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Posts tagged Americana
Reportagem Machine Head + Guests em Lisboa
Nov 19th
Foi uma noite dedicada à música pesada em Lisboa, que recebeu a "Eighth Plague Tour" dos norte-americanos Machine Head, com os convidados Bring Me The Horizon, Devildriver e Darkest Hour. Para os receber, um Coliseu dos Recreios ao rubro que se encheu ao longo da noite, para culminar numa lotação quase total.
A abertura da noite ficou a cargo dos Darkest Hour, que apresentaram o seu álbum The Human Romance ao público português. Ao som de "Terra Nocturnus" e "The World Engulfed in Flames", John Henry e companhia começaram a sentir a energia da plateia, que se mostrou receptiva ao metalcore desta banda originária de Washington. Durante mais seis temas, entre os quais mais três do novo álbum, as coisas foram aquecendo, e uma actuação sólida dos americanos proporcionou um bom início de noite no Coliseu.
Seguiu-se mais uma banda norte-americana. Vieram de North Carolina, chamam-se DevilDriver e também eles apresentaram o seu novo álbum, Beast. Foi talvez a banda que menos mexeu com o público português, poucos foram os que os viram no Metal GDL, na sua última passagem por terras lusas, mas ainda assim deram um bom espectáculo e animaram as hostes com músicas como "End Of The Line", "Dead To Rights", "Not All Who Wander Are Lost", "I Could Care Less" e "Clouds Over California". Ficou ainda o agradecimento de Dez Fafara (também vocalista dos Coal Chamber) aos Machine Head por terem levado os DevilDriver em tour e assim torná-los mais conhecidos.
A última das bandas de abertura foi provavelmente a que mais fãs levou ao Coliseu dos Recreios (não contando com os Machine Head, claro). Os Bring Me The Horizon abriram com "Diamonds Aren't Forever", e podia-se distinguir uma pequena falange de fãs que se deslocaram ao emblemático espaço de Lisboa exclusivamente para assistir ao concerto dos britânicos.
Oli Sykes não se fez rogado, e pediu de imediato ao público que cantasse com ele, chegando mesmo um fã da banda a entrar em palco, a quem foi cedido um microfone para cantar juntamente com a banda. Com o passar do tempo, os fãs de Machine Head foram ficando impacientes, e durante algum tempo ouviu-se ruidosamente o nome dos norte-americanos, o que não agradou ao líder da banda de Sheffield. O concerto foi perdendo energia, e viria a terminar com "It Never Ends" e "Chelsea Smile".
Finalmente, a banda por que todos aguardavam no Coliseu (à excepção daqueles que abandonaram a sala depois de BMTH), os Machine Head de Robb Flynn, com o novo álbum Unto The Locust na bagagem. "I Am Hell (Sonata in C#)" e "Be Still And Know", do mais recente álbum do quarteto de Oakland, viria a ser o início épico de uma actuação absolutamente arrasadora. Nesta fase da noite já a plateia estava repleta, e o Coliseu dos Recreios vestido a rigor para "Imperium", um dos clássicos do álbum Through The Ashes Of Empires, que levou o público português ao delírio.
Seguiram-se "Beautiful Mourning", "The Blood, The Sweat, the Tears", esta última dedicada aos apreciadores de cerveja, e "Locust", primeiro single do último álbum, onde se confirmou aquilo que foi observável no início do concerto: Os fãs portugueses conhecem os temas do último álbum (que foi lançado há apenas dois meses) como se de clássicos se tratassem. Robb Flynn estava visivelmente impressionado com a energia e devoção dos presentes, que sabiam na ponta da língua todos os riffs e versos dos Machine Head.
A seguir a uma "Aesthetics of Hate" dedicada a Dimebag Darrell, foram "Old", "Ten Ton Hammer" e a incendiária "Bulldozer" a deixar o Coliseu dos Recreios em êxtase. Para terminar, "Halo" do tão bem sucedido The Blackening, com solos fantásticos de Phil Demmel e Robb Flynn, e como já é hábito "Davidian".
Pelo público, viam-se caras conhecidas da música nacional, dos mais diferentes nichos. Talvez pelo facto de os Machine Head serem uma banda tão genérica e de tamanha influência para tantas bandas portuguesas, vimos elementos de More Than a Thousand, Moonspell, entre muitos outros.
