos afinadas foram ingredientes para uma “Vanderlyle Crybaby Geeks” crua e nua como só esta banda conseguiria arrancar a uma audiência.
Como já vem a ser hábito, outro concerto grandioso dos The National terminara.
Emoções ao rubro, melodias comoventes e letras sinceras – os ingredientes perfeitos para este amor terrível.
Super Bock em Stock – Primeiros Nomes
Oct 7th
Super Bock em Stock 2010 - Primeiros nomes anunciados!
Depois de termos avançado com os dois primeiros artistas que vão actuar na edição de 2010 do Super Bock em Stock: Adam Kesher, Owen Pallett e Janelle Monae, eis que chega a confirmação oficial dos mesmos e a confirmação de mais 2 nomes: Lula Pena e Jono Mccleery.

Na primeira Sexta-feira e Sábado do mês de Dezembro, dias 3 e 4, a Avenida da Liberdade em Lisboa volta a ser o ponto de encontro para duas noites de celebração da Música.
Adam Kesher trata-se de um grupo francês que trás consigo o seu mais recente álbum "Challenging Nature" e musicas como "Gravy Train", "Hundrer Years Later" ficarão certamente no ouvido de quem passar por lá. A actuação está marcada para o dia 3 de Dezembro no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal.
Já Janelle Monae é uma cantora / compositora / performer / dançarina norte-americana que actua dia 4 de Dezembro e vem para apresentar o álbum "The ArchAndroid" tendo recebido criticas positivas por parte dos media e esteve nomeada para os prémios MTV na categoria de "Best Choreography" e "Aposta Internacional".
Diz-se que Lula Pena é não só uma das grandes reinventoras do fado, mas também alguém que verdadeiramente o vive e segue vivendo, na tremenda entrega emocional, na voz incomparável.
Já Jono Mccleery é mais dificil de colocar numa categoria, mas fala-se da sua música como a folk/soul dos nossos tempos. Na bagagem traz ‘Tomorrow’, o novo álbum produzido pelo conceituado Fybe, já editado em Inglaterra.
Através do Myspace, os Fujiya & Miyagi confirmam a sua presença neste festival. Actuam no dia 4 de Dezembro.
No mesmo dia, actua o brasileiro Marcos Valle que também confirmou a sua presença, dando a conhecer o seu mais recente album "Estática".
O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira na bilheteira do Festival no Cinema São Jorge. O preço mantém-se o mesmo das duas primeiras edições – 40€ para duas noites com três dezenas de concertos.
Deftones em Lisboa
Sep 9th
Os Deftones vão passar por Portugal neste Inverno. O Campo Pequeno, em Lisboa, vai receber a banda a 9 de Dezembro.
Depois de passarem pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 9 de Julho, os Deftones dão um concerto para apresentar o novo álbum "Diamond Eyes" editado este ano, desta vez em "nome próprio".
A banda norte-americana é composta por Stephen Carpenter (guitarra), Sergio Vega (baixo), Abe Cunningham (bateria), Frank Delgado (teclado) e Chino Moreno (vocais e guitarra).
Os preços dos bilhetes situa-se entre os 30euros (Plateia) e os 33euros (Bancada e Camarote) e estão à venda nos locais habituais.
Jamie T e Peter Hook em Paredes de Coura
May 27th

Depois de ter sido anunciado The Prodigy, foi hoje anunciado Peter Hook e Jamie T para o festival Paredes de Coura.
Peter Hook, o antigo baixista dos conhecidos Joy Division vai marcar presença no dia 30 de Julho, tocando na integra o album "Unknow Pleasures" de Ian Curtis, em jeito de homenagem pelo seu trigésimo aniversário relativamente à sua morte.
No ultimo dia, 31 de Julho, sobe ao palco Jamie T. Este inglês com influências punk, rap, folk, americana, hip hop é um já conhecido devido ao seu album de estreia "Panic Prevention", tendo ganho inumeros elogios por parte da critica musical. Depois de Glastonbury e T in the Park, Jamie T aterra no festival Paredes de Coura.
O passe de 4 dias com campismo comprado até 17 de Maio fica por 60 Euros e a partir de 18 de Maio por 70 Euros.
Se não quiseres acampar procura alojamento perto deste festival aqui.
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Três Confirmações para o SBSR
May 19th

Foram hoje conhecidos três novas confirmações para o festival Super Bock Super Rock, que se realiza nos dias 16,17 e 18 de Julho.
O primeiro dia do festival, dia 16, começa com Mayer Hawthorne, um multi-facetado artista (desde produtor, dj, MC, entre outros) que promete tornar a sua actuação numa das mais grandiosas no festival.
No dia 17 de Julho, entra em cena a norte-americana Holly Miranda, considerados por muitos como a nova sensação da musica indie, no Palco EDP para um concerto que servirá para mais tarde recordar.
Para terminar em beleza, nada melhor que os Stereophonics no dia 18 de Julho. O grupo britânico formado em 1992, vai marcar presença no Palco Super Bock e irá apresentar o album de 2009, "Keep Calm and Carry On"
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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Shakira no Rock In Rio 2010
Jan 28th

