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Archive for February, 2010
Reportagem The Fiery Furnaces
Feb 27th
De todas as duplas musicais contemporâneas, os músicos que actuaram ontem no Santiago Alquimista serão, certamente, uma das mais interessantes. Os The Fiery Furnaces estrearam-se na sala lisboeta mais que lotada e ofereceram um espectáculo agradável, porém algo longo, aos curiosos espectadores.
A banda composta pelos irmãos Matthew e Eleanor Friedberger já desde o ano 2000 que se dá a conhecer, tendo editado oito álbuns até ao presente ano. Os americanos apresentaram, na sua maioria, temas do recente "I’m Going Away" (2009), um registo art pop imprevisível, ao vivo demostrando-se tão punk como rockeiro. Foi através das modificações dos temas, tornando-os praticamente irreconhecíveis, que se pôde verificar a versatilidade dos irmãos. Matthew dedilhava a guitarra sem esforço em devaneios inspirados, Eleanor entoava os lirismos estranhos de forma despreocupada e, assim, passaram por alguns dos momentos altos da sua carreira, acompanhados por uma banda de suporte.
Com uma entrada de rompante, “Rub-Alcohol Blues” tomou as rédeas e a atenção do público, passando por “Charmaine Champagne”, “The End is Near” e “Keep Me in the Dark” do mais recente trabalho. Com a habilidade de nos tirar o tapete dos pés cada vez que achamos que estamos a entrar em território familiar, os Fiery Furnaces vão para além da influência clássica do rock dos anos 70 e assumem a sua vertente experimental e até progressiva, nas suas mudanças de tempo frenéticas e letras pouco convencionais. Assim, Eleanor, parecendo uma Patti Smith e calçada com as famosas botas que deram o nome a uma canção dos Franz Ferdinand, pede desculpa por ter perdido a voz e cativa os fãs no ambiente intimista do Alquimista, apesar de poucas terem sido as pausas no rodopio instrumental do set dos músicos.
Este deu ainda para dois encores, incitados pelo entusiasmo do público, marcados por “Tropical Ice-Land” e “I’m In No Mood”, certamente os pontos altos de um concerto coerente. Destaque para Bob D’Amico, o baterista talentoso que marcava o passo de forma exímia.
Gogol Bordello no Optimus Alive!10
Feb 26th
Gogol Bordello vai passar pelo Festival Optimus Alive!10 no dia 10 de Julho.A banda vai actuar no Palco Optimus e traz na bagagem o novo disco de originais, "Transcontinental Hustle".
Os Gogol Bordello juntam-se aos já confirmados, Kasabian e Phoenix (8 Julho), Gossip (9 Julho) e Pearl Jam e LCD Soundsystem (10 Julho).
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
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Cartaz e Informações Optimus Alive!10
LCD SoundSystem – Optimus Alive!10
Feb 25th
Os LCD SoundSystem vão passar pelo Festival Optimus Alive!10 dia 10 de Julho, no mesmo dia em que actuam os já confirmados Pearl Jam.No próximo dia 2 de Março a organização promete revelar novidades sobre o Palco Super Bock.
O Optimus Alive regressa em 2010 nos dias 8, 9 e 10 de Julho a Oeiras.
Os bilhetes já se encontram à venda, o bilhete diário tem o preço de 50 Euros e o passe para os 3 dias 90 Euros.
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Cartaz e Informações Optimus Alive!10
Primeiros Confirmados – Super Bock Super Rock 2010
Feb 23rd

O Super Bock Super Rock 2010 prometia novidades para o dia 23 de Fevereiro e cá estão elas.
Esta edição realiza-se em Sesimbra, na Herdade do Cabeça da Flauta, no Meco nos dias 16, 17 e 18 de Julho e irá contar com três palcos.
Os primeiros nomes avançados pela organização são: Empire of the Sun, Cut Copy, The National, Palma's Gang, Rita Red Shoes e Laurent Garnier.
O preço do bilhete diário é de 40 Euros e o passe para os 3 dias custa 70 Euros com campismo incluído.
De salientar, que este ano vai existir novamente o Musicard e este festival está incluído.
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Motorhead no Rock In Rio Lisboa
Feb 22nd

Os Motorhead irão passar pelo Rock In Rio Lisboa 2010 no dia 30 de Maio.
A banda de rock inglesa, formada em 1975 vai trazer o heavy e thrash metal ao Parque da Bela Vista. Na bagagem trazem o álbum "Motorizer", editado em 2008.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010.
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Tenda Electrónica – Rock in Rio Lisboa
Feb 22nd