Ficou provado que os Machine Head são uma banda de culto em Portugal e provavelmente uma das melhores bandas ao vivo da actualidade. Uma setlist intocável, a humildade de sempre, a atitude positiva e a qualidade dos norte-americanos carimbaram uma noite inesquecível.
Black Lips no Optimus Alive 2012
Nov 5th
Segundo o "Festivais de Verão" apurou junto de fonte próxima da banda, os Black Lips vão estar presentes na edição de 2012 do Festival Optimus Alive no dia 13 de Julho.
Depois da última passagem por Portugal em 2009, os norte-americanos Black Lips regressam ao nosso país para apresentar "Arabia Montain", sexto e mais recente álbum da banda norte-americana.
Esta informação carece de confirmação por parte da Everything is New, organizadora do evento.
O Festival Optimus Alive 2012 realiza-se nos dias 12, 13 e 14 de Julho de 2011 em Oeiras, no Passeio Marítimo de Algés. Até ao momento não são conhecidos os preços dos bilhetes
Passatempo Dominique Young Unique e Bezegol – Verão na Casa
Jun 15th

O Festivais de Verão em associação com a Casa da Música tem 4 convites duplos para te oferecer para Dominique Young Unique e Bezegol. Tudo acontece dia 18 de Junho pelas 22 horas na Sala 2 da Casa da Música.
Dominique Young Unique é americana e tem levado a cultura de ghetto para o mundo, em grande estilo. Gravou pela primeira vez aos 12 anos com o produtor David Alexander (Yo Majesty) e destila uma mistura original e acelerada de electro e hip-hop.
A segunda parte do concerto é assegurada pelo MC e produtor Bezegol (Red Tower Clan, Funkativity Team, Dope Device MCs).
Uma noite a não perder na grande Casa da Música no já habitual Verão na Casa.
Clica Aqui para conhecer toda a programação da edição deste ano do Verão na Casa.
Passatempo Dominique Young Unique e Bezegol – Verão na Casa
Jun 15th

O Festivais de Verão em associação com a Casa da Música tem 4 convites duplos para te oferecer para Dominique Young Unique e Bezegol. Tudo acontece dia 18 de Junho pelas 22 horas na Sala 2 da Casa da Música.
Dominique Young Unique é americana e tem levado a cultura de ghetto para o mundo, em grande estilo. Gravou pela primeira vez aos 12 anos com o produtor David Alexander (Yo Majesty) e destila uma mistura original e acelerada de electro e hip-hop.
A segunda parte do concerto é assegurada pelo MC e produtor Bezegol (Red Tower Clan, Funkativity Team, Dope Device MCs).
Uma noite a não perder na grande Casa da Música no já habitual Verão na Casa.
Clica Aqui para conhecer toda a programação da edição deste ano do Verão na Casa.
Reportagem The National – Campo Pequeno
May 26th
De volta a Portugal, os The National foram desta vez recebidos por um Campo Pequeno a abarrotar. Após a última vez em Portugal, no Super Bock Super Rock, não havia ninguém por se render aos encantos da banda norte-americana. Assim sendo, não foi de admirar que o concerto esgotasse e que as expectativas fossem elevadas para um dos concertos mais aguardados do ano.
A abrir, estiveram em palco os Dark Dark Dark, banda oriunda de Minneapolis cujo som fez as delícias do público ansioso. Foram temas como “Something for Myself”, “Make Time” e “Trouble No More” que mostraram porque é que os próprios The National são seus fãs. Os instrumentos eram rodados pelos membros da banda, tanto como a voz principal das músicas. Para fechar 40 minutos de música com influências maioritariamente folk, “Daydreaming” revelou-se deliciosa para o efeito.
Entretanto, já o recinto ia encolhendo e as pessoas lá se chegavam cada vez mais perto. Vinte minutos passavam das 22h quando por fim as luzes se apagaram e tudo naquela sala se centrou no palco. Escusado será mencionar os gritos, as palmas, as mãos no ar. De copo de vinho na mão, Matt Berninger, centro do palco, microfone a postos. Aqui vamos nós.
E fomos. Primeiro embalados por uma melódica “Start a War” e logo de seguida com “Anyone’s Ghost”, já menina para arrancar um par de gritos ao vocalista. E apesar de “High Violet” ser considerado a consagração plena da banda, não escapa a ninguém que é “Alligator” que recebe mais pedidos de músicas para serem tocadas. Avistava-se um cartaz em particular com duas palavras apenas: “Lit Up”. Apesar desse desejo não ter sido concedido, “Secret Meeting” veio agitar os fãs, que entoavam a letra a plenos pulmões.