Vem a Lisboa apresentar o álbum “She Wolf” no anfiteatro do Parque da Bela Vista, depois da recente presença em Lisboa para participar em reuniões bilaterais à Cimeira Ibero-Americana.
Em 2010 está prometido o lançamento de um álbum interpretado exclusivamente em castelhano. Shakira já vendeu mais de 60 milhões de álbuns.
O Rock in Rio-Lisboa volta ao Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 28 e 29 de Maio de 2010.
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Passatempo Moonspell na FIL
Jan 19th
Os Moonspell vão passar pela Feira Internacional de Lisboa a 23 de Janeiro de 2010 e temos convites duplos para te oferecer.
Depois do sucesso da tour americana (Norte e Latina) os Moonspell voltam à capital para um grande concerto.
A primeira parte fica a cargo dos Bizarra Locomotiva, a convite dos próprios Moonspell.
O bilhete custa 15 euros.
Vê quem foram os vencedores aqui.
Reportagem Green Day @ Pavilhão Atlântico
Sep 29th
Na noite de 28 de Setembro o Pavilhão Atlântico recebeu uma das maiores bandas de punk-rock internacional, os Green Day. Mais um concerto promovido pela Everything is New, que tem trazido a Portugal os maiores nomes, para grandes concertos.
Green Day é uma banda que dispensa apresentações, com 22 anos de existência e 9 álbuns, o último dos quais, "21st Century Breakdown", editado já este ano. Este álbum conta com grandes músicas que combinam o punk-rock a que estamos habituados e o rock mais clássico tal como em "American Idiot", é um épico que conta a história de dois jovens que lutam numa era pós-Bush.
A primeira parte deste concerto foi entregue aos Prima Donna, uma banda de rock americana que teve uma prestação bastante competente e que esteve a altura da banda que acompanham em tour.
Depois da aparição do coelho rosa a banda da noite entrou em palco, já passava um pouco das oito e meia! As expectativas eram elevadas e muita gente ansiava por este concerto desde que os Green Day estiveram no Coliseu dos Recreios, há cerca de 9 anos. Quando se apoderaram do palco levaram imediatamente o público ao delírio com "Know you Enemy", uma música do seu último álbum.
O púbico esteve imparável e bastante audível durante todo o concerto e muitas foram as vezes que os coros se ouviam mais alto que Billie Joe. O vocalista esteve como sempre muito comunicativo com o público pedindo palmas, lançando gritos e convidando alguns fãs a subirem ao palco e tocarem ou cantarem com eles.
Neste que foi o primeiro concerto da digressão europeia e teve de tudo para ser fantástico, fomos brindados com uma viagem pelos vários álbuns da banda, passando por algumas das músicas mais marcantes desta banda californiana, tais como "Holiday", "St Jimmy", "Boulevard of broken dreams", "Welcome to paradise", "Long View", "Basket Case", "King for a day", "Hitchin' a ride" e "She", entre muitas outras.
Durante todo o espectáculo não faltou a pirotecnia que abrilhantou esta fantástica actuação, que contou também com mensagens ecológicas e políticas, os problemas que assombram o nosso mundo. Também fomos brindados com momentos "Billie Joe": brincadeiras com uma pistola de água, break dance, t-shirts mandadas por um mini-canhão; momentos de rebeldia que sempre acompanharam esta banda.
Depois de muita alegria, de muitas músicas cantadas em plenos pulmões ouvimos homenagens a The Doors e a The Rolling Stones com excertos de "Break on through (to the other side)" e " (I cant' get no) Satisfaction".
Para finalizar "Minority", foi um dos temas que teve uma das maiores ovações da noite perante a afirmação de Billie Joe "You are so much better than America!" que deixou todos bastante orgulhosos.
As luzes apagaram-se mas todos gritaram por Green Day, todos esperavam pelo encore que traria mais êxitos desta grande banda. "American Idiot" foi a primeira, seguida de "Jesus of Suburbia" com um fã de 17 anos a toca-la brilhantemente.
O final do concerto foi entregue a Billie Joe, que sozinho no meio do palco tocou em acústico "Last Night on Earth", uma balada de "21st Century Breakdown" e "Good Riddance (time of your life)" que deu os últimos acordes a um concerto de duas horas e um quarto que ficará, de certeza, na memória da maioria do público presente.
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Em resumo, foi um concerto bastante bom, muito profissional, num nível muito acima daquilo a que estamos habituados. Mais um concerto daqueles que nos deixam a sorrir e a querer mais!