A organização do o Rock In Rio anunciou hoje em conferência de imprensa os nomes para a Tenda Electrónica.
21 de Maio
- Deadmau5
- Chris Lake
- Calvin Harris (DJ Set)
- Soul Mates feat Pedro Tabuada & King Bizz
22 de Maio
- Major Lazer
- Drop the line
- Zombie Kids feat aqueel
- Jamie XX
27 de Maio
- Gui Boratto
- The Twelves
- Miguel Quintão
- Tha Bloody Bastards feat Mad Mac & Nuno Lopes
29 de Maio
- Dubfire
- To Ricciardi
- DJ Vibe
- Audiofly
- Davide Squillace
30 de Maio
- Green Velvet (Live)
- Speedy J (Live)
- Paul Ritch (Live)
- Jim Masters
- Jiggy
- Heartbreakerz
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Reportagem The Australian Pink Floyd
Feb 19th
Noite de nostalgia e saudosismo em Lisboa, com o Campo Pequeno lotado, e apenas com lugares sentados.
É certo que esta não é a banda que deu nome ao rock progressivo, e que inspirou gerações, mas a possibilidade de saborear um pouco daquilo que os britânicos deram à música. Qualidade de som acima da média e reproduções fiéis dos maiores êxitos do colectivo de Cambridge foram as principais armas dos australianos. Ainda não havia ninguém em cima do palco e numa forma circular surgia projectado um video no qual o público poderia saber que album ia ser recordado. Inicio de luxo com as quatro primeiras faixas de The Dark Side Of The Moon e Shine On Crazy Diamond(Part I-V).
Com muitas luzes e lasers à mistura, os Australian Pink Floyd foram encantando uma multidão entusiasta, participativa com palmas e coro.
Welcome To The Machine, Another Brick In The Wall, entre outras fizeram as delicias dos lisboetas, mas o momento alto da noite viria a ser Wish You Were Here. O público português quase conseguiu calar Steve Mac e companhia, cantando o clássico com toda a força.
Após muito tempo sem se dirigirem ao público (exceptuando os agradecimentos habituais), os Australian Pink Floyd mostraram-se muito satisfeitos com
o público e abandonaram o palco, regressando pouco depois para encore duplo. Primeiro encore reservou a esperada Comfortably Numb, com um javali insuflável e de olhos vermelhos a surgir na lateral do palco.
Aplausos longos, fortes e sentidos nos quais plateia, bancadas e galerias viram as cadeira inutilizadas, quando já toda a gente acreditava que o concerto tinha terminado. A verdade é que já muitas pessoas tinham abandonado o recinto e os Australian Pink Floyd brindaram uma última vez ao público português, com Run Like Hell.
Snow Patrol no Rock In Rio Lisboa
Feb 18th

Depois de alguns rumores que os Snow Patrol irião passar pelo Rock In Rio Lisboa 2010, chegou agora a confirmação oficial por parte da organização. O quinteto britânico passa pelo Parque Bela Vista a 27 de Maio.
Formados em 1994, trazem na bagagem o álbum "Up To Now", que consiste na compilação das melhores músicas da banda e três novos singles. "Just Say Yes" já faz sucesso nas rádios nacionais.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010.
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Rammstein no Rock In Rio
Feb 17th

Rammstein é o primeiro grande nome pesado para o Rock In Rio Lisboa 2010, a 30 de Maio.
A banda alemã com maior sucesso a nível internacional vai estar no Palco Mundo num dia dedicado ao "rock mais pesado", segundo a organização.
Formados em Berlim no ano de 1994, os Rammstein já foram nomeados para dois Grammys. Depois de passarem pelo Pavilhão Atlântico vem agora ao Parque da Bela Vista apresentar “Liebe Ist Fur Alle Da”, o seu sexto álbum.
O Rock in Rio Lisboa decorre no Parque da Bela Vista nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio de 2010.
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Reportagem Real Estate
Feb 17th
No passado dia 16, o Plano B albergou uma noite encabeçada por um único nome, os Real Estate, oriundos de New Jersey.
Detentores de uma sonoridade pop esticada entre a melancolia e o psicadelismo, estes jovens lançaram o seu primeiro álbum há um par de meses. Com um registo a fazer lembrar nomes como Galaxie 500, The Clean ou Pavement, é natural que tenham sido recebidos com um grande fulgor por parte da crítica especializada, algo que certamente ajudou a encher o Plano B numa noite pós-Carnaval.
Com o referido registo homónimo debaixo do cinto, o quarteto americano, já por volta das 23h30, lançou-se a cerca de 45 minutos de um concerto que tanto deu para bater o pé, como para puxar pelo lado mais emocional do público. Algo conseguido sem nunca se tornarem maçadores ou desajustados na descarga ou na retenção enérgica.
Sapateando à volta de temas como “Fake Blues”, “Black Lake” ou “Beach Comber”, os presentes certamente sentiram o suburbanismo e a beleza imperfeita que essas pequenas pérolas pop invocam. Algo perfeitamente justificado pelo arremesso constante de linhas de guitarra pingadas de echo, slapback e phaser, apimentadas por uma voz a meio tempo e uma secção rítmica concisa, mas subtil.