No ecrã de fundo, passavam imagens em directo da banda sobrepostas umas nas outras, provocando efeitos fantasmagóricos. Mas nada causa mais arrepios que ouvir um recinto a gritar “I'm on a bloodbuzz, yes I am, I'm on a blood buzz” em sintonia. A multidão jubilava com os instrumentais a que temos sido habituados pela banda. Baterias disciplinadas até ao osso, trompetes que enchiam a sala e guitarras com uma energia admirável.
Após tamanha demonstração de afeição por parte do público, Matt não resistiu a avançar no palco e olhar para a sala em jeito de retribuição. Um olhar sincero de quem nunca deixa de ser surpreendido pelo carinho dos fãs portugueses. Logo de seguida entra em cena “Slow Show”, antes de “Squalor Victoria” e “Afraid of Everyone”. Durante a última, o ecrã encheu-se de olhos gigantes, uma imagem intimidadora que complementa uma letra recheada de medo e desconfiança.
Mas os momentos altos da noite estariam guardados para temas mais antigos como “Abel” – provavelmente o momento mais alto (e por alto, refiro-me a barulho) da noite – ou “All the Wine”. Aaron Dessner, claramente assoberbado, perdeu-se em agradecimentos ao público e fascínio com o recinto escolhido. A cúpula aberta do Campo Pequeno enriqueceu o ambiente e tornou o concerto num autêntico espectáculo sob as estrelas.
Houve várias surpresas no concerto e uma delas foi a banda tocar “Lucky You”, retirada do álbum “Sad Songs for Dirty Lovers”. Não, não é uma canção esperançosa, é «provavelmente o tema mais triste que temos», garantiu Matt Berninger. Antes do encore, ouviu-se uma soberba “Fake Empire”. E se “Terrible Love” era vista como a equivalente deste tema para “High Violet”, o resultado não é, de todo, semelhante. Um instrumental de encher ouvidos – e alma – ficou no ar enquanto a banda abandonava o palco para o primeiro encore.
De volta, uma surpresa para os fãs portugueses: “Friend of Mine”, tocada ao vivo pela segunda vez na vida da banda (tendo a primeira sido há cerca de sete anos). «Não chegámos bem lá, faltou um bocadinho», brincaram, no final. Mas ficou clara a emoção que tocar aquele tema para o público lisboeta lhes trouxe. A anunciar “Mr November”, Aaron garantiu que essa sabiam como tocar. A multidão delirava, braços no ar e a letra entoada aos gritos.
No seguimento da energia que os dois temas haviam trazido, eis que chega “Terrible Love”. Matt desceu ao público, entrou pela plateia adentro, enquanto alguns fãs seguravam o fio do microfone e outros corriam para se aproximar do cantor. A custo, conseguiu voltar ao palco, de onde saiu em seguida, seguido por todos menos pelo baterista Bryan Devendorf. Outro encore?
Sim, outro encore. Depois do Super Bock Super Rock, talvez fossem mais a pensar que não do que os que pensavam que sim, que talvez eles voltassem a cantar a “About Today”. E voltaram. Se no festival de Verão foi a cereja em cima de um bolo delicioso, no Campo Pequeno foi um revivalismo dessa mesma noite mágica. Para o final, microfones desligados. Os músicos à beira do palco, de instrumentos em riste. Pediram ajuda para cantar a última música do concerto. E tiveram-na. Pulmões cheios e vozes mais ou menos afinadas foram ingredientes para uma “Vanderlyle Crybaby Geeks” crua e nua como só esta banda conseguiria arrancar a uma audiência.
Como já vem a ser hábito, outro concerto grandioso dos The National terminara.
Emoções ao rubro, melodias comoventes e letras sinceras – os ingredientes perfeitos para este amor terrível.
Super Bock em Stock – Primeiros Nomes
Oct 7th
Super Bock em Stock 2010 - Primeiros nomes anunciados!
Depois de termos avançado com os dois primeiros artistas que vão actuar na edição de 2010 do Super Bock em Stock: Adam Kesher, Owen Pallett e Janelle Monae, eis que chega a confirmação oficial dos mesmos e a confirmação de mais 2 nomes: Lula Pena e Jono Mccleery.

Na primeira Sexta-feira e Sábado do mês de Dezembro, dias 3 e 4, a Avenida da Liberdade em Lisboa volta a ser o ponto de encontro para duas noites de celebração da Música.
Adam Kesher trata-se de um grupo francês que trás consigo o seu mais recente álbum "Challenging Nature" e musicas como "Gravy Train", "Hundrer Years Later" ficarão certamente no ouvido de quem passar por lá. A actuação está marcada para o dia 3 de Dezembro no Parque de Estacionamento do Marquês do Pombal.
Já Janelle Monae é uma cantora / compositora / performer / dançarina norte-americana que actua dia 4 de Dezembro e vem para apresentar o álbum "The ArchAndroid" tendo recebido criticas positivas por parte dos media e esteve nomeada para os prémios MTV na categoria de "Best Choreography" e "Aposta Internacional".
Diz-se que Lula Pena é não só uma das grandes reinventoras do fado, mas também alguém que verdadeiramente o vive e segue vivendo, na tremenda entrega emocional, na voz incomparável.
Já Jono Mccleery é mais dificil de colocar numa categoria, mas fala-se da sua música como a folk/soul dos nossos tempos. Na bagagem traz ‘Tomorrow’, o novo álbum produzido pelo conceituado Fybe, já editado em Inglaterra.
Através do Myspace, os Fujiya & Miyagi confirmam a sua presença neste festival. Actuam no dia 4 de Dezembro.
No mesmo dia, actua o brasileiro Marcos Valle que também confirmou a sua presença, dando a conhecer o seu mais recente album "Estática".
O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira na bilheteira do Festival no Cinema São Jorge. O preço mantém-se o mesmo das duas primeiras edições – 40€ para duas noites com três dezenas de concertos.
Deftones em Lisboa
Sep 9th
Os Deftones vão passar por Portugal neste Inverno. O Campo Pequeno, em Lisboa, vai receber a banda a 9 de Dezembro.
Depois de passarem pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 9 de Julho, os Deftones dão um concerto para apresentar o novo álbum "Diamond Eyes" editado este ano, desta vez em "nome próprio".
A banda norte-americana é composta por Stephen Carpenter (guitarra), Sergio Vega (baixo), Abe Cunningham (bateria), Frank Delgado (teclado) e Chino Moreno (vocais e guitarra).
Os preços dos bilhetes situa-se entre os 30euros (Plateia) e os 33euros (Bancada e Camarote) e estão à venda nos locais habituais.
Jamie T e Peter Hook em Paredes de Coura
May 27th

Depois de ter sido anunciado The Prodigy, foi hoje anunciado Peter Hook e Jamie T para o festival Paredes de Coura.
Peter Hook, o antigo baixista dos conhecidos Joy Division vai marcar presença no dia 30 de Julho, tocando na integra o album "Unknow Pleasures" de Ian Curtis, em jeito de homenagem pelo seu trigésimo aniversário relativamente à sua morte.
No ultimo dia, 31 de Julho, sobe ao palco Jamie T. Este inglês com influências punk, rap, folk, americana, hip hop é um já conhecido devido ao seu album de estreia "Panic Prevention", tendo ganho inumeros elogios por parte da critica musical. Depois de Glastonbury e T in the Park, Jamie T aterra no festival Paredes de Coura.
O passe de 4 dias com campismo comprado até 17 de Maio fica por 60 Euros e a partir de 18 de Maio por 70 Euros.
Se não quiseres acampar procura alojamento perto deste festival aqui.
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Três Confirmações para o SBSR
May 19th

Foram hoje conhecidos três novas confirmações para o festival Super Bock Super Rock, que se realiza nos dias 16,17 e 18 de Julho.
O primeiro dia do festival, dia 16, começa com Mayer Hawthorne, um multi-facetado artista (desde produtor, dj, MC, entre outros) que promete tornar a sua actuação numa das mais grandiosas no festival.
No dia 17 de Julho, entra em cena a norte-americana Holly Miranda, considerados por muitos como a nova sensação da musica indie, no Palco EDP para um concerto que servirá para mais tarde recordar.
Para terminar em beleza, nada melhor que os Stereophonics no dia 18 de Julho. O grupo britânico formado em 1992, vai marcar presença no Palco Super Bock e irá apresentar o album de 2009, "Keep Calm and Carry On"
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído. O campismo estará aberto desde o dia anterior (15 de Julho) até um dia depois do Festival (19 de Julho). Autocarros gratuitos para a praia farão ainda o percurso Festival – Praia do Meco – Festival.
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